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As sentenças a seguir, apresentam os conceitos matemáticos relativos ao estudo de Probabilidades.
I. P(A ∩ B) = P(A) ∙ P(B) para eventos independentes
II. P(A ∪ B) = P(A) + P(B) − P(A ∩ B) para união de eventos
III. P(A ∩ B) ≠ 0 para eventos mutuamente excludentes
IV. A probabilidade de um evento é igual ao número total de resultados divididos pelo número de resultados favoráveis.
É correto afirmar que são verdadeiras as sentenças:

De acordo com os dados da tabela, pode-se afirmar que a média diária de atendimentos e a moda são, respectivamente:
Considerando as sentenças a seguir:
I. (a + b) 3 − (a − b) 3 = 6a2b + 2b 3
II. (a + b) 2 + (a + b) ∙ (a − b) = 2a 2 + 2ab − b 2
III. 2 ∙ (p + k) 2 − (p − k) 2 = 3p 2 − 2pk − 3k 2
IV. (x + 2) 3 + (x − 2) 3 = 2x 3 + 24x
Aplicando corretamente as definições matemáticas sobre produtos notáveis e fatoração, são verdadeiras
as sentenças:
Em uma usina de etanol, uma máquina colhedora de cana, alcança uma produtividade de 150 toneladas em um mês, com uma jornada de trabalho diária de 6 horas. No entanto, com o aumento da demanda por etanol em certas épocas do ano e de uma nova campanha de marketing, o número de encomendas por etanol cresceu de forma acentuada, aumentando a demanda para 200 toneladas. Buscando atender essa nova demanda, a empresa adquiriu mais duas máquinas colhedoras e ajustou para 8 horas por dia o tempo de atividade das máquinas. Qual deve ser a quantidade de dias para que a empresa consiga atender a nova demanda?
Considere as sentenças a seguir.
I. A expressão an = a1 + (n + 1) ∙ r, ∀ n ∈ N, representa o termo geral de uma Progressão Aritmética (PA).
II. A sequência (5, 10, 15, 28, 33,38) é uma progressão aritmética de razão 5.
III. A expressão an = a1. q n−1 ,∀ n ∈ N ∗ , representa o termo geral de uma Progressão Geométrica (PG).
Assinale a alternativa correta:
Considere as matrizes a seguir

Representando a equação matricial A + B + C = X abaixo

Os valores de a, b e c que satisfazem a equação proposta devem ser:
Pedro Augusto está muito interessado na compra de uma parte de um terreno vizinho ao seu. O valor do metro quadrado do terreno desejado por ele é de R$ 1.500,00. O terreno ofertado tem um formato retangular, comprimento de 8 metros e sabe-se que o ângulo da base formado entre a base e a diagonal é de 30 graus. Para adquirir esse pedaço de terreno, Pedro Augusto precisará de: Considere: sen 30 º = 0,50; cos 30º = 0,87 e tg 30º = 0,58
Otávio Rodrigues, produtor de grãos, tem em sua fazenda um tanque de combustível para abastecer o maquinário utilizado na lavoura. Esse tanque tem formato cilíndrico com diâmetro base e altura medindo respectivamente 2,4 metros e 5 metros. Se no momento o tanque está com combustível ocupando apenas 25% de sua capacidade, podemos afirmar que há no tanque:
Considere: π = 3,14 e 1m3 = 1.000 l
https://ge.globo.com/motor/formula-1/noticia/gp-da-italia-lewis-hamilton-e-pole-com-a-volta-mais-rapida-de-todos-ostempos-na-formula-1.ghtml
Com base nas informações acima, se são necessários 1m 18s e 887ms para completar uma volta, é correto afirmar que o tempo total necessário para completar 30 voltas é de: Considere: 1ms = 0,001s
No terreiro rústico da Fazenda Paraíso, nos anos da minha adolescência, era certa e esperada aquela comunicação anual. [...] Vinha dos campos e da mangueira um cheiro fecundo de vegetais e de apojo, mugidos intercalados da vacada, que à tarde mansamente descia dos pastos, procurando a frente da fazenda. O terreiro rústico participava desses encantamentos. Naquela comunhão sagrada e rotineira, a gente se sentia feliz e nem se lembrava de que não havia nenhum dinheiro na casa. Pela manhã, muito cedo, meu avô ia verificar o moinho de fubá de milho, o rendimento da noite. O velho e pesado monjolo subia e descia compassado, escachoando água do cocho, cavado no madeirame pesado e bruto. [...] E partia das mangueiras e abacateiros frondosos o arrulho gemido da juriti. Às sete horas, vinha para cima da grande mesa familiar, rodeada de bancos pesados e rudes, a grande panela de mucilagem, mingau de fubá canjica, fino e adocicado, cozido no leite ainda morno do curral. [...] Comia-se com vontade e comida tão boa como aquela nunca houve em parte alguma. O arroz, fumaçando numa travessa imensa de louça antiga, rescendia a pimenta de cheiro. O frango ensopado em molho de açafrão e cebolinha verde, e mais coentro e salsa. O feijão saboroso, a couve com torresmos, enfarinhada ou rasgadinha à mineira, mandioca adocicada e farinha, ainda quentinha da torrada. Comia-se à moda velha. Repetia-se o bocado, rapava-se o prato. Depois, o quintal, os engenhos, o goiabal, os cajueiros, o rego-d’água. Tínhamos ali o nosso Universo. Vivia-se na Paz de Deus. Eram essas coisas na Fazenda Paraíso. E como todo paraíso, só valeu depois de perdido.
CORALINA, Cora. Melhores Poemas: Cora Coralina; seleção Darcy França Denófrio. São Paulo: Global, 2017.
Nesse poema de Cora Coralina, nota-se que o leitor é naturalmente levado a deleitar-se no universo poético idílico, cujos versos representam a ativação da memória, utilizando formas imagéticas e linguísticas que evidenciam lembranças carregadas de afetividade, simplicidade e nostalgia. Assim, a figura de linguagem empregada como recurso expressivo, na construção estético-literária do poema, é:
Chega um dia de falta de assunto. Ou, mais propriamente, de falta de apetite para os milhares de assuntos. Escrever é triste. Impede a conjugação de tantos outros verbos. Os dedos sobre o teclado, as letras se reunindo com maior ou menor velocidade, mas com igual indiferença pelo que vão dizendo, enquanto lá fora a vida estoura não só em bombas como também em dádivas de toda natureza, inclusive a simples claridade da hora, vedada a você, que está de olho na maquininha. O mundo deixa de ser realidade quente para se reduzir a marginália, purê de palavras, reflexos no espelho (infiel) do dicionário. O que você perde em viver, escrevinhando sobre a vida. Não apenas o sol, mas tudo que ele ilumina. [...] E então vem o tédio. De Senhor dos Assuntos, passar a espectador enfastiado de espetáculo. Tantos fatos simultâneos e entrechocantes, o absurdo promovido a regra de jogo, excesso de vibração, dificuldade em abranger a cena com o simples par de olhos e uma fatigada atenção. Tudo se repete na linha do imprevisto, pois ao imprevisto sucede outro, num mecanismo de monotonia explosiva. Na hora ingrata de escrever, como optar entre as variedades de insólito? E que dizer, que não seja invalidado pelo acontecimento de logo mais, ou de agora mesmo? [...] Entretanto, aí está você, casmurro e indisposto para a tarefa de encher o papel de sinaizinhos pretos. [...]
Disponível em: <https://www.blogderocha.com.br/hoje-nao-escrevo-carlos-drummond-de-andrade/>. Acesso em: 25 mar. 2023.
Carlos Drummond de Andrade, nome indispensável para a história da Literatura Brasileira, é autor do texto “Hoje não escrevo”, que se configura como sendo:
I. Há, no trecho “Eram cinco horas da manhã e o cortiço acordava, abrindo, não os olhos, mas a sua infinidade de portas e janelas alinhadas.”, uma atribuição de humanização ao cortiço que, após uma noite de sono, desperta, evidenciando o uso da prosopopeia ou personificação. II. A verossimilhança como possibilidade de verdade no universo da narrativa azevediana determina o teor expressivo e realista do romance, numa emblemática composição arcadista. III. A linguagem metafórica, muito presente na construção de textos literários, atribui um sentido conotativo à seguinte passagem: “Um acordar alegre e farto de quem dormiu de uma assentada sete horas de chumbo.”.
Está correto, em relação ao texto, o que se afirma em: