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Q4335645 História
“Os movimentos messiânicos e as manifestações de banditismo social surgidos no sertão brasileiro entre o final do século XIX e as primeiras décadas do século XX expressavam tensões decorrentes da exclusão social, da concentração fundiária e da fragilidade da presença estatal. Embora desafiassem autoridades locais e nacionais, esses fenômenos não representavam, necessariamente, projetos revolucionários de transformação estrutural da sociedade.”
Fonte: QUEIROZ, Maria Isaura Pereira de. O messianismo no Brasil e no mundo. São Paulo: Alfa-Ômega, 1976
Com base no texto e nos conhecimentos sobre o messianismo e o banditismo social no Brasil, verifica-se que:
Alternativas
Q4335644 História
“A crise consiste precisamente no fato de que o velho morre e o novo não pode nascer; neste interregno verifica-se uma grande variedade de sintomas mórbidos.”
Fonte: GRAMSCI, Antonio. Cadernos do Cárcere. Vol. 3. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002, p. 184.
O intelectual e ativista político italiano Antonio Gramsci fazia previsões pessimistas para as democracias liberais europeias na virada do século XIX para o XX. Com base no contexto da Belle Époque europeia (1871-1914) e considerando as tensões sociais e políticas que marcaram o período, pode-se versar que:
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Q4335643 História
Ao longo do século XIX, a substituição do trabalho escravo pelo trabalho livre no Brasil ocorreu de forma lenta e gradual, marcada por conflitos de interesses internos e pressões externas. Acerca desse processo, atesta-se que o(a):
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Q4335642 História

Observe o mapa da Região Platina e considere seus conhecimentos sobre a política externa do Segundo Reinado no Brasil (1840–1889).


Imagem associada para resolução da questão

Fonte: Bacia do Prata Fonte: Ministério dos Transportes, 2015 Org. FREITAS, Elisa Pinheiro de


A atuação do Império brasileiro na Região Platina esteve relacionada à defesa de interesses econômicos, estratégicos e geopolíticos. Nesse contexto, os objetivos e os resultados da intervenção brasileira nos conflitos platinos do século XIX eram:

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Q4335641 História
“A Revolta dos Malês, ocorrida em Salvador em 1835, constituiu a mais importante insurreição urbana de escravizados da história do Brasil, destacando-se pela forte participação de africanos islamizados, muitos deles alfabetizados em árabe e articulados por redes religiosas e culturais próprias.”
Fonte: REIS, João José. Rebelião Escrava no Brasil: a história do levante dos malês em 1835. São Paulo: Cia das Letras, 2003.
O recente filme brasileiro Malês retrata aspectos dessa revolta e da experiência dos africanos muçulmanos na Bahia do século XIX.
Imagem associada para resolução da questão
Fonte: https://gshow.globo.com/cultura-pop/filmes/noticia/males-filme-de-antonio-pitanga
Sobre a singularidade da Revolta dos Malês, pode-se explicitar que:
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Q4335640 História

A transferência da Corte portuguesa para o Brasil, em 1808, representou uma profunda transformação na vida da colônia. Entre as medidas adotadas por D. João, destacou-se a “Abertura dos Portos às Nações Amigas”, rompendo o antigo pacto colonial e ampliando o contato da sociedade brasileira com influências estrangeiras.


“A presença da Corte no Rio de Janeiro alterou profundamente os costumes da população. Novos hábitos de consumo, formas de sociabilidade, modas, livros e produtos europeus passaram a circular com maior intensidade, redefinindo práticas culturais e comportamentos urbanos.”


Fonte: Adaptado de: SCHWARCZ, Lilia Moritz. A Longa Viagem da Biblioteca dos Reis: do terremoto de Lisboa à Independência do Brasil. São Paulo: Cia das Letras, 2002.


Baseado nessas informações, um dos impactos culturais decorrentes da Abertura dos Portos e da Chegada da Corte portuguesa ao Brasil consiste no(a):

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Q4335639 História

“A Revolução entrou numa nova fase quando as ameaças externas e internas levaram os jacobinos a concentrar o poder político. Em nome da defesa da República, medidas excepcionais foram adotadas, incluindo a perseguição aos opositores e o uso sistemático da guilhotina.”


Fonte: Adaptado de: História Geral e do Brasil. VICENTINO, Cláudio; DORIGO, Gianpaolo. História Geral e do Brasil. São Paulo: Scipione, 2016


Observe a ilustração representando episódios associados ao Período do Terror (1793-1794).


A radicalização revolucionária

Imagem associada para resolução da questão

Fonte: https://davidbraga.wordpress.com/2011/09/06/terror-a-foice-da-igualdade/


Considerando o texto e a imagem acerca do processo histórico da Revolução Francesa, observa-se que:

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Q4335638 História
Leia o fragmento a seguir:
“A escravidão africana foi alimentada por um vasto comércio atlântico que deslocou milhões de pessoas para as Américas, integrando diferentes regiões da África e do Novo Mundo em uma complexa rede econômica e social.”
Fonte: REIS, João José; GOMES, Flávio dos Santos. Liberdade por um fio: história dos quilombos no Brasil. São Paulo: Cia das Letras, 1996
Com base no texto e nos conhecimentos sobre a diáspora africana e a formação da mão de obra na América Portuguesa entre os séculos XVI e XVIII, atesta-se que o(a):
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Q4335637 História
“As relações entre portugueses e indígenas na América Portuguesa não se limitaram ao conflito armado ou à simples dominação. Em diferentes contextos, envolveram alianças políticas, intercâmbios econômicos, miscigenação, catequese e formas variadas de resistência indígena.”
Fonte: ALMEIDA, Maria Regina Celestino de. Metamorfoses indígenas: identidade e cultura nas aldeias coloniais do Rio de Janeiro. 2. ed. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2013
A partir do fragmento de texto e dos conhecimentos sobre a colonização da América Portuguesa, a análise correta da relação entre os colonizadores e os povos originários é representada por:
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Q4335636 Português
Leia o trecho a seguir:
“A prosperidade econômica das cidades italianas, especialmente entre os séculos XIV e XVI, permitiu que mercadores, banqueiros e governantes investissem recursos na produção artística, no conhecimento científico e na valorização da cultura clássica, fenômenos que marcaram profundamente o Renascimento.”
Fonte: BURKE, Peter. O Renascimento Italiano: Cultura e Sociedade na Itália. São Paulo: Nova Fronteira, 2010
Com base no texto e em seus conhecimentos históricos, a relação entre o poder das cidades-Estado italianas, a burguesia e o Renascimento se justifica pelo fato de que o(a):
Alternativas
Q4335635 História
A conquista de Constantinopla pelos turco-otomanos, em 1453, representou um marco para a expansão marítima europeia. Além de alterar o equilíbrio político e comercial do Mar Mediterrâneo Oriental, esse processo impulsionou as navegações atlânticas, inaugurando uma nova dinâmica de integração entre os continentes. Com base nesse contexto histórico, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4335634 História

Observe o mapa e analise a afirmativa a seguir:


Os reinos cristãos na Península Ibérica no século XI

Imagem associada para resolução da questão

Localização do Condado Portucalense

entregue a D. Henrique de Borgonha


Fonte: https://eugostodehistoria2.blogspot.com/2015/03/os-reinos-cristaos-napeninsula-iberica.html


A Guerra da Reconquista (séculos VIII–XV) constituiu um longo processo de expansão dos reinos cristãos da Península Ibérica sobre os territórios muçulmanos de Al-Andalus. No caso português, esse movimento esteve diretamente relacionado à formação territorial do reino e ao fortalecimento do poder régio. Nessa perspectiva, a relação entre a Reconquista e a precoce centralização política de Portugal, em comparação com outros reinos ibéricos, explica-se pelo fato de que o(a):

Alternativas
Q4335633 História
“A desagregação da autoridade imperial no Ocidente não significou uma ruptura imediata com as estruturas romanas. Ao contrário, o enfraquecimento do poder central favoreceu a transferência de funções administrativas, militares e judiciais para autoridades locais, processo que, ao longo dos séculos, contribuiu para a formação de relações de dependência pessoal e para a consolidação de poderes territoriais descentralizados.”
Fonte: LE GOFF, Jacques. A Civilização do Ocidente Medieval. Tradução de José Rivair Macedo. Bauru: Edusc, 2005, p. 46
Com base no texto e em seus conhecimentos sobre a transição da Antiguidade para a Idade Média, pode-se afirmar que o(a):
Alternativas
Q4335632 História

O mapa abaixo apresenta os Rios Tigre e Eufrates cortando toda a região da Mesopotâmia. Observe-o.


Imagem associada para resolução da questão

Fonte: https://imagohistoria.blogspot.com/2011/03/antiguidade-oriental-5-de-8-mesopotamia.html


Os povos da Mesopotâmia desenvolveram técnicas para controlar as águas dos rios Tigre e Eufrates por meio da construção de diques e de canais. O principal objetivo dessas obras era:

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Q4335631 Pedagogia
As orientações curriculares mais recentes para o ensino de História no Brasil, que sucedem e atualizam diversos princípios presentes nos antigos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), enfatizam mudanças significativas na organização do conhecimento histórico escolar, segundo o fragmento abaixo:
“O ensino de História deve contribuir para a formação de sujeitos capazes de compreender a historicidade das experiências humanas, reconhecendo diferentes perspectivas, identidades e memórias, bem como analisando criticamente as relações de poder presentes na sociedade.”
Fonte: BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular (BNCC): Ensino Fundamental. Brasília: MEC, 2018, p. 399
Nesse contexto, é coerente afirmar que tais orientações:
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Q4335630 Geologia
“As rochas estão em constante transformação, passando de um tipo a outro em virtude das dinâmicas interna e externa da Terra. O ciclo das rochas existe desde os primórdios da história geológica da Terra e, através dele, a crosta está em constante transformação e evolução.”
Fonte: TEIXEIRA, Wilson; TOLEDO, M. Cristina Motta de; FAIRCHILD, Thomas Rich; TAIOLI, Fabio (org.). Decifrando a terra. 2. ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2009.
Sobre a distribuição e os ciclos das rochas no Planeta Terra, destaca-se que:
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Q4335629 Geografia
Conforme discute Haesbaert (2004, p. 85), "A desterritorialização não é a perda do território, mas uma nova forma de multiterritorialidade. O território não desaparece, ele se torna mais complexo, mais flexível e, muitas vezes, mais controlado através de novas tecnologias e novas formas de poder. [...] o que se convencionou chamar de desterritorialização deve ser compreendido, na verdade, como um processo de multiterritorialidade, no qual o território não é extinto, mas reconfigurado por novas dinâmicas de poder e controle.”
Fonte: HAESBAERT, R. O mito da desterritorialização: do “fim dos territórios” à multiterritorialidade. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2004. Adaptado.
No que concerne às discussões do excerto acima, reconhece-se que:
Alternativas
Q4335628 Sociologia
"O trabalhador digital, chamado de 'parceiro', 'colaborador' ou 'empreendedor de si mesmo', está, na verdade, sendo submetido a uma nova e intensificada forma de subordinação, onde o algoritmo atua como o novo gerente invisível."
Fonte: ANTUNES, R. O privilégio da servidão: o novo proletariado de serviços na era digital. São Paulo: Boitempo, 2018. Adaptado.
Em relação às transformações do mundo do trabalho discutidas acima, podemos reconhecer que a:
Alternativas
Q4335627 Geografia
A política internacional contemporânea é marcada pela competição entre grandes potências pela expansão de poder econômico, militar e tecnológico. Sob a égide do debate da hegemonia e/ou declínio do poder estadunidense, a política externa do governo Trump vem atuando pelo(a):
Alternativas
Q4335626 Geografia
“A rede urbana não é um sistema estático, mas uma estrutura dinâmica de fluxos e interações, onde a hierarquia é definida pelo comando que certas cidades exercem sobre o espaço. No Brasil, essa rede reflete um processo de integração nacional que consolidou cidades como centros de gestão, não apenas de mercadorias, mas de decisões, informações e inovações que moldam a vida social em todo o país.”
Fonte: CORRÊA, Roberto Lobato. A rede urbana. São Paulo: Ática, 1989. Adaptado.
Na perspectiva conceitual acima, problematizada pelo pesquisador Roberto Lobato Corrêa, preconiza-se que:
Alternativas
Respostas
801: B
802: C
803: D
804: D
805: D
806: A
807: B
808: A
809: D
810: B
811: A
812: D
813: A
814: B
815: D
816: A
817: C
818: A
819: D
820: C