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I. é utilizado no ambiente Windows, sendo essencial para qualquer diagnóstico de rede. Permite visualizar as configurações do adaptador (com fio, Wi-Fi e virtual), endereço IP, máscara de sub-rede, gateway, DNS e muito mais. É fundamental para entender como o computador está configurado.
II. permite identificar onde uma conexão está falhando ou lenta, mostrando o caminho que os pacotes percorrem do seu PC até o destino, listando cada roteador intermediário e os tempos de resposta em cada salto. Isso é essencial para detectar gargalos ou bloqueios.
Esses dois comandos/utilitários são conhecidos, respectivamente, como:
I. Um dos protocolos envolvidos nesse processo estabelece como a mensagem chega do remetente ao servidor de e-mail e, para isso, usa uma porta padronizada 25. Cabe destacar que provedores de hospedagem em nuvem e muitos clientes de e-mail como Gmail, Microsoft Outlook e Mozilla Thunderbird bloqueiam a porta 25 para evitar spam, priorizando conexões seguras pelas portas P1 ou P2;
II. O e-mail que chega ao servidor de e-mail chega ao destinatário por meio da ação de um de dois protocolos, sendo um deles o POP3. O segundo protocolo armazena e-mails em um servidor remoto e os baixa sob demanda quando o destinatário os abre, para isso usa duas portas padronizadas, a primeira, P3, sem criptografia, e a segunda, P4, uma porta SSL/TLS segura,k usada pela maioria dos provedores de serviços de e-mail.
As siglas dos protocolos descritos em I e II e as portas padronizadas P1, P2, P3 e P4 são, respectivamente:
No que diz respeito ao "grupo", são usados, na concessão dos atributos para permissão de leitura(1) / de escrita(2) / de execução(3), respectivamente, os seguintes caracteres:
I. dispositivos ou aplicações de software que solicitam e usam serviços;
II. dispositivos ou aplicações de software que fornecem serviços ou recursos;
III. componentes como roteadores, switches e cabeamento que conectam clientes e servidores;
IV. programas executados em clientes e servidores para facilitar a comunicação e a entrega de serviços.
Os componentes descritos em I, II, III e IV são denominados, respectivamente:
Sendo UFRJ2 a unidade de controle, os demais componentes da CPU identificados na figura como UFRJ1 e UFRJ3 são denominados, respectivamente:
I. É um diretório que armazena as bibliotecas essenciais e os módulos do kernel Linux, sendo que bibliotecas são conjuntos de funções e recursos utilizados por programas;
II. É um diretório que armazena informações do sistema, como spool de impressora, caixas postais, logs do sistema e cache de programas.
Esses diretórios são conhecidos, respectivamente, por:
. Para selecionar todos os arquivos armazenados nessa pasta, conforme mostrado na figura
,
ele pode executar dois
procedimentos, descritos a seguir. (1) Executar um atalho de teclado ou
(2) Selecionar
, que está no topo da lista e, levando o cursor do mouse sobre o nome do último arquivo
pressionar, simultaneamente, uma tecla específica. O atalho de teclado e a tecla pressionada são, respectivamente:
I. Indica o tempo necessário em ms para que a cabeça de leitura e gravação se posicione no setor do disco que deve ser lido ou mesmo gravado. Esse parâmetro sofre influência do tempo de rotação dos discos, atualmente na faixa de 5.400, 7.200 e 10.000 rpm;
II. Indica o tempo que a cabeça de leitura e gravação leva para se deslocar até uma trilha do disco ou mesmo de uma trilha a outra. Cabe ressaltar que quanto menor esse tempo, melhor o desempenho.
Os parâmetros descritos em I e em II são conhecidos, respectivamente, como tempos de:
Os componentes identificados por C3 e C6 são conhecidos, respectivamente, como barramento:
I. tem sistema operacional e não necessita de um computador ou servidor hospedeiro para funcionar, tendo por foco a conexão em redes locais. Para que funcione, é preciso conectar o sistema a uma rede local ou à internet. Em consequência, será disponibilizado mais espaço de armazenamento para todos os pontos autorizados na rede, o que inclui computadores, notebooks e celulares;
II. possui uma infraestrutura de rede privada que conecta dispositivos de armazenamentos a outros dispositivos de computação. Esse método não utiliza a rede local da empresa e cria sua própria rede. Essa forma de armazenamento normalmente é montada por meio de três componentes: cabeamento, adaptadores de barramento (controladoras HBAs) e switches conectados aos sistemas de armazenamento e aos servidores.
Essas formas de armazenamento são conhecidas, respectivamente, pelas siglas: