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Q1876049 Português

A causa da chuva

        Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, e outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.

        – Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.

        – Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.

        – Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.

         Nesse momento começou a chover.

         – Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!

        – Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.

        – Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?

(FERNANDES, Millôr. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1985.)

No trecho “Uns diziam que ia chover logo, e outros diziam que ainda ia demorar” a palavra sublinhada indica: 
Alternativas
Q1876048 Português

A causa da chuva

        Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, e outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.

        – Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.

        – Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.

        – Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.

         Nesse momento começou a chover.

         – Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!

        – Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.

        – Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?

(FERNANDES, Millôr. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1985.)

Segundo o texto, podemos afirmar que:
Alternativas
Q1876047 Português

A causa da chuva

        Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, e outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.

        – Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.

        – Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.

        – Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.

         Nesse momento começou a chover.

         – Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!

        – Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.

        – Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?

(FERNANDES, Millôr. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1985.)

De acordo com o texto, os animais começaram a discutir pelo seguinte motivo:
Alternativas
Q1876046 Português

A causa da chuva

        Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, e outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.

        – Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.

        – Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.

        – Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.

         Nesse momento começou a chover.

         – Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!

        – Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.

        – Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?

(FERNANDES, Millôr. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1985.)

No trecho “Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos” a palavra sublinhada indica: 
Alternativas
Q1876045 Português

A causa da chuva

        Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, e outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.

        – Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.

        – Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.

        – Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.

         Nesse momento começou a chover.

         – Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!

        – Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.

        – Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?

(FERNANDES, Millôr. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1985.)

No trecho “– Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas” observamos que o sapo:
Alternativas
Q1876044 Português

A causa da chuva

        Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, e outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.

        – Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.

        – Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.

        – Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.

         Nesse momento começou a chover.

         – Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!

        – Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.

        – Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?

(FERNANDES, Millôr. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1985.)

De acordo com o texto, a causa principal da inquietação dos animais era:
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Q1874773 Direito Tributário
Considerando os conceitos e definições do Direito Tributário, podemos afirmar que tributo é o (a): 
Alternativas
Q1874772 Direito Civil
Sobre a prescrição e a decadência, nos termos estabelecidos pelo Código Civil, é INCORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q1874770 Legislação dos Municípios do Estado do Rio de Janeiro
Sobre os Poderes Legislativo e Executivo dos Municípios, assinale a opção CORRETA.
Alternativas
Q1874769 Direito Constitucional
Acerca dos direitos e garantias fundamentais à luz da interpretação do Supremo Tribunal Federal, assinale a opção CORRETA.
Alternativas
Q1874768 Direito Constitucional
O professor Manoel Gonçalves Ferreira Filho observa que “A Constituição Federal prevê o Município como entidade federativa (art. 1º), confere-lhe competência (art. 30) e lhe discrimina rendas (art. 156). Encerra-se, com isso, a polêmica doutrinária sobre a natureza do Município, que alguns entendiam não ser entidade federativa por ter sido omitido no texto do art. 1º da EC nº 1/69”. Acerca dos Poderes Legislativo e Executivo dos Municípios, assinale a opção INCORRETA. 
Alternativas
Q1874767 Legislação dos Municípios do Estado do Rio de Janeiro
Regina Nery Ferrari nos ensina que: “Um preceito normativo para ter validade dentro do sistema, precisa ser produzido em concordância com a norma superior, que representa seu fundamento de validade, de modo que a norma inferior não pode contrariar a superior, sob pena de não ter validade face a tal ordem normativa. Nesse sentido, a organização municipal deve observar os princípios definidos na Constituição Federal e na Constituição do respectivo Estado”. Tendo como referência o texto anterior, o que dispõe a Constituição Federal de 1988, bem como a doutrina e a jurisprudência majoritárias, assinale a única opção CORRETA acerca das competências municipais.
Alternativas
Q1874766 Direito Constitucional

Ao analisar os princípios consagrados na Constituição Federal de 1988, Celso Ribeiro Bastos sintetiza: “Em resumo, são os princípios constitucionais aqueles valores albergados pelo Texto Maior a fim de dar sistematização ao documento constitucional, de servir como critério de interpretação e finalmente, o que é mais importante, espraiar os seus valores, pulverizá-los sobre todo o mundo jurídico. Os princípios constitucionais são aqueles que guardam os valores fundamentais da ordem jurídica. Isso só é possível na medida em que estes não objetivam regular situações específicas, mas sim desejam lançar a sua força sobre todo o mundo jurídico. Alcançam os princípios essa meta à proporção que perdem o seu caráter de precisão de conteúdo, isto é, conforme vão perdendo densidade semântica, eles ascendem a uma posição que lhes permite sobressair, pairando sobre uma área muito ampla do que uma norma estabelecedora de preceitos. Portanto, o que o princípio perde em carga normativa ganha como força valorativa a espraiar-se por cima de um sem-número de outras normas.”


Acerca desses princípios, assinale a opção CORRETA.

Alternativas
Q1874765 Legislação dos Municípios do Estado do Rio de Janeiro
Nos termos da Lei Complementar Nº 038 de 28 de Janeiro de 1988, que dispõe sobre a Reforma do Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Miguel Pereira e dá outras providências, assinale a opção CORRETA.
Alternativas
Q1874764 Legislação dos Municípios do Estado do Rio de Janeiro
Considere as afirmativas seguintes relacionadas ao Regimento Interno do Município de Miguel Pereira.
I. São obrigações e deveres do Vereador fazer declaração pública de bens, apenas no ato da posse, de acordo com a Lei Orgânica Municipal.
II. O Vereador não poderá licenciar-se para tratar de interesse particular.
III. O aparte deve ser expresso em termos corteses e não pode exceder o tempo de 02 (dois) minutos.
IV. O Orçamento Plurianual de Investimentos, que abrangerá, no mínimo, período de 03 (três) anos consecutivos, terá suas dotações anuais incluídas no Orçamento de cada exercício.
V. Ressalvada a hipótese de estar a proposição em Regime de urgência ou quando assinadas pela maioria absoluta dos membros da Câmara, não serão recebidos pela Mesa, substitutivo, emendas ou subemendas, quando a mesma estiver sendo discutida em Plenário, os quais deverão ser apresentados até 48 (quarenta e oito) horas, antes do início da sessão.
O número de afirmativas CORRETAS é:
Alternativas
Q1874763 Legislação dos Municípios do Estado do Rio de Janeiro
Considere as afirmativas a seguir sobre as Comissões da Câmara Municipal de Miguel Pereira.
I. Poderão participar dos trabalhos das Comissões como membros credenciados e com direito a voto, técnicos de reconhecida competência ou representantes de entidades idôneas, que tenham legítimo interesse no esclarecimento de assunto submetido à apreciação das mesmas.
II. As Comissões Permanentes têm por objetivo estudar os assuntos submetidos ao seu exame, manifestar sobre eles a sua opinião e preparar, apenas por iniciativa própria, os projetos de Resolução atinentes à sua especialidade.
III. Compete à Comissão de Finanças e Orçamento emitir parecer sobre todos os assuntos de caráter financeiro e emitir parecer sobre todos os processos atinentes à realização de obras e execução de serviços pelo Município.
IV. As Comissões Permanentes somente deliberarão com a presença de pelo menos 1/3 de seus membros.
V. As Comissões Especiais são de caráter temporário.
O número de afirmativas CORRETAS é: 
Alternativas
Q1874762 Regimento Interno
À luz do Regimento Interno da Câmara Municipal de Miguel Pereira, assinale a opção CORRETA. 
Alternativas
Q1874761 Legislação dos Municípios do Estado do Rio de Janeiro
Relativamente à Lei Orgânica do Município de Miguel Pereira, assinale a opção CORRETA.
Alternativas
Q1874760 Legislação dos Municípios do Estado do Rio de Janeiro
Segundo rege a Lei Orgânica do Município de Miguel Pereira, perderá o mandato o Vereador:
I. que deixar de comparecer, em cada sessão legislativa anual à terça parte das sessões ordinárias da Câmara, salvo apenas em doença comprovada;
II. que tiver domicílio fora do Município de Miguel Pereira;
III. que perder ou tiver suspensos os direitos políticos;
IV. que, desde a posse, ser titular de mais de um cargo ou mandato público eletivo;
V. que utilizar-se do mandato para a prática de atos de corrupção ou de improbidade administrativa.
O número de afirmativas CORRETAS é:
Alternativas
Q1874759 Legislação dos Municípios do Estado do Rio de Janeiro
À luz da Lei Orgânica do Município de Miguel Pereira, Do Poder Legislativo, assinale a opção CORRETA.
Alternativas
Respostas
561: A
562: C
563: D
564: D
565: A
566: B
567: D
568: D
569: D
570: B
571: A
572: C
573: B
574: D
575: C
576: B
577: B
578: A
579: C
580: A