Foram encontradas 130.633 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3502388 Biblioteconomia
Sobre avaliação de serviços, considere:
I. Muitas vezes, a escassez de recursos é apontada como uma das principais razões para a avaliação continua de serviços. programas e projetos.
II. Em um serviço de informação, a avaliação consiste também em desenvolver estudos relativos aos não usuários dessa unidade de informação, investigando as razões pelas quais não utilizam serviços dos quais, supostamente, seriam considerados público-alvo.
III. A avaliação deve ser pensada como um projeto de curto prazo, com início, meio e fim definidos, com o objetivo de exaаminar serviços e programas específicos.
IV. A avaliação é o processo de atribuir números para descrever ou representar algum objeto ou fenômeno de modo padronizado.
V. Indicadores são variáveis, características ou atributos capazes de sintetizar, representar ou dar maior significado ao que se quer avaliar, transformando objetivos e resultados em parâmetros concretos, passíveis de verificação.

Está correto o que se afirma APENAS em
Alternativas
Q3502387 Noções de Informática
Um Técnico de TI de um Tribunal foi solicitado a organizar os arquivos e programas utilizados por uma equipe para facilitarо acesso e melhorar a eficiência. Ele decidiu criar uma estrutura de pastas no Windows 11, que está instalado e funcionando em condições ideais, e configurar os programas mais utilizados para serem executados automaticamente ao iniciar o sistema. As ações corretas para atingir esse objetivo são:
Alternativas
Q3502378 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
Considera-se, para os efeitos do Decreto nº 5.296/2004, que regulamenta as Leis n2 10.048/2000 e 10.098/2000, pessoa com mobilidade reduzida aquela que,
Alternativas
Q3502372 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Os deuses da cidade



    Para ver uma cidade não basta ficar de olhos abertos. É preciso primeiramente descartar tudo aquilo que impede de vê-la, todas as ideias recebidas, as imagens pré-constituídas que continuam a estorvar o campo visual e a capacidade de compreensão. Depois é preciso saber simplificar, reduzir ao essencial o enorme número de elementos que a cada segundo a cidade põe diante dos olhos de quem a observa, e ligar os fragmentos espalhados num desenho analítico e ao mesmo tempo unitário, como o diagrama de uma máquina, com o qual se possa compreender como ela funciona. 


    A comparação da cidade com uma máquina é, ao mesmo tempo, pertinente e desviante. Pertinente porque uma cidade vive na medida em que funciona, isso é, em que serve para se viver nela e para fazer viver. Desviante porque, diferentemente das máquinas, que são criadas com vistas a uma determinada função, as cidades são todas ou quase todas o resultado de adaptações sucessivas a funções diferentes, não previstas por sua fundação anterior (penso nas cidades italianas com sua história de séculos ou de milênios).


    Mais do que com a máquina, é a comparação com o organismo vivo na evolução da espécie que pode nos dizer alguma coisa importante sobre a cidade: como, ao passar de uma era para outra, as espécies vivas adaptam seus órgãos para novas funções ou desaparecem, assim também as cidades. E não podemos esquecer que na história da evolução toda espécie carrega consigo саracterísticas que parecem de outras eras, na medida em que já não correspondem a necessidades vitais, mas que talvez um dia, em condições ambientais transformadas, serão as que salvarão a espécie da extinção. Assim a força da continuidade de uma cidade pode consistir em características e elementos que hoje parecem prescindíveis, porque esquecidos ou contraditos por seu funcionamento atual.


    Os antigos representavam o espírito de uma cidade com aquele tanto de vago e aquele tanto de preciso que essa operação implica, evocando os nomes dos deuses que presidiram sua fundação: nomes que equivalem a personificações de posturas vitais do comportamento humano e que tinham de garantir a vocação profunda da cidade. Uma cidade pode passar por catástrofes e anacronismos, ver estirpes diferentes sucedendo-se em suas casas, ver suas casas mudarem cada pedra, mas deve, no momento certo, sob formas diferentes, reencontrar os próprios deuses.



(Adaptado de CALVINO, Ítalo. Assunto encerrado. Trad. Roberta Barni. São Paulo: Companhia das Letras. 2006, p. 333-336, passim)

É preciso descartar tudo aquilo que impede a visão real de uma cidade.


Uma nova, correta e coerente redação da frase acima processa-se no seguinte caso:

Alternativas
Q3502371 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Os deuses da cidade



    Para ver uma cidade não basta ficar de olhos abertos. É preciso primeiramente descartar tudo aquilo que impede de vê-la, todas as ideias recebidas, as imagens pré-constituídas que continuam a estorvar o campo visual e a capacidade de compreensão. Depois é preciso saber simplificar, reduzir ao essencial o enorme número de elementos que a cada segundo a cidade põe diante dos olhos de quem a observa, e ligar os fragmentos espalhados num desenho analítico e ao mesmo tempo unitário, como o diagrama de uma máquina, com o qual se possa compreender como ela funciona. 


    A comparação da cidade com uma máquina é, ao mesmo tempo, pertinente e desviante. Pertinente porque uma cidade vive na medida em que funciona, isso é, em que serve para se viver nela e para fazer viver. Desviante porque, diferentemente das máquinas, que são criadas com vistas a uma determinada função, as cidades são todas ou quase todas o resultado de adaptações sucessivas a funções diferentes, não previstas por sua fundação anterior (penso nas cidades italianas com sua história de séculos ou de milênios).


    Mais do que com a máquina, é a comparação com o organismo vivo na evolução da espécie que pode nos dizer alguma coisa importante sobre a cidade: como, ao passar de uma era para outra, as espécies vivas adaptam seus órgãos para novas funções ou desaparecem, assim também as cidades. E não podemos esquecer que na história da evolução toda espécie carrega consigo саracterísticas que parecem de outras eras, na medida em que já não correspondem a necessidades vitais, mas que talvez um dia, em condições ambientais transformadas, serão as que salvarão a espécie da extinção. Assim a força da continuidade de uma cidade pode consistir em características e elementos que hoje parecem prescindíveis, porque esquecidos ou contraditos por seu funcionamento atual.


    Os antigos representavam o espírito de uma cidade com aquele tanto de vago e aquele tanto de preciso que essa operação implica, evocando os nomes dos deuses que presidiram sua fundação: nomes que equivalem a personificações de posturas vitais do comportamento humano e que tinham de garantir a vocação profunda da cidade. Uma cidade pode passar por catástrofes e anacronismos, ver estirpes diferentes sucedendo-se em suas casas, ver suas casas mudarem cada pedra, mas deve, no momento certo, sob formas diferentes, reencontrar os próprios deuses.



(Adaptado de CALVINO, Ítalo. Assunto encerrado. Trad. Roberta Barni. São Paulo: Companhia das Letras. 2006, p. 333-336, passim)

Para fundamentar sua comparação da cidade com um organismo vivo (3º parágrafo), o autor se vale da convicção de que em ambos os casos
Alternativas
Q3502369 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Os deuses da cidade



    Para ver uma cidade não basta ficar de olhos abertos. É preciso primeiramente descartar tudo aquilo que impede de vê-la, todas as ideias recebidas, as imagens pré-constituídas que continuam a estorvar o campo visual e a capacidade de compreensão. Depois é preciso saber simplificar, reduzir ao essencial o enorme número de elementos que a cada segundo a cidade põe diante dos olhos de quem a observa, e ligar os fragmentos espalhados num desenho analítico e ao mesmo tempo unitário, como o diagrama de uma máquina, com o qual se possa compreender como ela funciona. 


    A comparação da cidade com uma máquina é, ao mesmo tempo, pertinente e desviante. Pertinente porque uma cidade vive na medida em que funciona, isso é, em que serve para se viver nela e para fazer viver. Desviante porque, diferentemente das máquinas, que são criadas com vistas a uma determinada função, as cidades são todas ou quase todas o resultado de adaptações sucessivas a funções diferentes, não previstas por sua fundação anterior (penso nas cidades italianas com sua história de séculos ou de milênios).


    Mais do que com a máquina, é a comparação com o organismo vivo na evolução da espécie que pode nos dizer alguma coisa importante sobre a cidade: como, ao passar de uma era para outra, as espécies vivas adaptam seus órgãos para novas funções ou desaparecem, assim também as cidades. E não podemos esquecer que na história da evolução toda espécie carrega consigo саracterísticas que parecem de outras eras, na medida em que já não correspondem a necessidades vitais, mas que talvez um dia, em condições ambientais transformadas, serão as que salvarão a espécie da extinção. Assim a força da continuidade de uma cidade pode consistir em características e elementos que hoje parecem prescindíveis, porque esquecidos ou contraditos por seu funcionamento atual.


    Os antigos representavam o espírito de uma cidade com aquele tanto de vago e aquele tanto de preciso que essa operação implica, evocando os nomes dos deuses que presidiram sua fundação: nomes que equivalem a personificações de posturas vitais do comportamento humano e que tinham de garantir a vocação profunda da cidade. Uma cidade pode passar por catástrofes e anacronismos, ver estirpes diferentes sucedendo-se em suas casas, ver suas casas mudarem cada pedra, mas deve, no momento certo, sob formas diferentes, reencontrar os próprios deuses.



(Adaptado de CALVINO, Ítalo. Assunto encerrado. Trad. Roberta Barni. São Paulo: Companhia das Letras. 2006, p. 333-336, passim)

Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:

Alternativas
Q3502368 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Os deuses da cidade



    Para ver uma cidade não basta ficar de olhos abertos. É preciso primeiramente descartar tudo aquilo que impede de vê-la, todas as ideias recebidas, as imagens pré-constituídas que continuam a estorvar o campo visual e a capacidade de compreensão. Depois é preciso saber simplificar, reduzir ao essencial o enorme número de elementos que a cada segundo a cidade põe diante dos olhos de quem a observa, e ligar os fragmentos espalhados num desenho analítico e ao mesmo tempo unitário, como o diagrama de uma máquina, com o qual se possa compreender como ela funciona. 


    A comparação da cidade com uma máquina é, ao mesmo tempo, pertinente e desviante. Pertinente porque uma cidade vive na medida em que funciona, isso é, em que serve para se viver nela e para fazer viver. Desviante porque, diferentemente das máquinas, que são criadas com vistas a uma determinada função, as cidades são todas ou quase todas o resultado de adaptações sucessivas a funções diferentes, não previstas por sua fundação anterior (penso nas cidades italianas com sua história de séculos ou de milênios).


    Mais do que com a máquina, é a comparação com o organismo vivo na evolução da espécie que pode nos dizer alguma coisa importante sobre a cidade: como, ao passar de uma era para outra, as espécies vivas adaptam seus órgãos para novas funções ou desaparecem, assim também as cidades. E não podemos esquecer que na história da evolução toda espécie carrega consigo саracterísticas que parecem de outras eras, na medida em que já não correspondem a necessidades vitais, mas que talvez um dia, em condições ambientais transformadas, serão as que salvarão a espécie da extinção. Assim a força da continuidade de uma cidade pode consistir em características e elementos que hoje parecem prescindíveis, porque esquecidos ou contraditos por seu funcionamento atual.


    Os antigos representavam o espírito de uma cidade com aquele tanto de vago e aquele tanto de preciso que essa operação implica, evocando os nomes dos deuses que presidiram sua fundação: nomes que equivalem a personificações de posturas vitais do comportamento humano e que tinham de garantir a vocação profunda da cidade. Uma cidade pode passar por catástrofes e anacronismos, ver estirpes diferentes sucedendo-se em suas casas, ver suas casas mudarem cada pedra, mas deve, no momento certo, sob formas diferentes, reencontrar os próprios deuses.



(Adaptado de CALVINO, Ítalo. Assunto encerrado. Trad. Roberta Barni. São Paulo: Companhia das Letras. 2006, p. 333-336, passim)

A expressão deuses da cidade, presente no título, deve-se à informação histórica manifesta neste segmento:
Alternativas
Q3502167 Sistemas de Informação
Uma Secretaria da Fazenda está implementando um sistema de Bl para melhorar o monitoramento das arrecadações tributárias e a identificação de possíveis inconsistências fiscais. Para isso, a equipe está utilizando o Power Bl e o Tableau. Com essas ferramentas, a equipe pode
Alternativas
Q3502166 Sistemas de Informação
Uma Secretaria da Fazenda possui um sistema de Bl para monitorar a arrecadação tributária e detectar possíveis fraudes fiscais. No processo de descoberta das informações, devem ser desenvolvidas as seguintes atividades correspondentes às cinco etapas:
I. Criar dashboards interativos com indicadores de risco tributário.
II. Padronizar e cruzar informações tributárias por CNPJ, aplicando regras fiscais.
III. Direcionar fiscalizações para empresas com maior probabilidade de fraude.
IV. Extrair dados de sistemas de arrecadação e bases externas, como notas fiscais eletrônicas.
V. Identificar padrões de sonegação por meio de modelos preditivos.
Considerando as atividades listadas de I a V, as etapas às quais elas correspondem são, correta e respectivamente:
Alternativas
Q3502165 Noções de Informática
Um Agente da SEFAZ, ao verificar os dispositivos instalados no Windows 11, identificou os seguintes dispositivos de armazenamento:
1. SSD NVMe PCle 4.0
2. HDD 15K RPM
3. DRAM DDR5
4. Cache L3
Considerando apenas o aspecto de latência, da menor para a maior, a ordem correta é:
Alternativas
Q3502164 Noções de Informática
Hipoteticamente, um Agente da SEFAZ recebeu de um Analista a proposta da migração do processo de desenvolvimento de aplicações para a nuvem, utilizando um modelo de serviço que fornece e gerencia todos os recursos de hardware e software para desenvolver aplicativos, sem a necessidade de criar e manter a infraestrutura ou a plataforma por conta própria, que corresponde ao modelo de serviço
Alternativas
Q3502163 Noções de Informática

Considere hipoteticamente que uma Secretaria da Fazenda possui um extenso conjunto de dados de processos em uma planiIha do Excel, em português e funcionando em condições ideais. Os dados incluem as seguintes colunas:


Imagem associada para resolução da questão


O Diretor da Unidade Tributária deseja analisar o desenrolar de processos por categoria e região, identificando os títulos de processos mais instaurados em cada região.


A melhor maneira de utilizar uma tabela dinâmica do Excel para realizar essa análise é criar uma tabela dinâmica com

Alternativas
Q3502162 Banco de Dados
No contexto da modelagem dimensional, uma Secretaria da Fazenda deseja analisar os atendimentos realizados para otimizar seus serviços e melhorara satisfação dos cidadãos. Os dados disponíveis incluem informações sobre atendimentos, cidadãos, servidores e datas.
As tabelas relevantes são:
- Tabela de Fatos (Atendimentos): Contém informações sobre cada atendimento individual, como ID do atendimento, ID do cidadão, ID do servidor, ID da data, tipo de atendimento e tempo de atendimento.
-Tabela de Dimensão (Cidadãos): Contém informações sobre os cidadãos, como ID do cidadão, nome, idade, gênero e município.
- Tabela de Dimensão (Servidores): Contém informações sobre os servidores, como ID do servidor, nome, cargo e setor.
- Tabela de Dimensão (Datas): Contém informações sobre as datas, como ID da data, data completa, dia da semana, mês e ano.
Descreve corretamente a relação entre as tabelas de fato e as tabelas de dimensões nesse contexto:
Alternativas
Q3502161 Banco de Dados

Uma Secretaria da Fazenda Estadual mantém atabela multas_tributarias com informações sobre multas aplicadas a contribuintes. A estrutura da tabela é apresentada a seguir:  


Imagem associada para resolução da questão


Devido a uma decisão judicial, todas as multas pendentes aplicadas antes de 2023 devem ter seu valor reduzido em 10%. Em um banco de dados aberto e em condições ideais, o comando SQL que realiza essa atualização é: 

Alternativas
Q3502160 Segurança da Informação
Uma organização implementou um Next-Generation Firewall (NGFW) para fortalecer sua segurança cibernética. Esse tipo de firewall vai além das funções tradicionais, incorporando recursos avançados para proteger contra ameaças modernas. Representa as funcionalidades de um NGFW:
Alternativas
Q3502159 Segurança da Informação
Mesmo com o uso de senhas fortes, um sistema ainda pode ser vulnerável. Para aumentar a segurança, a autenticação multifator (MFA) exige o uso combinado de, pelo menos, dois fatores de categorias diferentes. Esses fatores podem ser classificados da seguinte forma:
I. Algo que você sabe - por exemplo, a respostaauma pergunta de segurança.
II. Algo que você tem - como um código gerado por um aplicativo autenticador.
III. Algo que você conhece - como o nome de usuário.
IV. Algo que você é - como reconhecimento facial.
Considerando os princípios da MFA, as opções que representam combinações válidas de autenticação multifator são APENAS
Alternativas
Q3502158 Banco de Dados
Uma auditoria tributária precisa armazenar e gerenciar dados de impostos pagos por empresas ao longo de vários anos. Os dados incluem informações estruturadas, como identificação da empresa, valores de impostos e datas de pagamento, mas também dados não estruturados, como relatórios de auditoria em PDF, notas fiscais digitalizadas e comentários dos auditores em texto livre. O modelo de banco de dados mais adequado para atender às necessidades de escalabilidade e flexibilidade da empresa nesse caso é o Modelo
Alternativas
Q3502157 História e Geografia de Estados e Municípios
A presença dos jesuítas durante o período colonial na região do Piauí
Alternativas
Q3502156 História e Geografia de Estados e Municípios
Considere o texto a seguir: 
Alguns dos participantes das várias expedições para combater os indios no sertão ao longo da primeira metade do século XVIII conseguiram sesmarias e se instalaram, justamente, nos sertões que haviam ajudado e ajudavamadevassar. Era o caso, por exemplo, de Damaso Pinheiro de Carvalho, "um dos primeiros povoadores da capitania do Piauí" (1715, riacho das Cabras); do nosso já conhecido Francisco Cavalcante de Albuquerque (1719, rio Mearim); de Francisco de Almeida, "capitão da conquista atual" (1727, rio Mearim); de Manuel da Silva Pereira (1726, próximo ao rio Parnaíba); de Antônio Gomes Leite (1728, próximo ao rio Gurgueia); e de João Nogueira de Sousa (1729, instalado no Itapecuru).
(Adaptado de: CHAMBOULEYRON, Re MELO, V. S de. Governadores e índios, guerras e terras entre o Maranhão e o Piaui (primeira metade do século XVIII). Rev. Hist. (São Paulo) (168), jan.-jun. 2013)
A partir dessas informações,
Alternativas
Q3502155 História
Petrônio Portella, em cuja homenagem há uma estátua em Teresina, foi um político que ficou conhecido como "estrela civil da ditadura" conforme consta no material explicativo acerca de seu retrato pintado à óleo, disponível no site do Museu do Senado. Essa alcunha tem relação com
Alternativas
Respostas
3521: E
3522: B
3523: D
3524: D
3525: C
3526: B
3527: A
3528: A
3529: D
3530: D
3531: C
3532: D
3533: A
3534: C
3535: E
3536: E
3537: B
3538: D
3539: C
3540: E