Questões de Concurso
Sobre história
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1.(__) Durante a Primeira Guerra Mundial, embora milhões de homens tenham sido mobilizados para o front, a atuação feminina permaneceu restrita a funções domésticas e ao cuidado infantil. Sua participação em áreas industriais e de transporte não era autorizada, sendo limitada, em termos de apoio ao front, a serviços médicos como enfermagem e condução de ambulâncias, especialmente sob a coordenação da Cruz Vermelha.
2.(__) Durante a Primeira Guerra Mundial, a atuação feminina foi ampla e institucionalizada, com programas estatais voltados ao recrutamento de mulheres como: exércitos auxiliares femininos (como o Women's Army Corps nos EUA e a Auxiliary Territorial Service no Reino Unido); engajamento agrícola no Women's Land Army; e trabalho industrial especializado, inclusive em produção de aeronaves, tanques e munição.
3.(__) A contribuição feminina à Primeira Guerra Mundial fortaleceu os argumentos do movimento sufragista, que pleiteava o direito ao voto. Isso resultou em conquistas como direito de voto para mulheres acima de 30 anos no Reino Unido (1918) e expansão gradual desse direito em outras nações europeias e nos EUA.
A sequência CORRETA é:
I – A implementação do chamado Plano Real em 1994, que estabilizou a economia brasileira após anos de hiperinflação.
II – A eleição de Getúlio Vargas para a presidência da República em 1990, consolidando políticas conhecidas como Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
III – O conjunto de medidas conhecido como Plano Collor em 1990, marcado pelo confisco da poupança, congelamento de preços e forte recessão.
IV – O movimento da Coluna Prestes em 1996, que contestou oligarquias rurais com uma marcha pelo interior do Brasil contra o governo federal.
No que diz respeito às fontes e documentos, é correto afirmar:
Considerando o ensino de História na etapa do Ensino Fundamental, é correto afirmar que esses processos são:
Com relação a essas “bases epistemológicas”, marque a opção que NÃO corresponde às suas características:
No 4o e 5o ano há uma alteração significativa, tendo em vista o que tradicionalmente é aprendido nesta fase, em que a História se desloca do particular e da localidade onde se vive para tempos e espaços mais longínquos. Tal mudança apresenta-se como possibilidade de melhorar a articulação com os Anos Finais do Ensino Fundamental, diminuindo o descompasso entre essas duas fases da escolarização.
(São Paulo (Estado). Secretaria da Educação, Currículo Paulista. São Paulo: SEDUC, 2019. Adaptado)
Nesta perspectiva, entre os temas indicados pelo Currículo Paulista para 4o e 5o ano, é correto identificar
Mais um exemplo bem conhecido: vencedores e vencidos. Os espanhóis conquistaram o México. Portanto, são os homens maus. Os índios foram conquistados. Portanto, são os homens bons. Esse raciocínio é um mau caminho para a compreensão de um fenômeno histórico. Só podemos analisar a conquista da América por meio de uma complexa política de alianças. Sem o apoio de grupos indígenas, Cortés não teria conquistado a cidade do México.
(Janice Theodoro, “Educação para um mundo em transformação”. Em: Leandro Karnal (org.), História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. São Paulo: Contexto, 2015. Adaptado)
O texto critica uma concepção de História baseada em uma estrutura de pensamento
O problema, em termos do processo de ensino- -aprendizagem, é que o abandono da diacronia, da ideia de processo, pode transformar o conhecimento histórico numa sabedoria de almanaque mal digerida, em que acontecimentos, instituições e movimentos ocorrem do nada para o nada. Será que é isso o que mais nos interessa com relação à disciplina História? Misturar Galileu e Einstein ou Espártaco e Zumbi como se fossem contemporâneos prontos a dialogar pode desistoricizar suas práticas e formas de pensamento se não estivermos muito atentos.
(Jaime Pinsky; Carla Bassanezi Pinsky, “Por uma história prazerosa e consequente”. Em: Leandro Karnal (org.), História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. São Paulo: Contexto, 2015. Adaptado)
O texto faz uma crítica ao ensino de História que se propõe a trabalhar com
A história do judaísmo, cristianismo e islamismo pode ser bastante ilustrativa para os estudos comparados de História das Religiões. São três religiões que surgiram em períodos históricos diferentes.
(Eliane Moura da Silva, “Estudos de religião para um novo milênio”. Em: Leandro Karnal (org.), História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. São Paulo: Contexto, 2015. Adaptado)
Acerca das três religiões, é correto afirmar que
A escravidão perpetua na história brasileira, assinalando seu caráter não anacrônico às relações sociais brasileiras.
(Tiago Muniz Cavalcanti; Rafael Garcia Rodrigues, Trabalho escravo contemporâneo: hoje, o mesmo de ontem. Veredas do Direito, Belo Horizonte, Dom Helder, v. 20, 2023. Adaptado)
De acordo com os autores, o trabalho escravo contemporâneo
Durante o período, não foram poucos os conglomerados, nacionais e estrangeiros, que, com apoio – inclusive financeiro – do governo federal, promoveram a derrubada da floresta, a formação de latifúndios e toda a sorte de danos ambientais e sociais na Amazônia brasileira, com a exploração indiscriminada de trabalhadores escravizados.
(Tiago Muniz Cavalcanti; Rafael Garcia Rodrigues, Trabalho escravo contemporâneo: hoje, o mesmo de ontem. Veredas do Direito, Belo Horizonte, Dom Helder, v. 20, 2023. Adaptado)
O texto faz referência ao período da
A relação com o mundo que podemos chamar de mágico pode ser considerada como um universal do humano. Todos os grupos sociais, em diferentes épocas e espaços, constroem formas de se relacionar com o mundo desconhecido, na busca de caminhos e explicações que lhes ajudem a entender o enigma da vida e da morte, o sentido de ser e estar no mundo.
(Kabengele Munanga; Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. São Paulo: Global, 2016. Adaptado)
De acordo com os autores, a religiosidade negra
As vozes das nossas antepassadas, com suas dores e lutas ainda ecoam entre nós e servem de exemplo para que não desistamos do nosso objetivo de construir uma sociedade digna para todos.
(Kabengele Munanga; Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. São Paulo: Global, 2016. Adaptado)
Nesse sentido, conhecer a história de negros e negras faz-se necessário para
Os brasileiros de ascendência africana, ao contrário dos brasileiros de outras ascendências (europeia, asiática, árabe, judia, etc.), ficaram por muito tempo privados da memória de seus ancestrais.
(Kabengele Munanga; Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. São Paulo: Global, 2016. Adaptado)
Entre as formas de reparação a essa privação, é correto identificar