Questões de Concurso Sobre psiquiatria

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Q3606122 Psiquiatria
O tratamento medicamentoso com psicofármacos em idosos requer atenção a que fatores fisiológicos do envelhecimento:
Alternativas
Q3606121 Psiquiatria
No que concerne ao modelo de tratamento previsto pela Lei nº 10.216/2001 para pessoas portadoras de sofrimento mental decorrente do uso de álcool e outras drogas:
Alternativas
Q3606120 Psiquiatria
Sobre o tratamento de transtornos mentais perinatais:
Alternativas
Q3606119 Psiquiatria
Na elaboração de políticas públicas eficazes na prevenção do suicídio deve-se ter em mente:
Alternativas
Q3606118 Psiquiatria
Sobre a eficácia e tolerabilidade dos antidepressivos para tratamento agudo de transtorno depressivo:
Alternativas
Q3606117 Psiquiatria
Sobre a prescrição medicamentosa:
Alternativas
Q3606114 Psiquiatria
Sobre a perícia médica em psiquiatria:
Alternativas
Q3606113 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente masculino, 19 anos, procurou atendimento na atenção primária em busca de ajuda por dificuldades acadêmicas. Desde o início da faculdade, seis meses antes, saía-se mal nas avaliações e não conseguia administrar seus horários de estudo. Relatou que costumava ser incapaz de se manter concentrado enquanto lia ou assistia a palestras. Distraía-se com facilidade e, portanto, tinha dificuldade em entregar trabalhos escritos no prazo. Reclamou de sentimentos de inquietação, agitação e preocupação. Descreveu dificuldades para dormir, baixa energia e uma incapacidade de "se divertir" com seus pares. Sente-se "sozinho, burro, um fracasso - incapaz de perseverar". Na última semana, esteve visitando a família em sua cidade natal quando manifestou a seus pais seu plano de desistir da faculdade.
Sobre o manejo terapêutico do paciente, qual a melhor conduta a ser adotada?
Alternativas
Q3606112 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente masculino, 19 anos, procurou atendimento na atenção primária em busca de ajuda por dificuldades acadêmicas. Desde o início da faculdade, seis meses antes, saía-se mal nas avaliações e não conseguia administrar seus horários de estudo. Relatou que costumava ser incapaz de se manter concentrado enquanto lia ou assistia a palestras. Distraía-se com facilidade e, portanto, tinha dificuldade em entregar trabalhos escritos no prazo. Reclamou de sentimentos de inquietação, agitação e preocupação. Descreveu dificuldades para dormir, baixa energia e uma incapacidade de "se divertir" com seus pares. Sente-se "sozinho, burro, um fracasso - incapaz de perseverar". Na última semana, esteve visitando a família em sua cidade natal quando manifestou a seus pais seu plano de desistir da faculdade.
Quais das seguintes informações complementares teriam maior peso para confirmação da hipótese diagnóstica de TDAH?
Alternativas
Q3606110 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 17 anos, foi encaminhada para reavaliação diagnóstica após ter recebido vários diagnósticos de autismo e retardo mental ao longo de toda sua vida. Recentemente descobriu-se que ela apresenta síndrome de Kleefstra, e a família gostaria de reconfirmar os primeiros diagnósticos e avaliar o risco genético para os futuros filhos de suas irmās mais velhas.

Na época da avaliação a paciente frequentava uma escola especial. Ela conseguia se vestir sozinha, mas era incapaz de tomar banho sem assistência ou de ficar em casa desacompanhada. Mudanças em seu horário e expectativas funcionais elevadas geralmente a deixavam irritada. Quando perturbada, a adolescente frequentemente feria a si mesma (mordia o punho) e a outras pessoas (dava beliscões e puxava o cabelo).

Segundo os pais, a paciente foi atendida pela primeira vez aos 9 meses de idade, depois que os pais perceberam atrasos significativos na função motora. Ela caminhou aos 20 meses e aprendeu a ir ao banheiro aos 5 anos. Falou a primeira palavra aos 6 anos de idade.

Seus pais informaram que a adolescente sabia centenas de palavras individuais e várias frases simples. Ela sempre teve interesse por placas de carros e passava hora desenhando-as. O exame de da paciente revelou uma jovem acima do peso, com contato visual inconsistente. Ela não iniciava atenção compartilhada tentando olhar nos olhos. Frequentemente ignorava o que os outros lhe diziam. Para solicitar um objeto desejado, se balançava de um pé para o outro e apontava.
Os pais de da paciente queriam saber especificamente se os resultados do teste genético afetavam os diagnósticos anteriores dela. Qual seria a resposta mais apropriada?
Alternativas
Q3606109 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 17 anos, foi encaminhada para reavaliação diagnóstica após ter recebido vários diagnósticos de autismo e retardo mental ao longo de toda sua vida. Recentemente descobriu-se que ela apresenta síndrome de Kleefstra, e a família gostaria de reconfirmar os primeiros diagnósticos e avaliar o risco genético para os futuros filhos de suas irmās mais velhas.

Na época da avaliação a paciente frequentava uma escola especial. Ela conseguia se vestir sozinha, mas era incapaz de tomar banho sem assistência ou de ficar em casa desacompanhada. Mudanças em seu horário e expectativas funcionais elevadas geralmente a deixavam irritada. Quando perturbada, a adolescente frequentemente feria a si mesma (mordia o punho) e a outras pessoas (dava beliscões e puxava o cabelo).

Segundo os pais, a paciente foi atendida pela primeira vez aos 9 meses de idade, depois que os pais perceberam atrasos significativos na função motora. Ela caminhou aos 20 meses e aprendeu a ir ao banheiro aos 5 anos. Falou a primeira palavra aos 6 anos de idade.

Seus pais informaram que a adolescente sabia centenas de palavras individuais e várias frases simples. Ela sempre teve interesse por placas de carros e passava hora desenhando-as. O exame de da paciente revelou uma jovem acima do peso, com contato visual inconsistente. Ela não iniciava atenção compartilhada tentando olhar nos olhos. Frequentemente ignorava o que os outros lhe diziam. Para solicitar um objeto desejado, se balançava de um pé para o outro e apontava.
Quais elementos clínicos da paciente são relevantes para confirmar o diagnóstico de transtorno de espectro autista?
Alternativas
Q3606108 Psiquiatria
Paciente 28 anos, acompanhado da esposa, procurou atendimento em pronto socorro com sintomas de dor no peito, palpitação, falta de ar e sudorese, os quais iniciaram há 40 minutos, de forma súbita, com a sensação iminente de que poderia "morrer do coração". Relata episódio anterior há 45 dias, com duração breve, para o qual não procurou atendimento. Ao exame físico e complementar, foi evidenciada taquicardia sinusal, sem outras alterações. Nega doenças anteriores ou uso de substâncias ilícitas ou medicamentos. Foi encaminhado para avaliação com psiquiatra na urgência para intervenção precoce e prevenção de novas "crises"

Dentre as opções oferecidas, a melhor indicada na emergência é:
Alternativas
Q3606107 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Lactente de 9 meses, feminina, foi levada para o hospital com a queixa de "parada respiratória e cianose". A admissão, o relato incluiu tosse, febre e cianose persistente. Nasceu de parto normal a termo, pesando 3.380g, Apgar 09/10. Na história pregressa apresentou duas internações anteriores; a primeira por crises de parada respiratória e cianose (dois episódios) com eliminação de sangue pela boca e pelo nariz, permanecendo hospitalizada por 10 dias (aos dois meses de vida); durante a segunda internação, por pneumonia, apresentou crises convulsivas, sendo prescrito fenobarbital e suspenso em seguida da alta hospitalar pelo pediatra da atenção primária. Na internação atual, apresentava regular estado geral e moderada disfunção respiratória, sendo diagnosticada broncopneumonia (BCP). No segundo dia de internação, apresentou a uma crise convulsiva (que não foi vista por médico ou enfermagem). No 3°. dia de internação (DI), o médico relata ter encontrado a mãe com um saco plástico na mão e a criança cianótica, sem ter relacionado causa e efeito. Criança foi transferida para a UTI voltando para enfermaria 24 horas depois. Esteve na UTI internada por três vezes e sempre evoluindo muito bem, retornando logo em seguida para a enfermaria. Na UTI a paciente dividia o quarto com outros. Na enfermaria, ficava num quarto privativo sempre em companhia da mãe. O EEG mostrou-se alterado, mas após sua repetição apresentou-se normal. No 16°. DI, a criança apresentou vários episódios de vômitos, quando foi prescrita sonda nasogástrica (SNG) para realimentação. Nesse mesmo dia apresentou três episódios de apnéia, vistos somente pela mãe, e a criança estava sempre no colo da mesma. No 24°. DI, a paciente encontrava-se muito sonolenta e hipotônica, a dosagem do fenobarbital era 62 µg/ml, sendo que cinco dias antes era de 25,8 µg/ml (normal: 10 a 25 µg/ml). A criança estava recebendo dose não tóxica (dose menor que 30 µg/ml), e a mãe foi vista pelos auxiliares de enfermagem com um vidro de fenobarbital, fato que justificou como "não ter jogado fora a medicação até o momento". No 33°. DI, a paciente apresenta episódios de vômitos pós-alimentares, e a mãe insiste com o médico assistente que haveria algo no estômago da criança. Foi feito um REED que demonstrou uma imagem no estômago, sugestiva de corpo estranho. Na endoscopia digestiva alta foi encontrado um fragmento de cimento de parede, que segundo a mãe, foi oferecido pela irmã de 3 anos que costumava dar terra para a criança em casa, porém a paciente não havia recebido visitas da mesma. Sabe-se que 2 meses após, a criança chegou em outro hospital já falecida, e segundo laudo do médico legista a causa mortis foi edema agudo de pulmão.


Pires & Molle, 1999. Jornal de Pediatria
Quais são os transtornos ou traços de personalidade é mais prováveis de serem identificados à avaliação da mãe da criança?
Alternativas
Q3606106 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Lactente de 9 meses, feminina, foi levada para o hospital com a queixa de "parada respiratória e cianose". A admissão, o relato incluiu tosse, febre e cianose persistente. Nasceu de parto normal a termo, pesando 3.380g, Apgar 09/10. Na história pregressa apresentou duas internações anteriores; a primeira por crises de parada respiratória e cianose (dois episódios) com eliminação de sangue pela boca e pelo nariz, permanecendo hospitalizada por 10 dias (aos dois meses de vida); durante a segunda internação, por pneumonia, apresentou crises convulsivas, sendo prescrito fenobarbital e suspenso em seguida da alta hospitalar pelo pediatra da atenção primária. Na internação atual, apresentava regular estado geral e moderada disfunção respiratória, sendo diagnosticada broncopneumonia (BCP). No segundo dia de internação, apresentou a uma crise convulsiva (que não foi vista por médico ou enfermagem). No 3°. dia de internação (DI), o médico relata ter encontrado a mãe com um saco plástico na mão e a criança cianótica, sem ter relacionado causa e efeito. Criança foi transferida para a UTI voltando para enfermaria 24 horas depois. Esteve na UTI internada por três vezes e sempre evoluindo muito bem, retornando logo em seguida para a enfermaria. Na UTI a paciente dividia o quarto com outros. Na enfermaria, ficava num quarto privativo sempre em companhia da mãe. O EEG mostrou-se alterado, mas após sua repetição apresentou-se normal. No 16°. DI, a criança apresentou vários episódios de vômitos, quando foi prescrita sonda nasogástrica (SNG) para realimentação. Nesse mesmo dia apresentou três episódios de apnéia, vistos somente pela mãe, e a criança estava sempre no colo da mesma. No 24°. DI, a paciente encontrava-se muito sonolenta e hipotônica, a dosagem do fenobarbital era 62 µg/ml, sendo que cinco dias antes era de 25,8 µg/ml (normal: 10 a 25 µg/ml). A criança estava recebendo dose não tóxica (dose menor que 30 µg/ml), e a mãe foi vista pelos auxiliares de enfermagem com um vidro de fenobarbital, fato que justificou como "não ter jogado fora a medicação até o momento". No 33°. DI, a paciente apresenta episódios de vômitos pós-alimentares, e a mãe insiste com o médico assistente que haveria algo no estômago da criança. Foi feito um REED que demonstrou uma imagem no estômago, sugestiva de corpo estranho. Na endoscopia digestiva alta foi encontrado um fragmento de cimento de parede, que segundo a mãe, foi oferecido pela irmã de 3 anos que costumava dar terra para a criança em casa, porém a paciente não havia recebido visitas da mesma. Sabe-se que 2 meses após, a criança chegou em outro hospital já falecida, e segundo laudo do médico legista a causa mortis foi edema agudo de pulmão.


Pires & Molle, 1999. Jornal de Pediatria
Em relação ao diagnóstico do caso descrito, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3606105 Psiquiatria
Sobre a absorção e excreção renal do lítio:
Alternativas
Q3606104 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 59 anos, portadora de transtorno afetivo bipolar do tipo I com histórico de prescrição de carbonato de lítio, são identificados sintomas que incluem tremores, fasciculações musculares, cefaleia, náuseas, dor abdominal, diarreia, polidipsia, poliúria, sonolência e letargia.
Sobre a conduta indicada para essa paciente:
Alternativas
Q3606103 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 59 anos, portadora de transtorno afetivo bipolar do tipo I com histórico de prescrição de carbonato de lítio, são identificados sintomas que incluem tremores, fasciculações musculares, cefaleia, náuseas, dor abdominal, diarreia, polidipsia, poliúria, sonolência e letargia.
A provável litemia e a melhor interpretação correspondente da correlação dos sintomas:
Alternativas
Q3606102 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 72 anos, foi levada pela família ao ambulatório de psiquiatria por apresentar esquecimentos. Seu marido relata que ela sempre foi normal, mas que de alguns meses para cá começou a ficar desleixada no cuidado da casa, esquecendo a comida no fogão até esta queimar, e esquecendo também a data de pagar as contas, o que durante toda a vida havia sido sua atribuição. Relata que isto ocorreu de repente e nega que venha piorando nos últimos meses. Além disso, a paciente esqueceu também o nome de alguns vizinhos e parentes e perde-se se sair sozinha pelas imediações de sua casa. Ao exame fisico, constata-se uma leve paresia de membro superior direito, que o marido afirma ter ocorrido na mesma época que começaram os esquecimentos. A paciente é hipertensa e tabagista.
Para controle dos sintomas, considerando o contexto do SUS, qual dentre as opções seria a melhor opção terapêutica?
Alternativas
Q3606101 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 72 anos, foi levada pela família ao ambulatório de psiquiatria por apresentar esquecimentos. Seu marido relata que ela sempre foi normal, mas que de alguns meses para cá começou a ficar desleixada no cuidado da casa, esquecendo a comida no fogão até esta queimar, e esquecendo também a data de pagar as contas, o que durante toda a vida havia sido sua atribuição. Relata que isto ocorreu de repente e nega que venha piorando nos últimos meses. Além disso, a paciente esqueceu também o nome de alguns vizinhos e parentes e perde-se se sair sozinha pelas imediações de sua casa. Ao exame fisico, constata-se uma leve paresia de membro superior direito, que o marido afirma ter ocorrido na mesma época que começaram os esquecimentos. A paciente é hipertensa e tabagista.
Qual é seu diagnóstico mais provável?
Alternativas
Q3606100 Psiquiatria
Paciente feminina, 65 anos, casada, mãe de quatro filhos, um dos quais é portador de depressão recorrente, também ela já tendo passado por dois episódios depressivos (um 6 anos atrás, de 8 meses, e outro 2 anos atrás, de 9 meses). mostrava-se em síndrome depressiva e, devido à manifestação clínica no momento da entrevista e aos antecedentes pessoais e familiares, foi medicada com inibidor seletivo da recaptação de serotonina. Em 20 dias, já se mostrava significativamente melhorada. Ao final de um período de 40 dias, praticamente assintomática em relação à sintomatologia afetiva, queixou-se de dificuldade de "focalizar a visão". Descreveu o que se pode denominar diplopia e redução dos campos visuais. Nesse momento, queixou-se, também, de sentir um odor diferente, que não soube reconhecer ou descrever. As funções cognitivas, ao exame apoiado na entrevista, não se mostraram alteradas. 

Nessa situação, qual é a melhor conduta médica a ser tomada? 
Alternativas
Respostas
3961: B
3962: A
3963: D
3964: C
3965: B
3966: D
3967: A
3968: C
3969: B
3970: A
3971: C
3972: B
3973: D
3974: A
3975: D
3976: C
3977: B
3978: B
3979: D
3980: B