Questões de Concurso Sobre psiquiatria

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Q3936264 Psiquiatria
O diagnóstico em Psiquiatria é tema recorrente de discussões e polêmicas e permanece em constante evolução. Assinale a alternativa correta em relação aos diagnósticos dos transtornos mentais e comportamentais.
Alternativas
Q3936263 Psiquiatria
Sobre a Disforia de gênero, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3936262 Psiquiatria
Assinale a alternativa correta a respeito dos transtornos da sexualidade e parafílicos conforme o DSM-5-TR.
Alternativas
Q3936261 Psiquiatria

Uma estudante universitária de 20 anos de idade sofreu lesão cerebral com concussão. Sua personalidade pré-morbida era acentuadamente histriônica e teatral e, aos 13 anos, ela havia desenvolvido uma incapacidade histérica de andar durante algumas semanas. Durante a avaliação neurológica, ela demonstrou respostas aproximadas da seguinte forma:


Pergunta: “Qual é a capital da Itália?”

Resposta: “Nápoles.”

Pergunta: “Quantas pernas tem uma centopeia?”

Resposta: “Sete.”



O conceito psicopatológico descrito no caso dessa paciente é

Alternativas
Q3936260 Psiquiatria

Um homem de 31 anos foi inicialmente tratado por quadro de TOC e depressão com fluvoxamina 200 mg/dia. Evoluiu com emergência de sintomas maníacos, sendo associada olanzapina 10 mg/dia e, com isso, o estado de eutimia foi restaurado. Porém, após 3 meses, voltaram a ocorrer sintomas hipomaníacos, o que fez o psiquiatra optar por suspender a fluvoxamina. Porém o paciente em seguida piorou, falando que seus pensamentos estavam ainda mais acelerados, mais irritado e agitado.


Qual é a interpretação mais correta a respeito do que ocorreu com esse paciente?

Alternativas
Q3936259 Psiquiatria

Um paciente de 45 anos apresenta-se em consulta relatando que faz tratamento psiquiátrico há anos por um quadro depressivo sem ter resolução sintomática. Disse ter passado por diferentes médicos e utilizado diferentes antidepressivos, com os quais obteve alívio parcial e temporário dos sintomas, mas com efeitos colaterais ou piora concomitante de outros sintomas. Atualmente está em uso de vortioxetina 20 mg/dia e brexpiprazol 2 mg/dia, e, embora reconheça algum benefício, ainda relata vários sintomas como irritabilidade, inquietação, esquecimentos, falta de atenção e inapetência. Traz consigo um laudo de avaliação farmacogenética, pedido por clínico geral, relata ter visto que o laudo aponta que teria resposta satisfatória à bupropiona, medicação que só se lembra de ter usado por pouco tempo em 150 mg/dia, associada a outros antidepressivos, mas sem se recordar ao certo da resposta.


A melhor conduta a ser tomada a respeito desse caso é

Alternativas
Q3936258 Psiquiatria
Um homem de 60 anos apresenta-se ao setor de emergência com queixas de ansiedade iniciada há dois dias, quando “largou totalmente a bebida”. Ele descreve uma longa história de uso diário e intenso de álcool. Está visivelmente trêmulo e diaforético; sua temperatura, pressão arterial e pulsação estão elevadas. Os resultados do exame físico são normais sob outros aspectos, mas os testes de laboratório revelam níveis baixos de albumina sérica, assim como um valor de tempo de protombina parcial elevado. Assinale a alternativa que apresenta a atitude mais correta a ser tomada em relação a esse caso.
Alternativas
Q3936257 Psiquiatria
Homem de 30 anos dá entrada no pronto-socorro comatoso, com miose e bradicardia, sendo sinais de injeção intravenosa nos membros superiores. Qual é o diagnóstico mais provável, dentre as alternativas, que justifica os sintomas apresentados?
Alternativas
Q3936256 Psiquiatria
Assinale a alternativa correta a respeito da dependência química.
Alternativas
Q3936255 Psiquiatria
Homem com queixa de se sentir muito angustiado em vários relacionamentos íntimos em sua vida e, mais recentemente, desenvolveu picos de ansiedade, o que o fez buscar ajuda profissional. Durante os primeiros encontros, o analista percebe que ele tem muita dificuldade em falar de sentimentos e frequentemente se atém apenas a descrever seus sintomas superficialmente, de forma objetiva. Em um caso como este, qual alternativa NÃO apresenta um exemplo de atitude ou técnica que seria empregada em psicoterapia de orientação analítica?
Alternativas
Q3936254 Psiquiatria

Analise os dois casos clínicos a seguir:


CASO 1 - Mulher de 35 anos com queixa de “problemas com vômitos” há 5 anos, quando começou a fazer dietas, apesar de um IMC normal. Aos 26 anos, após terminar a faculdade, começou a comer demais no contexto de exigências ocupacionais e sociais. Um ganho de 6,5 kg em um ano fez com que começasse a pular refeições, muitas vezes comendo exageradamente no final da tarde e à noite. Os episódios de ingestão demasiada de alimentos se intensificaram com o passar dos anos, tanto em frequência quanto em volume de alimentos, e a paciente se sentia cada vez mais sem controle. Preocupada em ter ganho de peso, começou a induzir vômito, uma prática que aprendera na internet. O padrão se enraizou: restrição alimentar pela manhã, seguida por compulsão alimentar e, então, vômitos autoinduzidos. Por muito tempo, escondeu esses comportamentos, até do terapeuta com quem se consultava há alguns meses. Apresentava-se bem nutrida, com afeto triste, mas cooperativa e com insight preservado.


CASO 2 – Mulher, 32 anos, consultou com clínico geral com queixa de cefaleias frequentes e fadiga crônica. O exame físico não revelou nada de interesse, exceto IMC de 14,5 kg/m². Preocupado com seu peso, o médico encaminhou-a a um psiquiatra. Durante a consulta para avaliação psiquiátrica, a paciente estava cooperativa e calma. Manifestou preocupação em relação ao baixo peso e negou medo de ganho de peso ou perturbação da imagem corporal: “Sei que preciso ganhar peso. Estou magra demais”, afirmou. Apesar da aparente motivação para corrigir sua desnutrição, o diário alimentar revelou que ela consumia apenas 600 calorias por dia, o que justificava por falta de apetite, inchaço e sintomas gastrointestinais vagos. Diz que caminhava todo dia, além de alternar dias de subir escadas e correr por cerca de uma hora e nega que fosse para perder calorias, mas para manter-se saudável já que o avô havia infartado aos 65 anos. A família já vinha alertando sobre seu baixo peso, chegou a fazer uma consulta com endocrinologista há alguns meses, mas não seguiu acompanhamento. Parecia eutímica, mas com afeto ligeiramente aplainado.


Considerando esses dois casos clínicos, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q3936253 Psiquiatria
Menino de 6 anos foi levado para avaliação por sua mãe em razão de problemas de comportamento. As principais queixas estavam relacionadas a episódios de descontrole emocional e eventuais comportamentos agressivos direcionados aos colegas e à mãe. Esses episódios são sempre justificados pelo paciente como ocorrendo em resposta a ter sido provocado. De acordo com a mãe, o paciente sempre foi uma criança “difícil”; porém seu comportamento piorou no último ano em que ele tem se apresentado mais raivoso e irritável. Ela conta que o menino não aceita ouvir “não”, e sempre que a mãe impõe regras ele a confronta dizendo que não irá cumprir. Também, neste último ano, toda semana ocorrem episódios de descontrole emocional, caso a mãe seja mais dura, em que o menino grita, joga objetos, fica agressivo e chora copiosamente. O pai é ausente, não se envolve nos cuidados do filho, chamando a esposa quando o menino o desafia. Diante desse caso, é correto afirmar que
Alternativas
Q3936252 Psiquiatria
Assinale a alternativa correta a respeito do Transtorno do Espectro Autista (TEA).
Alternativas
Q3936251 Psiquiatria

Mulher de 19 anos, solteira, desempregada e evangélica, é levada pelos pais à consulta. No momento, a paciente nega queixas psiquiátricas ou história familiar de transtorno psiquiátrico. Durante a entrevista, refere que, há cerca de 2 anos, começou a ouvir vozes chamando pelo seu nome, e que corria para fora de casa para checar se havia alguém no portão, voltando assustada e se trancando no quarto. Essas vozes ocorriam em diferentes momentos do dia, praticamente todos os dias, mas eram mais frequentes à noite. Negava alterações de humor ou uso de drogas. Passou a ficar muito tensa dentro de casa e a não dormir, com medo das vozes. Não sabia explicar o que era, mas estava certa de que ouvia de fato alguém a chamando, embora achasse estranho nunca ter confirmado isso. Ficava, porém, várias semanas sem ter esses sintomas, que retornavam sem motivo aparente em alguns momentos. Há seis meses, teve queda no funcionamento acadêmico, pois vinha fazendo curso pré-vestibular e disse que “não conseguia mais estudar”. Também ficou mais quieta e trancada no quarto, estranhamente lendo mais a Bíblia do que fazia antes, e parou de procurar amigos, pois não achava que tinham mais interesses em comum. No entanto nega sentir-se triste ou ter pensamentos de cunho pessimista.


A respeito do quadro clínico relatado, é correto afirmar que

Alternativas
Q3936250 Psiquiatria

Um rapaz de 20 anos chega para avaliação em um ambulatório de esquizofrenia. Aos 18 anos, ele começou a cursar engenharia, porém, ao iniciar o segundo ano da faculdade, começou a ficar mais retraído do que de costume e a ter dificuldade em acompanhar as disciplinas. Após dois meses, passou a desconfiar que os colegas estavam tramando uma “armadilha” contra ele. Achava que estavam querendo prejudicar suas notas e conta que chegou a ouvi-los, através do receptor da internet de sua casa, conversando sobre um plano para mudar sua prova por outra. Chegou a ficar agitado dentro de casa e contou aos pais que precisava mudar de faculdade. Foi levado a um pronto-socorro, onde fez exames laboratoriais e de neuroimagem que vieram sem alterações. Foi, então, prescrita a risperidona, e ele foi encaminhado para tratamento ambulatorial, em que a dose foi aumentada até 6 mg/dia e tomado dessa forma durante dois meses. No entanto, após esse período, ainda continuava afirmando que os colegas mantinham o mesmo plano contra ele. Já não conseguia estudar e precisou interromper a faculdade. Ficava o dia inteiro no quarto, mal saindo até para tomar banho. Passou em consulta com outro profissional, que substituiu a risperidona pela olanzapina, chegando até a dose de 20 mg/dia. Fez uso da medicação durante quatro meses e percebeu que vinha dormindo e se alimentando melhor e já não tinha mais os tremores, além de sentir mais disposição. No entanto não conseguia voltar a estudar e continuava o tempo inteiro dentro de casa com medo dos amigos.


Assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta a ser realizada para esse caso.

Alternativas
Q3936249 Psiquiatria
A escetamina foi uma nova alternativa que surgiu no tratamento de depressões refratárias e graves. A respeito dessa medicação, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3936248 Psiquiatria

Preencha as lacunas e assinale a alternativa correta.


A ___________ é o metabólito ativo do antipsicótico de segunda geração ___________ e apresenta uma formulação de liberação sustentada de aplicação mensal e outra de aplicação _____________. 

Alternativas
Q3936247 Psiquiatria

Leia o trecho do discurso de um paciente fictício:


“Oi! Sou o Rafael. Tenho um primo que se chama Daniel. Mas não caí do Céu. Adoro o azul. É a minha cor favorita. Lasanha é a minha comida favorita. Massa engorda muito. Estou pesando setenta quilos. No mês passado, fiz dieta e andei muito de bicicleta. Eu sou um superatleta. Você sabia que ganhei quinhentas medalhas nos Jogos Olímpicos?”.


Diante desse discurso, assinale a alternativa que apresenta alterações psicopatológicas desse caso.

Alternativas
Q3936246 Psiquiatria
Jovem de 25 anos deu entrada no pronto-socorro médico com inquietude psicomotora, taquicardia, midríase, atitude de muita desconfiança e ideias de perseguição em relação a todos ao seu redor, mostrando-se hostil com a equipe. A mãe relatou que o filho usa drogas desde os 16 anos e atualmente está usando compulsivamente cocaína. Em relação ao tratamento farmacológico imediato do estado agudo desse paciente, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3936245 Psiquiatria
Na avaliação de um pedido de interconsulta psiquiátrica, dentro de um hospital geral, para avaliar possível transtorno depressivo de uma paciente de 30 anos, notou-se que a paciente foi diagnosticada recentemente com doença de Crohn. Recebeu o diagnóstico há 3 dias, com necessidade de internação por complicações clínicas. Desde então, a paciente passou a cursar com choro fácil durante as avaliações médicas, o que chamou atenção da equipe que a acompanhava na enfermaria. Mostrou-se surpresa em ser avaliada por psiquiatra, mas confessou ter ficado impactada com o diagnóstico de uma doença crônica e ter chorado em alguns momentos. Ela disse se preocupar com efeitos prolongados do uso de medicações e com o risco de complicações, mencionando o caso de um avô que teve câncer colorretal. Também queixou-se de dificuldades de dormir à noite no hospital por causa do barulho da enfermaria. No entanto não se sentia triste a maior parte do tempo, procurando no hospital alternar entre leituras sobre sua doença e outros livros, além de acessar a internet pelo celular. Antes da internação, vinha com bom funcionamento socio-ocupacional, limitado apenas pelos sintomas gastrointestinais. A paciente negou também ideação suicida ou sintomas psicóticos. Ela tem histórico de um episódio depressivo aos 20 anos, tratado com sucesso com escitalopram 20 mg/dia, o qual foi mantido por um ano. Desde então, ela manteve-se sem sintomas depressivos identificáveis. Na avaliação, mostrou-se inicialmente um pouco ansiosa, mas logo acalmou-se, humor eutímico, pensamento coerente e linear, afeto congruente e sem alteração psicomotora. A melhor atitude em relação ao caso dessa paciente é 
Alternativas
Respostas
3821: E
3822: C
3823: D
3824: B
3825: C
3826: C
3827: B
3828: D
3829: B
3830: C
3831: B
3832: B
3833: C
3834: A
3835: A
3836: E
3837: B
3838: A
3839: A
3840: A