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Pensamento grupal corresponde a uma das disfunções da tomada de decisão em grupo e decorre das pressões por conformidade dentro do grupo que impedem a avaliação crítica de soluções incomuns ou fora dos padrões estabelecidos.
A gestão evoluiu de uma atividade intuitiva na era pré-industrial para uma atividade de caráter burocrático na era industrial e tornou-se uma atividade artesanal-sistemática no atual período de globalização. Essa situação enfraqueceu o poder da racionalidade burocrática, em decorrência da dependência crescente da participação de funcionários nas ações.
Para alcançar os objetivos propostos, as atividades de treinamento, desenvolvimento e educação devem estar alinhadas às estratégias organizacionais, desde a etapa inicial, denominada análise de necessidade de treinamento, quando se detectam as competências a serem trabalhadas e os indivíduos que necessitam de treinamento.
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Os indicadores de RH são ferramentas essenciais para mensurar e analisar o desempenho das práticas de Gestão de Pessoas dentro das organizações. Eles permitem que gestores avaliem a eficiência dos processos de Recursos Humanos, identificando pontos fortes e aspectos a serem aprimorados. No contexto dos concursos públicos, compreender o conceito, as classificações e as aplicações práticas dos indicadores de RH é fundamental para resolver questões objetivas e discursivas sobre o tema.
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A Gestão do Conhecimento é um conceito central na administração moderna, especialmente na Gestão de Pessoas. Ela se refere à criação, organização, compartilhamento e aplicação do conhecimento dentro das organizações, visando transformar informações em vantagem competitiva. No contexto dos concursos públicos, compreender como essa gestão funciona pode ser determinante para responder questões sobre processos organizacionais e inovação administrativa.
A área de recursos humanos passou a ser considerada estratégica para as empresas, o que demandou mudanças no perfil dos seus profissionais, que devem ser focados na sua área de atuação e preferencialmente oriundos da área de psicologia, pois as demandas nessa área são singulares e prescindem de interação com o restante da organização.
Os profissionais de recursos humanos atualmente ocupam uma posição paradoxal dentro das organizações, uma vez que são responsáveis pelo alcance dos resultados organizacionais, mas, simultaneamente, são parte fundamental na construção da confiança e do comprometimento dos demais empregados para atingir esses resultados.
A qualidade de vida no trabalho e a ergonomia da atividade são dois importantes focos de estudo da psicologia organizacional e do trabalho, mas devem ser conduzidas de forma separada, sem que haja influência de uma sobre a outra, já que seus resultados são concorrentes. A primeira busca a melhoria das condições para o trabalhador, ao passo que a segunda para a empresa.
Em um ambiente em que haja visão compartilhada, os objetivos da equipe sejam claros e a equipe esteja motivada, a liderança torna-se dispensável para a organização.
Na última década, os processos de treinamento e desenvolvimento adquiriram papel estratégico dentro das organizações, o que levou os administradores a enxergá-los como um centro de custos de grande relevância.
Treinamento, desenvolvimento e educação diferem-se pelo fato de o treinamento visar à melhoria do desempenho nas atividades atuais realizadas pelo indivíduo, o desenvolvimento focar no futuro do indivíduo na organização e a educação propor a formação do cidadão para a vida. Contudo, as novas demandas do mercado de trabalho estão tornando esses conceitos cada vez mais entrelaçados.
A busca contínua pela competitividade proporcionou o estabelecimento de um novo contrato psicológico entre indivíduos e organizações pelo mútuo desenvolvimento. As organizações perceberam que a sua continuidade depende do seu constante desenvolvimento e, assim, os indivíduos passaram a ser valorizados pela sua contribuição para o desenvolvimento organizacional.
Embora seja considerado ambíguo, com poucas definições na literatura, o conceito do termo talento, de forma geral, relaciona-se aos atributos de potencial, competência, desempenho e diferenciação.
As melhores equipes de trabalho tendem a ser pequenas, o que facilita a promoção da coesão, do comprometimento e da responsabilidade mútua necessária para alcançar o alto desempenho.
A satisfação e o desempenho do empregado sofrem redução quando ele é avaliado com base em critérios comportamentais, orientados para os resultados, ou com fundamento em discussões de questões de carreira e de desempenho.
Por meio da avaliação de cargos com base no método de graus predeterminados, é possível realizar-se uma comparação analítica das reais diferenças entre os cargos, de modo a posicioná-los em uma escala.
Uma organização que adota a gestão por competências priorizará investimentos em capacitação, o que favorece a obtenção de retorno maior nos valores gastos em treinamento.
A pesquisa salarial é uma ferramenta utilizada na administração de cargos e salários e possui, como primeiras etapas de implementação, a seleção dos cargos de referência e das empresas a serem pesquisadas.
Na avaliação por objetivos, cabe ao gerente, de forma unilateral, definir as metas que serão consideradas para fins de mensuração do rendimento de seus subordinados em determinado período de tempo.
Caso uma organização pretenda realizar a análise de um cargo de gerente de maneira mais rápida e com o menor custo possível, a técnica de coleta de dados denominada in loco observação constitui a opção recomendada.
O recrutamento interno tem a vantagem de fomentar a motivação dos colaboradores na organização.
A realização de um levantamento acerca da necessidade de treinamento possibilita a avaliação da eficiência do processo de seleção para uma nova função.