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Q4162178 Português

Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.



Alta demanda faz SUS ampliar teleatendimento a jogadores compulsivos



    O Ministério da Saúde pretende ampliar, ainda este ano, os atendimentos por telefone e por videochamadas para pessoas com problemas relacionados à dependência em jogos de apostas. O serviço com foco em jogo de apostas foi inaugurado em março de 2026, em parceria com o Hospital Sírio-Libanês. Após três meses, a iniciativa já tem 6.91 2 usuários cadastrados.

    A atual estrategia de teleatendimento será reforçada por meio da Agência Brasileira de Apoio à Gestão do Sistema Unico de Saúde (AgSUS), encarregada de contratar empresas especializadas e, assim, ampliar a assistência gratuita a jogadores compulsivos. A ampliação do teleatendimento exigirá cerca de R$ 70 milhões em investimentos até o fim deste ano e integra o plano de ações de prevenção, qualificação profissional e ampliação do acesso populacional aos serviços da Rede de Atenção Psicossocial (Raps) que o ministério implementou este ano, para incrementar a assistência a pessoas com problemas relacionados a jogos de apostas.

    A pasta também vai aplicar R$ 6 milhões para custear a realização de uma pesquisa nacional inédita para entender como os jogos e apostas afetam a saúde dos brasileiros. O objetivo é descobrir quem são os grupos mais prejudicados e quais são os principais riscos da prática. Com as informações, o governo terá melhores condições de implementar ações e políticas públicas de atendimento e prevenção no SUS.

    Parte dos recursos necessários para a execução do plano virá dos R$ 45,7 milhões (em valores não corrigidos) que a pasta recebeu em2025, a título de destinação social das bets. O total repassado ao Ministério da Saúde no ano passado corresponde a 1%o do produto da Arrecadação de tributos pagos pelas empresas de apostas e por apostadores.

    Atualmente, para acessar o serviço de teleatendimento em saúde mental do SUS, o interessado deve se cadastrar por meio do aplicativo Meu SUS Digital. Depois, para usar o serviço, é preciso baixar o aplicativo, disponível gratuitamente nas lojas Android, iOS ou na versão web, e criar uma conta Gov.br ou usar a já cadastrada. O Meu SUS Digital também oferece conteúdos informativos sobre sinais de alerta, prevenção e impacto dos jogos na saúde mental.



Fonte: https.//agenciabrasil.ebc.com.br/saude/ noticia/2026-06/ alta-demanda-faz-sus-ampliar-teleatendimento-jogadores-compulsivos (adaptado)

No quarto parágrafo, o texto emprega o termo bets para fazer referência às empresas de apostas online. Sob a perspectiva da variação lexical e do uso de estrangeirismos, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4151433 Português
Texto para a questão.


Texto II


JUSTIÇA CEARENSE APRESENTA PRIMEIRAS SENTENÇAS UTILIZANDO LINGUAGEM SIMPLES 


    Com o objetivo de facilitar a compreensão e aproximar a Justiça da população, o Judiciário cearense proferiu as primeiras sentenças utilizando linguagem simples, evitando assim a utilização de termos jurídicos rebuscados. As primeiras decisões, com a nova linguagem, foram proferidas pelo Juizado Especial Cível e Criminal da Comarca de Tauá, e envolvem Direito do Consumidor.

    Uma delas é de uma mulher que comprou três desodorantes pela internet por R$ 169,10 e, insatisfeita, decidiu devolver os produtos e pedir que a loja a ressarcisse. No entanto, a empresa só retornou a quantia de R$ 55,10, o que levou a cliente a procurar o Judiciário.

    Na última sexta-feira (26), a empresa foi condenada a devolver integralmente o valor gasto nos desodorantes, explicando de maneira clara todas as razões que levaram à procedência parcial dos pedidos.

    “Ao comunicar de forma clara e transparente, o Poder Público empodera os cidadãos, permitindo que tomem decisões informadas sobre suas vidas e comunidades, contribuindo para o desenvolvimento de sociedades mais justas, igualitárias e sustentáveis”, defende o juiz Sérgio Augusto Furtado Neto Viana, que é titular do Juizado Especial Cível e Criminal da Comarca de Tauá.

    A outra sentença do Juizado Especial de Tauá trata de um processo envolvendo uma cliente e uma ótica. A mulher adquiriu seus óculos no estabelecimento e, no mesmo dia, reparou que o produto estava com defeito. Ela procurou a loja para devolver os óculos, mas não obteve ajuda e, por isso, buscou a Justiça. O Juizado concedeu, nesta segunda-feira (29), o ressarcimento do valor pago pelo produto à cliente, bem como uma indenização por danos morais, visando compensar o sofrimento vivenciado pela consumidora.


Disponível em: https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/ceara/justica-cearense-apresenta-primeiras-sentencas-utilizando-linguagem-simples-1.3540345. Acesso em: 17 fev. 2026. Adaptado.
O elemento factual sobre o qual se alicerceia o texto é:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: TJ-SC Prova: FGV - 2026 - TJ-SC - Técnico Judiciário Auxiliar |
Q4148280 Português
Leia o fragmento a seguir, retirado do romance “O templo dos meus familiares”, de Alice Walker. “

Minha mãe só implorava e suplicava por misericórdia, porque já tinha ouvido falar de traficantes de pessoas, mas esses brutamontes não ouviam. Eram como o acadêmico africano meio zumbi de quem falei. Talvez fosse isso, de fato, quem ele era naquela época. Enfim, aí os caras pegaram e arrastaram a gente até a casa do meu tio, e ele apareceu. Minha mãe tentou se prostrar diante dele, como era costume em nosso país, mas estava tão amarrada que caiu de lado. Um dos lados do rosto dela ficou cheio de terra e seus joelhos estavam esfolados. Agora eu sei que ela nunca foi amada, porque nunca foi vista de verdade, a não ser pelos filhos, que a amavam. (...)”
WALKER, Alice. O templo dos meus familiares. Rio de Janeiro: José Olympio, 2024. p. 80-81.

No fragmento apresentado, observam-se marcas de oralidade. Considerando esse aspecto, assinale a afirmativa que analisa corretamente o papel dessas marcas no texto.
Alternativas
Q4139378 Português
A real sobre os testes de QI


Eles funcionam, mas não da maneira que você imagina. Entenda os trunfos e as limitações dos testes cognitivos – e o que, afinal, significa ser superdotado


    A sigla “QI” (de “quociente de inteligência”) faz parte da cultura popular – geralmente, entendida como sinônimo de genialidade. Mas a história não é tão simples. Para entender o que o teste de QI mede de fato, é preciso conhecer a evolução do próprio conceito de inteligência, e quais estratégias a ciência já usou para avaliar a cognição humana.


    A palavra “inteligência” vem do latim intelligentia, derivada do verbo intelligere, que significa “compreender”, “perceber” ou “discernir”. Durante séculos, o termo foi usado na filosofia e no senso comum para se referir, de forma ampla, à capacidade humana de entender o mundo, raciocinar e tomar decisões.


    A partir da década de 1940, outros pesquisadores começaram à propor respostas mais complexas. O psicólogo Raymond Cattell sugeriu que ela poderia ser dividida em dois grandes tipos: A inteligência fluida, relacionada à capacidade de raciocinar diante de situações novas e resolver problemas inéditos, e a inteligência cristalizada, que corresponde ao conhecimento acumulado ao longo da vida.


    Aqui vai um exemplo: na escola você aprendeu sobre guerras passadas, que hoje fazem parte da sua inteligência cristalizada. Agora, vamos supor (rs) que você esteja vivendo em um momento de tensão geopolítica. Você identifica características em comum a outros contextos históricos, e pode usar a inteligência fluida para traçar paralelos entre o presente e o passado.


    Alguns estudos sugerem que o intenso processamento cognitivo, típico dos superdotados, costuma vir acompanhado de uma intensidade emocional igualmente forte. Erros simples podem provocar frustração desproporcional. Mesmo quando acertam quase tudo, ficam presos às falhas e ao que não conseguiram resolver.


    O problema do QI não está em encontrar maneiras científicas de definir e mensurar a inteligência humana. E sim em como interpretar os resultados. Os testes de cognição são ferramentas que podem ser usadas para identificar e acolher pessoas neurodivergentes – mas também para fabricar um falso senso de superioridade. Use-os com sabedoria.


Leia mais em: https://super.abril.com.br/ciencia/a-real-sobre-os-testes-de-qi/, acessado em 10 de abril de 2026 (com adaptações)
A presença de “(rs)” no texto caracteriza: 
Alternativas
Q4131716 Português
Leia o Texto 1 para responder à questão.


Texto 1 

A carne


A carne mais barata do mercado

É a carne negra

(Tá ligado que não é fácil, né, mano?)

Se liga aí

[...] 

Que vai de graça pro presídio

E para debaixo do plástico

E vai de graça pro subemprego

E pros hospitais psiquiátricos

[...]

Que fez e faz história

Segurando esse país no braço, meu irmão

O cabra que não se sente revoltado

Porque o revólver já está engatilhado

E o vingador eleito

Mas muito bem intencionado


JORGE, Seu; YUKA, Marcelo; CAPPELLETTI, Ulisses. A carne. Letra da canção. Disponível em: https://www.letras.mus.br/elza-soares/a-carne/. Acesso em: 28 maio 2025. [Adaptado]. 
Em trechos da canção, ocorrem formas linguísticas que não seguem o padrão da variedade escrita formal, integrando escolhas de linguagem características do uso cotidiano. Esse emprego exemplifica variação
Alternativas
Q4117991 Português
Texto 3


Grafias surpreendentes revelam escrita baseada na oralidade


    Nestes nossos tempos de redes sociais e de aplicativos de mensagens, todos passamos a escrever com muito mais frequência, mas sempre preocupados em simular uma fala descontraída com nosso interlocutor. Surge, assim, um registro escrito informal, que vai migrando para outros domínios, aqueles em que, há não muito tempo, cultivávamos algum grau de formalidade.


    Nos diálogos escritos, lançamos mão de muitos pontos de exclamação para mostrar entusiasmo pela conversa (Bom dia!) e suprimimos o ponto final para não sermos deselegantes ou grosseiros. Num papo ainda mais informal, simulamos a linguagem das histórias em quadrinhos e fazemos uma longa sequência de vogais para tentar reproduzir excepcionalmente a fala (oiii!). Palavras que não imaginaríamos escritas aparecem diante de nossos olhos e ficam registradas para a posteridade: “oie”, “tá bão”, “óia”.


    Os emojis, as figurinhas e os memes, às vezes, substituem as palavras nessa comunicação escrita informal, em que importa ser engraçado e simpático. As frases são curtas, no melhor estilo telegráfico (saberão os jovens o que significa “telegráfico”?). Procura-se mimetizar a fala, que é o referencial dessas mensagens. Daí ser problemático usar o aplicativo para outros tipos de comunicação, que requerem, na vida real, alguma formalidade.


    Como a fala é o referencial, por excelência, das mensagens trocadas nos aplicativos, nos chats e nas redes sociais, passamos a escrever não só como falamos, mas também como ouvimos, o que pode nos pôr diante de algumas grafias surpreendentes. Os exemplos que trago aqui não foram colhidos fortuitamente; são, na verdade, cada vez mais frequentes.


    Um site de nome “Dicionário Informal” registra a forma “dale”, assim definida: “vibração positiva, comemoração, enaltecer algo ou alguém” e seguida de “abonação”: “Dale Ayrton Senna do Brasil!” “Dale”, na verdade, é “dá-lhe”. Dizemos “dá-lhe” quando torcemos para que, numa disputa, alguém vença o adversário. Algumas pessoas pronunciam o “lh” como “l”, o que é muito comum. A grafia, no entanto, é objeto de convenção. Ou era.


    Grafias como “agente” no lugar de “a gente”, “afim” no lugar de “a fim”, “com certeza” no lugar de “com certeza”, “fachetária” no lugar de “faixa etária” ou mesmo “ainda sim” no lugar de “ainda assim” e “dale” no lugar de “dá-lhe” são típicas de uma espécie de “português de ouvido”, que revela certa imaturidade no manejo da língua, sobretudo na sua dimensão formal.


NICOLETI, Thaís. Grafias surpreendentes revelam escrita baseada na oralidade. Folha de S.Paulo [edição virtual], São Paulo, 18 abr. 2022. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/thais nicoleti/2022/04/grafias-surpreendentes-revelam-escrita-baseada-na oralidade.shtml. Acesso em: 06 abr. 2026.
No Texto 3, a referência ao “português de ouvido” relaciona se a um fenômeno de variação linguística em que  
Alternativas
Q4063543 Português
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO A SEGUIR.

Por que a gente precisa de escolas e universidades?

Meus 20 anos de pesquisa sobre o que nos torna humanos contradizem meus colegas. Eles, munidos de milhões de dólares investidos em seus laboratórios bem-equipados, insistem em buscar genes e moléculas e sequências que devem ter evoluído de maneira diferente exclusivamente em nossa espécie. Eu, munida de uns poucos milhares providos primeiro pela Faperj, depois pelo CNPq, e mais recentemente pela Universidade Vanderbilt, onde trabalho, insisto que não somos especiais.

Mostrei que não somos ponto fora da curva. Meus dados deixam claro que não temos um cérebro aberrantemente maior, não temos mais neurônios do que deveríamos, não vivemos mais do que o esperado para um primata com o nosso número de neurônios corticais. Destes nós temos, sim, mais do que qualquer outro animal, e com mais neurônios corticais, como mostrei em 2019, ganhamos o que realmente nos torna humanos: tempo.

Temos uma combinação de muitos neurônios corticais e tempo de vida que nenhuma outra espécie tem, porque com mais neurônios corticais a vida fica mais lenta e mais longa (tartarugas, tubarões, morcegos e baleias "roubam" tempo funcionando em temperaturas mais baixas, mas isso é outra história). Com tantos neurônios, nós humanos levamos mais de uma década como crianças, livres para explorar o mundo e aprender com adultos, com crianças mais velhas, com avós e até bisavós – porque humanos, cheios de neurônios corticais, ultrapassam as dez décadas de vida. Camundongos, em comparação, têm apenas dois meses para aprender a ser adultos, e só dois anos para passar adiante o que aprenderam.

É essa sobreposição de gerações, resultado do maior tempo de vida que vem com ser primata da espécie humana, que nos torna mais do que nossa biologia. Só com ela, somos o Homo sapiens da idade da pedra. Mas com a sobreposição de gerações, as descobertas e invenções de cada leva de adultos são passadas adiante para a geração seguinte, que assim não começa a vida do zero. Com a sobreposição de gerações, e somente com ela, é que a transferência e a sobrevivência do conhecimento construído por cada humano se torna possível.

A sobreposição geracional começa na família, mas é aumentada exponencialmente graças a uma dessas invenções humanas: a escola. O que acontece de tão transformador na escola é que projetos de humanos têm tempo protegido para interagir com humanos adultos e aprender com eles, de forma sistematizada e eficiente, todo o conhecimento que a humanidade já construiu de mais importante para funcionarmos no planeta.

A universidade, neste sentido, é apenas a continuação da escola – cada vez mais imprescindível –, conforme não para de aumentar o corpo de conhecimento necessário para ser um ser humano funcional numa sociedade que tornamos cada vez mais complexa. E, na universidade, a sobreposição se estende por três gerações: os alunos, seus professores, e os professores destes.

Escolas e universidades são, portanto, os centros de sobreposição geracional onde os membros da espécie têm a oportunidade de aprender a ser humanos modernos. E nas universidades, onde jovens adultos têm tempo protegido para fazer pesquisa e construir conhecimento novo, eles empurram as fronteiras do que é ser humano – e passam isso adiante.

Não deveria haver nada mais precioso para a continuidade e o progresso de um país, portanto, do que garantir acesso livre e universal de seus cidadãos a escolas e universidades. Simples assim.


Herculano-Houzel, S. Por que a gente precisa de escolas e universidades? Folha de S. Paulo, Ciência, 30 maio 2025, p. A41 (adaptado).
Leia os textos.

Texto I
“Com tantos neurônios, nós humanos levamos mais de uma década como crianças, livres para explorar o mundo e aprender com adultos, com crianças mais velhas, com avós e até bisavós – porque humanos, cheios de neurônios corticais, ultrapassam as dez décadas de vida.”

Texto II

Captura_de tela 2026-05-20 154015.png (507×339)

Disponível em: https://vidadesuporte.com.br/suporte-a-serie/morte-dos-neuronios/. Acesso em: 3 mar. 2026.

A comparação entre o Texto I e o Texto II evidencia diferentes usos da Língua Portuguesa. Considerando aspectos de variação linguística e de registro, é correto afirmar que
Alternativas
Q3937021 Português
O papel das bibliotecas escolares para o incentivo à leitura e à formação

        Ler e falar sobre livros deveria ser uma prática cotidiana nas escolas. No entanto, a leitura, por si só, não basta.

        Vivemos um momento em que a leitura, embora reconhecida por seus inúmeros benefícios, ainda não ocupa o lugar que deveria na vida das pessoas, especialmente de crianças e jovens. Segundo a sexta edição da Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, grande parte da população tem um consumo de livros limitado, concentrado em temas religiosos, didáticos e best‑sellers de impacto midiático. Assim, a escola surge como um ambiente fundamental para transformar essa realidade.

        Historicamente, a leitura foi instrumento de poder de instituições e grupos sociais. É essencial compreendê‑la, assim como o acesso à arte, à informação e à educação, como direitos de todos, fundamentais para a democracia. Uma escola sem biblioteca comunica silenciosamente que a leitura não é importante. Sua ausência priva os alunos de experiências humanas e universais, fundamentais à formação integral.

        Para que a leitura deixe de ser obrigação e passe a ser um convite, é preciso ressignificar a relação com ela desde a infância. Ler e falar sobre livros deveria ser uma prática cotidiana nas escolas. É preciso criar estratégias que aproximem seus usos escolares dos usos sociais, favorecer a compreensão profunda dos textos e desenvolver a fluência e o hábito leitor. Nesse sentido, destaca‑se o papel dos mediadores de leitura, que podem ser professores, bibliotecários ou outros educadores.

        As bibliotecas devem construir acervos amplos e diversos, com qualidade editorial e gráfica, que estimulem a interação do leitor com as histórias e reflitam o contexto social da escola. Devem oferecer recursos que desenvolvam o letramento informacional e o pensamento crítico, sempre em diálogo com o projeto pedagógico e os interesses da comunidade escolar.

       Transformar o Brasil em um país de leitores exige o esforço conjunto de escolas, governos, comunidades e famílias. Começa com pequenas ações: ler para as crianças, criar espaços de leitura sensível, valorizar a diversidade de narrativas e cultivar uma cultura de amor pelos livros. Uma nação leitora desenvolve cidadãos mais críticos, articulados e capazes de transformar sua realidade, ampliando o vocabulário, a capacidade de argumentar e o compromisso com uma sociedade mais democrática.

Internet:<correiobraziliense.com.br>  (com adaptações).

Com base nas ideias e nos aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir.


A linguagem utilizada no texto é igualmente adequada para redes sociais, conversas informais entre estudantes e documentos oficiais, não exigindo qualquer adaptação de registro linguístico.

Alternativas
Q4113289 Português
TEXTO I


Inteligência artificial vai substituir sua mãe

Marcos Nogueira


Minha mãe tinha um caderninho de receitas, talvez mais de um.

Seu caderno de receitas, como o da maioria das mães daquele tempo, era uma mistureba de anotações e recortes de impressos que vinham de revistas e embalagens de alimentos.

Ele sumiu, foi perdido. Talvez esteja no meio das tralhas na casa da velha, talvez tenha sido emprestado e nunca devolvido.

Como a mãe está inacessível, presa em sua cabeça com Alzheimer avançado, disponho apenas de meus próprios recursos quando quero reproduzir uma receita dela.

Deixo‑me guiar pela memória sensorial e por aquilo que observei na cozinha da dona Ana Bertoni. Então preencho as lacunas com minha experiência e meus gostos.

Sou um cara das antigas. Não deve demorar muito até que a inteligência artificial substitua as receitas familiares.

Ninguém mais tem caderno de receitas, nem as mães. Aliado a isso, ninguém anota nada à mão. Quase ninguém recorre à mídia física quando quer cozinhar algo diferente. Eu tenho dezenas de livros de culinária que raramente são tocados. É muito mais prático buscar informação on‑line.

Com o inevitável avanço da IA, essas buscas serão cada vez mais direcionadas a robôs que pretensamente entregam um resultado mais personalizado.

Estive recentemente num congresso em Madri que tinha como uma das principais discussões a aplicação da inteligência artificial na gastronomia.

Numa das palestras, foi apresentado um troço (programa? aplicativo?) destinado a criar cardápios para restaurantes que trabalham com menu fixo no almoço. Você alimenta a coisa com parâmetros como estilo culinário, custo e número de serviços.

Aí a parada sugere, para a segunda‑feira, salada de batatas, frango com legumes, creme de papaia. Para a terça, salada de legumes, papaia com batatas, creme de frango. E assim por diante. A inovação dispensa a necessidade de um chef. Ela prescinde de criatividade.

Inteligência artificial não cria nada, só recicla conhecimento gerado por humanos. Por isso as mães são muito melhores.


FOLHA DE SÃO PAULO. Folha de S.Paulo, Cozinha

Bruta, 9 maio 2025, p. C 16 (adaptado).
No texto I, o autor utiliza expressões como “um cara”, “um troço”, “a parada” e outras marcas da linguagem informal.

Identifique o que esse desvio revela nesse contexto e assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4107420 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


TEXTO I


Cuidado: chatbots

Ruy Castro


Um amigo veio me falar dos chatbots: “Cuidado! São um perigo! Se conversar com um deles, não diga nada que possa te comprometer! Não faça confidências, não peça conselhos e não acredite em tudo o que ele diz!”. Envergonhado por não saber direito o que era um chatbot — nem como conversar com ele, se nunca lhe fui apresentado e não tenho ideia de onde vive —, apenas escutei e concordei enfaticamente.


Pela terminação do nome em bot, como em “robot”, intuí brilhantemente que um chatbot seria um robô que fala. Algo como a linda robota de “Metrópolis” (1927), o Robbie de “Planeta Proibido” (1956) ou o C‑3PO de “Guerra nas Estrelas” (1977). Mas, pelo que li no Google, esses avós da robótica não chegam nem ao chinelo de um chatbot — um programa de computador, baseado em inteligência artificial, que simula conversas com falantes em qualquer língua, nível intelectual e tipo de conteúdo. Se você tentar tapeá‑lo falando na língua do P, ele te respespondeperapá no apatopó.


Pelo grau de evolução da coisa, ouvi que os cientistas estão alarmados, porque muitos chatbots, controlados por uma facção de algoritmos fora da lei, aprenderam a se passar por humanos. Se for verdade, isso comprometerá todas as relações pessoais e sociais. Em quem poderemos confiar? Chatbots “humanos” terão acesso aos centros de decisões mundiais, induzindo os poderosos a fazer coisas.


Um exemplo. Um chatbot disseminará uma fake news capaz de abalar um país. Um segundo chatbot o “denunciará” como um farsante, com o que se tornará digno de confiança, e disseminará outra fake news ainda mais grave — e nesta todos acreditarão —, iniciando talvez uma guerra. Você perguntará: por que eles fariam isso? Por causa da velha (e tão humana) ambição de dominar o mundo, curvando‑o a um controle planetário.


Só uma coisa preocupa um chatbot: alguém arrancar seu fio da tomada da parede.


FOLHA DE SÃO PAULO. Folha de S.Paulo, Cotidiano, Opinião,

11 abr. 2025, p. A2 (adaptado).

Analise as afirmativas a seguir, sobre o texto I, relativas à coerência, à coesão e à variação linguística e seus registros.



I. O autor alterna momentos de registro formal com a predominância de um registro informal, próximo da oralidade, para tornar o texto mais acessível e próximo do leitor.


II. O texto é um exemplo de escrita exclusivamente formal padrão, com uso exclusivo de linguagem técnica, além de se constatar nele a ausência de expressões coloquiais ou humorísticas.


III. A argumentação do texto é estruturada exclusivamente em dados científicos e estatísticas para convencer o leitor sobre os perigos dos chatbots, alertando‑o acerca dos males que representam.


IV. O texto demonstra variação linguística ao misturar referências culturais históricas (como filmes antigos) com linguagem contemporânea, caracterizando a heterogeneidade da língua portuguesa.



Estão corretas as afirmativas

Alternativas
Q3519331 Português
A expressão “Coloca logo esse negócio aqui em cima da mesa!” apresenta qual variedade linguística?
Alternativas
Q3297798 Português
Sabe-se que “a variação linguística é uma expressão que se refere às diversas maneiras pelas quais a língua se manifesta entre seus falantes”. Dentre os tipos de variação linguística, temos, por exemplo, as gírias presentes em
Alternativas
Q3282738 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 03 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 03 


Disponível em: https://www.facebook.com/linguaportuguesa. Acesso em: 21 fev. 2025.

Analise as afirmativas tendo em vista as ideias que se podem inferir do texto.
I- A figura de linguagem hipérbole está presente na expressão “A maior prova”, a qual foi usada como um recurso de argumentação.
II- A referência a uma variação linguística regional é usada para construir a argumentação apresentada no texto.
III- O termo “trem” está presente na fala dos habitantes de Minas Gerais substituindo vários outros nomes, e, no texto, foi usado para se referir à palavra “avião”.
IV- O preconceito linguístico está presente no texto em relação ao uso da palavra “trem” pelos habitantes do Estado de Minas Gerais.
V- A palavra “trem” é característica da linguagem dos mineiros e forma a expressão “trem de pouso”, que substitui o termo “rodas”.
Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q3281958 Português

Disponível em: https://www.facebook.com/linguaportuguesa. Acesso em: 21 fev. 2025. 
Analise as afirmativas tendo em vista as ideias que se podem inferir do texto.
I- A figura de linguagem hipérbole está presente na expressão “A maior prova”, a qual foi usada como um recurso de argumentação.
II- A referência a uma variação linguística regional é usada para construir a argumentação apresentada no texto.
III- O termo “trem” está presente na fala dos habitantes de Minas Gerais substituindo vários outros nomes, e, no texto, foi usado para se referir à palavra “avião”.
IV- O preconceito linguístico está presente no texto em relação ao uso da palavra “trem” pelos habitantes do Estado de Minas Gerais.
V- A palavra “trem” é característica da linguagem dos mineiros e forma a expressão “trem de pouso”, que substitui o termo “rodas”.
Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q3281954 Português
Texto 01


Prometer menos, viver mais



         [...] Há muitos anos – talvez desde garota – eu gosto de aproveitar esses dias finais para relembrar o que foi vivido nos últimos 365 dias (em 2024, 366!) e, especialmente, para traçar minhas metas e objetivos para o ano seguinte.
           Essa lista costumava ser enorme: eu inconscientemente acreditava que, na virada do ano, seria abastecida de toda a energia necessária para mudar hábitos e construir o estilo de vida que eu tanto desejava, além de achar que aqueles sonhos todos poderiam se realizar (nem com passe de mágica…). Minha lista tinha metas irreais, audaciosas e acabava sempre por gerar frustração. Afinal, por mais que eu desejasse mudar muitas coisas na minha vida e concretizar tantos planos, talvez a lista contemplasse coisas demais.
        Nos últimos tempos, notei que minhas resoluções ficaram menores. Pensei, com um certo ar de preocupação: “será que estou menos entusiasta de mim mesma?”. Mas talvez seja só um olhar mais maduro sobre o que, de fato, damos conta de fazer. Não que eu ainda não tenha desejos grandiosos ou sonhos que demandem toda a energia de renovação, mas sim que talvez eu esteja mais apaziguada de que nem sempre damos conta de realizar tudo aquilo que intencionamos – e isso não é sinal nenhum de fracasso…
        Afinal de contas, a vida não é o que a gente planeja. A vida é o que a gente vive. E, honestamente, por mais assustador que isso possa parecer para algumas pessoas, temos muito pouco controle sobre os acontecimentos. Daí, planejar é um ótimo start para nossas realizações, mas não garante que tudo aquilo sairá do papel. Menos ainda conforme o planejado.
        Por isso, para 2025, eu quero desejar poucas coisas. Mas talvez as mais importantes para o meu momento. Cuidar do meu corpo em sua integralidade – entendendo que parte física e mental caminham juntas – e de forma amorosa. Respeitar os meus próprios limites para não viver uma vida ansiosa e sobrecarregada. Me preocupar menos com o que não está em minhas mãos. Dançar conforme a música – porque, quando a gente não aceita o que se apresenta, tudo fica mais difícil. E olhar para o mundo com olhos de encantamento, celebrando o privilégio de estar aqui (mesmo se nada tão grandioso assim me acontecer).      Enfim, prometer menos, viver mais.


Fonte: ZANELATO, Débora. Prometer menos, viver mais. Disponível em: vidasimples.co/colunista/quero-prometer-menos-e-viver-mais/. Acesso em: 19 fev. 2025. Adaptado.
Considere a seguinte passagem do texto: “Respeitar os meus próprios limites para não viver uma vida ansiosa e sobrecarregada. Me preocupar menos com o que não está em minhas mãos. Dançar conforme a música – porque, quando a gente não aceita o que se apresenta, tudo fica mais difícil. E olhar para o mundo com olhos de encantamento, celebrando o privilégio de estar aqui (mesmo se nada tão grandioso assim me acontecer).”

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura linguística de composição dessa passagem.

I- Em “viver uma vida ansiosa”, verifica-se o emprego da figura de linguagem pleonasmo como recurso de expressão.
II- Em “me preocupar menos”, o pronome oblíquo átono “me” foi usado, informalmente, proclítico, pois, formalmente, estaria enclítico, resultando a forma “preocupar-me”.
III- Em “quando a gente não aceita”, o termo “a gente” é marca de coloquialidade que poderia ser substituída pelo pronome pessoal “nós”, com o qual o verbo “aceita” deveria concordar.
IV- Em “dançar conforme a música”, verifica-se o emprego da linguagem conotativa e essa expressão assume, no texto, o sentido de aceitar a vida com ela é.
V- Em “quando a gente não aceita o que se apresenta”, o pronome “se” foi usado proclítico, de acordo com a norma, pois a palavra “que” é atrativa.


Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q3276830 Português
Era madrugada quando a porta abriu:

– Acorda, acorda, Chiquinho... É tu que vai levar o recado pra Zé Barbatão!

O menino esfregou os olhos cheios de remela. Para satisfação da mãe, não hesitou. Pulou da cama como um soldado em miniatura. Chiquinho ouviu o cantar do galo, latidos distantes e o rádio, som baixo, ligado no quarto dos pais, “... prevista para esta manhã a extraordinária passagem do...”. Reconheceu os cheiros. Ovo mexido, café prontinho. O lampião trazido pela mãe, postado no chão, iluminava todos os pés do quarto.

Comeu apressado. A mãe tentava sorrir. Parecia alerta, com medo de alguma coisa?

– O que tem no bilhete, mainha?

– E eu vou saber, menino? É coisa de Doutor Quincas.

Então era recado do Coronel Quincas, em cuja propriedade a família de Chiquinho vivia e trabalhava. Mas quem garantia que não tinha ali também coisa dela? Afinal, o envelope soltava um perfume.


AGUIAR, Cristhiano. Anda‑luz. Alfaguara, 2022.
Considerando as características linguísticas do texto, assinale a alternativa que apresenta corretamente uma marca de variação linguística presente na narrativa.
Alternativas
Q3274816 Português

Leia o texto a seguir.


Não há dúvida que as línguas se aumentam e alteram com o tempo e as necessidades dos usos e costumes. Querer que a nossa pare no século de quinhentos é um erro igual ao de afirmar que a sua transplantação para a América não lhe inseriu riquezas novas. A este respeito a influência do povo é decisiva. Há, portanto, certos modos de dizer, locuções novas, que de força entram no domínio do estilo e ganham direito de cidade.

MACHADO DE ASSIS. Apud Luft, Celso Pedro. Vestibular do português. 1996.


A partir do texto, o autor argumenta que 

Alternativas
Q3274034 Português
Analise as frases a seguir, tendo em vista o uso da linguagem coloquial pela personagem.
I- “Cheguei no Carnaval!” II- “Mostrei minha carinha linda [...].” III- “Já posso ir embora?” IV- “Tá calor!” V- “Não tem lugar para sentar!”
As frases em que se verifica o uso da linguagem coloquial são
Alternativas
Q3261728 Português

Quando o professor tenta ensinar o que ele próprio não domina


    O linguista Sírio Possenti, professor da Unicamp, reproduziu semana passada em seu Facebook a chamada de uma dessas páginas de português que pululam na internet: “16 palavras em português que todo mundo erra o plural”.

    Comentário de Possenti, preciso: “Pessoas querem ensinar português ‘correto’ mas não conseguem formular o enunciado segundo as regras que defendem (ou defenderiam)”. Convém explicar.

    A língua padrão que as páginas de português buscam ensinar obrigaria o redator a escrever “palavras cujo plural todo mundo erra”. Ou quem sabe, mexendo mais na frase para evitar o já raro cujo, “casos de palavras em que todo mundo erra o plural”.

    A forma que usou, com o “que” introduzindo a oração subordinada, chama-se “relativa cortadora” – por cortar a preposição – e é consagrada na linguagem oral: todo mundo diz “o sabor que eu gosto”, mesmo que ao escrever use o padrão “o sabor de que eu gosto”.

    O problema com o caso apontado por Possenti não é tanto a gramática, mas a desconexão de forma e conteúdo – a pretensão do instrutor de impor um código que ele próprio demonstra não dominar.

    No discurso midiático sobre a língua, isso é mato. Muitas vezes o normativismo mais intransigente é apregoado por quem não consegue nem pagar a taxa de inscrição no clube. “Português é o que nossa página fala sobre!”

    Mesmo assim, o episódio de agora me deixou pensativo. E se o problema do conservadorismo que não está à altura de si mesmo for além das páginas de português? Poderia ser essa uma constante cultural em nosso paisão mal letrado, descalço e fascinado por trajes a rigor? Só um levantamento amplo poderia confirmar a tese. Seguem dois casos restritos, mas factuais.

    Em abril de 2022, o então presidente do Superior Tribunal Militar (STM), general Luís Carlos Gomes Mattos, submeteu a gramática a sevícias severas ao protestar contra a revelação, pelo historiador Carlos Fico, de áudios em que o STM debatia casos de tortura durante a ditadura de 1964.

    “Somos abissolutamente (sic) transparente (sic) nos nossos julgamento (sic)”, disse o general. “Então aquilo aí (sic), a gente já sabe os motivos do porquê (sic) que isso tem acontecendo (sic) agora, nesses últimos dias aí, seguidamente, por várias direções, querendo atingir Forças Armadas...”

    Gomes Mattos enfatizou ainda a importância de cuidar “da disciplina, da hierarquia que são nossos pilares (das) nossas Forças Armadas”. Mas disciplina e hierarquia não deveriam ser princípios organizadores da linguagem também? Que conservadorismo é esse?

    No início de fevereiro, o reitor da USP publicou uma nota em resposta a uma coluna em que Conrado Hübner Mendes fazia críticas ao STF. Frisando o fato evidente de que a coluna de Mendes expressava a opinião de Mendes, não da USP, Carlos Gilberto Carlotti Junior escreveu que “a liberdade de cátedra se trata de prerrogativa exclusiva dos docentes”.

    Sim, é verdade que a expressão impessoal “tratar-se de” tem sido usada por aí com sujeito, como se fosse um “ser” de gravata-borboleta. Trata-se de mais um caso de hipercorreção, fenômeno que nasce do cruzamento da insegurança linguística com nossas velhas bacharelices.

    Não é menos verdadeiro que a norma culta do português (ainda?) condena com firmeza esse uso, o que torna digna de nota sua presença num comunicado público emitido pelo mais alto escalão da universidade mais importante do país.


(RODRIGUES, SÉRGIO. Quando o professor tenta ensinar o que ele próprio não domina. Jornal Folha de S. Paulo, 2024.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: janeiro de 2025. Adaptado.)

Infere-se do 4º§ que: 
Alternativas
Q3218946 Português
Leia o Texto 2 para responder à questão.

TEXTO 2

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Fonte: <https://insvsaude.org/novembro-azul-cuidar-da-saude-tambem-e-coisa-de-homem/>. Acesso em: 10 dez. 2024.
Do ponto de vista dos níveis e tipos de linguagens, foi utilizada no Texto 2 uma linguagem:
Alternativas
Respostas
1: C
2: A
3: C
4: B
5: C
6: A
7: D
8: E
9: D
10: A
11: B
12: E
13: A
14: A
15: E
16: C
17: A
18: B
19: B
20: C