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Atenção: Para responder a questão, baseie-se no texto abaixo.
De Rubem Braga para Vinicius de Moraes
Gosto muito da crônica que Rubem Braga publicou depois que seu amigo Vinicius de Moraes se foi. Em forma de carta, o cronista dá ao poeta notícias atualizadas sobre o Rio, as moças do Rio, a vida, a natureza em flor, a chegada da primavera, as promessas no ar... E para arrematar sua despedida, diz:
- Vou ficando por aqui mais um pouco...
Esse "vou ficando" resumea contingéncia de todos nós, esse estado provisório que gostamos de tratar como se etermo fosse. Esse "vou ficando" soa como desculpa por ainda estar vivo o cronista melancólico diante da ausência de um ardoroso poeta amigo, que tanto soube amar a vida.
Quem conheceu o velho Braga admitirá que o tempo dele foi sempre marcado por uma nostalgia profunda, dessas que existem garantindo que não têm cura. Esse "vou ficando" soa, assim, como uma espécie de resignação final de quem não alcançou o teto das expectativas e aguarda agora os protocolos do tempo implacável.
Admiro muito essas frases sintéticas, supostamente simples, mas de muitas camadas, ressonâncias e projeções. A gente se abeira delas e elas vão minando água fresca, para saciar nossa sede de consolos. Agora mesmo tive vontade de dizera todos os parentes e amigos que já partiram:
- Vou ficando mais um poисo...
Como nada mais tenho que possa lhes oferecer, fico recitando essa frase, com esse gerúndio expressivo, essa indiscríção de um vivo, essa peniténcia de quem fica à espera da curva depois da qual não se pode mais ficar nem um pouquinho.
(Almeida Tibiriça, a editar)
Atenção: Para responder a questão, baseie-se no texto abaixo.
De Rubem Braga para Vinicius de Moraes
Gosto muito da crônica que Rubem Braga publicou depois que seu amigo Vinicius de Moraes se foi. Em forma de carta, o cronista dá ao poeta notícias atualizadas sobre o Rio, as moças do Rio, a vida, a natureza em flor, a chegada da primavera, as promessas no ar... E para arrematar sua despedida, diz:
- Vou ficando por aqui mais um pouco...
Esse "vou ficando" resumea contingéncia de todos nós, esse estado provisório que gostamos de tratar como se etermo fosse. Esse "vou ficando" soa como desculpa por ainda estar vivo o cronista melancólico diante da ausência de um ardoroso poeta amigo, que tanto soube amar a vida.
Quem conheceu o velho Braga admitirá que o tempo dele foi sempre marcado por uma nostalgia profunda, dessas que existem garantindo que não têm cura. Esse "vou ficando" soa, assim, como uma espécie de resignação final de quem não alcançou o teto das expectativas e aguarda agora os protocolos do tempo implacável.
Admiro muito essas frases sintéticas, supostamente simples, mas de muitas camadas, ressonâncias e projeções. A gente se abeira delas e elas vão minando água fresca, para saciar nossa sede de consolos. Agora mesmo tive vontade de dizera todos os parentes e amigos que já partiram:
- Vou ficando mais um poисo...
Como nada mais tenho que possa lhes oferecer, fico recitando essa frase, com esse gerúndio expressivo, essa indiscríção de um vivo, essa peniténcia de quem fica à espera da curva depois da qual não se pode mais ficar nem um pouquinho.
(Almeida Tibiriça, a editar)
I.Embora sejam uma grande promessa, as baterias nucleares causam preocupação a respeito de sua segurança.
II.A pesquisa que vem sendo desenvolvida no Brasil mostra resultados ainda não tão promissores quanto aquela desenvolvida na China.
III.O modelo brasileiro se baseia no decaimento de um isótopo de amerício.
IV.O modelo de bateria desenvolvido pela China deve durar em torno de 200 anos.
É correto o que se afirma em:
Situações como essas poderão se tornar realidade, em algum tempo, com o início da produção comercial de novos sistemas de armazenamento de energia que usam material radioativo para gerar eletricidade ininterruptamente.
Podemos afirmar que a vírgula foi empregada, no trecho, para:
O Instituto de Estudos da Linguagem da Unicamp (IEL) promoveu na quinta-feira (14/03) uma mesa de discussão sobre o acervo de Monteiro Lobato, intitulado “O IEL deve cancelar Lobato?”. O debate teve um motivo: em 2023, o Centro Cultural Alexandre Eulalio (Cedae) da Universidade Estadual de Campinas realizou pela primeira vez a exposição “Retratos Literários”, que apresentava imagens e informações de escritores que fazem parte do acervo da faculdade, como Oswald de Andrade, Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles e Monteiro Lobato. Essa não foi a primeira vez que os quadros foram expostos ao público. Em 2016 e, depois, de 2022 – no centenário da Semana de Arte Moderna – até setembro de 2023, o centro cultural já havia exibido as obras. Mas, dessa última vez, o cartaz de Monteiro Lobato sofreu uma intervenção com a inscrição “racista” e foi retirado do pavilhão de docentes, onde estava exposto.
(Disponível em: https://sampi.net.br/bauru/noticias/ Em: março de 2024.)
Cercada de polêmica sobre ser um conteúdo racista ou não, inegavelmente, a obra de Monteiro Lobato fez parte do imaginário de várias gerações, marcadas principalmente por sua obra que virou programa de televisão. Trata-se de: