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I. Tanto o texto-base quanto a charge apresentam uma visão aterradora dos impactos do uso da IA na sociedade.
PORQUE
II. A charge apresenta os impactos astronômicos da IA, e o autor do texto defende uma postura renitente sobre a IA, apresentando-a como uma ameaça.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.

I. Pode-se dizer que o autor, ao fazer suas ponderações sobre o uso da IA, busca um tom equilibrado, tendo em vista que aponta tanto seus benefícios quanto malefícios.
II. Ainda que reconheça os prejuízos trazidos pela IA e as preocupações em relação ao seu uso no cotidiano, o autor afirma não ser possível resistir à IA, ele mesmo já tendo se rendido a todas as suas facilidades.
III. No segundo parágrafo, o autor menciona o quanto ficou impressionado com um dispositivo que um amigo lhe apresentou, descrevendo suas funcionalidades e destacando-o como um bom exemplo de uso da tecnologia sem consequências problemáticas.
Quais estão corretas?
Assinale a alternativa em que cada uma das formas verbais preenche corretamente a lacuna do enunciado abaixo, de acordo com a norma-padrão.
“_______ muitas pessoas em situação de rua naquele bairro periférico.”

CAZO. Superlotação nos presídios. Disponível em <https://blogdoaftm.com.br/charge-superloacao-nospresidios/>..
A palavra “só”, utilizada pelo personagem na charge acima, possui o sentido de:
Assinale a alternativa cujas palavras preenchem corretamente, na mesma ordem, as lacunas dos enunciados abaixo:
- Ficamos ___ espera de que os anfitriões nos chamassem ___ mesa.
- Tudo foi apresentado ___ claras, e houve ___ manifestação maciça de concordância.
- Quero dirigir-me ___ vocês na tentativa de solucionar ___ problemática que tanto aflige.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
O melhor das pessoas
A frase – “A gente precisa chamar o melhor das pessoas” – é um válido lembrete de como podemos enxergar mais pelo filtro da compaixão. Quando olhamos para uma pessoa, o primeiro tipo de pensamento que vem à mente é de julgamento ou de curiosidade?
É que, às vezes, nem dá tempo do outro se apresentar e já recebe nossa etiqueta invisível de “bom” ou “ruim”, de “aceito conviver” ou “melhor evitar”.
Não simpatizamos com todo mundo, mas cultivar uma noção positiva sobre o outro é educar-se pela régua da generosidade, o que resulta em saúde e bem-estar para nós mesmos. Já reparou como pessoas indispostas têm o hábito de criticar com rapidez, constância e facilidade? É um hábito e, como tal, também é possível revertê-lo com a devida prática.
E se, para cada sentença negativa sobre alguém, encontrarmos um aspecto a ser elogiado? Não precisa ser sempre em voz alta. O discurso interno bem direcionado é capaz de reprogramar nosso cérebro e, em sequência, nossos sentimentos e atitudes. (...)
Assim tem procedido uma amiga brasileira que recém ingressou no curso de História, em uma universidade lisboeta. Ela me relatou que, se antes, respondia a todo e qualquer comentário de forma impulsiva, agora tem elaborado melhor as falas e discernido quando vale a pena ser mais incisiva. Aprendizado que veio após alguns anos de cansaço e motivado pelas novas interações estudantis.
Há situações em que é preciso ser firme e defender seus direitos. Entretanto, minha amiga vem buscando ponderar o que ouve e o que replica, escolhendo com sabedoria suas pelejas. Quando percebe que não é o momento de insistir, resguarda-se para um futuro colóquio. Com isso, descobriu que ganhou paz de espírito, diminuiu a ansiedade e aumentou a empatia.
Quem sabe se, de tanto chamarmos o melhor dos outros, como sugeriu meu colega escritor, atenda já na primeira tentativa o melhor de nós também.
FONTENELE, Cristina. O melhor das pessoas. DN Brasil.
Disponível em <https://dnbrasil.dn.pt/crnica-o-melhordas-pessoas>.
“Ela (...) tem elaborado melhor as falas e discernido quando vale a pena ser mais incisiva.”
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
O melhor das pessoas
A frase – “A gente precisa chamar o melhor das pessoas” – é um válido lembrete de como podemos enxergar mais pelo filtro da compaixão. Quando olhamos para uma pessoa, o primeiro tipo de pensamento que vem à mente é de julgamento ou de curiosidade?
É que, às vezes, nem dá tempo do outro se apresentar e já recebe nossa etiqueta invisível de “bom” ou “ruim”, de “aceito conviver” ou “melhor evitar”.
Não simpatizamos com todo mundo, mas cultivar uma noção positiva sobre o outro é educar-se pela régua da generosidade, o que resulta em saúde e bem-estar para nós mesmos. Já reparou como pessoas indispostas têm o hábito de criticar com rapidez, constância e facilidade? É um hábito e, como tal, também é possível revertê-lo com a devida prática.
E se, para cada sentença negativa sobre alguém, encontrarmos um aspecto a ser elogiado? Não precisa ser sempre em voz alta. O discurso interno bem direcionado é capaz de reprogramar nosso cérebro e, em sequência, nossos sentimentos e atitudes. (...)
Assim tem procedido uma amiga brasileira que recém ingressou no curso de História, em uma universidade lisboeta. Ela me relatou que, se antes, respondia a todo e qualquer comentário de forma impulsiva, agora tem elaborado melhor as falas e discernido quando vale a pena ser mais incisiva. Aprendizado que veio após alguns anos de cansaço e motivado pelas novas interações estudantis.
Há situações em que é preciso ser firme e defender seus direitos. Entretanto, minha amiga vem buscando ponderar o que ouve e o que replica, escolhendo com sabedoria suas pelejas. Quando percebe que não é o momento de insistir, resguarda-se para um futuro colóquio. Com isso, descobriu que ganhou paz de espírito, diminuiu a ansiedade e aumentou a empatia.
Quem sabe se, de tanto chamarmos o melhor dos outros, como sugeriu meu colega escritor, atenda já na primeira tentativa o melhor de nós também.
FONTENELE, Cristina. O melhor das pessoas. DN Brasil.
Disponível em <https://dnbrasil.dn.pt/crnica-o-melhordas-pessoas>.
“Assim tem procedido uma amiga brasileira que recém ingressou no curso de História (...)”
A forma verbal destacada no trecho acima indica uma ação:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
O melhor das pessoas
A frase – “A gente precisa chamar o melhor das pessoas” – é um válido lembrete de como podemos enxergar mais pelo filtro da compaixão. Quando olhamos para uma pessoa, o primeiro tipo de pensamento que vem à mente é de julgamento ou de curiosidade?
É que, às vezes, nem dá tempo do outro se apresentar e já recebe nossa etiqueta invisível de “bom” ou “ruim”, de “aceito conviver” ou “melhor evitar”.
Não simpatizamos com todo mundo, mas cultivar uma noção positiva sobre o outro é educar-se pela régua da generosidade, o que resulta em saúde e bem-estar para nós mesmos. Já reparou como pessoas indispostas têm o hábito de criticar com rapidez, constância e facilidade? É um hábito e, como tal, também é possível revertê-lo com a devida prática.
E se, para cada sentença negativa sobre alguém, encontrarmos um aspecto a ser elogiado? Não precisa ser sempre em voz alta. O discurso interno bem direcionado é capaz de reprogramar nosso cérebro e, em sequência, nossos sentimentos e atitudes. (...)
Assim tem procedido uma amiga brasileira que recém ingressou no curso de História, em uma universidade lisboeta. Ela me relatou que, se antes, respondia a todo e qualquer comentário de forma impulsiva, agora tem elaborado melhor as falas e discernido quando vale a pena ser mais incisiva. Aprendizado que veio após alguns anos de cansaço e motivado pelas novas interações estudantis.
Há situações em que é preciso ser firme e defender seus direitos. Entretanto, minha amiga vem buscando ponderar o que ouve e o que replica, escolhendo com sabedoria suas pelejas. Quando percebe que não é o momento de insistir, resguarda-se para um futuro colóquio. Com isso, descobriu que ganhou paz de espírito, diminuiu a ansiedade e aumentou a empatia.
Quem sabe se, de tanto chamarmos o melhor dos outros, como sugeriu meu colega escritor, atenda já na primeira tentativa o melhor de nós também.
FONTENELE, Cristina. O melhor das pessoas. DN Brasil.
Disponível em <https://dnbrasil.dn.pt/crnica-o-melhordas-pessoas>.
Texto III


Fonte: https://soberaniaeclima.org.br/infograficos/infografico-explica-os-desafios-para-a-seguranca-global-causados-pelas-mudancas-climaticas/. Acesso em 20 de dezembro de 2025.
Texto III


Fonte: https://soberaniaeclima.org.br/infograficos/infografico-explica-os-desafios-para-a-seguranca-global-causados-pelas-mudancas-climaticas/. Acesso em 20 de dezembro de 2025.
Texto III


Fonte: https://soberaniaeclima.org.br/infograficos/infografico-explica-os-desafios-para-a-seguranca-global-causados-pelas-mudancas-climaticas/. Acesso em 20 de dezembro de 2025.