Questões de Concurso Sobre português

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Q3988724 Português
Futuro das cidades depende da integração entre água, saneamento e ação climática 

        A América Latina detém quase um terço dos recursos de água doce no mundo, mas milhões de pessoas ainda não têm acesso seguro. O Brasil tem avançado, como com a criação do Marco Legal do Saneamento em 2020, que estabeleceu metas de universalização para 2033. Isso é particularmente importante considerando que, hoje, 32 milhões de pessoas no Brasil ainda não têm acesso à água potável e cerca de 90 milhões não contam com coleta de esgoto, segundo o Instituto Trata Brasil.

        Esses déficits estruturais se tornam ainda mais urgentes à medida que as mudanças climáticas avançam, trazendo enchentes devastadoras, secas prolongadas e eventos extremos cada vez mais imprevisíveis. A resposta para essa questão exige abandonar soluções fragmentadas, em silos, e adotar uma abordagem integrada, na qual água, saneamento e ação climática sejam tratados como partes inseparáveis do mesmo desafio.

        A formulação de políticas em silos significa que estratégias de adaptação climática são desenvolvidas sem considerar a infraestrutura de água e saneamento, enquanto projetos de saneamento são implementados sem levar em conta vulnerabilidades climáticas. Sistemas de saneamento construídos sem resiliência são destruídos por enchentes, e comunidades sem acesso à água potável não conseguem se recuperar de secas prolongadas.

        Essa fragmentação desperdiça recursos, atrasa respostas a crises e aprofunda desigualdades. Populações vulneráveis são as primeiras a sofrer e as últimas a se recuperar. Ao mesmo tempo, o acesso à água potável e ao saneamento protege a saúde pública. Um relatório da Unicef mostra que, na América Latina e no Caribe, 4,8 milhões de pessoas enfrentam a dupla carga de alta escassez de água e baixos níveis de serviço de água potável. Este é um dos principais fatores de mortalidade entre crianças de 5 anos por doenças evitáveis. Serviços confiáveis atuam como primeira linha de defesa contra enfermidades agravadas pelas mudanças climáticas, incluindo dengue, cólera e leptospirose. A inação agora resultará em maiores custos hospitalares, perdas de produtividade e mortes evitáveis no futuro.

        Integrar água, saneamento e ação climática gera benefícios concretos. Cidades que adotam pavimentos permeáveis, redes de esgoto eficientes ou programas de restauração de bacias melhoram a gestão das águas, a produtividade agrícola e reduzem os impactos de enchentes urbanas. A integração também fortalece a segurança alimentar e energética, pois proteger bacias hidrográficas e expandir o reuso de água é essencial para a agricultura e a geração hidrelétrica – responsável por 60% da eletricidade na América Latina, segundo a IEA. Além dos números, soluções integradas aumentam a confiança social, já que comunidades que experimentam água segura, saneamento confiável e proteção contra desastres tendem a apoiar políticas climáticas mais amplas.

        Para avançar, governos devem definir metas claras e mensuráveis para integrar água, saneamento e clima, apoiadas por investimentos estratégicos e monitoramento eficiente. Além disso, a sociedade civil deve ser empoderada como voz ativa na construção de soluções que impactam suas comunidades.

(Por Muyatwa Sitali. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos. Acesso em: janeiro de 2026. Adaptado.)
Sobre os termos destacados em: “Além disso, a sociedade civil deve ser empoderada como voz ativa na construção de soluções que impactam suas comunidades.” (6º§), assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Q3988723 Português
Futuro das cidades depende da integração entre água, saneamento e ação climática 

        A América Latina detém quase um terço dos recursos de água doce no mundo, mas milhões de pessoas ainda não têm acesso seguro. O Brasil tem avançado, como com a criação do Marco Legal do Saneamento em 2020, que estabeleceu metas de universalização para 2033. Isso é particularmente importante considerando que, hoje, 32 milhões de pessoas no Brasil ainda não têm acesso à água potável e cerca de 90 milhões não contam com coleta de esgoto, segundo o Instituto Trata Brasil.

        Esses déficits estruturais se tornam ainda mais urgentes à medida que as mudanças climáticas avançam, trazendo enchentes devastadoras, secas prolongadas e eventos extremos cada vez mais imprevisíveis. A resposta para essa questão exige abandonar soluções fragmentadas, em silos, e adotar uma abordagem integrada, na qual água, saneamento e ação climática sejam tratados como partes inseparáveis do mesmo desafio.

        A formulação de políticas em silos significa que estratégias de adaptação climática são desenvolvidas sem considerar a infraestrutura de água e saneamento, enquanto projetos de saneamento são implementados sem levar em conta vulnerabilidades climáticas. Sistemas de saneamento construídos sem resiliência são destruídos por enchentes, e comunidades sem acesso à água potável não conseguem se recuperar de secas prolongadas.

        Essa fragmentação desperdiça recursos, atrasa respostas a crises e aprofunda desigualdades. Populações vulneráveis são as primeiras a sofrer e as últimas a se recuperar. Ao mesmo tempo, o acesso à água potável e ao saneamento protege a saúde pública. Um relatório da Unicef mostra que, na América Latina e no Caribe, 4,8 milhões de pessoas enfrentam a dupla carga de alta escassez de água e baixos níveis de serviço de água potável. Este é um dos principais fatores de mortalidade entre crianças de 5 anos por doenças evitáveis. Serviços confiáveis atuam como primeira linha de defesa contra enfermidades agravadas pelas mudanças climáticas, incluindo dengue, cólera e leptospirose. A inação agora resultará em maiores custos hospitalares, perdas de produtividade e mortes evitáveis no futuro.

        Integrar água, saneamento e ação climática gera benefícios concretos. Cidades que adotam pavimentos permeáveis, redes de esgoto eficientes ou programas de restauração de bacias melhoram a gestão das águas, a produtividade agrícola e reduzem os impactos de enchentes urbanas. A integração também fortalece a segurança alimentar e energética, pois proteger bacias hidrográficas e expandir o reuso de água é essencial para a agricultura e a geração hidrelétrica – responsável por 60% da eletricidade na América Latina, segundo a IEA. Além dos números, soluções integradas aumentam a confiança social, já que comunidades que experimentam água segura, saneamento confiável e proteção contra desastres tendem a apoiar políticas climáticas mais amplas.

        Para avançar, governos devem definir metas claras e mensuráveis para integrar água, saneamento e clima, apoiadas por investimentos estratégicos e monitoramento eficiente. Além disso, a sociedade civil deve ser empoderada como voz ativa na construção de soluções que impactam suas comunidades.

(Por Muyatwa Sitali. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos. Acesso em: janeiro de 2026. Adaptado.)
Analise o emprego do sinal indicativo de crase nos seguintes trechos do texto:
I. “[...] 32 milhões de pessoas no Brasil ainda não têm acesso à água potável [...]” (1º§).
II. “Esses déficits estruturais se tornam ainda mais urgentes à medida que as mudanças climáticas avançam, [...]” (2º§).
Quanto ao uso do acento grave nos trechos anteriores, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3988722 Português
Futuro das cidades depende da integração entre água, saneamento e ação climática 

        A América Latina detém quase um terço dos recursos de água doce no mundo, mas milhões de pessoas ainda não têm acesso seguro. O Brasil tem avançado, como com a criação do Marco Legal do Saneamento em 2020, que estabeleceu metas de universalização para 2033. Isso é particularmente importante considerando que, hoje, 32 milhões de pessoas no Brasil ainda não têm acesso à água potável e cerca de 90 milhões não contam com coleta de esgoto, segundo o Instituto Trata Brasil.

        Esses déficits estruturais se tornam ainda mais urgentes à medida que as mudanças climáticas avançam, trazendo enchentes devastadoras, secas prolongadas e eventos extremos cada vez mais imprevisíveis. A resposta para essa questão exige abandonar soluções fragmentadas, em silos, e adotar uma abordagem integrada, na qual água, saneamento e ação climática sejam tratados como partes inseparáveis do mesmo desafio.

        A formulação de políticas em silos significa que estratégias de adaptação climática são desenvolvidas sem considerar a infraestrutura de água e saneamento, enquanto projetos de saneamento são implementados sem levar em conta vulnerabilidades climáticas. Sistemas de saneamento construídos sem resiliência são destruídos por enchentes, e comunidades sem acesso à água potável não conseguem se recuperar de secas prolongadas.

        Essa fragmentação desperdiça recursos, atrasa respostas a crises e aprofunda desigualdades. Populações vulneráveis são as primeiras a sofrer e as últimas a se recuperar. Ao mesmo tempo, o acesso à água potável e ao saneamento protege a saúde pública. Um relatório da Unicef mostra que, na América Latina e no Caribe, 4,8 milhões de pessoas enfrentam a dupla carga de alta escassez de água e baixos níveis de serviço de água potável. Este é um dos principais fatores de mortalidade entre crianças de 5 anos por doenças evitáveis. Serviços confiáveis atuam como primeira linha de defesa contra enfermidades agravadas pelas mudanças climáticas, incluindo dengue, cólera e leptospirose. A inação agora resultará em maiores custos hospitalares, perdas de produtividade e mortes evitáveis no futuro.

        Integrar água, saneamento e ação climática gera benefícios concretos. Cidades que adotam pavimentos permeáveis, redes de esgoto eficientes ou programas de restauração de bacias melhoram a gestão das águas, a produtividade agrícola e reduzem os impactos de enchentes urbanas. A integração também fortalece a segurança alimentar e energética, pois proteger bacias hidrográficas e expandir o reuso de água é essencial para a agricultura e a geração hidrelétrica – responsável por 60% da eletricidade na América Latina, segundo a IEA. Além dos números, soluções integradas aumentam a confiança social, já que comunidades que experimentam água segura, saneamento confiável e proteção contra desastres tendem a apoiar políticas climáticas mais amplas.

        Para avançar, governos devem definir metas claras e mensuráveis para integrar água, saneamento e clima, apoiadas por investimentos estratégicos e monitoramento eficiente. Além disso, a sociedade civil deve ser empoderada como voz ativa na construção de soluções que impactam suas comunidades.

(Por Muyatwa Sitali. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos. Acesso em: janeiro de 2026. Adaptado.)
Assinale a alternativa cujo emprego das vírgulas justifica-se devido ao adjunto adverbial deslocado e de longa extensão. 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FSA Órgão: FSA-SP Prova: FSA - 2026 - FSA-SP - Bibliotecário |
Q3988669 Português
Texto 1

Radical
Autor: Jéssica Iancoski


só há terra indígena

tudo é do índio


palavras são do índio

terra é do índio

canto é do índio

brasil é do índio


ídios- não há

só há índios


indioleto indioma

indílios indiovidual

indiolatria indiotipo


: tudo é índio- 

Observe o verso:


“tudo é do índio”.


Analise as afirmativas sobre regência verbal e nominal:


I. O verbo “ser” exige, nesse contexto, a preposição “de”, indicando posse ou pertencimento.


II. A expressão “do índio” resulta da contração da preposição “de” com o artigo indefinido “o”.


III. Caso se utilizasse “para o índio”, haveria alteração semântica, indicando destinação em vez de posse.


IV. A regência nominal de “pertencente” seria equivalente à do verbo “ser” nesse contexto: “pertencente ao índio”.


É correto apenas o que se afirma em:

 

Alternativas
Ano: 2026 Banca: FSA Órgão: FSA-SP Prova: FSA - 2026 - FSA-SP - Bibliotecário |
Q3988668 Português
Texto 1

Radical
Autor: Jéssica Iancoski


só há terra indígena

tudo é do índio


palavras são do índio

terra é do índio

canto é do índio

brasil é do índio


ídios- não há

só há índios


indioleto indioma

indílios indiovidual

indiolatria indiotipo


: tudo é índio- 

Leia o trecho do poema:


“palavras são do índio / terra é do índio / canto é do índio”.


Sobre a concordância verbal e nominal nesse trecho, analise as afirmativas. 


I. Em “palavras são do índio”, o verbo concorda corretamente com o sujeito plural.


II. Em “terra é do índio”, o verbo concorda com o sujeito singular, mantendo a norma culta.


III. Em “canto é do índio”, há concordância nominal incorreta, pois o adjetivo deveria estar no plural.


IV. O uso de “são” e “é” demonstra adequação às regras de concordância verbal da língua portuguesa.


É correto apenas o que se afirma em:

 

Alternativas
Ano: 2026 Banca: FSA Órgão: FSA-SP Prova: FSA - 2026 - FSA-SP - Bibliotecário |
Q3988667 Português
Texto 1

Radical
Autor: Jéssica Iancoski


só há terra indígena

tudo é do índio


palavras são do índio

terra é do índio

canto é do índio

brasil é do índio


ídios- não há

só há índios


indioleto indioma

indílios indiovidual

indiolatria indiotipo


: tudo é índio- 
O poema Radical apresenta uma construção marcada pela repetição e pela criação de neologismos, como “indioma” e “indiolatria”. Essa estratégia reforça uma ideia central do texto.

Acerca do texto, avalie as afirmações a seguir: 

I. O texto sugere que a identidade indígena é fundadora e inseparável da própria noção de Brasil.

II. A repetição da expressão “tudo é do índio” enfatiza a ideia de pertencimento e resistência cultural.

III. Os neologismos criados pela autora indicam uma tentativa de dissolver a língua portuguesa na língua indígena, apagando a primeira.

IV. O poema apresenta uma crítica à invisibilidade dos povos indígenas, ao afirmar “ídios – não há / só há índios”.

É correto apenas o que se afirma em:  
Alternativas
Q3988616 Português

Assinale a alternativa cuja sequência de vocábulos apresenta a seguinte ordem: ditongo crescente, hiato, ditongo decrescente.


Alternativas
Q3988615 Português

Quanto ao processo de formação de palavra, assinale a alternativa correta:


Alternativas
Q3988614 Português
Observe o fragmento, “Por que você escondeu meu post sobre Kant? Os termos em destaque são respectivamente classificados como:  
Alternativas
Q3988613 Português

Partindo da análise do texto, considere as afirmativas as seguir:


I. No discurso do terceiro balão o personagem faz uma reclamação por não ter música no post do outro personagem.


II. No discurso do terceiro balão o personagem justifica o motivo pelo qual escondeu o post, diante do questionamento expresso no segundo balão.


III. O autor do texto aponta a dança como elemento necessário para que um post tenha significativa recepção do público.


Após análise das afirmativas, conclui-se que está correto o que se fala em:

 

Alternativas
Q3988612 Português
Relacione as colunas e assinale a resposta correta.

( 1 ) Oração coordenada sindética adversativa

( 2 ) Oração Subordinada adverbial proporcional

( 3 ) Oração coordenada assindética

( 4 ) Oração Subordinada substantiva subjetiva


( ) Hoje, fiquei feliz no parque, encontrei meu amigo de infância.

( ) O restaurante do meu amigo é muito bonito, porém a comida não é boa.

( ) À medida que o tempo passa, aprendemos o valor de uma aprovação.

( ) É necessário que estudemos para a prova. 
Alternativas
Q3988611 Português
Considerando a classificação dos vocábulos segundo os conceitos de hipônimo, homônimo, parônimo, hiperônimo, assinale a alternativa correta em que todas as palavras são hipônimas. 
Alternativas
Q3988610 Português
Analise o trecho em destaque e responda classificando-o corretamente. ...“As curtidas, a aprovação social, são estímulos de alta variabilidade, de alta potência”.
Alternativas
Q3988609 Português
Bloquear redes sociais até os 16 anos protege adolescentes? Entenda prós e contras


Medida adotada por países como Espanha e Austrália divide opiniões; no Brasil, nova lei responsabiliza plataformas.


A decisão de países como Austrália e Espanha de proibir o uso de redes sociais por menores de 16 anos reacendeu um debate no mundo todo sobre se bloquear o acesso é realmente eficaz para proteger crianças e adolescentes dos riscos do ambiente digital.


Enquanto os países optaram pelo banimento direto de menores em alguns sites e plataformas, o Brasil seguirá o caminho da regulamentação e responsabilização dos sites. Neste mês, entra em vigor o chamado ECA Digital, que não proíbe o uso das redes por menores de 16 anos, mas impõe regras mais rígidas às plataformas, como verificação de idade e vinculação de contas aos responsáveis.


Especialistas apontam que a discussão vai além de simplesmente permitir ou proibir, e que as plataformas devem estar melhor preparadas para todo tipo de público. [...] Para a psicóloga Thais Rejane, o debate precisa considerar as características próprias da adolescência. “Penso que quando a gente fala em adolescência, a gente fala de um período em que o indivíduo tende a responder mais intensamente a qualquer reforçador imediato”, argumenta.


Ela explica que as redes sociais operam justamente com estímulos altamente reforçadores. “As curtidas, a aprovação social, são estímulos de alta variabilidade, de alta potência”. Segundo a especialista, a exposição constante pode afetar a capacidade de autocontrole. “A gente sabe que essa exposição a esse acesso pode dificultar o autocontrole desse adolescente.”


Do ponto de vista das políticas públicas digitais, Kelli Angelini Neves, assessora do NIC.br, destaca que o principal benefício do banimento é reduzir o contato precoce com ambientes considerados de alto risco.


Disponível em: https://www.terra.com.br/byte/internet/bloquear redes-sociais-ate-os-16-anos-protege-adolescentes-entenda-pros-e contras,3db60713591df70edaa120b213f1a141pgm1fby1.html?utm_ source=clipboard  
Na frase: “Ela explica que as redes sociais operam justamente com estímulos altamente reforçadores” ... de acordo com texto, o termo em destaque faz referência: 
Alternativas
Q3988608 Português
Bloquear redes sociais até os 16 anos protege adolescentes? Entenda prós e contras


Medida adotada por países como Espanha e Austrália divide opiniões; no Brasil, nova lei responsabiliza plataformas.


A decisão de países como Austrália e Espanha de proibir o uso de redes sociais por menores de 16 anos reacendeu um debate no mundo todo sobre se bloquear o acesso é realmente eficaz para proteger crianças e adolescentes dos riscos do ambiente digital.


Enquanto os países optaram pelo banimento direto de menores em alguns sites e plataformas, o Brasil seguirá o caminho da regulamentação e responsabilização dos sites. Neste mês, entra em vigor o chamado ECA Digital, que não proíbe o uso das redes por menores de 16 anos, mas impõe regras mais rígidas às plataformas, como verificação de idade e vinculação de contas aos responsáveis.


Especialistas apontam que a discussão vai além de simplesmente permitir ou proibir, e que as plataformas devem estar melhor preparadas para todo tipo de público. [...] Para a psicóloga Thais Rejane, o debate precisa considerar as características próprias da adolescência. “Penso que quando a gente fala em adolescência, a gente fala de um período em que o indivíduo tende a responder mais intensamente a qualquer reforçador imediato”, argumenta.


Ela explica que as redes sociais operam justamente com estímulos altamente reforçadores. “As curtidas, a aprovação social, são estímulos de alta variabilidade, de alta potência”. Segundo a especialista, a exposição constante pode afetar a capacidade de autocontrole. “A gente sabe que essa exposição a esse acesso pode dificultar o autocontrole desse adolescente.”


Do ponto de vista das políticas públicas digitais, Kelli Angelini Neves, assessora do NIC.br, destaca que o principal benefício do banimento é reduzir o contato precoce com ambientes considerados de alto risco.


Disponível em: https://www.terra.com.br/byte/internet/bloquear redes-sociais-ate-os-16-anos-protege-adolescentes-entenda-pros-e contras,3db60713591df70edaa120b213f1a141pgm1fby1.html?utm_ source=clipboard  

Assinale a alternativa correta, segundo a temática desenvolvida no texto.

 

Alternativas
Q3988607 Português
Bloquear redes sociais até os 16 anos protege adolescentes? Entenda prós e contras


Medida adotada por países como Espanha e Austrália divide opiniões; no Brasil, nova lei responsabiliza plataformas.


A decisão de países como Austrália e Espanha de proibir o uso de redes sociais por menores de 16 anos reacendeu um debate no mundo todo sobre se bloquear o acesso é realmente eficaz para proteger crianças e adolescentes dos riscos do ambiente digital.


Enquanto os países optaram pelo banimento direto de menores em alguns sites e plataformas, o Brasil seguirá o caminho da regulamentação e responsabilização dos sites. Neste mês, entra em vigor o chamado ECA Digital, que não proíbe o uso das redes por menores de 16 anos, mas impõe regras mais rígidas às plataformas, como verificação de idade e vinculação de contas aos responsáveis.


Especialistas apontam que a discussão vai além de simplesmente permitir ou proibir, e que as plataformas devem estar melhor preparadas para todo tipo de público. [...] Para a psicóloga Thais Rejane, o debate precisa considerar as características próprias da adolescência. “Penso que quando a gente fala em adolescência, a gente fala de um período em que o indivíduo tende a responder mais intensamente a qualquer reforçador imediato”, argumenta.


Ela explica que as redes sociais operam justamente com estímulos altamente reforçadores. “As curtidas, a aprovação social, são estímulos de alta variabilidade, de alta potência”. Segundo a especialista, a exposição constante pode afetar a capacidade de autocontrole. “A gente sabe que essa exposição a esse acesso pode dificultar o autocontrole desse adolescente.”


Do ponto de vista das políticas públicas digitais, Kelli Angelini Neves, assessora do NIC.br, destaca que o principal benefício do banimento é reduzir o contato precoce com ambientes considerados de alto risco.


Disponível em: https://www.terra.com.br/byte/internet/bloquear redes-sociais-ate-os-16-anos-protege-adolescentes-entenda-pros-e contras,3db60713591df70edaa120b213f1a141pgm1fby1.html?utm_ source=clipboard  

De acordo com texto assinale a alternativa correta.

 

Alternativas
Q3988581 Português

Leia o Texto II e responda às questão.



Texto II



Fonte: http://www.willtirando.com.br/anesia-809/. Acesso em 28 dez. 2025.

Considere os verbos empregados na tirinha, organizada em quadros sequenciais, de Anésia e assinale a alternativa CORRETA quanto ao tempo e ao modo verbal, bem como aos efeitos de sentido produzidos no enunciado. 
Alternativas
Q3988580 Português

Leia o Texto II e responda às questão.



Texto II



Fonte: http://www.willtirando.com.br/anesia-809/. Acesso em 28 dez. 2025.

Assinale a alternativa CORRETA acerca das relações morfológicas observadas na construção textual do Texto II.
Alternativas
Q3988579 Português

Leia o Texto II e responda às questão.



Texto II



Fonte: http://www.willtirando.com.br/anesia-809/. Acesso em 28 dez. 2025.

Consoante o Texto II, o humor da tirinha, organizada em quadros sequenciais, decorre:
Alternativas
Q3988574 Português
Leia o Texto I e responda à questão.


Texto I


MEC reprova 1/3 dos cursos de Medicina avaliados; 99 terão sanções


Entre as instituições mal avaliadas, MEC só pode tomar medidas em relação às federais e privadas; entre as sanções estão suspensão de vestibular e do Fies

   Cerca de um terço dos cursos de Medicina do país não alcançaram desempenho proficiente no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). Os resultados da prova foram divulgados ontem pelo Ministério da Educação (MEC).

   Anota do exame varia de 1 a 5, sendo 1 e 2 consideradas não proficientes. Anota é utilizada para compor o conceito Enade, que avalia a qualidade das graduações. Segundo o MEC, 351 cursos de todo o país participaram do exame, incluindo universidades públicas (federais, estaduais e municipais), privadas com e sem fins lucrativos e especiais (criadas pelo poder público, mas não gratuitas). Conforme os resultados, 7,1% ficaram no conceito 1; 23,6%, no 2; 22,7%, no 3; 33%, no 4; e 13,6%, no 5.

   Das 351 universidades avaliadas, 304 estão sob o crivo do MEC – as federais e privadas com e sem fins lucrativos. A pasta não pode supervisionar estaduais e municipais.

   Entre os cursos avaliados, 99 sofrerão sanções. Desses, 8 terão vestibular suspenso; 13, redução de 50% das vagas; e 33, redução de 25% das vagas. Além disso, eles terão o Fies suspenso e será avaliada a continuidade de outros programas federais. Os demais 45 cursos serão proibidos de ampliar vagas. As sanções são definidas a partir do porcentual de proficiência dos estudantes verificado em cada curso que ficou com nota geral 1 e 2. Dos 39.258 alunos que estão se formando e foram avaliados, 67% têm desempenho desejável.

  A Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC vai instaurar processo administrativo de supervisão dessas instituições, que poderão recorrer sobre os resultados e apresentar justificativas à pasta. O MEC avaliará os argumentos. Caso não os aceite, as sanções devem valer até a obtenção de novo conceito no Enamed no ano seguinte.

  Sobre a possibilidade de que instituições privadas contestem os resultados na Justiça, o ministro Camilo Santana disse ser um direito recorrer à via judicial, mas destacou a transparência do processo. Disse ainda que as instituições poderão dialogar com o MEC. “Todas terão o direito de se defender e apresentar suas justificativas. Queremos que corrijam o que tem de ser corrigido.”

   Considerando o tipo de instituição, o pior desempenho no Enamed foi o de universidades municipais, que não estão sob regulação do MEC. Em seguida, vêm instituições privadas com fins lucrativos, que serão sancionadas pela pasta. Entre as municipais, 87,5% tiveram notas 1 e 2. Das privadas com fins lucrativos, foram 58,4%. As notas mais baixas também apareceram entre as especiais (54,6%), privadas sem fins lucrativos (33,3%), comunitárias/confessionais (5,6%), federais (5,1%), e estaduais (2,6%).

   Santana disse que o governo enviará proposta ao Congresso para que o MEC tenha atribuição para supervisionar também as instituições municipais. Segundo ele, há ainda preocupação com o desempenho das privadas com fins lucrativos, que reúnem a maior parte das matrículas na área.

  A Associação Nacional das Universidades Particulares (Anup) tentou barrar a divulgação dos resultados na Justiça, mas o pedido foi negado. Para a entidade, a divulgação dos resultados causaria dano reputacional e material às instituições.

Fonte: FERREIRA, Paula. MEC reprova 1/3 dos cursos de Medicina avaliados; 99 terão sanções. O Estado de S. Paulo, São Paulo, seção Metrópole, p. A15, 20 Jan. 2026
Observe o emprego da crase nos fragmentos abaixo apresentados e assinale a alternativa CORRETA:

I- Em “o ministro Camilo Santana disse ser um direito recorrer à via judicial” (6º parágrafo), o sinal indicativo de crase é facultativo, considerando a dupla regência do verbo “recorrer”.
II- Em “Para a entidade, a divulgação dos resultados causaria dano reputacional e material às instituições” (9º parágrafo), a crase resulta da contração da preposição exigida pelo verbo “causar” com o artigo que antecede o termo “instituições”.
III- Em “[...] MEC vai instaurar processo administrativo de supervisão dessas instituições, que poderão recorrer sobre os resultados e apresentar justificativas à pasta” (5º parágrafo), o acento indicativo de crase foi empregado adequadamente para marcar a junção de uma preposição com um artigo feminino.
IV- Em “As sanções são definidas a partir do porcentual de proficiência dos estudantes verificado em cada curso” (5º parágrafo), deveria haver, obrigatoriamente, o emprego do acento indicativo de crase em “a partir”, pois ocorre a fusão da preposição a com o artigo feminino a.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Respostas
11081: A
11082: C
11083: C
11084: D
11085: B
11086: C
11087: A
11088: B
11089: A
11090: C
11091: D
11092: B
11093: A
11094: E
11095: C
11096: E
11097: A
11098: B
11099: E
11100: B