Questões de Concurso Sobre português nível médio

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Q3954309 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Qual a importância da educação financeira na vida das pessoas?

A educação financeira é o processo pelo qual as pessoas começam a fazer escolhas mais conscientes sobre o uso do dinheiro.

Podemos dizer que a educação financeira é a capacidade de entender como o dinheiro funciona e como usá-lo sem causar sofrimento em nossas vidas. Pessoas com boa educação financeira planejam melhor as suas finanças e gastam menos impulsivamente.

A educação financeira é um processo que permite desfrutar de diversos benefícios e nesse contexto, pode-se dizer ainda que, a educação financeira é o primeiro passo para a realização dos sonhos de comprar um apartamento, carro, moto, investir, viajar e ainda ter qualidade de vida.

A educação financeira é um processo simples que pode melhorar a qualidade de vida das pessoas e garantir a realização dos sonhos. Não tem segredo, é gastar menos do que você ganha, controlar as suas contas regularmente, escolher as aplicações financeiras de acordo com o seu perfil e buscar o máximo de informação. Esse é o caminho para o sucesso financeiro.

Texto Adaptado
Considerando o encadeamento argumentativo do texto, a função dos exemplos e a relação entre ideias principais e secundárias, assinale a alternativa cuja interpretação representa corretamente a orientação discursiva do autor.
Alternativas
Q3954308 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Qual a importância da educação financeira na vida das pessoas?

A educação financeira é o processo pelo qual as pessoas começam a fazer escolhas mais conscientes sobre o uso do dinheiro.

Podemos dizer que a educação financeira é a capacidade de entender como o dinheiro funciona e como usá-lo sem causar sofrimento em nossas vidas. Pessoas com boa educação financeira planejam melhor as suas finanças e gastam menos impulsivamente.

A educação financeira é um processo que permite desfrutar de diversos benefícios e nesse contexto, pode-se dizer ainda que, a educação financeira é o primeiro passo para a realização dos sonhos de comprar um apartamento, carro, moto, investir, viajar e ainda ter qualidade de vida.

A educação financeira é um processo simples que pode melhorar a qualidade de vida das pessoas e garantir a realização dos sonhos. Não tem segredo, é gastar menos do que você ganha, controlar as suas contas regularmente, escolher as aplicações financeiras de acordo com o seu perfil e buscar o máximo de informação. Esse é o caminho para o sucesso financeiro.

Texto Adaptado
Considere as afirmativas a seguir, relativas à interpretação do texto e às informações explícitas e implícitas nele contidas. Registre (V), para as verdadeiras, e (F), para as falsas.

(__) O texto constrói a educação financeira como um processo formativo contínuo, e não como um conjunto pontual de técnicas de economia.
(__) Ao relacionar educação financeira à "qualidade de vida", o texto restringe sua relevância exclusivamente à dimensão material do bem-estar.
(__) A expressão "gastar menos do que você ganha" funciona, no texto, como síntese normativa de um princípio mais amplo de gestão financeira responsável.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta. 
Alternativas
Q3953961 Português
Assinale a alternativa em que a palavra destacada apresenta o sentido de tempo: 
Alternativas
Q3953960 Português

Imagem associada para resolução da questão

ARIONAURO. Celular vício redes sociais. Disponível em <http://www.arionaurocartuns.com.br/2021/02/chargecelular-vicio-redes-sociais.htm>.


A expressão “Não consigo parar de navegar”, utilizada na charge acima, indica uma ação: 

Alternativas
Q3953959 Português
Assinale a alternativa em que o espaço em branco só pode ser preenchido corretamente com “a”.
Alternativas
Q3953958 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão escritas corretamente, de acordo com as normas vigentes em Língua Portuguesa:
Alternativas
Q3953957 Português
Assinale a alternativa em que a frase se encontra com a pontuação totalmente correta:
Alternativas
Q3953956 Português
Assinale a alternativa em que a palavra destacada está sendo empregada em sentido figurado: 
Alternativas
Q3953954 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


O mistério assustador


Numa pequena cidade do interior havia um mistério nunca revelado. Todos os moradores tinham medo e andavam apavorados. Tratava-se de uma pequena casa abandonada, onde morou um antigo prefeito da cidadezinha. Após sua morte, os moradores passaram a ouvir estranhos barulhos de sua casa. Gritos, portas que batiam, eram alguns sons que todos ouviam ao se aproximar da casa.

Certo dia, dois compadres resolveram entrar na casa que intrigava todos os moradores da pacata cidade. Logo que se aproximaram da casa começaram a ouvir barulhos de portas batendo.

Os dois ficaram muito assustados, mas não desistiram e entraram na casa. Perceberam que o barulho vinha do quarto, então subiram as escadas em direção a ele, respiraram fundo, criaram coragem e abriram a porta, mas não havia nada lá dentro. Os dois compadres resolveram andar por toda a casa. Os barulhos continuavam cada vez mais altos. Eles entraram na biblioteca, a porta se fechou e eles ficaram paralisados com aquilo que viram. Eles soltaram um grito de horror que foi ouvido por todos da rua. Desde esse dia nunca mais se viram esses dois compadres.

E a cidade, que tinha um grande mistério, passou a ter dois, para o terror de todos os moradores.

 

PONTE PRETA, Stanislaw. O mistério assustador. Editora Papirus. Disponível em <https://www.editoraopirus.com.br/uploads/mg/materiais/redacao/mg-redacao-9-ano-603e8d4cd2190.pdf>.

“(...) dois compadres resolveram entrar na casa que intrigava todos os moradores da pacata cidade.”


A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:

Alternativas
Q3953727 Português
Assinalar a alternativa em que o verbo sublinhado esteja no modo indicativo.
Alternativas
Q3953723 Português
“A única verdade que realmente sei: os seres humanos me assombram.” (Markus Zusak). A palavra sublinhada tem por antônimo: 
Alternativas
Q3953722 Português
A adição de um prefixo em uma palavra pode dar um novo sentido a ela. Em qual das alternativas o prefixo tem sentido de negação? 
Alternativas
Q3953721 Português
Em relação à regência nominal, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

(   ) João estava sempre alheio a tudo.

(  ) A menina é aplicada aos estudos.

(   ) Aquilo foi arquitetado contra ele.  
Alternativas
Q3953718 Português
Assinalar a alternativa em que o uso dos “porquês” está CORRETO.  
Alternativas
Q3953717 Português
    Aristóteles afirmava que o coração era o órgão responsável pela consciência, pela sensação e pelo movimento, e que o cérebro era uma espécie de “radiador” que servia apenas para resfriar o coração. 
    Passados 2.500 anos, essa hipótese pode ser refutada imediatamente por estudos na área das neurociências: é o cérebro que, por meio da complexidade de suas rugas, dobras e tipos celulares, coordena as funções cognitivas e as “automáticas”, como os batimentos do coração e a respiração. Uma reviravolta sem tamanho em relação ao que postulava o filósofo grego. Como disse Karl Popper, um dos maiores filósofos da ciência, “a ciência produz teorias falseáveis, que serão válidas enquanto não refutadas”.
    Hoje, se você perguntar a qualquer pessoa (incluindo neurocientistas) qual é o “chefe” do nosso corpo, a resposta muito provavelmente vai ser: o cérebro. Porém, novos estudos têm posto em dúvida sua hegemonia como órgão de controle, e quem vem ganhando força é uma região quase tão misteriosa quanto o cérebro: o intestino.
    O intestino tem sido chamado de “o nosso segundo cérebro”, e de fato existe uma abundância de células nervosas vivendo em nossas entranhas. Os neurônios intestinais mantêm um contato direto com o cérebro, podendo ter impacto em nosso comportamento.
    O cérebro e o intestino podem trabalhar juntos ditando nossos pensamentos e ações. Então é possível dizer que o intestino interfere no funcionamento do cérebro e vice-versa, e atualmente até existe uma área de pesquisa voltada somente para o tão falado eixo intestino-cérebro.
    Mas essa história de eixo cérebro-intestino tem potencial de ficar ainda mais interessante: existem evidências científicas de que as bactérias intestinais comandariam o sistema nervoso intestinal e o central. O que parece ser mais extravagante do que a ideia inicial de Aristóteles vem se confirmando, pois estudos demonstram que a microbiota intestinal é capaz de modular nosso comportamento. O intestino humano é colonizado por nada mais nada menos do que surpreendentes 100 trilhões de microrganismos vivos, em sua grande maioria bactérias.
    Estudos recentes reforçam a ideia de que a microbiota intestinal influencia o cérebro e podem provocar uma revolução no tratamento de distúrbios mentais, especialmente diante das dificuldades da neurofarmacologia em fazer medicamentos atravessarem as barreiras cerebrais. A possibilidade de atuar indiretamente no cérebro por meio do intestino, utilizando bactérias e seus metabólitos como mediadores, abre novos caminhos para o desenvolvimento de fármacos. Esse cenário leva até a questionar o conceito de livre-arbítrio, já que organismos microscópicos podem exercer um controle silencioso sobre nossos pensamentos e comportamentos.

Fonte: Folha de São Paulo. Adaptado.  
A respeito da distinção entre conjunção integrante e pronome relativo, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.

(1) Conjunção integrante.
(2) Pronome relativo. 

(   ) “Aristóteles afirmava que o coração era o órgão responsável pela consciência [...]” (1º parágrafo). 
(  ) “[...] e que o cérebro era uma espécie de ‘radiador’ [...]” (1º parágrafo).
(   ) “‘[...] a ciência produz teorias falseáveis, que serão válidas enquanto não refutadas’.” (2º parágrafo).  
(  ) “O que parece ser mais extravagante do que a ideia inicial de Aristóteles [...]” (6º parágrafo). 
Alternativas
Q3953715 Português
    Aristóteles afirmava que o coração era o órgão responsável pela consciência, pela sensação e pelo movimento, e que o cérebro era uma espécie de “radiador” que servia apenas para resfriar o coração. 
    Passados 2.500 anos, essa hipótese pode ser refutada imediatamente por estudos na área das neurociências: é o cérebro que, por meio da complexidade de suas rugas, dobras e tipos celulares, coordena as funções cognitivas e as “automáticas”, como os batimentos do coração e a respiração. Uma reviravolta sem tamanho em relação ao que postulava o filósofo grego. Como disse Karl Popper, um dos maiores filósofos da ciência, “a ciência produz teorias falseáveis, que serão válidas enquanto não refutadas”.
    Hoje, se você perguntar a qualquer pessoa (incluindo neurocientistas) qual é o “chefe” do nosso corpo, a resposta muito provavelmente vai ser: o cérebro. Porém, novos estudos têm posto em dúvida sua hegemonia como órgão de controle, e quem vem ganhando força é uma região quase tão misteriosa quanto o cérebro: o intestino.
    O intestino tem sido chamado de “o nosso segundo cérebro”, e de fato existe uma abundância de células nervosas vivendo em nossas entranhas. Os neurônios intestinais mantêm um contato direto com o cérebro, podendo ter impacto em nosso comportamento.
    O cérebro e o intestino podem trabalhar juntos ditando nossos pensamentos e ações. Então é possível dizer que o intestino interfere no funcionamento do cérebro e vice-versa, e atualmente até existe uma área de pesquisa voltada somente para o tão falado eixo intestino-cérebro.
    Mas essa história de eixo cérebro-intestino tem potencial de ficar ainda mais interessante: existem evidências científicas de que as bactérias intestinais comandariam o sistema nervoso intestinal e o central. O que parece ser mais extravagante do que a ideia inicial de Aristóteles vem se confirmando, pois estudos demonstram que a microbiota intestinal é capaz de modular nosso comportamento. O intestino humano é colonizado por nada mais nada menos do que surpreendentes 100 trilhões de microrganismos vivos, em sua grande maioria bactérias.
    Estudos recentes reforçam a ideia de que a microbiota intestinal influencia o cérebro e podem provocar uma revolução no tratamento de distúrbios mentais, especialmente diante das dificuldades da neurofarmacologia em fazer medicamentos atravessarem as barreiras cerebrais. A possibilidade de atuar indiretamente no cérebro por meio do intestino, utilizando bactérias e seus metabólitos como mediadores, abre novos caminhos para o desenvolvimento de fármacos. Esse cenário leva até a questionar o conceito de livre-arbítrio, já que organismos microscópicos podem exercer um controle silencioso sobre nossos pensamentos e comportamentos.

Fonte: Folha de São Paulo. Adaptado.  
No trecho, “O que parece ser mais extravagante do que a ideia inicial de Aristóteles vem se confirmando [...] (6º parágrafo)”, para manter o sentido da frase, a palavra sublinhada poderia ser substituída por: 
Alternativas
Q3953714 Português
    Aristóteles afirmava que o coração era o órgão responsável pela consciência, pela sensação e pelo movimento, e que o cérebro era uma espécie de “radiador” que servia apenas para resfriar o coração. 
    Passados 2.500 anos, essa hipótese pode ser refutada imediatamente por estudos na área das neurociências: é o cérebro que, por meio da complexidade de suas rugas, dobras e tipos celulares, coordena as funções cognitivas e as “automáticas”, como os batimentos do coração e a respiração. Uma reviravolta sem tamanho em relação ao que postulava o filósofo grego. Como disse Karl Popper, um dos maiores filósofos da ciência, “a ciência produz teorias falseáveis, que serão válidas enquanto não refutadas”.
    Hoje, se você perguntar a qualquer pessoa (incluindo neurocientistas) qual é o “chefe” do nosso corpo, a resposta muito provavelmente vai ser: o cérebro. Porém, novos estudos têm posto em dúvida sua hegemonia como órgão de controle, e quem vem ganhando força é uma região quase tão misteriosa quanto o cérebro: o intestino.
    O intestino tem sido chamado de “o nosso segundo cérebro”, e de fato existe uma abundância de células nervosas vivendo em nossas entranhas. Os neurônios intestinais mantêm um contato direto com o cérebro, podendo ter impacto em nosso comportamento.
    O cérebro e o intestino podem trabalhar juntos ditando nossos pensamentos e ações. Então é possível dizer que o intestino interfere no funcionamento do cérebro e vice-versa, e atualmente até existe uma área de pesquisa voltada somente para o tão falado eixo intestino-cérebro.
    Mas essa história de eixo cérebro-intestino tem potencial de ficar ainda mais interessante: existem evidências científicas de que as bactérias intestinais comandariam o sistema nervoso intestinal e o central. O que parece ser mais extravagante do que a ideia inicial de Aristóteles vem se confirmando, pois estudos demonstram que a microbiota intestinal é capaz de modular nosso comportamento. O intestino humano é colonizado por nada mais nada menos do que surpreendentes 100 trilhões de microrganismos vivos, em sua grande maioria bactérias.
    Estudos recentes reforçam a ideia de que a microbiota intestinal influencia o cérebro e podem provocar uma revolução no tratamento de distúrbios mentais, especialmente diante das dificuldades da neurofarmacologia em fazer medicamentos atravessarem as barreiras cerebrais. A possibilidade de atuar indiretamente no cérebro por meio do intestino, utilizando bactérias e seus metabólitos como mediadores, abre novos caminhos para o desenvolvimento de fármacos. Esse cenário leva até a questionar o conceito de livre-arbítrio, já que organismos microscópicos podem exercer um controle silencioso sobre nossos pensamentos e comportamentos.

Fonte: Folha de São Paulo. Adaptado.  
As palavras “imediatamente”, “provavelmente” e “indiretamente”, presentes no texto, são classificadas como:
Alternativas
Q3953713 Português
    Aristóteles afirmava que o coração era o órgão responsável pela consciência, pela sensação e pelo movimento, e que o cérebro era uma espécie de “radiador” que servia apenas para resfriar o coração. 
    Passados 2.500 anos, essa hipótese pode ser refutada imediatamente por estudos na área das neurociências: é o cérebro que, por meio da complexidade de suas rugas, dobras e tipos celulares, coordena as funções cognitivas e as “automáticas”, como os batimentos do coração e a respiração. Uma reviravolta sem tamanho em relação ao que postulava o filósofo grego. Como disse Karl Popper, um dos maiores filósofos da ciência, “a ciência produz teorias falseáveis, que serão válidas enquanto não refutadas”.
    Hoje, se você perguntar a qualquer pessoa (incluindo neurocientistas) qual é o “chefe” do nosso corpo, a resposta muito provavelmente vai ser: o cérebro. Porém, novos estudos têm posto em dúvida sua hegemonia como órgão de controle, e quem vem ganhando força é uma região quase tão misteriosa quanto o cérebro: o intestino.
    O intestino tem sido chamado de “o nosso segundo cérebro”, e de fato existe uma abundância de células nervosas vivendo em nossas entranhas. Os neurônios intestinais mantêm um contato direto com o cérebro, podendo ter impacto em nosso comportamento.
    O cérebro e o intestino podem trabalhar juntos ditando nossos pensamentos e ações. Então é possível dizer que o intestino interfere no funcionamento do cérebro e vice-versa, e atualmente até existe uma área de pesquisa voltada somente para o tão falado eixo intestino-cérebro.
    Mas essa história de eixo cérebro-intestino tem potencial de ficar ainda mais interessante: existem evidências científicas de que as bactérias intestinais comandariam o sistema nervoso intestinal e o central. O que parece ser mais extravagante do que a ideia inicial de Aristóteles vem se confirmando, pois estudos demonstram que a microbiota intestinal é capaz de modular nosso comportamento. O intestino humano é colonizado por nada mais nada menos do que surpreendentes 100 trilhões de microrganismos vivos, em sua grande maioria bactérias.
    Estudos recentes reforçam a ideia de que a microbiota intestinal influencia o cérebro e podem provocar uma revolução no tratamento de distúrbios mentais, especialmente diante das dificuldades da neurofarmacologia em fazer medicamentos atravessarem as barreiras cerebrais. A possibilidade de atuar indiretamente no cérebro por meio do intestino, utilizando bactérias e seus metabólitos como mediadores, abre novos caminhos para o desenvolvimento de fármacos. Esse cenário leva até a questionar o conceito de livre-arbítrio, já que organismos microscópicos podem exercer um controle silencioso sobre nossos pensamentos e comportamentos.

Fonte: Folha de São Paulo. Adaptado.  
Considerando os aspectos gerais e específicos do texto, analisar os itens.

I. Segundo os cientistas, o órgão que, de fato, controla nossas ações e pensamentos é o intestino.

II. As células nervosas do intestino estão sempre em contato direto com o cérebro.

III. O intestino pode interferir no funcionamento do cérebro e vice-versa.

Está CORRETO o que se afirma: 
Alternativas
Q3952932 Português

Ele tem 22 anos e uma missão: varrer o lixo espacial da órbita da Terra


Quem quiser conversar com Leonidas Askianakis precisa primeiro encontrar um horário em sua agenda. Seus compromissos são marcados de forma meticulosa, em intervalos de 30 minutos, das 5h às 23h. Reuniões? Apenas online e sempre sobre um único tema: o espaço. Um jovem com uma missão que não o deixa em paz nem mesmo à noite. Ele fica acordado, lendo as notícias mais recentes da China sobre detritos em órbita e mais perigo para os astronautas. Logo no início de novembro, uma tripulação chinesa teve que estender sua estadia no espaço devido ao receio de que sua espaçonave pudesse ser atingida por lixo espacial durante a volta à Terra.


Aliás, lixo espacial é meio que uma especialidade de Askianakis. Milhares de toneladas deles orbitam a Terra, como satélites desativados, pedaços de foguetes e detritos. É por esse motivo que a órbita terrestre é monitorada 24 horas por dia. Mas, quanto menores os fragmentos, mais difícil é encontrá-los. “Com nossos sistemas de radar terrestres, normalmente detectamos objetos do tamanho de uma bola de tênis, cerca de dez centímetros. Qualquer coisa menor que isso é invisível”, diz Siminski. “Isso significa que sempre há um certo risco.”


É exatamente esse risco que preocupa Askianakis desde o primeiro ano do curso de engenharia aeroespacial na Universidade Técnica de Munique. “Como o lixo espacial pode permanecer em órbita por 200 anos e ninguém faz nada a respeito?”. Com um satélite equipado com radar de alta sensibilidade, algoritmos e padrões de varredura, ele pretende tornar visíveis detritos que variam de um a dez centímetros, possibilitando, pela primeira vez, o monitoramento completo da órbita. Posteriormente, sondas com braços robóticos removerão os fragmentos maiores.


Uma conversa com representantes da Airbus reforçou sua determinação. “Eles estavam cientes do problema e ficaram satisfeitos por alguém estar tentando resolvê-lo. Foi aí que me ocorreu: eu realmente preciso abrir minha própria empresa”. Ele fundou a Project-S. Como que por intervenção divina, pouco depois de sua fundação, a nova lei espacial da União Europeia (UE) entrou em vigor obrigando os operadores de satélites a removerem seus detritos espaciais.



Adaptado de: https://noticias.uol.com.br/ultimasnoticias/deutschewelle/2025/11/26/empresa-alema-quer-criarservico-de-coleta-de-lixo-espacial.htm Acesso em: 27 nov. 2025. 

No título, “Ele tem 22 anos e uma missão: varrer o lixo espacial da órbita da Terra”, os dois-pontos foram empregados
Alternativas
Respostas
4821: A
4822: D
4823: D
4824: B
4825: C
4826: D
4827: B
4828: A
4829: C
4830: A
4831: D
4832: B
4833: B
4834: A
4835: D
4836: A
4837: D
4838: C
4839: C
4840: E