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Q3954726 Português

A lição da jabuticabeira



         Quando nos mudamos para o novo apartamento, há quinze anos, ganhei uma jabuticabeira do meu marido. Sempre amei jabuticabas e, talvez ainda mais, as jabuticabeiras. Minha mãe, quando morava no Mato Grosso, dizia que cada pessoa da família tinha uma árvore no quintal, e que ela refletia o momento de vida de cada um. A minha era uma jabuticabeira. Quando ela dava muitos frutos, minha mãe tirava uma foto e mandava: “Olha que linda! Sua vida está florindo.” Ela nunca mandava fotos sem flores ou frutos. Não porque a vida estivesse sempre florida, mas por aquela delicadeza que só as mães têm.


         Há algum tempo, a jabuticabeira da varanda começou a ficar amarelada. Achamos que fosse falta de sol — abrimos as cortinas. Nada. Depois abrimos as janelas, para que o vento circulasse. Também não funcionou. O Google (sim, ainda sou do tempo do Google) dizia que restavam duas alternativas: adubar ou trocar a terra. Optei pelo adubo. Mais rápido, mais fácil e muito menos possibilidade de sujeira. Escolhi o mais eficiente, com a embalagem mais bonita e as melhores recomendações. Li a bula com atenção, mas como sou péssima com medidas, fiz “no olho”. Quatro colheres e água até o pó desaparecer. Pronto. No dia seguinte, percebi algumas folhas no chão. No segundo dia, nenhuma nos galhos. Coloquei adubo demais. Chamei um jardineiro, um especialista na vida real, não mais no mundo virtual. Ele foi direto: talvez houvesse salvação, talvez não. Entrei em choque. Sempre associei adubo à força. E força, achava eu, nunca era demais. Engano.


        Passei a olhar em volta e percebi: o excesso de adubo tem seu equivalente na vida. O excesso de cuidado também sufoca. Quantas vezes, com boas intenções, pais e mães “adubam demais” os filhos? São crianças e adolescentes que, desde pequenos, não precisam lidar com o tédio, nem cumprir pequenas obrigações, nem ser responsáveis por suas tarefas. Há sempre um adulto disponível – pais, babás, professores – pronto para lembrar, ajudar e, muitas vezes, resolver o problema antes mesmo que ele aconteça.


        Mas sem tropeços, raramente há aprendizado. Sem esforço, dificilmente há conquista.


              Não defendo o “se vira” da educação mais antiga, mas também não precisamos viver no “eu resolvo”, tão contemporâneo. No meio do caminho existe o “vamos juntos”. A questão é sempre a medida. Paracelso já dizia no século 16: “A diferença entre o remédio e o veneno está na dose.” Cuidado demais é como adubo demais: sufoca a possibilidade de crescer por conta própria. Impede o outro de desenvolver sua própria forma de florescer, no seu tempo e do seu jeito. Talvez, no fundo, a gente queira evitar o sofrimento do outro para não enfrentar o nosso medo de vê-los tropeçar, a dor de achar que poderíamos ter impedido a queda. Mas um dia a gente entende: é preciso aprender a ficar no banco do passageiro. Confiar no caminho, no aprendizado e estar junto sem tirar o volante das mãos de quem precisa dirigir. E, como me ensinou minha jabuticabeira, tudo tem seu tempo: o de florescer, o de frutificar, o de perder as folhas. E, se houver paciência, o de renascer. 


Fonte: MADALOZZO, Regina. A lição da jabuticabeira. Disponível em: vidasimples.co/voce-simples/a-licao-da-jabuticabeira/. Acesso em: 22 jan. 2026. 

Analise as passagens a seguir, tendo em vista o uso da conotação como recurso de expressão.

I- “Li a bula com atenção, mas como sou péssima com medidas, fiz ‘no olho’. Quatro colheres e água até o pó desaparecer.”
II- “O excesso de cuidado também sufoca. Quantas vezes, com boas intenções, pais e mães ‘adubam demais’ os filhos?”
III- “Talvez, no fundo, a gente queira evitar o sofrimento do outro para não enfrentar o nosso medo de vê-los tropeçar, a dor de achar que poderíamos ter impedido a queda.”
IV- “Confiar no caminho, no aprendizado e estar junto sem tirar o volante das mãos de quem precisa dirigir.”
V- “Quando nos mudamos para o novo apartamento, há quinze anos, ganhei uma jabuticabeira do meu marido.”

Estão CORRETAS as afirmativas 
Alternativas
Q3954725 Português

A lição da jabuticabeira



         Quando nos mudamos para o novo apartamento, há quinze anos, ganhei uma jabuticabeira do meu marido. Sempre amei jabuticabas e, talvez ainda mais, as jabuticabeiras. Minha mãe, quando morava no Mato Grosso, dizia que cada pessoa da família tinha uma árvore no quintal, e que ela refletia o momento de vida de cada um. A minha era uma jabuticabeira. Quando ela dava muitos frutos, minha mãe tirava uma foto e mandava: “Olha que linda! Sua vida está florindo.” Ela nunca mandava fotos sem flores ou frutos. Não porque a vida estivesse sempre florida, mas por aquela delicadeza que só as mães têm.


         Há algum tempo, a jabuticabeira da varanda começou a ficar amarelada. Achamos que fosse falta de sol — abrimos as cortinas. Nada. Depois abrimos as janelas, para que o vento circulasse. Também não funcionou. O Google (sim, ainda sou do tempo do Google) dizia que restavam duas alternativas: adubar ou trocar a terra. Optei pelo adubo. Mais rápido, mais fácil e muito menos possibilidade de sujeira. Escolhi o mais eficiente, com a embalagem mais bonita e as melhores recomendações. Li a bula com atenção, mas como sou péssima com medidas, fiz “no olho”. Quatro colheres e água até o pó desaparecer. Pronto. No dia seguinte, percebi algumas folhas no chão. No segundo dia, nenhuma nos galhos. Coloquei adubo demais. Chamei um jardineiro, um especialista na vida real, não mais no mundo virtual. Ele foi direto: talvez houvesse salvação, talvez não. Entrei em choque. Sempre associei adubo à força. E força, achava eu, nunca era demais. Engano.


        Passei a olhar em volta e percebi: o excesso de adubo tem seu equivalente na vida. O excesso de cuidado também sufoca. Quantas vezes, com boas intenções, pais e mães “adubam demais” os filhos? São crianças e adolescentes que, desde pequenos, não precisam lidar com o tédio, nem cumprir pequenas obrigações, nem ser responsáveis por suas tarefas. Há sempre um adulto disponível – pais, babás, professores – pronto para lembrar, ajudar e, muitas vezes, resolver o problema antes mesmo que ele aconteça.


        Mas sem tropeços, raramente há aprendizado. Sem esforço, dificilmente há conquista.


              Não defendo o “se vira” da educação mais antiga, mas também não precisamos viver no “eu resolvo”, tão contemporâneo. No meio do caminho existe o “vamos juntos”. A questão é sempre a medida. Paracelso já dizia no século 16: “A diferença entre o remédio e o veneno está na dose.” Cuidado demais é como adubo demais: sufoca a possibilidade de crescer por conta própria. Impede o outro de desenvolver sua própria forma de florescer, no seu tempo e do seu jeito. Talvez, no fundo, a gente queira evitar o sofrimento do outro para não enfrentar o nosso medo de vê-los tropeçar, a dor de achar que poderíamos ter impedido a queda. Mas um dia a gente entende: é preciso aprender a ficar no banco do passageiro. Confiar no caminho, no aprendizado e estar junto sem tirar o volante das mãos de quem precisa dirigir. E, como me ensinou minha jabuticabeira, tudo tem seu tempo: o de florescer, o de frutificar, o de perder as folhas. E, se houver paciência, o de renascer. 


Fonte: MADALOZZO, Regina. A lição da jabuticabeira. Disponível em: vidasimples.co/voce-simples/a-licao-da-jabuticabeira/. Acesso em: 22 jan. 2026. 

Analise os itens a seguir, tendo em vista os recursos de argumentação usados na construção do texto.

I- Intertextualidade.
II- Subjetividade.
III- Coloquialidade.
IV- Narratividade.
V- Figuratividade.

Estão CORRETOS os itens
Alternativas
Q3954724 Português

A lição da jabuticabeira



         Quando nos mudamos para o novo apartamento, há quinze anos, ganhei uma jabuticabeira do meu marido. Sempre amei jabuticabas e, talvez ainda mais, as jabuticabeiras. Minha mãe, quando morava no Mato Grosso, dizia que cada pessoa da família tinha uma árvore no quintal, e que ela refletia o momento de vida de cada um. A minha era uma jabuticabeira. Quando ela dava muitos frutos, minha mãe tirava uma foto e mandava: “Olha que linda! Sua vida está florindo.” Ela nunca mandava fotos sem flores ou frutos. Não porque a vida estivesse sempre florida, mas por aquela delicadeza que só as mães têm.


         Há algum tempo, a jabuticabeira da varanda começou a ficar amarelada. Achamos que fosse falta de sol — abrimos as cortinas. Nada. Depois abrimos as janelas, para que o vento circulasse. Também não funcionou. O Google (sim, ainda sou do tempo do Google) dizia que restavam duas alternativas: adubar ou trocar a terra. Optei pelo adubo. Mais rápido, mais fácil e muito menos possibilidade de sujeira. Escolhi o mais eficiente, com a embalagem mais bonita e as melhores recomendações. Li a bula com atenção, mas como sou péssima com medidas, fiz “no olho”. Quatro colheres e água até o pó desaparecer. Pronto. No dia seguinte, percebi algumas folhas no chão. No segundo dia, nenhuma nos galhos. Coloquei adubo demais. Chamei um jardineiro, um especialista na vida real, não mais no mundo virtual. Ele foi direto: talvez houvesse salvação, talvez não. Entrei em choque. Sempre associei adubo à força. E força, achava eu, nunca era demais. Engano.


        Passei a olhar em volta e percebi: o excesso de adubo tem seu equivalente na vida. O excesso de cuidado também sufoca. Quantas vezes, com boas intenções, pais e mães “adubam demais” os filhos? São crianças e adolescentes que, desde pequenos, não precisam lidar com o tédio, nem cumprir pequenas obrigações, nem ser responsáveis por suas tarefas. Há sempre um adulto disponível – pais, babás, professores – pronto para lembrar, ajudar e, muitas vezes, resolver o problema antes mesmo que ele aconteça.


        Mas sem tropeços, raramente há aprendizado. Sem esforço, dificilmente há conquista.


              Não defendo o “se vira” da educação mais antiga, mas também não precisamos viver no “eu resolvo”, tão contemporâneo. No meio do caminho existe o “vamos juntos”. A questão é sempre a medida. Paracelso já dizia no século 16: “A diferença entre o remédio e o veneno está na dose.” Cuidado demais é como adubo demais: sufoca a possibilidade de crescer por conta própria. Impede o outro de desenvolver sua própria forma de florescer, no seu tempo e do seu jeito. Talvez, no fundo, a gente queira evitar o sofrimento do outro para não enfrentar o nosso medo de vê-los tropeçar, a dor de achar que poderíamos ter impedido a queda. Mas um dia a gente entende: é preciso aprender a ficar no banco do passageiro. Confiar no caminho, no aprendizado e estar junto sem tirar o volante das mãos de quem precisa dirigir. E, como me ensinou minha jabuticabeira, tudo tem seu tempo: o de florescer, o de frutificar, o de perder as folhas. E, se houver paciência, o de renascer. 


Fonte: MADALOZZO, Regina. A lição da jabuticabeira. Disponível em: vidasimples.co/voce-simples/a-licao-da-jabuticabeira/. Acesso em: 22 jan. 2026. 

Considere a passagem “Também não funcionou. O Google (sim, ainda sou do tempo do Google) dizia que restavam duas alternativas: adubar ou trocar a terra.”
Os parênteses foram usados pela autora com o objetivo de

I- acrescentar uma observação sobre o fato de ela ainda usar o Google como fonte de pesquisa.
II- inserir um contra-argumento a um possível estranhamento pelo fato de ela fazer uso do Google.
III- ratificar a informação de que ela ainda faz uso do Google como uma fonte de pesquisa.
IV- admitir que, na atualidade, o Google é a principal e mais moderna fonte de pesquisa.
V- reconhecer que, de fato, o Google representa hoje a única fonte segura de pesquisa.

Estão CORRETAS apenas as afirmativas 
Alternativas
Q3954723 Português

A lição da jabuticabeira



         Quando nos mudamos para o novo apartamento, há quinze anos, ganhei uma jabuticabeira do meu marido. Sempre amei jabuticabas e, talvez ainda mais, as jabuticabeiras. Minha mãe, quando morava no Mato Grosso, dizia que cada pessoa da família tinha uma árvore no quintal, e que ela refletia o momento de vida de cada um. A minha era uma jabuticabeira. Quando ela dava muitos frutos, minha mãe tirava uma foto e mandava: “Olha que linda! Sua vida está florindo.” Ela nunca mandava fotos sem flores ou frutos. Não porque a vida estivesse sempre florida, mas por aquela delicadeza que só as mães têm.


         Há algum tempo, a jabuticabeira da varanda começou a ficar amarelada. Achamos que fosse falta de sol — abrimos as cortinas. Nada. Depois abrimos as janelas, para que o vento circulasse. Também não funcionou. O Google (sim, ainda sou do tempo do Google) dizia que restavam duas alternativas: adubar ou trocar a terra. Optei pelo adubo. Mais rápido, mais fácil e muito menos possibilidade de sujeira. Escolhi o mais eficiente, com a embalagem mais bonita e as melhores recomendações. Li a bula com atenção, mas como sou péssima com medidas, fiz “no olho”. Quatro colheres e água até o pó desaparecer. Pronto. No dia seguinte, percebi algumas folhas no chão. No segundo dia, nenhuma nos galhos. Coloquei adubo demais. Chamei um jardineiro, um especialista na vida real, não mais no mundo virtual. Ele foi direto: talvez houvesse salvação, talvez não. Entrei em choque. Sempre associei adubo à força. E força, achava eu, nunca era demais. Engano.


        Passei a olhar em volta e percebi: o excesso de adubo tem seu equivalente na vida. O excesso de cuidado também sufoca. Quantas vezes, com boas intenções, pais e mães “adubam demais” os filhos? São crianças e adolescentes que, desde pequenos, não precisam lidar com o tédio, nem cumprir pequenas obrigações, nem ser responsáveis por suas tarefas. Há sempre um adulto disponível – pais, babás, professores – pronto para lembrar, ajudar e, muitas vezes, resolver o problema antes mesmo que ele aconteça.


        Mas sem tropeços, raramente há aprendizado. Sem esforço, dificilmente há conquista.


              Não defendo o “se vira” da educação mais antiga, mas também não precisamos viver no “eu resolvo”, tão contemporâneo. No meio do caminho existe o “vamos juntos”. A questão é sempre a medida. Paracelso já dizia no século 16: “A diferença entre o remédio e o veneno está na dose.” Cuidado demais é como adubo demais: sufoca a possibilidade de crescer por conta própria. Impede o outro de desenvolver sua própria forma de florescer, no seu tempo e do seu jeito. Talvez, no fundo, a gente queira evitar o sofrimento do outro para não enfrentar o nosso medo de vê-los tropeçar, a dor de achar que poderíamos ter impedido a queda. Mas um dia a gente entende: é preciso aprender a ficar no banco do passageiro. Confiar no caminho, no aprendizado e estar junto sem tirar o volante das mãos de quem precisa dirigir. E, como me ensinou minha jabuticabeira, tudo tem seu tempo: o de florescer, o de frutificar, o de perder as folhas. E, se houver paciência, o de renascer. 


Fonte: MADALOZZO, Regina. A lição da jabuticabeira. Disponível em: vidasimples.co/voce-simples/a-licao-da-jabuticabeira/. Acesso em: 22 jan. 2026. 

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias veiculadas no texto.

I- Os frutos da jabuticabeira representam, metaforicamente, os momentos felizes da vida.
II- O adubo corresponde, na vida real, ao cuidado, que, usado em excesso, é prejudicial.
III- A educação dada às crianças no passado era mais adequada que a dada atualmente.
IV- As dificuldades da vida fazem parte do processo de desenvolvimento do ser humano.
V- Os pais tendem a facilitar a vida dos filhos com a intenção de evitar que eles sofram.

Estão CORRETAS apenas as afirmativas
Alternativas
Q3954317 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Inteligência Artificial e a gestão pública transparente

A inteligência artificial (IA) emerge como um agente transformador na gestão pública transparente. Com a capacidade de analisar grandes volumes de dados em tempo real, a IA pode detectar padrões e tendências, auxiliando na tomada de decisões informadas. Além disso, a automação impulsionada pela IA agiliza os processos, minimizando riscos de corrupção e aumentando a eficiência.

Em um mundo cada vez mais conectado e consciente, a transparência na gestão pública não pode ser ignorada. Ela é a base sobre a qual a confiança da sociedade é construída.

Portanto, é essencial que governos e instituições continuem a adotar medidas que promovam a transparência e garantam que a informação seja acessível, protegida e utilizada para o bem comum. Afinal, a transparência não apenas nutre a confiança e a participação cidadã, mas também fortalece as instituições governamentais e impulsiona o desenvolvimento sustentável.
No período "Ela é a base sobre a qual a confiança da sociedade é construída.", o termo destacado "da sociedade" exerce, à luz da análise sintática tradicional e da norma-padrão, a função de:
Alternativas
Q3954316 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Inteligência Artificial e a gestão pública transparente

A inteligência artificial (IA) emerge como um agente transformador na gestão pública transparente. Com a capacidade de analisar grandes volumes de dados em tempo real, a IA pode detectar padrões e tendências, auxiliando na tomada de decisões informadas. Além disso, a automação impulsionada pela IA agiliza os processos, minimizando riscos de corrupção e aumentando a eficiência.

Em um mundo cada vez mais conectado e consciente, a transparência na gestão pública não pode ser ignorada. Ela é a base sobre a qual a confiança da sociedade é construída.

Portanto, é essencial que governos e instituições continuem a adotar medidas que promovam a transparência e garantam que a informação seja acessível, protegida e utilizada para o bem comum. Afinal, a transparência não apenas nutre a confiança e a participação cidadã, mas também fortalece as instituições governamentais e impulsiona o desenvolvimento sustentável.
Considere as afirmativas a seguir, relativas à interpretação das ideias e ao sentido contextual de expressões presentes no texto. Registre (V), para as verdadeiras, e (F), para as falsas.

(__) A expressão "agente transformador" atribui à inteligência artificial um papel ativo e dinâmico no processo de modernização da gestão pública.
(__) O texto sugere que a transparência é um valor acessório, relevante apenas em contextos de alta conectividade tecnológica.
(__) Infere-se do texto que a acessibilidade e a proteção da informação são condições indispensáveis para que a transparência cumpra sua função social.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
Alternativas
Q3954315 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Inteligência Artificial e a gestão pública transparente

A inteligência artificial (IA) emerge como um agente transformador na gestão pública transparente. Com a capacidade de analisar grandes volumes de dados em tempo real, a IA pode detectar padrões e tendências, auxiliando na tomada de decisões informadas. Além disso, a automação impulsionada pela IA agiliza os processos, minimizando riscos de corrupção e aumentando a eficiência.

Em um mundo cada vez mais conectado e consciente, a transparência na gestão pública não pode ser ignorada. Ela é a base sobre a qual a confiança da sociedade é construída.

Portanto, é essencial que governos e instituições continuem a adotar medidas que promovam a transparência e garantam que a informação seja acessível, protegida e utilizada para o bem comum. Afinal, a transparência não apenas nutre a confiança e a participação cidadã, mas também fortalece as instituições governamentais e impulsiona o desenvolvimento sustentável.
No período "Afinal, a transparência não apenas nutre a confiança e a participação cidadã, mas também fortalece as instituições governamentais e impulsiona o desenvolvimento sustentável", os elementos linguísticos "Afinal" e "não apenas... mas também" exercem funções específicas na construção do sentido global do texto. À luz da norma-padrão e da teoria da argumentação textual, é correto afirmar que tais elementos: 
Alternativas
Q3954314 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Inteligência Artificial e a gestão pública transparente

A inteligência artificial (IA) emerge como um agente transformador na gestão pública transparente. Com a capacidade de analisar grandes volumes de dados em tempo real, a IA pode detectar padrões e tendências, auxiliando na tomada de decisões informadas. Além disso, a automação impulsionada pela IA agiliza os processos, minimizando riscos de corrupção e aumentando a eficiência.

Em um mundo cada vez mais conectado e consciente, a transparência na gestão pública não pode ser ignorada. Ela é a base sobre a qual a confiança da sociedade é construída.

Portanto, é essencial que governos e instituições continuem a adotar medidas que promovam a transparência e garantam que a informação seja acessível, protegida e utilizada para o bem comum. Afinal, a transparência não apenas nutre a confiança e a participação cidadã, mas também fortalece as instituições governamentais e impulsiona o desenvolvimento sustentável.
Com base na leitura atenta do texto "Inteligência Artificial e a gestão pública transparente", analise as proposições a seguir, considerando a compreensão global do texto e as inferências logicamente autorizadas por sua progressão argumentativa.

I. O texto sustenta que o uso da inteligência artificial na gestão pública ultrapassa a dimensão tecnológica, assumindo função estratégica na consolidação da confiança social.
II. O autor estabelece relação direta entre automação de processos e erradicação completa de práticas corruptas na administração pública.
III. A defesa da transparência apresentada no texto vincula-se à ideia de fortalecimento institucional e de promoção do desenvolvimento sustentável.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3954313 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Inteligência Artificial e a gestão pública transparente

A inteligência artificial (IA) emerge como um agente transformador na gestão pública transparente. Com a capacidade de analisar grandes volumes de dados em tempo real, a IA pode detectar padrões e tendências, auxiliando na tomada de decisões informadas. Além disso, a automação impulsionada pela IA agiliza os processos, minimizando riscos de corrupção e aumentando a eficiência.

Em um mundo cada vez mais conectado e consciente, a transparência na gestão pública não pode ser ignorada. Ela é a base sobre a qual a confiança da sociedade é construída.

Portanto, é essencial que governos e instituições continuem a adotar medidas que promovam a transparência e garantam que a informação seja acessível, protegida e utilizada para o bem comum. Afinal, a transparência não apenas nutre a confiança e a participação cidadã, mas também fortalece as instituições governamentais e impulsiona o desenvolvimento sustentável.
A partir da articulação entre os parágrafos do texto, é possível inferir que a posição do autor acerca da inteligência artificial na gestão pública caracteriza-se, predominantemente, por uma abordagem: 
Alternativas
Q3954312 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Qual a importância da educação financeira na vida das pessoas?

A educação financeira é o processo pelo qual as pessoas começam a fazer escolhas mais conscientes sobre o uso do dinheiro.

Podemos dizer que a educação financeira é a capacidade de entender como o dinheiro funciona e como usá-lo sem causar sofrimento em nossas vidas. Pessoas com boa educação financeira planejam melhor as suas finanças e gastam menos impulsivamente.

A educação financeira é um processo que permite desfrutar de diversos benefícios e nesse contexto, pode-se dizer ainda que, a educação financeira é o primeiro passo para a realização dos sonhos de comprar um apartamento, carro, moto, investir, viajar e ainda ter qualidade de vida.

A educação financeira é um processo simples que pode melhorar a qualidade de vida das pessoas e garantir a realização dos sonhos. Não tem segredo, é gastar menos do que você ganha, controlar as suas contas regularmente, escolher as aplicações financeiras de acordo com o seu perfil e buscar o máximo de informação. Esse é o caminho para o sucesso financeiro.

Texto Adaptado
Com base na compreensão global do texto e nas relações argumentativas construídas pelo autor acerca da educação financeira, analise as afirmativas a seguir.

I. O texto apresenta a educação financeira simultaneamente como competência individual e como condição estruturante para a realização de projetos de vida, articulando controle financeiro e bem-estar.
II. Ao afirmar que "não tem segredo", o texto minimiza a complexidade das decisões financeiras e desloca o foco para práticas meramente comportamentais de consumo.
III. O texto sugere que o sucesso financeiro decorre de um equilíbrio entre planejamento racional, adequação do investimento ao perfil do sujeito e busca contínua por informação.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3954311 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Qual a importância da educação financeira na vida das pessoas?

A educação financeira é o processo pelo qual as pessoas começam a fazer escolhas mais conscientes sobre o uso do dinheiro.

Podemos dizer que a educação financeira é a capacidade de entender como o dinheiro funciona e como usá-lo sem causar sofrimento em nossas vidas. Pessoas com boa educação financeira planejam melhor as suas finanças e gastam menos impulsivamente.

A educação financeira é um processo que permite desfrutar de diversos benefícios e nesse contexto, pode-se dizer ainda que, a educação financeira é o primeiro passo para a realização dos sonhos de comprar um apartamento, carro, moto, investir, viajar e ainda ter qualidade de vida.

A educação financeira é um processo simples que pode melhorar a qualidade de vida das pessoas e garantir a realização dos sonhos. Não tem segredo, é gastar menos do que você ganha, controlar as suas contas regularmente, escolher as aplicações financeiras de acordo com o seu perfil e buscar o máximo de informação. Esse é o caminho para o sucesso financeiro.

Texto Adaptado
Considere o seguinte período do texto:
"Podemos dizer que a educação financeira é a capacidade de entender como o dinheiro funciona e como usá-lo sem causar sofrimento em nossas vidas."
Do ponto de vista da análise sintática, a oração destacada "como o dinheiro funciona" classifica-se como:
Alternativas
Q3954310 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Qual a importância da educação financeira na vida das pessoas?

A educação financeira é o processo pelo qual as pessoas começam a fazer escolhas mais conscientes sobre o uso do dinheiro.

Podemos dizer que a educação financeira é a capacidade de entender como o dinheiro funciona e como usá-lo sem causar sofrimento em nossas vidas. Pessoas com boa educação financeira planejam melhor as suas finanças e gastam menos impulsivamente.

A educação financeira é um processo que permite desfrutar de diversos benefícios e nesse contexto, pode-se dizer ainda que, a educação financeira é o primeiro passo para a realização dos sonhos de comprar um apartamento, carro, moto, investir, viajar e ainda ter qualidade de vida.

A educação financeira é um processo simples que pode melhorar a qualidade de vida das pessoas e garantir a realização dos sonhos. Não tem segredo, é gastar menos do que você ganha, controlar as suas contas regularmente, escolher as aplicações financeiras de acordo com o seu perfil e buscar o máximo de informação. Esse é o caminho para o sucesso financeiro.

Texto Adaptado
Considere o seguinte trecho adaptado do texto-base:
"A educação financeira é o primeiro passo para a realização dos sonhos de comprar um apartamento, carro, moto, investir, viajar e ainda ter qualidade de vida. Esse é o caminho para o sucesso financeiro."
À luz da teoria das figuras de linguagem e do funcionamento semântico-discursivo do excerto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3954309 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Qual a importância da educação financeira na vida das pessoas?

A educação financeira é o processo pelo qual as pessoas começam a fazer escolhas mais conscientes sobre o uso do dinheiro.

Podemos dizer que a educação financeira é a capacidade de entender como o dinheiro funciona e como usá-lo sem causar sofrimento em nossas vidas. Pessoas com boa educação financeira planejam melhor as suas finanças e gastam menos impulsivamente.

A educação financeira é um processo que permite desfrutar de diversos benefícios e nesse contexto, pode-se dizer ainda que, a educação financeira é o primeiro passo para a realização dos sonhos de comprar um apartamento, carro, moto, investir, viajar e ainda ter qualidade de vida.

A educação financeira é um processo simples que pode melhorar a qualidade de vida das pessoas e garantir a realização dos sonhos. Não tem segredo, é gastar menos do que você ganha, controlar as suas contas regularmente, escolher as aplicações financeiras de acordo com o seu perfil e buscar o máximo de informação. Esse é o caminho para o sucesso financeiro.

Texto Adaptado
Considerando o encadeamento argumentativo do texto, a função dos exemplos e a relação entre ideias principais e secundárias, assinale a alternativa cuja interpretação representa corretamente a orientação discursiva do autor.
Alternativas
Q3954308 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Qual a importância da educação financeira na vida das pessoas?

A educação financeira é o processo pelo qual as pessoas começam a fazer escolhas mais conscientes sobre o uso do dinheiro.

Podemos dizer que a educação financeira é a capacidade de entender como o dinheiro funciona e como usá-lo sem causar sofrimento em nossas vidas. Pessoas com boa educação financeira planejam melhor as suas finanças e gastam menos impulsivamente.

A educação financeira é um processo que permite desfrutar de diversos benefícios e nesse contexto, pode-se dizer ainda que, a educação financeira é o primeiro passo para a realização dos sonhos de comprar um apartamento, carro, moto, investir, viajar e ainda ter qualidade de vida.

A educação financeira é um processo simples que pode melhorar a qualidade de vida das pessoas e garantir a realização dos sonhos. Não tem segredo, é gastar menos do que você ganha, controlar as suas contas regularmente, escolher as aplicações financeiras de acordo com o seu perfil e buscar o máximo de informação. Esse é o caminho para o sucesso financeiro.

Texto Adaptado
Considere as afirmativas a seguir, relativas à interpretação do texto e às informações explícitas e implícitas nele contidas. Registre (V), para as verdadeiras, e (F), para as falsas.

(__) O texto constrói a educação financeira como um processo formativo contínuo, e não como um conjunto pontual de técnicas de economia.
(__) Ao relacionar educação financeira à "qualidade de vida", o texto restringe sua relevância exclusivamente à dimensão material do bem-estar.
(__) A expressão "gastar menos do que você ganha" funciona, no texto, como síntese normativa de um princípio mais amplo de gestão financeira responsável.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta. 
Alternativas
Q3953962 Português
Assinale a alternativa que se apresenta correta em relação ao emprego da palavra destacada: 
Alternativas
Q3953961 Português
Assinale a alternativa em que a palavra destacada apresenta o sentido de tempo: 
Alternativas
Q3953960 Português

Imagem associada para resolução da questão

ARIONAURO. Celular vício redes sociais. Disponível em <http://www.arionaurocartuns.com.br/2021/02/chargecelular-vicio-redes-sociais.htm>.


A expressão “Não consigo parar de navegar”, utilizada na charge acima, indica uma ação: 

Alternativas
Q3953959 Português
Assinale a alternativa em que o espaço em branco só pode ser preenchido corretamente com “a”.
Alternativas
Q3953958 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão escritas corretamente, de acordo com as normas vigentes em Língua Portuguesa:
Alternativas
Q3953957 Português
Assinale a alternativa em que a frase se encontra com a pontuação totalmente correta:
Alternativas
Respostas
3481: B
3482: C
3483: A
3484: E
3485: C
3486: A
3487: A
3488: C
3489: C
3490: C
3491: D
3492: C
3493: A
3494: D
3495: E
3496: D
3497: B
3498: C
3499: D
3500: B