Questões de Concurso
Sobre português para psicólogo
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I. Em “Ninguém me perguntou”, a forma pronominal é empregada em mesóclise, já que o termo “me” aparece entre o radical e a desinência verbal.
II. Em “não havia ninguém por perto para interrompê-la”, o pronome está em ênclise, ocorrendo a união do oblíquo ao verbo no infinitivo devido à ausência de fator atrativo.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
I. Em “morrerei de fome”, o verbo está no futuro do presente do indicativo, exprimindo uma previsão decorrente da continuidade de determinada situação.
II. Em “a inspiração mingua”, o verbo está no presente do indicativo, indicando um fato habitual no cotidiano narrado pela autora.
III. Em “Maya Angelou acordava às 5h50”, o verbo encontra-se no pretérito imperfeito do indicativo, expressando um hábito reiterado no passado.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
Eu estava revendo, ontem, as anotações no livro.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente a frase na voz passiva.
Concedi-lhe de férias uma viagem inesquecível para que pudesse ficar mais feliz.
Os vocábulos grifados são, respectivamente:
Minh’alma é a borboleta, que espaneja
O pó das asas lúcidas, douradas…
Qual a figura de linguagem está presente nesses versos?
1. O médico receitou um antinflamatório para aliviar a dor muscular.
2. A escola promoverá um curso pré-vestibular gratuito.
3. O pesquisador coordenará o grupo coeditor responsável pela revista científica.
Assinale a alternativa cujo conjunto de formações está totalmente correto segundo as regras de uso do hífen.
“Daqui a muito progresso tecno-ilógico,
quando for impossível detectar o domingo,
pelo sumo das laranjas no ar e bicicletas…”
A oração destacada tem valor de: