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Sobre português para copeve-ufal
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Anestesia apaga memórias ruins
O gás xenônio, que é usado em faróis de carro (pois gera luz quando recebe eletricidade) e também como anestésico, tem uma terceira utilidade: eliminar memórias traumáticas. Pelo menos em cobaias de laboratório. A descoberta é de cientistas americanos, que submeteram um grupo de ratos a uma situação desagradável – quando tocava um determinado som, eles levavam um choque. As cobaias que inalaram xenônio se esqueceram desse fato e passaram a ignorar o alerta sonoro. O efeito acontece porque o gás bloqueia a ação de um aminoácido chamado NMDA, que é necessário para a preservação das memórias.
Disponível em:<https://super.abril.com.br/comportamento/anestesia-aoaga-memorias-ruins/> . Acesso em: 18 set. 2018.
Os termos destacados no texto têm relações textuais de
[...]
Durante os dois primeiros anos do Ensino Médio, eu tinha apenas dois cadernos e quase nada escrito neles. Era difícil me adaptar a uma educação que não provocava minha inteligência. Alguns naquela época, vendo meu aparente desinteresse, achavam que eu não seria nada na vida. Mas, dentro de mim, havia uma explosão de ideias. Pensar era uma aventura que me encantava. [...]
CURY, Augusto. Pais brilhantes, professores fascinantes. Rio de Janeiro: Sextante, 2003, p. 70.
Considerando o texto, o autor acredita que
Dadas as placas,

verifica-se que estão corretas quanto às concordâncias nominal e
verbal
Cada criança que nasce num grupo [...] adquire hábitos de fala e de resposta nos primeiros anos de sua vida. Este é, indubitavelmente, o maior feito que a qualquer um de nós é requerido. Exatamente como as crianças aprendem a falar não se sabe; o processo parece ser algo como o que se segue:
(1) Sob estimulação variada, a criança produz e repete sons vocais. Isso parece ser um traço hereditário. Suponha-se que ela faça um ruído que possa ser representado como da, embora, por certo, os movimentos e os sons resultantes difiram de quaisquer dos que são usados na fala convencional em inglês. As vibrações sonoras atingem os ouvidos da criança enquanto ela repete os movimentos. O resultado é um hábito: onde quer que um som semelhante atinja seu ouvido, é provável que ela faça esses mesmos movimentos bucais, repetindo o som da. Tal balbucio treina-a na reprodução de sons vocais que cheguem a seus ouvidos.
[...]
BLOOMFIELD, Leonard. Language. Chicago: The University of Chicago Press, 1984. p. 29.
O vocábulo que apresenta correta classificação quanto à função em:
[...] Que pena que só sei escrever quando espontaneamente a “coisa” vem. Fico assim à mercê do tempo. E, entre um verdadeiro escrever e outro, podem-se passar anos. Lembro-me agora com saudade da dor de escrever livros.
LISPECTOR, Clarisse. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
Dadas as frases,
I. Lembro-me agora com saudade a dor de escrever livros.
II. Lembro agora com saudade da dor de escrever livros.
III. Lembro agora com saudade a dor de escrever livros.
verifica-se que é(são) reescrita(s) correta(s) da sentença destacada no texto
Sonetos: III
[...]
Se a quereis conhecer, vinde comigo,
Vereis a formosura, que eu adoro;
Mas não; tanto não sou vosso inimigo:
Deixai, não a vejais; eu vo-lo imploro;
Que se seguir quiserdes, o que eu sigo,
Chorareis, ó pastores, o que eu choro.
COSTA, Cláudio Manuel. Poemas. São Paulo: Círculo do Livro, 1979.
As formas verbais destacadas no texto são atos de fala
Solar, feliz. É assim que Gustavo Black Alien, ex Planet Hemp, descreve seu segundo trabalho, Babylon by gus – Vol. II – No princípio era o verbo, que chega ao mercado mais de uma década após seu primeiro disco solo. Depois de anos de luta contra a dependência de álcool, o rapper, há um ano sem beber, diz que compor sóbrio lhe fez bem. “Demoro mais, porém, estou mais rigoroso, reflito melhor”, diz Alien, que, na faixa “Terra”, o primeiro single do álbum, fala sobre sua busca pela espiritualidade. Há versos mais duros, como em “Rolo compressor”, que abordam a opressão. “O papel do artista é também o de informar o povo, dar educação que o governo não oferece”, diz.
Revista GOL, set. 2015, p. 72.
Como se pode conferir, o texto apresenta uma série de variáveis significativas e expressivas, ou seja, aponta para diferentes linhas temáticas que servem para apresentar um trabalho artístico. Esse fenômeno está presente no texto da seguinte forma:
O que as pesquisas recentes dizem sobre a parte da nossa mente que não temos acesso.
NEGRETTI, Natália e AGUIAR, Érica. Segredos da mente. Ano 2. n. 6, 2015.
Considerando o excerto referente, bem como as orientações gramaticais normativas de que o pronome relativo poderá aparecer precedido de preposição, caso haja um vocábulo que assim a exija, a ausência da preposição no fragmento destacado acarreta uma inadequação gramatical que diz respeito à
Dadas as orações,
I. Perguntei àquele garoto se gostaria de estudar em outro turno.
II. Normalmente, não gosto de ir à reuniões.
III. Passarei aqui à uma hora qualquer para te levar ao shopping.
IV. Minha encomenda chegou à uma hora da tarde do dia cinco de maio de 2004.
verifica-se que estão corretas quanto ao emprego do acento grave apenas
[...]
Ilustro com modestíssimo exemplo de proatividade. Em minha rua morava um senhor, a quem eu cumprimentava todo santo dia, sem receber sequer um sorriso. Quem sairia vencedor: ele, trancado em si mesmo, ou eu, insistindo em aproximação? [...]
SAVARY, Flávia. Revista CidadeNova. Ed. 587. Ano LVII. n. 3, mar. 2015.
Dadas as expressões,
I. Ação ou efeito de manter-se ativo.
II. Atenção às oportunidades.
III. Antecipação aos fatos.
IV. Vigilância de forma altiva.
verifica-se que pode(m) substituir, sem prejuízos semânticos, a palavra proatividade
[...] os recursos públicos estão sendo privatizados e o financiamento de novos fundos não têm mais a responsabilidade pública. Trata-se da implementação de uma ideologia da responsabilização do indivíduo segundo o qual, se não conseguir competir, deve viver como “pária”, como excluído. Como há menos condições de competição nos indivíduos, ou porque sejam cada vez mais exigentes, a consequência desse processo é a produção, cada vez maior, de párias sociais.
FALEIROS, Vicente de Paula. Desafios do serviço social na era da globalização. In: Serviço social e Sociedade, São Paulo, n. 61, 1999.
Acerca da oração destacada, é linguisticamente adequado afirmar que, em relação à última oração, ela expressa uma circunstância de

Admitindo a implicitude do verbo ser na placa (É PROIBIDO), é correto afirmar que essa expressão

Disponível em: <https://br.pinterest.com/pin/519673244478363256/>. Acesso em: 09 abr. 2018.
A respeito dos pronomes oblíquos átonos encontrados no quadrinho, é correto afirmar que
Cheguei a tempo de te ver acordar Eu vim correndo à frente do sol Abri a porta e antes de entrar Revi a vida inteira [...]
Falar da cor dos temporais
Do céu azul, das flores de abril Pensar além do bem e do mal Lembrar de coisas que ninguém viu O mundo lá sempre a rodar E em cima dele tudo vale Quem sabe isso quer dizer amor Estrada de fazer o sonho acontecer [...]
Disponível em: <https://www.letras.mus.br/milton-nascimento/70280/#mais-acessadas>. Acesso em: 08 abr. 2018.
Sobre os aspectos gramaticais utilizados na composição da canção, dadas as seguintes proposições,
I. No primeiro verso: “Cheguei a tempo de te ver acordar”, a colocação do pronome te poderia ser alterada sem prejuízos de sentido. II. Em “Eu vim correndo à frente do sol”, justifica-se o uso do sinal indicativo de crase por se tratar de uma locução adverbial formada a partir de palavra feminina. III. No verso: “Lembrar de coisas que ninguém viu”, ao retirar a preposição de do termo regido, o verbo lembrar (termo regente) passará a ser pronominal (Lembrar-se).
verifica-se que está(ão) correta(s)
BAGNO, Marcos. Quem ri do quê? Disponível em: <https://marcosbagno.wordpress.com/category/sociolinguistica/caros-amigos/>. Acesso em: 09 abr. 2018.
Dados os períodos quanto ao emprego da vírgula,
I. “No presente, a única forma diferente das outras é a da 3 a pessoa do singular...”. II. “Ninguém se assusta com isso, ninguém ri disso...”. III. “Qual é a reação, porém, desses mesmos brasileiros...”. IV. “...eu morava, tu morava, ele morava, nós morava,...”.
verifica-se que houve deslocamento ou antecipação de um termo sintático em apenas
Muitos não têm paciência ou não gostam de ler sobre a cultura afegã, tampouco sobre as suas nuances. A partir da vida de uma família de classe média, a autora consegue percorrer as diversas sendas que tanto diferenciam a cultura afegã das demais. Asne Seierstad teve uma incrível sensibilidade para descrever tão bem as entranhas desta cultura. Se não estiver disposto(a) a deparar-se com contrastes culturais chocantes, dificilmente gostará deste livro. Apesar de poder ser lido como romance, não espere por uma história contínua. Na verdade, poucos são os capítulos que guardam tal característica, os demais são escritos de modo mais independente – o que, para mim, não prejudicou em nada o transcorrer da obra. Sou um apaixonado pela cultura do Afeganistão. Esta obra é um incrível relato sobre a sofrida vida naquele país. É impressionante deparar-se com uma cultura tão empedrada e quase nunca questionada, bem como com os diversos relatos de guerra. Confrontamo-nos com o domínio soviético, passamos pelo período da guerra civil, que envolve tanto o Regime de Cabul quanto o controle dos Mujahedin e chegamos ao tenebroso regime Talibã. Do meio para o final, o livro ganha um tom menos fundamentalista e mais ‘liberal’, que é o período “pós-Talibã”.
A leitura foi fantástica, o livro é cativante e, sobretudo, ensina!
Resenha do livro O livreiro de Cabul, por Felipe Albiero – SKOOB. Disponível em: <www.skoob.com.br/livro/resenhas/310/mais-gostaram>. Acesso em: 22 abr. 2018.
Pela sua construção composicional e discursiva, o texto é caracterizado como uma resenha porque
No dia seguinte deu-se isto: estavam almoçando quando a porta se abriu, Pietro! Era um ingrato, era tudo o que você quiser, mas era filho. Foi uma festa. Tanto tempo, como é que viera sem avisar! Como estava grande! Pois fazem seis anos já! – Meu pai desculpa... [...]
O melhor de Mário de Andrade: contos e crônicas. RJ: Nova Fronteira, 2015. p. 73.
Na narrativa, a ação possui um movimento temporal que a dinamiza. Esse movimento é marcado no texto, principalmente, pelas formas verbais
O tema deste 'Família' é a falta de amadurecimento dos filhos adultos de hoje em dia. Assista.
Rosely Sayão responde a duas dúvidas muito enviadas pelos leitores, relacionadas à falta de amadurecimento dos filhos adultos. Um espectador diz que seu filho de 24 anos age feito adolescente e pergunta se isso seria a Síndrome de Peter Pan. Uma mãe questiona por que os filhos adultos de hoje agem como se os pais fossem obrigados a sustentá-los a vida inteira. A psicóloga explica que o contexto sociocultural em que se vive afeta os filhos – muitas vezes à revelia dos pais. “E, do bebê ao velho, o anseio de todo mundo atualmente é ser eternamente jovem”. ____________, adultos se comportam como adolescentes porque existe esse sentimento de que só há lugar para a juventude. ____________, sem intenção, os pais educam de uma maneira que dá a entender que sempre resolverão os problemas dos filhos. “Lição de casa é um bom exemplo. É um problema só do estudante com a escola, mas todo pai e mãe acha importante acompanhar. ____________ acaba sentando junto para fazer tarefa e, se não há tempo, contrata professor particular para ajudar”, diz Rosely. ____________, o filho assimila que a vida consiste somente em desfrutar da parte prazerosa – a dureza fica relegada aos pais.
Disponível em: <https://www.veja.abril.com.br>. Acesso em: 19 abr. 2018.
Assinale a alternativa cujos termos completam, na sequência apresentada, as lacunas do texto, compondo os elementos articuladores dos períodos e dos parágrafos.
Amigos invisíveis
Assim como há os amigos imaginários da infância, há os amigos invisíveis na maturidade. Aqueles que não estão perto podem estar dentro. Tenho amigos que nunca mais vi, que nunca mais recebi novidades e os valorizo com o frescor de um encontro recente. Não vou mentir a eles “vamos nos ligar” num esbarrão de rua. Muito menos dar desculpas esfarrapadas ao distanciamento. Eles me ajudaram e não necessitam atualizar o cadastro para que sejam lembrados. Ou passar em casa todo o final de semana e me convidar para ser padrinho de casamento, dos filhos, dos netos, dos bisnetos. Caso encontrá-los, haverá a empatia da primeira vez, a empatia da última vez, a empatia incessante de identificação. Amigos me salvaram da fossa, amigos me salvaram das drogas, amigos me salvaram da inveja, amigos me salvaram da precipitação, amigos me salvaram das brigas, amigos me salvaram de mim. [...]
Disponível em: <https://blogdaja.wordpress.com/tag/fabricio-carpinejar/>. Acesso em: 07 abr. 2018.
I. Sendo o verbo “receber” transitivo direto e indireto (receber – alguma coisa – novidades; de alguém – dos amigos), exige a preposição “de” anteposta ao objeto indireto, o pronome relativo “que”. Dessa forma, há inadequação quanto à regência no período analisado. II. O verbo “ver" apresenta, no contexto, a mesma transitividade que o verbo “receber”. Assim ambos possuem idêntica regência. III. No período apontado, identifica-se a presença de orações subordinadas adjetivas. IV. Segundo as regras da gramática normativa, existem duas inadequações no fragmento destacado.
verifica-se que estão corretas apenas