Questões de Concurso
Para educação
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Sobre algoritmos de escalonamento de processos, analise as assertivas e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) No escalonamento não preemptivo, o processo em execução é mantido na CPU até ser bloqueado ou liberar voluntariamente o processador. Ao término do processamento de uma interrupção de relógio, o processo que estava em execução é retomado, sem que essa interrupção desencadeie a seleção de um novo processo.
( ) No algoritmo primeiro a chegar, primeiro a ser servido (FCFS – First Come, First Served), um processo que retorna ao estado pronto após aguardar uma operação de entrada/saída (E/S) é colocado no início da fila, à frente dos processos que ainda aguardam execução.
( ) O algoritmo tarefa mais curta primeiro (SJF – Shortest Job First), em sua versão não preemptiva, minimiza o tempo de espera médio mesmo quando novas tarefas chegam ao sistema em momentos distintos ao longo da execução.
( ) Em um algoritmo de escalonamento preemptivo baseado em quantum de tempo, ao fim do intervalo de tempo alocado a um processo, caso o processo ainda esteja em execução, ele é suspenso, e o escalonador escolhe outro processo para executar, se algum estiver disponível.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Um docente do IF é designado para coordenar a expansão do Curso Técnico em Proteção e Defesa Civil para novos campi localizados em regiões com vulnerabilidades geológicas e hidrometeorológicas distintas. O projeto deve estar alinhado ao PN-PDC 2025-2035, que prevê a capacitação continuada e o comportamento de prevenção como eixos transversais de resiliência nacional. O cenário geral é descrito a seguir:
1. Cenário pedagógico: a necessidade de implementar a avaliação por competências e o uso de simulações e exercícios operacionais (simulados) integrados à comunidade local. 2. Cenário institucional: a exigência de que o curso não seja apenas uma entrega de sala de aula, mas um hub de apoio técnico e científico aos setores de Proteção e Defesa Civil municipais da região, integrando ensino, pesquisa e extensão (Nexus).
3. Dilema de gestão: como estruturar a expansão do curso para que ele atue simultaneamente na formação técnica de excelência e na assessoria científica à gestão de riscos local, respeitando a autonomia dos entes federativos e as normas da EPT.
Considerando os fundamentos da EPT e os estudos de Beppler et al. (2024) sobre a atuação dos IFs, qual é a estratégia de expansão mais robusta e tecnicamente correta?
Durante uma atividade de extensão, um docente do curso técnico em Proteção e Defesa Civil realiza uma oficina em uma comunidade localizada em área suscetível a inundações e movimentos de massa. Na atividade, os moradores relatam que:
- Nunca elaboraram um plano de autoproteção;
- Não sabem identificar rotas seguras de saída;
- Possuem idosos e crianças na residência;
- Não têm definição de ponto de encontro em caso de evacuação.
O docente, alinhado às diretrizes de ERRD e à construção de uma cultura de prevenção, propõe a elaboração do Plano de Autoproteção Familiar. Considerando esse contexto, assinale a alternativa que apresenta a orientação técnica mais adequada para a definição de uma rota de fuga segura.
Um docente do curso de técnico de Proteção e Defesa Civil orienta uma comunidade na elaboração do Plano de Autoproteção Familiar, utilizando o Guia de Autoproteção Familiar (IFC, 2024) como estratégia pedagógica para desenvolver a percepção de risco e a tomada de decisão em situações de emergência. Ao estruturar o conteúdo sobre rotas de fuga seguras, o docente busca integrar a formação do técnico em Proteção e Defesa Civil com princípios de gestão de riscos, continuidade de funções críticas, com a Lei nº 12.608/2012 e com as diretrizes internacionais do Marco de Sendai e do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas – PCC (2023). Nesse contexto, analise as assertivas a seguir:
I. A definição da rota de fuga no âmbito familiar constitui uma aplicação prática da gestão de riscos, baseada na identificação de ameaças, vulnerabilidades e capacidades locais.
II. A priorização da proteção da vida na definição de rotas de fuga está alinhada ao conceito de continuidade de funções críticas, sendo a vida o ativo essencial a ser preservado.
III. A inclusão de grupos vulneráveis (idosos, pessoas com deficiência, crianças e animais) é elemento estruturante do plano, influenciando diretamente a viabilidade da rota de fuga.
IV. A participação da comunidade na identificação de rotas de fuga pode comprometer a eficácia dos planos institucionais, devendo ser limitada ao cumprimento de orientações previamente definidas.
Quais estão corretas?