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N·mm e torque T = 625
N·mm.
Considere limite de escoamento Sy = 100 MPa e fator de
segurança n = 2. Despreze concentrações de tensão e use o
critério da energia de distorção (von Mises), com
Quando necessário, considere: 8³ = 512; 10³ = 1000; 12³ = 1728; 14³ = 2744. O menor diâmetro d que atende ao projeto é:
L(s) = G(s) H(s)
Admita que L(s) não possui polos no semiplano direito (P = 0). A partir do diagrama de Bode de L(jω), foram obtidas as seguintes informações:
na frequência de cruzamento de ganho ωgc (onde |L(jωgc)| = 0 dB), a fase é
L(jωgc) ≈ −150o na frequência de cruzamento de fase ωpc (onde
L(jωpc) = −180o
),
o módulo é |L(jωpc)| ≈ −8 dB Com base no método de Nyquist/Bode, esse sistema é:
V = R i + Ke ω; T = Kt i,
com Kt = Ke. Para uma tensão V fixa e carga que exige maior torque, deseja-se aumentar o torque disponível em regime permanente, sem alterar V. A alteração de parâmetro que tende a aumentar o torque de regime, para a mesma velocidade ω, é:
Deseja-se que o lugar geométrico das raízes (LGR) passe pelo polo dominante de projeto
. Adote as seguintes
aproximações quando necessárias: arctan(5,5 / 4) = 54o ;
arctan(5,5) = 80o ;
arctan(5,5 / 2,5) = 66o ;
arctan(5,5 / 21) = 15o .
Um compensador de avanço em série do tipo
com z<p, que satisfaz a condição de ângulo no ponto Sd é: Paciente de 26 anos dá entrada em pronto-socorro com quadro de colúria, edema de membros inferiores e crise hipertensiva. Nega febre previamente sem comorbidades, relata viagem recente à Bahia, relata ter feito trilhas longas e se alimentado de peixes e crustáceos locais, evoluindo com quadro uma semana depois.
Exames laboratoriais: Hb 9,5 g/dL; leucometria 10.000; PCr 1,7 U 256 mg/dL Cr 5. 7mg/dL K 6,8 mEq/L Na 145 mEq/L Bic 14 meQ/L CPK 2.000.
EAS: hb 3+; ptn 2+; ´ph 2
Qual provável diagnóstico e conduta do caso?
Paciente 45 anos, com histórico de nefrolitíase de repetição Urinálise mostra o seguinte cálculo:

Considerando que esse tipo de cristal é associado a medicação, qual provável patologia de base do paciente:
Mulher, 26 anos de idade, apresentando quadro de hematúria dismórfica associada a proteinúria de 1800 mg/24 e piora de função renal no último ano (Cr 1.8 mg/dL).
Sorologias virais negativas. FAN não reagente. Anti-DNA não reagente. C3 75 mg/dL; C4 20 mg/dL
Foi realizada biópsia renal, com detecção de expansão e hipercelularidade mesangial, proliferação endocapilar, reação de membrana basal glomerular com formação de dupla membrana; A Imunofluorescência com resultado parcial indicando depósitos localizados em mesângio, subepitélio e intramembrana. Há presença de crescentes.
Dentre as alternativas abaixo, qual provável diagnóstico da paciente:
Paciente de 62 anos de idade, internado em UTI devido a sepse urinária, evoluindo com oligúria e acidose metabólica. Apresenta o seguinte valor de exames laboratoriais:
- gasometria: pH 7.11 HCO3 14 pcO2 34 SatO2 99% PO2 150
- ureia 101 Cr 1.9 mg/Dl Albumina sérica de 2,5 g/dL
- Na 136 mEq/L Cl 110 mEq/L K 5,5 mEq/L
A correta classificação do distúrbio hidroeletrolítico do paciente é:
Paciente de 18 anos, em investigação de HAS resistente, com histórico familiar similar. Foram realizados exames de rastreio de causa secundária de HAS, com os seguintes valores:
- ureia 16 mg/dL; Cr 0,77 mg/dL
- gasometria: Ph 7.47; Bic 32 mEQ/l
- na 144 mEq/L; K 3,0 mEQ/L
- metanefrinas urinárias: não detectadas
- atividade de reninina: 1.99 ng/mL/h (VR 4,16 – 9,18)
- aldosterona: 1.7 ng/dL (VR 5 – 30)
- cortisol sérico 10 mcg/dL
Diante desses resultados e dada etiologia de HAS, qual é a melhor opção para tratamento da HAS do paciente: