Questões de Concurso
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Nesse sentido, o microrganismo provável e a ferramenta de gestão da qualidade que foi essencial para delimitar a extensão do problema e possibilitar o recall eficiente nesse cenário são:
Nesse sentido, o nível de classificação dessas não conformidades, em um sistema de inspeção sanitária baseado em risco, e a ação imediata mais adequada que o Engenheiro de Alimentos da planta deve tomar para resolver a falha mais grave, de acordo com as Boas Práticas de Fabricação (BPF) e a legislação sanitária brasileira, são:
Considerando a patogênese desse microrganismo em alimentos e a epidemiologia de DTA, o tipo de toxina de Bacillus cereus que provavelmente causou os sintomas predominantes e a condição mais crítica para a sua formação no alimento, que resultou na rápida manifestação dos sintomas, são:
Em um cenário de escassez hídrica e infraestrutura limitada, a principal estratégia de controle microbiológico para a preservação desses produtos, considerando a termoresistência dos esporos, e a ferramenta de gestão da qualidade mais desafiadora para implementar e manter, que seria crucial para o sucesso da cadeia de valor sustentável dos agricultores familiares, nesse contexto, são:
O ciclo hidrológico pode ser definido como sendo o fenômeno de circulação de água entre a atmosfera e a superfície terrestre. No nível global, é um sistema fechado, porém no nível local é um sistema aberto, pois o volume precipitado em uma determinada região pode ter origem em diversas outras áreas, diferentes daquela onde ocorreu efetivamente a precipitação. (...) O ciclo hidrológico apresenta os seguintes componentes: evaporação/ evapotranspiração, precipitação, interceptação, infiltração e escoamento superficial.
Guerra, Antonio J. T; Vitte, Antonio C. (Orgs.). Reflexões Sobre a Geografia Física no Brasil. 6ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2012, p. 161
Sobre os componentes do ciclo hidrológico, podemos destacar que:
Cientistas do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) afirmam que as mudanças climáticas representam uma realidade definitiva e incontornável do mundo atual. Sobre esse assunto, podemos destacar que:
Esta luta expressa o conflito de interesses regionalmente estabelecidos e compõe uma nova agenda dos regionalismos das regiões que se beneficiam dos novos paradigmas tecnológicos e que lutam contra a isonomia inerente ao Estado nacional e suas intervenções para reduzir desequilíbrios regionais.
CASTRO, Inácio Elias de. Geografia e Política: território, escalas de ação e instituições. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005, p. 222.
A questão regional é um elemento de debate que reacende as múltiplas desigualdades do mundo contemporâneo. Regiões aparecem como “vencedoras”, quando se beneficiam das mais desenvolvidas redes econômicas globais, e “perdedoras”, quando ficam à margem dos processos de acumulação de riqueza. Nesse sentido, como elementos que envolvem as diferentes percepções sobre as regiões "vencedoras e perdedoras" da globalização, podemos destacar que:
Em uma cidade capitalista, especialmente se situada em um país (semi)periférico, o quadro é muito diverso: a segregação está entrelaçada com disparidades estruturais na distribuição da riqueza socialmente gerada e do poder. A segregação deriva de desigualdades e, ao mesmo tempo, retroalimenta desigualdades, ao condicionar a perpetuação de preconceitos e a existência de intolerância e conflitos. À pobreza urbana e à segregação residencial podem ser acrescentados outros problemas, não raro intimamente associados com elas duas.
SOUZA, Marcelo Lopes de. ABC do desenvolvimento urbano. 3ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007, p. 84.
Um dos problemas associados à segregação residencial e à pobreza urbana perceptível nas características da urbanização brasileira é a:
O intemperismo é o conjunto de modificações de ordem física e química que as rochas sofrem ao aflorar na superfície da Terra. Os produtos do intemperismo, que são a rocha alterada e o solo, estão sujeitos aos outros processos do ciclo supérgeno – erosão, transportes e sedimentação – os quais acabam levando à denudação continental, com o consequente aplainamento do relevo.
TEIXEIRA, W. Et al. Decifrando a Terra. 2ª ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2009, p. 210.
Sobre os elementos que envolvem os diferentes tipos de intemperismo, podemos destacar que:
O segundo mandato do governo Donald Trump a frente dos Estados Unidos da América vem colocando os geógrafos econômicos numa encruzilhada: como compreender que o mesmo país que promoveu amplamente a ordem neoliberal internacional nas últimas décadas agora atua como formulador de novos arranjos políticos e econômicos no Sistema Internacional a partir de concepções e projetos de vieses nacionalistas. A partir dessa conjuntura de transformações, podemos considerar que a atual ordem internacional:
A trigésima Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP-30) será realizada em Belém, no estado do Pará, em novembro de 2025. Especialistas apontam que a COP-30 poderá oferecer possibilidades para a região amazônica e para a política externa brasileira. Contudo, há o alerta de que algumas contradições se impõem, sobretudo pelos elementos que envolvem a realidade cotidiana dos povos tradicionais que vivem na Amazônia brasileira e que podem colocar o governo brasileiro em uma situação delicada frente aos demais atores (internos e externos, estatais e não estatais) participantes do evento. A partir do que se espera para a COP-30, como uma possibilidade para a região amazônica e uma contradição que envolve o governo do país-sede, podemos destacar, respectivamente: