Questões de Concurso Para policial

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Q1968174 Estatística

Imagem associada para resolução da questão


Com base no conjunto de dados mostrado no quadro acima, tendo como medida de assimetria a expressão Imagem associada para resolução da questãoem que Imagem associada para resolução da questão representa a média amostral, M denota a mediana amostral eé o desvio-padrão amostral, então o valor de A é igual a 

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Q1968173 Estatística

Imagem associada para resolução da questão


Considere que a figura acima mostre a distribuição de frequências absolutas de uma variável Y . Nesse caso, a variância amostral dessa variável é igual a 

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Q1968172 História e Geografia de Estados e Municípios
O Tratado de Petrópolis, assinado em 17 de novembro de 1903, estabeleceu marcos regulatórios e jurídicos sobre territórios da Amazônia ocidental. Considerando esse tratado, assinale a opção correta. 
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Q1968171 Atualidades

As mudanças climáticas provocadas pela ação antrópica geram impactos sobre os biomas em escala global. Os modelos climáticos estimam que, até o ano de 2050, as temperaturas na Amazônia aumentarão em 2 °C a 3 °C.

Internet:<www.wwf.org.br>(com adaptações).


Tendo como referência o assunto abordado no texto anterior, assinale a opção correta a respeito das mudanças climáticas na Amazônia.

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Q1968170 História e Geografia de Estados e Municípios
Em relação aos limites territoriais de Rondônia, assinale a opção correta. 
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Q1968169 Atualidades
A reestruturação produtiva da agropecuária na Amazônia tem sido responsável pela expansão da produção de uma commodity em detrimento de outras, em um processo denominado de rondonização. A rondonização da Amazônia refere-se 
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Q1968168 História e Geografia de Estados e Municípios
A exploração e a colonização do oeste da Amazônia foram, em grande medida, facilitadas pelo projeto Calha Norte, o qual 
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Q1968167 História e Geografia de Estados e Municípios
Assinale a opção correta acerca dos povos indígenas, dos quilombolas e das populações tradicionais em Rondônia.
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Q1968166 História e Geografia de Estados e Municípios
A respeito do departamento de Beni, situado na Bolívia e vizinho ao estado brasileiro de Rondônia, assinale a opção correta.
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Q1968165 História e Geografia de Estados e Municípios
Considerando o zoneamento ecológico-econômico (ZEE) do estado de Rondônia, assinale a opção correta. 
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Q1968164 História e Geografia de Estados e Municípios
Em relação à produção de energia pelas usinas hidrelétricas do Baixo Madeira e ao seu alcance regional, assinale a opção correta.
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Q1968163 História e Geografia de Estados e Municípios
O antigo Território Federal do Guaporé, criado no governo de Getúlio Vargas, em 1943, era composto
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Q1968162 Raciocínio Lógico

Texto CG4A2-II


De um conjunto de 10 técnicos em necropsia, 4 serão selecionados para um treinamento especial.  


Com relação ao texto CG4A2-II, considere que, entre os 10 técnicos, 2 sejam desafetos e não possam participar juntos da delegação. Com base nessa informação, selecionando-se ao acaso os quatro técnicos entre os dez, a probabilidade de que, na delegação formada, não estejam presentes simultaneamente os dois desafetos é

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Q1968161 Raciocínio Lógico

Texto CG4A2-II


De um conjunto de 10 técnicos em necropsia, 4 serão selecionados para um treinamento especial.  


Considerando o texto CG4A2-II, a quantidade de maneiras que esta delegação de 4 técnicos poderá ser formada é igual a

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Q1968160 Raciocínio Lógico
Texto CG4A2-I
P : Se não houver uma virada nos números, nem uma situação de empate técnico, não há concessão possível. 
De acordo com o texto CG4A2-I, assinale a opção que apresenta uma proposição logicamente equivalente à proposição P
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Q1968159 Raciocínio Lógico
Texto CG4A2-I
P : Se não houver uma virada nos números, nem uma situação de empate técnico, não há concessão possível. 
Considerando o texto CG4A2-I, assinale a opção que apresenta uma forma correta de negar a proposição P.
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Q1968158 Raciocínio Lógico
Texto CG4A2-I
P : Se não houver uma virada nos números, nem uma situação de empate técnico, não há concessão possível. 
De acordo com o texto CG4A2-I, o número de linhas da tabela-verdade associada à proposição P é igual a
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Q1968157 Português

Texto CG4A1-II


        Em 13 de maio de 1888, o Estado brasileiro aboliu oficialmente a escravidão clássica, com a assinatura, pela princesa Isabel, da Lei Áurea. Entretanto, tal ato estatal não significou sua extinção no mundo dos fatos, pois, apesar da proibição da possibilidade jurídica de se exercer o direito de propriedade sobre uma pessoa humana, o Estado deixou de implementar reformas sociais, principalmente fundiárias e de inclusão social, que viabilizassem a reconstrução do país e, assim, a superação do problema, especialmente o da reinserção da mão de obra outrora escrava no mercado de trabalho livre e assalariado.

         No período pós-abolição da escravidão clássica, as condições de miserabilidade dos escravos recém-libertos permaneceram, especialmente pelo fato de os postos de trabalho assalariados serem destinados aos imigrantes europeus, conjuntura essa que desenhava o perfil da escravidão contemporânea. A fragilidade das leis que regulavam as relações de trabalho, à época, apesar de protagonizarem a “liberdade de contratar”, sucumbia à realidade dos fatos, que submetia os ex-escravos e demais campesinos vulneráveis à sujeição às mesmas condições de exploração exacerbada do escravismo clássico colonial.

         De forma semelhante ao retrato da escravidão do passado, a escravidão contemporânea consiste em grave violação a direitos fundamentais, ao limitar a liberdade da pessoa humana do trabalhador, atingindo-lhe o status libertatis e, com efeito, a sua dignidade. Vilipendia direitos mínimos e caros à autodeterminação humana e viola valores e princípios sagrados e essenciais à sobrevivência distintiva com relação aos seres irracionais e que alicerçam as balizas mínimas de dignidade.

         A escravidão contemporânea deve ser concebida como a coisificação, o uso e o descarte de seres humanos: o limite e o instrumento necessários para garantir o lucro máximo. Trata-se da superexploração gananciosa do homem pela forma mais indigna possível: na escravidão dos dias atuais, o ser humano é transformado em propriedade do seu semelhante, que está em uma posição de classe economicamente superior – e isso ocorre a tal ponto que se anula o poder deliberativo da sua função de trabalhador: ele pode até ter vontades, mas não pode realizá-las.

Internet:<https://acervo.socioambiental.org>(com adaptações).  

Estariam mantidos a correção gramatical e os sentidos do texto caso o sinal de dois pontos empregado após “trabalhador” (último parágrafo do texto CG4A1-II) fosse substituído por uma vírgula seguida da expressão
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Q1968156 Português

Texto CG4A1-II


        Em 13 de maio de 1888, o Estado brasileiro aboliu oficialmente a escravidão clássica, com a assinatura, pela princesa Isabel, da Lei Áurea. Entretanto, tal ato estatal não significou sua extinção no mundo dos fatos, pois, apesar da proibição da possibilidade jurídica de se exercer o direito de propriedade sobre uma pessoa humana, o Estado deixou de implementar reformas sociais, principalmente fundiárias e de inclusão social, que viabilizassem a reconstrução do país e, assim, a superação do problema, especialmente o da reinserção da mão de obra outrora escrava no mercado de trabalho livre e assalariado.

         No período pós-abolição da escravidão clássica, as condições de miserabilidade dos escravos recém-libertos permaneceram, especialmente pelo fato de os postos de trabalho assalariados serem destinados aos imigrantes europeus, conjuntura essa que desenhava o perfil da escravidão contemporânea. A fragilidade das leis que regulavam as relações de trabalho, à época, apesar de protagonizarem a “liberdade de contratar”, sucumbia à realidade dos fatos, que submetia os ex-escravos e demais campesinos vulneráveis à sujeição às mesmas condições de exploração exacerbada do escravismo clássico colonial.

         De forma semelhante ao retrato da escravidão do passado, a escravidão contemporânea consiste em grave violação a direitos fundamentais, ao limitar a liberdade da pessoa humana do trabalhador, atingindo-lhe o status libertatis e, com efeito, a sua dignidade. Vilipendia direitos mínimos e caros à autodeterminação humana e viola valores e princípios sagrados e essenciais à sobrevivência distintiva com relação aos seres irracionais e que alicerçam as balizas mínimas de dignidade.

         A escravidão contemporânea deve ser concebida como a coisificação, o uso e o descarte de seres humanos: o limite e o instrumento necessários para garantir o lucro máximo. Trata-se da superexploração gananciosa do homem pela forma mais indigna possível: na escravidão dos dias atuais, o ser humano é transformado em propriedade do seu semelhante, que está em uma posição de classe economicamente superior – e isso ocorre a tal ponto que se anula o poder deliberativo da sua função de trabalhador: ele pode até ter vontades, mas não pode realizá-las.

Internet:<https://acervo.socioambiental.org>(com adaptações).  

No trecho “consiste em grave violação a direitos fundamentais” (primeiro período do terceiro parágrafo do texto CG4A1-II), o termo “a” poderia ser corretamente substituído por 
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Q1968155 Português

Texto CG4A1-II


        Em 13 de maio de 1888, o Estado brasileiro aboliu oficialmente a escravidão clássica, com a assinatura, pela princesa Isabel, da Lei Áurea. Entretanto, tal ato estatal não significou sua extinção no mundo dos fatos, pois, apesar da proibição da possibilidade jurídica de se exercer o direito de propriedade sobre uma pessoa humana, o Estado deixou de implementar reformas sociais, principalmente fundiárias e de inclusão social, que viabilizassem a reconstrução do país e, assim, a superação do problema, especialmente o da reinserção da mão de obra outrora escrava no mercado de trabalho livre e assalariado.

         No período pós-abolição da escravidão clássica, as condições de miserabilidade dos escravos recém-libertos permaneceram, especialmente pelo fato de os postos de trabalho assalariados serem destinados aos imigrantes europeus, conjuntura essa que desenhava o perfil da escravidão contemporânea. A fragilidade das leis que regulavam as relações de trabalho, à época, apesar de protagonizarem a “liberdade de contratar”, sucumbia à realidade dos fatos, que submetia os ex-escravos e demais campesinos vulneráveis à sujeição às mesmas condições de exploração exacerbada do escravismo clássico colonial.

         De forma semelhante ao retrato da escravidão do passado, a escravidão contemporânea consiste em grave violação a direitos fundamentais, ao limitar a liberdade da pessoa humana do trabalhador, atingindo-lhe o status libertatis e, com efeito, a sua dignidade. Vilipendia direitos mínimos e caros à autodeterminação humana e viola valores e princípios sagrados e essenciais à sobrevivência distintiva com relação aos seres irracionais e que alicerçam as balizas mínimas de dignidade.

         A escravidão contemporânea deve ser concebida como a coisificação, o uso e o descarte de seres humanos: o limite e o instrumento necessários para garantir o lucro máximo. Trata-se da superexploração gananciosa do homem pela forma mais indigna possível: na escravidão dos dias atuais, o ser humano é transformado em propriedade do seu semelhante, que está em uma posição de classe economicamente superior – e isso ocorre a tal ponto que se anula o poder deliberativo da sua função de trabalhador: ele pode até ter vontades, mas não pode realizá-las.

Internet:<https://acervo.socioambiental.org>(com adaptações).  

Assinale a opção em que a reescrita do segundo período do segundo parágrafo do texto CG4A1-II mantém a correção gramatical e os sentidos originais do texto. 
Alternativas
Respostas
15961: B
15962: C
15963: B
15964: A
15965: C
15966: E
15967: E
15968: A
15969: A
15970: A
15971: E
15972: D
15973: E
15974: B
15975: A
15976: B
15977: C
15978: B
15979: C
15980: D