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Q3974609 Direito Constitucional
Aline foi demitida, há um mês, sem justa causa, da empresa privada em que trabalhava. Como ela vive apenas com seus dois filhos, Luan, de 15 anos de idade, e Cauan, que acabou de fazer 17 anos de idade, quer que eles arrumem imediatamente um emprego. Ocorre que os dois estudam durante o dia, podendo, somente, realizar trabalho noturno. Nessa situação, considerando apenas as informações fornecidas, de acordo com a Constituição Federal de 1988, Luan
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Q3974608 Direito Constitucional
De acordo com a Constituição Federal de 1988, o Conselho Nacional de Justiça
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Q3974607 Direito Constitucional
De acordo com a Constituição Federal de 1988, as leis que disponham sobre a criação de cargos, funções ou empregos públicos na administração direta e autárquica são de iniciativa
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Q3974606 Direito Eleitoral
Alice é brasileira naturalizada, estudante universitária, tem 22 anos de idade e afirma que votará em um vizinho seu, Elias, que é brasileiro nato, psicólogo e tem 25 anos de idade, para Governador do Estado, caso ele se candidate, nas próximas eleições gerais, em 2026. Ela deseja se tornar Prefeita do Município onde reside, candidatando-se nas próximas eleições municipais, em 2028. Com base apenas nas informações fornecidas, nessa situação, de acordo com a Constituição Federal de 1988, para Alice o alistamento eleitoral e o voto são
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Q3974605 Direito Constitucional
Osvald e Lilly, ingleses, estavam residindo no Brasil a serviço da Itália, quando Nicole nasceu. Nessa situação, com base apenas nas informações fornecidas, de acordo com a Constituição Federal de 1988, Nicole 
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Q3974604 Direito Constitucional
Jurandir, Genivaldo, Leônidas e Diógenes são amigos, possuindo, os quatro, a nacionalidade brasileira. Dois deles, porém, são brasileiros naturalizados e, embora fosse o desejo deles, não puderam exercer cargos privativos de brasileiro nato, assumindo, portanto, outros cargos que não exigem essa condição. Supondo que: Jurandir é Presidente da Câmara dos Deputados; Genivaldo é Ministro do Supremo Tribunal Federal; Leônidas é Ministro do Superior Tribunal de Justiça; e Diógenes é Prefeito em determinado Município, de acordo com a Constituição Federal de 1988, com base apenas nas informações fornecidas, na situação hipotética apresentada, são brasileiros natos APENAS
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Q3974603 Direito Constitucional
Domitilo invocou motivo de convicção filosófica para eximir-se de obrigação legal a todos imposta, enquanto Dorival invocou motivo de crença religiosa também para eximir-se de obrigação legal a todos imposta. Considerando que ambos são brasileiros residentes no Brasil e maiores de idade, com base apenas nas informações fornecidas, de acordo com a Constituição Federal de 1988, NÃO será(ão) privado(s) de direitos pelos motivos apresentados:
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Q3974602 Legislação Estadual
De acordo com a Constituição do Estado de Mato Grosso do Sul, o Deputado
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Q3974601 Administração Pública
De acordo com a Lei nº 6.279/2024 (Plano de Cargos, Carreira e Remuneração dos Servidores do Poder Legislativo), o adicional de desempenho
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Q3974600 Legislação Estadual
Quanto à Consolidação das Leis, considere:

I. As leis estaduais serão reunidas em codificações e consolidações, integradas por volumes contendo matérias conexas ou afins, constituindo em seu todo a Consolidação da Legislação Estadual.
II. A consolidação consistirá na integração de todas as leis pertinentes a determinada matéria num único diploma legal, revogando-se formalmente as leis incorporadas à consolidação, sem modificação do alcance nem interrupção da força normativa dos dispositivos consolidados.
III. São legitimados para formular projeto de lei de consolidação exclusivamente a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa e qualquer Comissão Permanente.

De acordo com a Lei Complementar Estadual nº 105/2003, está correto o que se afirma em
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Q3974599 Regimento Interno
De acordo com o Regimento Interno da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso do Sul (Resolução nº 65/2008), as questões de ordem
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Q3974598 Direito Previdenciário
Gilberto estava com sua condição de segurado suspensa em razão de deixar de contribuir para o Mato Grosso do Sul Previdência (MSPREV) por mais de três meses consecutivos, estando o direito ao benefício que recebia como segurado suspenso há dois meses, quando veio a óbito. De acordo com a Lei Estadual nº 3.150/2005 (Regime de Previdência Social do Estado de Mato Grosso do Sul MSPREV), os benefícios devidos aos seus dependentes
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Q3974597 Matemática
Maria e José repartiram R$ 675,00 na razão de 5 para 4. José gastou 5/6 de sua parte. O valor gasto por José foi de
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Q3974596 Raciocínio Lógico
Considere todos os conjuntos de 3 números distintos, naturais e diferentes de zero. A quantidade desses conjuntos, cujos elementos têm soma igual a 10, é
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Q3974595 Matemática
Em uma caixa cabem exatamente 10 embalagens de refrigerante ou 6 embalagens de suco. Em cinco dessas caixas foram colocadas, ao todo, 42 embalagens e todas as caixas estavam com sua ocupação máxima. O total de embalagens de suco que foram colocadas nessas 5 caixas é igual a 
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Q3974594 Matemática
Em uma papelaria, um lápis, um apontador e três borrachas custam o mesmo que um compasso, um apontador e um lápis. Sabendo-se que o compasso custa R$ 36,00, o preço da borracha nessa papelaria é
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Q3974593 Raciocínio Lógico
Considere a sequência de números naturais em que o primeiro termo é 2, o segundo termo é 7 e o terceiro termo e os demais correspondem à unidade do produto dos dois termos anteriores, ou seja, a sequência é 2, 7, 4, 8,..., pois 2 x 7 = 14 cuja unidade é 4 e 7×4 = 28 cuja unidade é 8, e assim por diante. O 40º termo dessa sequência é
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Q3974592 Português
Atenção: Considere a crônica de Carlos Drummond de Andrade, para responder à questão.


    Quando a senhora foi descer do lotação, o motorista coçou a cabeça: – Mil cruzeiros! Como é que a senhora quer que eu troque mil cruzeiros?

    - Desculpe, me esqueci completamente de trazer trocado.

    - Não posso não, a madame não leu o aviso - olha ele ali - que o troco máximo é de 200 cruzeiros?

    - Eu sei, mas que é que hei de fazer agora? O senhor nunca esqueceu nada na vida?

    - Quem sabe se procurando de novo na bolsa...

    Ela vasculhava, remexia, nada. Nenhum cavalheiro (como se dizia no tempo do meu pai) se moveu para salvar a situação, oferecendo troco ou se prontificando a pagar a passagem. Àquela hora não havia cavalheiros, pelo menos na lotação.

    - Então o senhor me dá licença de saltar e ficar devendo.

    - Pera aí. Vou ver se posso trocar.

    Podia. Tirou do bolso de trás um bolo respeitável, foi botando as cédulas sobre o joelho, meticulosamente.

    – Tá aqui o seu troco. De outra vez a madame já sabe, hem? 

    Ela desceu, o carro já havia começado a chispar, como é destino dos lotações, quando de repente o motorista freou e botou as mãos à cabeça: – Os senhores acreditam que em vez de guardar a nota de mil, eu de burro, devolvi com o troco?

    Botou a cabeça fora do carro, à procura da senhora, que atravessava a rua, lá atrás: – Dona! Ó dona! A nota de mil cruzeiros!

    Os passageiros não pareciam interessados no prejuízo, como antes não se condoeram do vexame da senhora.

    – Como é que eu posso tocar se perdi mil cruzeiros, gente? Quem vai me pagar esses mil cruzeiros?

    Encostou o veículo e, num gesto solene: - Vou buscar meu cabral. A partir deste momento, confio este carro, com todos os seus pertences, à distinção dos senhores passageiros.

    - Deixa que eu vou! - disse um deles, garoto. E precipitou-se para fora, antes do motorista.

    Via-se o garoto correndo para alcançar a senhora, tocando-a pelo braço, os dois confabulando. Ela abria de novo a bolsa, tirava objetos, o pequeno ajudava. Os passageiros já se mostravam impacientes com a demora da expedição. O guarda veio estranhar o estacionamento e recebeu a explicação de força-maior, quem é que me paga meus mil cruzeiros? O Serviço de Trânsito? Voltou o garoto, sem a nota. A senhora tinha apenas 987 cruzeiros, ele vira e jurava por ela.

    - Tão vendo? Um prejuízo desses antes do almoço é de tirar a fome e a vontade de comer. - disse em tom frio, sem revolta, como simples remate. E tocou.

    Perto do colégio, o garoto desceu, repetindo, encabulado: - Pode acreditar, ela não tinha mesmo o dinheiro não.

    O motorista respondeu-lhe baixinho: - Eu sei. Já vi que está ali debaixo da caixa de fósforos. Mas se eu disser isso, esse povo me mata.


(Adaptado de: ANDRADE, Carlos Drummond de. et al. Para gostar de ler, v.2. São Paulo: Ática, 1966, p. 43-45)
É invariável quanto a gênero e a número a palavra sublinhada no seguinte trecho:
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Q3974591 Português
Atenção: Considere a crônica de Carlos Drummond de Andrade, para responder à questão.


    Quando a senhora foi descer do lotação, o motorista coçou a cabeça: – Mil cruzeiros! Como é que a senhora quer que eu troque mil cruzeiros?

    - Desculpe, me esqueci completamente de trazer trocado.

    - Não posso não, a madame não leu o aviso - olha ele ali - que o troco máximo é de 200 cruzeiros?

    - Eu sei, mas que é que hei de fazer agora? O senhor nunca esqueceu nada na vida?

    - Quem sabe se procurando de novo na bolsa...

    Ela vasculhava, remexia, nada. Nenhum cavalheiro (como se dizia no tempo do meu pai) se moveu para salvar a situação, oferecendo troco ou se prontificando a pagar a passagem. Àquela hora não havia cavalheiros, pelo menos na lotação.

    - Então o senhor me dá licença de saltar e ficar devendo.

    - Pera aí. Vou ver se posso trocar.

    Podia. Tirou do bolso de trás um bolo respeitável, foi botando as cédulas sobre o joelho, meticulosamente.

    – Tá aqui o seu troco. De outra vez a madame já sabe, hem? 

    Ela desceu, o carro já havia começado a chispar, como é destino dos lotações, quando de repente o motorista freou e botou as mãos à cabeça: – Os senhores acreditam que em vez de guardar a nota de mil, eu de burro, devolvi com o troco?

    Botou a cabeça fora do carro, à procura da senhora, que atravessava a rua, lá atrás: – Dona! Ó dona! A nota de mil cruzeiros!

    Os passageiros não pareciam interessados no prejuízo, como antes não se condoeram do vexame da senhora.

    – Como é que eu posso tocar se perdi mil cruzeiros, gente? Quem vai me pagar esses mil cruzeiros?

    Encostou o veículo e, num gesto solene: - Vou buscar meu cabral. A partir deste momento, confio este carro, com todos os seus pertences, à distinção dos senhores passageiros.

    - Deixa que eu vou! - disse um deles, garoto. E precipitou-se para fora, antes do motorista.

    Via-se o garoto correndo para alcançar a senhora, tocando-a pelo braço, os dois confabulando. Ela abria de novo a bolsa, tirava objetos, o pequeno ajudava. Os passageiros já se mostravam impacientes com a demora da expedição. O guarda veio estranhar o estacionamento e recebeu a explicação de força-maior, quem é que me paga meus mil cruzeiros? O Serviço de Trânsito? Voltou o garoto, sem a nota. A senhora tinha apenas 987 cruzeiros, ele vira e jurava por ela.

    - Tão vendo? Um prejuízo desses antes do almoço é de tirar a fome e a vontade de comer. - disse em tom frio, sem revolta, como simples remate. E tocou.

    Perto do colégio, o garoto desceu, repetindo, encabulado: - Pode acreditar, ela não tinha mesmo o dinheiro não.

    O motorista respondeu-lhe baixinho: - Eu sei. Já vi que está ali debaixo da caixa de fósforos. Mas se eu disser isso, esse povo me mata.


(Adaptado de: ANDRADE, Carlos Drummond de. et al. Para gostar de ler, v.2. São Paulo: Ática, 1966, p. 43-45)
Verifica-se palavra formada com prefixo que exprime ideia de negação no seguinte trecho:
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Q3974590 Português
Atenção: Considere a crônica de Carlos Drummond de Andrade, para responder à questão.


    Quando a senhora foi descer do lotação, o motorista coçou a cabeça: – Mil cruzeiros! Como é que a senhora quer que eu troque mil cruzeiros?

    - Desculpe, me esqueci completamente de trazer trocado.

    - Não posso não, a madame não leu o aviso - olha ele ali - que o troco máximo é de 200 cruzeiros?

    - Eu sei, mas que é que hei de fazer agora? O senhor nunca esqueceu nada na vida?

    - Quem sabe se procurando de novo na bolsa...

    Ela vasculhava, remexia, nada. Nenhum cavalheiro (como se dizia no tempo do meu pai) se moveu para salvar a situação, oferecendo troco ou se prontificando a pagar a passagem. Àquela hora não havia cavalheiros, pelo menos na lotação.

    - Então o senhor me dá licença de saltar e ficar devendo.

    - Pera aí. Vou ver se posso trocar.

    Podia. Tirou do bolso de trás um bolo respeitável, foi botando as cédulas sobre o joelho, meticulosamente.

    – Tá aqui o seu troco. De outra vez a madame já sabe, hem? 

    Ela desceu, o carro já havia começado a chispar, como é destino dos lotações, quando de repente o motorista freou e botou as mãos à cabeça: – Os senhores acreditam que em vez de guardar a nota de mil, eu de burro, devolvi com o troco?

    Botou a cabeça fora do carro, à procura da senhora, que atravessava a rua, lá atrás: – Dona! Ó dona! A nota de mil cruzeiros!

    Os passageiros não pareciam interessados no prejuízo, como antes não se condoeram do vexame da senhora.

    – Como é que eu posso tocar se perdi mil cruzeiros, gente? Quem vai me pagar esses mil cruzeiros?

    Encostou o veículo e, num gesto solene: - Vou buscar meu cabral. A partir deste momento, confio este carro, com todos os seus pertences, à distinção dos senhores passageiros.

    - Deixa que eu vou! - disse um deles, garoto. E precipitou-se para fora, antes do motorista.

    Via-se o garoto correndo para alcançar a senhora, tocando-a pelo braço, os dois confabulando. Ela abria de novo a bolsa, tirava objetos, o pequeno ajudava. Os passageiros já se mostravam impacientes com a demora da expedição. O guarda veio estranhar o estacionamento e recebeu a explicação de força-maior, quem é que me paga meus mil cruzeiros? O Serviço de Trânsito? Voltou o garoto, sem a nota. A senhora tinha apenas 987 cruzeiros, ele vira e jurava por ela.

    - Tão vendo? Um prejuízo desses antes do almoço é de tirar a fome e a vontade de comer. - disse em tom frio, sem revolta, como simples remate. E tocou.

    Perto do colégio, o garoto desceu, repetindo, encabulado: - Pode acreditar, ela não tinha mesmo o dinheiro não.

    O motorista respondeu-lhe baixinho: - Eu sei. Já vi que está ali debaixo da caixa de fósforos. Mas se eu disser isso, esse povo me mata.


(Adaptado de: ANDRADE, Carlos Drummond de. et al. Para gostar de ler, v.2. São Paulo: Ática, 1966, p. 43-45)
Um prejuízo desses antes do almoço é de tirar a fome e a vontade de comer. (18º parágrafo)

Ao afirmar que o prejuízo tira "a fome" e tira "a vontade de comer", o motorista fez uso de
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Respostas
1101: B
1102: D
1103: D
1104: B
1105: E
1106: C
1107: A
1108: E
1109: C
1110: A
1111: B
1112: E
1113: E
1114: A
1115: D
1116: B
1117: C
1118: A
1119: C
1120: B