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Para prefeitura
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creche [se podia ler no periódico A Mãi de Família, publicado no Rio de Janeiro em 1879] é um estabelecimento de beneficência que tem por fim receber todos os dias úteis e durante as horas de trabalho as crianças de dois anos de idades para baixo, cujas mães são pobres, de boa conduta e trabalham fora de seu domicílio. O termo “creche” é tomado emprestado da língua francesa, onde também designa presépio. Na realidade não foram apenas as palavras crèche, ou salle d’asile que a França forneceu ao Brasil, mas toda a ideia de finalidade e funcionamento desta instituição. (p. 36).
CIVILETTI, M. V. P. O cuidado às crianças pequenas no Brasil. Cad. Pesq. (76), p.31-40, fev. 1991.
O fragmento do artigo evidencia alguns dos importantes traços dos discursos que marcaram a educação infantil desde suas origens. Considerando o conteúdo do mencionado fragmento, temos que a marca fundamental dos primeiros discursos sobre a constituição das creches no Brasil é sua vinculação
Nos primeiros tempos, mais do que filósofos ou matemáticos, os gregos foram guerreiros, músicos e ginastas. Assim, mais do que jurídica ou científica, a educação do cidadão livre era ética e artística [...], dentro de uma cultura pouco acostumada a separar a verdade da beleza. Mais tarde, sob a influência de Sócrates e Epicuro (um sujeito feio e outro doentio) é que a educação começa a ser pensada como formadora do espírito. Por muitos e muitos séculos ela aponta para a harmonia que existe na beleza do corpo (e a destreza para a luta) ao lado da clareza da mente (e a fidelidade à polis dos cidadãos livres). (p. 43).
BRANDÃO, C. R. O que é educação? São Paulo: Brasiliense, 2007.
O excerto trata da educação na antiguidade, notadamente a educação grega, ainda hoje fonte de reflexões acerca do alcance, modo de existência e sentido do que denominamos de educação. É que os gregos tinham um modo peculiar de concebê-la, cujo ideário era buscar a formação humana completa, excelente, virtuosa, o que significa formar o ser humano abarcando, em conjunto, a dimensão estética, filosófica, ética, corporal etc. Como se denomina esse ideário de educação na Grécia Antiga?
A implantação da Rota da Avicultura Caipira na Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (RIDE-DF) marca um novo passo para estruturar a produção, ampliar o acesso a mercados e fortalecer a renda de pequenos produtores da região. Criada em 2024, a Rota da Avicultura Caipira tem o objetivo de estruturar a cadeia produtiva, promover a organização dos produtores, estimular a inovação e ampliar o acesso a mercados. A proposta da Rota é realizar um diagnóstico territorial para identificar gargalos, potencialidades e estratégias capazes de orientar políticas públicas mais eficientes e alinhadas às realidades locais.
MIDR-BRASIL. Avicultura caipira avança na RIDE-DF com foco em mercado e renda no campo. Disponível em: https://www.gov.br/mdr/pt br/noticias/avicultura-caipira-avanca-na-ride-df-com-foco-em-mercado-e-renda no-campo. Acesso em: 07 abr. 2026.
Qual ramo produtivo se beneficia diretamente com a implantação da rota descrita no texto?
Em reconhecimento ao serviço prestado por Eugênio à causa revolucionária, o Congresso Estadual aprova a Lei nº 361, de 30/06/1910, com a seguinte redação: “Art. 1º. Fica considerado feriado, em todo o território do Estado, o dia 1º de maio de cada anno, como data comemorativa da entrada triumphal, nesta Capital, da Legião Democrata, que, ao mando do intemerato coronel Eugênio Jardim, no anno de 1909, operou em defesa dos interesses do mesmo Estado”.
AMORIM, V. A. J. De José a Eugênio: trajetória genealógica da tríade “Rodrigues Jardim” em Goiás. Revista do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, n. 35, 2024, p. 145. [Adaptado].
O artigo apresentado homenageia qual evento histórico goiano?
A região de Campinas, antes da primeira década do século XIX, constituía-se em um grande vazio demográfico. Os primeiros povoadores paulistas e portugueses contornavam o Mato Grosso Goiano, floresta luxuriante que dificultava a penetração, obrigando-os a dar voltas enormes quando de suas viagens pela Capitania de Goiás. Aqueles que vinham do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, no final do século XVIII, tinham de percorrer a estrada real, que, do Paranaíba, nas imediações da atual Catalão, demandava Santa Cruz, Bonfim (hoje Silvânia), Meiaponte (Pirenópolis), Ouro Fino, Ferreiro e Cidade de Goiás, onde adentravam pela Cambaúba, hoje na saída para Aruanã.
PINHEIRO, Antônio César C. Campina, a Igreja e Goiânia. In: OLIVEIRA, Eliézer Cardoso; [et al.]. Goiânia 90 anos. Goiânia, GO: Edições Goiás +300, 2024, p. 57.
O texto demonstra a dificuldade dos colonizadores de