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I. O contratado deverá manter preposto aceito pela Administração no local da obra ou do serviço para representá-lo na execução do contrato.
II. O contratado será responsável pelos danos causados diretamente à Administração ou a terceiros em razão da execução do contrato, mitigando essa responsabilidade a fiscalização ou o acompanhamento pelo contratante.
III. A Administração tem o dever de explicitamente emitir decisão sobre todas as solicitações e reclamações relacionadas à execução dos contratos, não cabendo avaliar se são ou não protelatórios.
Diante do caso narrado e das regras pertinentes aos contratos administrativos, está correto o que se afirma apenas em
I. A responsabilidade das concessionárias prestadoras de serviço público ocorre na modalidade objetiva nas hipóteses em que o dano é causado a um usuário do serviço. Nos casos em que o lesado é um não usuário, a responsabilidade das concessionárias depende da comprovação de dolo ou culpa (modalidade subjetiva).
II. Conforme o Supremo Tribunal Federal (STF), é possível ajuizar ação de indenização em face do próprio Estado ou do agente público gerador do dano. Isso decorre da teoria da dupla garantia, já que se confere à vítima a possibilidade de demandar o Estado, que será sempre solvente, e também diretamente aquele que causou o dano.
III.É objetiva a responsabilidade civil do Estado em relação a profissional da imprensa ferido por agentes policiais durante cobertura jornalística, em manifestações em que haja tumulto ou conflitos entre policiais e manifestantes. No entanto, cabe a excludente da responsabilidade da culpa exclusiva da vítima, nas hipóteses em que o profissional de imprensa descumprir ostensiva e clara advertência sobre acesso a áreas delimitadas, em que haja grave risco à sua integridade física.
Está correto o que se afirma apenas em
Após alguns dias, o paciente deu entrada no pronto-socorro com quadro de palpitações, dispneia e episódio de síncope. Apresentava-se com hipotensão, sudorese e extremidades frias. Realizou o seguinte eletrocardiograma:

Qual a melhor conduta?
o caso clínico hipotético contextualiza a questao. Leia-o atentamente.
Homem, 54 anos, natural de Ariquemes, com quadro de dispneia aos esforços há quatro meses e palpitações, realizou o seguinte eletrocardiograma:

Quais as principais alterações eletrocardiográficas encontradas?
O caso clínico hipotético contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
Mulher, 56 anos, diabética e dislipidêmica, com dor torácica típica iniciada há três horas. Deu entrada no pronto-socorro de hospital com serviço de hemodinâmica estável hemodinamicamente com presença de supra de 2 mm em V1 e V2 revertido após medidas iniciais. Não houve recorrência da dor ou outras alterações eletrocardiográficas e a paciente se manteve estável.
De acordo com a Diretriz Europeia (ESC) sobre manejo de síndrome coronariana aguda – 2023, qual a classificação de risco dessa paciente e o tempo para realização do cateterismo cardíaco?
O Eletrocardiograma (ECG) é um exame simples, barato e não invasivo. Permite uma ideia da condição cardíaca do indivíduo e pode eventualmente identificar situações de risco de morte súbita. Assim, o achado de um ECG dentro dos limites da normalidade permite antecipar que a função ventricular deve estar normal ou próxima disso, fato importante no primeiro contato com o paciente.
(Samesima N, God EG, Kruse JCL, Leal MG, França FFAC, Pinho C, et al. Diretriz da Sociedade Brasileira de Cardiologia sobre a Análise e Emissão de Laudos Eletrocardiográficos – 2022. Arq. Bras. Cardiol. 2022.)
De acordo com as recomendações da Diretriz da Sociedade Brasileira de Cardiologia, sobre a análise eletrocardiográfica dos bloqueios de condução, assinale a alternativa correta.
As síndromes coronarianas podem estar acompanhadas de elevação da PA, devido a um reflexo desencadeado pelo miocárdio isquêmico. Em consequência, o aumento da resistência vascular periférica eleva a demanda de oxigênio pelo miocárdio. O objetivo é reduzir a pós-carga sem aumentar a frequência cardíaca ou sem reduzir exageradamente a pré-carga, poisisso levaria a um incremento no consumo de oxigênio pelo miocárdio. A meta de pressão arterialsistólica < 140 mmHg (evitar < 120 mmHg) e de pressão arterial diastólica entre 70-80 mmHg deve ser buscada.
(Barroso WKS, Rodrigues CIS, Bortolotto LA, Mota-Gomes MA, Brandão AA, Feitosa ADM, et al. Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial – 2020. Arq. Bras. Cardiol. 2021.)
De acordo com as orientações das Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial, são medicamentos de primeira linha (grau de recomendação I e nível de evidência A) no controle de emergências hipertensivas associadas a síndromes coronarianas agudas