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Q3502390 Biblioteconomia
Considere a figura abaixo:

Q23.png (632×100)

A figura representa a concepção de gestão da informação conhecida como
Alternativas
Q3502389 Biblioteconomia
A avaliação pode ser aplicada em diferentes momentos das ações ou projetos a serem analisados, entre os quais a avaliação denominada
Alternativas
Q3502388 Biblioteconomia
Sobre avaliação de serviços, considere:
I. Muitas vezes, a escassez de recursos é apontada como uma das principais razões para a avaliação continua de serviços. programas e projetos.
II. Em um serviço de informação, a avaliação consiste também em desenvolver estudos relativos aos não usuários dessa unidade de informação, investigando as razões pelas quais não utilizam serviços dos quais, supostamente, seriam considerados público-alvo.
III. A avaliação deve ser pensada como um projeto de curto prazo, com início, meio e fim definidos, com o objetivo de exaаminar serviços e programas específicos.
IV. A avaliação é o processo de atribuir números para descrever ou representar algum objeto ou fenômeno de modo padronizado.
V. Indicadores são variáveis, características ou atributos capazes de sintetizar, representar ou dar maior significado ao que se quer avaliar, transformando objetivos e resultados em parâmetros concretos, passíveis de verificação.

Está correto o que se afirma APENAS em
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Q3502387 Noções de Informática
Um Técnico de TI de um Tribunal foi solicitado a organizar os arquivos e programas utilizados por uma equipe para facilitarо acesso e melhorar a eficiência. Ele decidiu criar uma estrutura de pastas no Windows 11, que está instalado e funcionando em condições ideais, e configurar os programas mais utilizados para serem executados automaticamente ao iniciar o sistema. As ações corretas para atingir esse objetivo são:
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Q3502378 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
Considera-se, para os efeitos do Decreto nº 5.296/2004, que regulamenta as Leis n2 10.048/2000 e 10.098/2000, pessoa com mobilidade reduzida aquela que,
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Q3502372 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Os deuses da cidade



    Para ver uma cidade não basta ficar de olhos abertos. É preciso primeiramente descartar tudo aquilo que impede de vê-la, todas as ideias recebidas, as imagens pré-constituídas que continuam a estorvar o campo visual e a capacidade de compreensão. Depois é preciso saber simplificar, reduzir ao essencial o enorme número de elementos que a cada segundo a cidade põe diante dos olhos de quem a observa, e ligar os fragmentos espalhados num desenho analítico e ao mesmo tempo unitário, como o diagrama de uma máquina, com o qual se possa compreender como ela funciona. 


    A comparação da cidade com uma máquina é, ao mesmo tempo, pertinente e desviante. Pertinente porque uma cidade vive na medida em que funciona, isso é, em que serve para se viver nela e para fazer viver. Desviante porque, diferentemente das máquinas, que são criadas com vistas a uma determinada função, as cidades são todas ou quase todas o resultado de adaptações sucessivas a funções diferentes, não previstas por sua fundação anterior (penso nas cidades italianas com sua história de séculos ou de milênios).


    Mais do que com a máquina, é a comparação com o organismo vivo na evolução da espécie que pode nos dizer alguma coisa importante sobre a cidade: como, ao passar de uma era para outra, as espécies vivas adaptam seus órgãos para novas funções ou desaparecem, assim também as cidades. E não podemos esquecer que na história da evolução toda espécie carrega consigo саracterísticas que parecem de outras eras, na medida em que já não correspondem a necessidades vitais, mas que talvez um dia, em condições ambientais transformadas, serão as que salvarão a espécie da extinção. Assim a força da continuidade de uma cidade pode consistir em características e elementos que hoje parecem prescindíveis, porque esquecidos ou contraditos por seu funcionamento atual.


    Os antigos representavam o espírito de uma cidade com aquele tanto de vago e aquele tanto de preciso que essa operação implica, evocando os nomes dos deuses que presidiram sua fundação: nomes que equivalem a personificações de posturas vitais do comportamento humano e que tinham de garantir a vocação profunda da cidade. Uma cidade pode passar por catástrofes e anacronismos, ver estirpes diferentes sucedendo-se em suas casas, ver suas casas mudarem cada pedra, mas deve, no momento certo, sob formas diferentes, reencontrar os próprios deuses.



(Adaptado de CALVINO, Ítalo. Assunto encerrado. Trad. Roberta Barni. São Paulo: Companhia das Letras. 2006, p. 333-336, passim)

É preciso descartar tudo aquilo que impede a visão real de uma cidade.


Uma nova, correta e coerente redação da frase acima processa-se no seguinte caso:

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Q3502371 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Os deuses da cidade



    Para ver uma cidade não basta ficar de olhos abertos. É preciso primeiramente descartar tudo aquilo que impede de vê-la, todas as ideias recebidas, as imagens pré-constituídas que continuam a estorvar o campo visual e a capacidade de compreensão. Depois é preciso saber simplificar, reduzir ao essencial o enorme número de elementos que a cada segundo a cidade põe diante dos olhos de quem a observa, e ligar os fragmentos espalhados num desenho analítico e ao mesmo tempo unitário, como o diagrama de uma máquina, com o qual se possa compreender como ela funciona. 


    A comparação da cidade com uma máquina é, ao mesmo tempo, pertinente e desviante. Pertinente porque uma cidade vive na medida em que funciona, isso é, em que serve para se viver nela e para fazer viver. Desviante porque, diferentemente das máquinas, que são criadas com vistas a uma determinada função, as cidades são todas ou quase todas o resultado de adaptações sucessivas a funções diferentes, não previstas por sua fundação anterior (penso nas cidades italianas com sua história de séculos ou de milênios).


    Mais do que com a máquina, é a comparação com o organismo vivo na evolução da espécie que pode nos dizer alguma coisa importante sobre a cidade: como, ao passar de uma era para outra, as espécies vivas adaptam seus órgãos para novas funções ou desaparecem, assim também as cidades. E não podemos esquecer que na história da evolução toda espécie carrega consigo саracterísticas que parecem de outras eras, na medida em que já não correspondem a necessidades vitais, mas que talvez um dia, em condições ambientais transformadas, serão as que salvarão a espécie da extinção. Assim a força da continuidade de uma cidade pode consistir em características e elementos que hoje parecem prescindíveis, porque esquecidos ou contraditos por seu funcionamento atual.


    Os antigos representavam o espírito de uma cidade com aquele tanto de vago e aquele tanto de preciso que essa operação implica, evocando os nomes dos deuses que presidiram sua fundação: nomes que equivalem a personificações de posturas vitais do comportamento humano e que tinham de garantir a vocação profunda da cidade. Uma cidade pode passar por catástrofes e anacronismos, ver estirpes diferentes sucedendo-se em suas casas, ver suas casas mudarem cada pedra, mas deve, no momento certo, sob formas diferentes, reencontrar os próprios deuses.



(Adaptado de CALVINO, Ítalo. Assunto encerrado. Trad. Roberta Barni. São Paulo: Companhia das Letras. 2006, p. 333-336, passim)

Para fundamentar sua comparação da cidade com um organismo vivo (3º parágrafo), o autor se vale da convicção de que em ambos os casos
Alternativas
Q3502369 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Os deuses da cidade



    Para ver uma cidade não basta ficar de olhos abertos. É preciso primeiramente descartar tudo aquilo que impede de vê-la, todas as ideias recebidas, as imagens pré-constituídas que continuam a estorvar o campo visual e a capacidade de compreensão. Depois é preciso saber simplificar, reduzir ao essencial o enorme número de elementos que a cada segundo a cidade põe diante dos olhos de quem a observa, e ligar os fragmentos espalhados num desenho analítico e ao mesmo tempo unitário, como o diagrama de uma máquina, com o qual se possa compreender como ela funciona. 


    A comparação da cidade com uma máquina é, ao mesmo tempo, pertinente e desviante. Pertinente porque uma cidade vive na medida em que funciona, isso é, em que serve para se viver nela e para fazer viver. Desviante porque, diferentemente das máquinas, que são criadas com vistas a uma determinada função, as cidades são todas ou quase todas o resultado de adaptações sucessivas a funções diferentes, não previstas por sua fundação anterior (penso nas cidades italianas com sua história de séculos ou de milênios).


    Mais do que com a máquina, é a comparação com o organismo vivo na evolução da espécie que pode nos dizer alguma coisa importante sobre a cidade: como, ao passar de uma era para outra, as espécies vivas adaptam seus órgãos para novas funções ou desaparecem, assim também as cidades. E não podemos esquecer que na história da evolução toda espécie carrega consigo саracterísticas que parecem de outras eras, na medida em que já não correspondem a necessidades vitais, mas que talvez um dia, em condições ambientais transformadas, serão as que salvarão a espécie da extinção. Assim a força da continuidade de uma cidade pode consistir em características e elementos que hoje parecem prescindíveis, porque esquecidos ou contraditos por seu funcionamento atual.


    Os antigos representavam o espírito de uma cidade com aquele tanto de vago e aquele tanto de preciso que essa operação implica, evocando os nomes dos deuses que presidiram sua fundação: nomes que equivalem a personificações de posturas vitais do comportamento humano e que tinham de garantir a vocação profunda da cidade. Uma cidade pode passar por catástrofes e anacronismos, ver estirpes diferentes sucedendo-se em suas casas, ver suas casas mudarem cada pedra, mas deve, no momento certo, sob formas diferentes, reencontrar os próprios deuses.



(Adaptado de CALVINO, Ítalo. Assunto encerrado. Trad. Roberta Barni. São Paulo: Companhia das Letras. 2006, p. 333-336, passim)

Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:

Alternativas
Q3502368 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Os deuses da cidade



    Para ver uma cidade não basta ficar de olhos abertos. É preciso primeiramente descartar tudo aquilo que impede de vê-la, todas as ideias recebidas, as imagens pré-constituídas que continuam a estorvar o campo visual e a capacidade de compreensão. Depois é preciso saber simplificar, reduzir ao essencial o enorme número de elementos que a cada segundo a cidade põe diante dos olhos de quem a observa, e ligar os fragmentos espalhados num desenho analítico e ao mesmo tempo unitário, como o diagrama de uma máquina, com o qual se possa compreender como ela funciona. 


    A comparação da cidade com uma máquina é, ao mesmo tempo, pertinente e desviante. Pertinente porque uma cidade vive na medida em que funciona, isso é, em que serve para se viver nela e para fazer viver. Desviante porque, diferentemente das máquinas, que são criadas com vistas a uma determinada função, as cidades são todas ou quase todas o resultado de adaptações sucessivas a funções diferentes, não previstas por sua fundação anterior (penso nas cidades italianas com sua história de séculos ou de milênios).


    Mais do que com a máquina, é a comparação com o organismo vivo na evolução da espécie que pode nos dizer alguma coisa importante sobre a cidade: como, ao passar de uma era para outra, as espécies vivas adaptam seus órgãos para novas funções ou desaparecem, assim também as cidades. E não podemos esquecer que na história da evolução toda espécie carrega consigo саracterísticas que parecem de outras eras, na medida em que já não correspondem a necessidades vitais, mas que talvez um dia, em condições ambientais transformadas, serão as que salvarão a espécie da extinção. Assim a força da continuidade de uma cidade pode consistir em características e elementos que hoje parecem prescindíveis, porque esquecidos ou contraditos por seu funcionamento atual.


    Os antigos representavam o espírito de uma cidade com aquele tanto de vago e aquele tanto de preciso que essa operação implica, evocando os nomes dos deuses que presidiram sua fundação: nomes que equivalem a personificações de posturas vitais do comportamento humano e que tinham de garantir a vocação profunda da cidade. Uma cidade pode passar por catástrofes e anacronismos, ver estirpes diferentes sucedendo-se em suas casas, ver suas casas mudarem cada pedra, mas deve, no momento certo, sob formas diferentes, reencontrar os próprios deuses.



(Adaptado de CALVINO, Ítalo. Assunto encerrado. Trad. Roberta Barni. São Paulo: Companhia das Letras. 2006, p. 333-336, passim)

A expressão deuses da cidade, presente no título, deve-se à informação histórica manifesta neste segmento:
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Q3495987 Biblioteconomia
Um procurador de justiça dirige-se ao balcão de referência de uma biblioteca jurídica:

- Por favor. preciso de informações sobre a contribuição do jurista Miguel Reale ao direito brasileiro.

Este é um tipo de consulta conhecido 
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Q3495986 Biblioteconomia
Último passo do processo de seleção, dá início ao processo de aquisição. Trata-se da 
Alternativas
Q3495985 Biblioteconomia
Na área de desenvolvimento de coleções, a aplicação dos critérios de seleção é feita por meio de indicadores. Por exemplo, ao critério conveniência correspondem os seguintes indicadores: 
Alternativas
Q3495984 Biblioteconomia
Considere as afirmativas a seguir sobre a taxonomia na organização do conhecimento.

I. Foi criada para organizar as coleções de bibliotecas.
II. Trata-se de uma coleção de termos de vocabulário controlado organizada em uma estrutura hierárquica.
III. Sua aplicação se dá no ambiente web e nas organizações corporativas.
IV. Uma de suas características é apresentar uma estrutura dinâmica. É usada para a indexação e a recuperação de documentos.
V. É usada para a indexação e a recuperação de documentos.

Está correto o que se afirma APENAS em 
Alternativas
Q3495983 Biblioteconomia
De acordo com as estratégias de preservação usadas em bibliotecas digitais e suas respectivas características, considere:

Estratégias de preservação

I. Migração.
II. Emulação.
III. Pedra de Rosetta Digital.
IV. Preservação da Tecnologia. 

Características

( ) Reproduz objetos digitais em suportes analógicos.
( ) Conserva hardware e software para garantir a fidedignidade dos objetos digitais.
( ) Desenvolve sistemas que funcionam da mesma forma que outros softwares já obsoletos.
( ) Transfere a informação para novos formatos, preservando o conteúdo intelectual.

A sequência correta, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q3495982 Biblioteconomia
De acordo com os tipos de linguagem documentária e suas respectivas características, considere:

Tipos de Linguagem

I. Natural ou Livre.
II. Controlada ou de Indexação.

Características

( ) Menor flexibilidade.
( ) Maior precisão.
( ) Maior revocação.
( ) Maior especificidade.
( ) Menor atualidade.
( ) Maior redundância.

A sequência correta, de cima para baixo, é:  
Alternativas
Q3495981 Biblioteconomia
Entre as funções de um resumo documentário, encontram-se:

I. Atuar como substituto do documento original.
II. Facilitar a indexação.
III. Ajudar na busca retrospectiva e na recuperação da informação.

Ocorre que 
Alternativas
Q3495980 Biblioteconomia
Considere os dados a seguir:

Tributação e gênero / Lana Borges / Ed. Fórum - centrada no direito, esta obra interdisciplinar aborda as relações entre tributação extrafiscal e disparidade de gênero.

Ao classificar 0 item de acordo com a Classificação Decimal de Dewey (CDD), a bibliotecária

I. recorreu à regra de aplicação, considerando que o item discorre sobre dois assuntos diferentes e um deles influi no outro.
II. optou pela regra do tratamento mais completo, pois o item trata de assuntos do ponto de vista de disciplinas diferentes.
III. empregou a regra do primeiro de dois, visto que o item aborda os dois assuntos de maneira semelhante e um não influi no outro.

Ocorre que a bibliotecária 
Alternativas
Q3495979 Biblioteconomia
O tesauro apareceu em fins da década de 1950 e, por utilizar uma linguagem controlada mais próxima da linguagem natural, terminológica e não notacional ou simbólica, parecia mais próximo de satisfazer as necessidades crescentes de informação por permitir um tratamento dos conteúdos temáticos de um modo mais específico, ao nível do conceito, sem que se perdesse a rede de relações semânticas do termo correspondente ao conceito por ele representado.

A afirmativa está 
Alternativas
Q3495978 Biblioteconomia
Considere as afirmativas a seguir sobre a Classificação Decimal de Direito (CDDir), de Doris de Queiroz Carvalho.

I. A quarta edição revista e atualizada alterou extensivamente a estrutura da obra, O que acarretou uma complexa reorganização das bibliotecas usuárias do sistema.
II. A proposta para uma nova revisão e publicação da quinta edição é de iniciativa da Biblioteca do Senado Federal.
III. O esquema utiliza apenas cinco subdivisões para Direito: 341 - Direito Público; 342 - Direito Privado; 343 - Direito Canônico; 344 - Direito Romano; e 345 - Direito Internacional.
IV. A Rede Virtual de Bibliotecas - RVBI utiliza a CDDir como padrão de seu catálogo coletivo, assim como na Bibliografia Brasileira de Direito.
V. A Biblioteca do Congresso criou o código “cddir”" na lista de fontes de esquemas de classificação, de modo a permitir que os números de classificação deste esquema sejam identificados no campo 084 de um registro de metadados.

Está correto o que se afirma APENAS em 
Alternativas
Q3495977 Biblioteconomia
Um dos elementos-chave do RDA (Recursos: Descrição e Acesso) é o fato de estabelecer uma linha clara de separação entre O registro de dados e a apresentação de dados. O foco principal do RDA será fornecer diretrizes e instruções sobre o registro de dados de modo a refletir os atributos e os relacionamentos das entidades definidas pelos FRBR e ISBD.

A afirmativa está  
Alternativas
Respostas
5861: B
5862: D
5863: E
5864: B
5865: D
5866: D
5867: C
5868: B
5869: A
5870: C
5871: D
5872: A
5873: B
5874: E
5875: D
5876: B
5877: C
5878: E
5879: D
5880: B