Eco assevera que “o texto quer alguém que o
ajude a funcionar”, delineando papéis cooperativos do
leitor-modelo (Eco, Lector in fabula). Iser concebe a
leitura como “realização” de virtualidades textuais,
mediada por lacunas intencionais (blanks) (Iser, O ato
da leitura). Koch & Elias sistematizam níveis de
compreensão articulando pistas coesivas, pressupostos
e conhecimentos enciclopédicos (Koch & Elias, Ler e
compreender).
À luz da estética da recepção e da linguística textual,
assinale a alternativa correta.