Durante período de grave crise energética
oficialmente reconhecida, foi editada lei penal que
criminalizava o funcionamento de
estabelecimentos comerciais não essenciais em
horário proibido por ato do Poder Público, com o
objetivo de reduzir o consumo de energia elétrica.
A norma foi editada para vigorar enquanto
persistisse a situação extraordinária de escassez
energética. No curso da vigência dessa lei, Irineu
manteve em funcionamento estabelecimento
comercial não essencial durante o horário
proibido. Meses depois, cessada a crise
energética, a lei deixou de produzir efeitos. Ainda
assim, o Ministério Público ofereceu denúncia
contra Irineu pela conduta praticada durante o
período excepcional. Considerando o disposto no
Código Penal sobre as leis temporárias e
excepcionais, é correto afirmar que a lei a que se
refere o caso
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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