As políticas inclusivas, ao se limitarem a medidas
de reconhecimento passivo das identidades
historicamente marginalizadas, sem articular redistribuição de recursos e reestruturação
institucional, atendem plenamente aos requisitos de
justiça social nas democracias contemporâneas, já
que, conforme as abordagens multiculturalistas
clássicas, a aceitação simbólica é suficiente para a
promoção da igualdade substantiva.