Um engenheiro mecânico da UNIRIO, atuando como fiscal de co...
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Ano: 2026
Banca:
INSTITUTO AOCP
Órgão:
UNIRIO
Prova:
INSTITUTO AOCP - 2026 - UNIRIO - Engenheiro - Área: Mecânico |
Q4089999
Legislação Federal
Um engenheiro mecânico da UNIRIO, atuando
como fiscal de contrato, depara-se com uma
situação crítica na instalação de caldeiras realizada
por uma empresa terceirizada. O projeto original,
de autoria de outro profissional, apresenta falhas
graves de segurança. Diante da urgência, o fiscal
ordena a paralisação e altera especificações
técnicas sem consultar o autor do projeto.
Simultaneamente, a empresa contratada alega que
o engenheiro está impondo um ritmo de trabalho
excessivo e gerando “escândalo” público ao
discutir o tema abertamente no canteiro de obras.
Considerando essas informações, com base no
Código de Ética Profissional (Resolução CONFEA
nº 1.002/2002), informe se é verdadeiro (V) ou falso
(F) que se afirma a seguir e assinale a alternativa
com a sequência correta.
( ) Ao alterar as especificações do projeto original sem a prévia autorização do autor, o engenheiro fiscal cometeu infração ética, uma vez que a autonomia profissional é inviolável e o Código de Ética não prevê exceções para alteração de autoria sem consentimento expresso.
( ) A conduta de impor ritmo de trabalho excessivo aos colaboradores da empresa terceirizada, caso comprovada, configura infração ética prevista no rol de condutas vedadas “ante o ser humano e seus valores”, independentemente da justificativa de cumprimento de prazos.
( ) Se a discussão pública promovida pelo engenheiro for caracterizada como “escândalo” (ato que abala a opinião pública e o prestígio da classe), ele poderá ser punido eticamente, pois é dever do profissional preservar o bom conceito e o apreço social da profissão.
( ) Ao alterar as especificações do projeto original sem a prévia autorização do autor, o engenheiro fiscal cometeu infração ética, uma vez que a autonomia profissional é inviolável e o Código de Ética não prevê exceções para alteração de autoria sem consentimento expresso.
( ) A conduta de impor ritmo de trabalho excessivo aos colaboradores da empresa terceirizada, caso comprovada, configura infração ética prevista no rol de condutas vedadas “ante o ser humano e seus valores”, independentemente da justificativa de cumprimento de prazos.
( ) Se a discussão pública promovida pelo engenheiro for caracterizada como “escândalo” (ato que abala a opinião pública e o prestígio da classe), ele poderá ser punido eticamente, pois é dever do profissional preservar o bom conceito e o apreço social da profissão.