Sobre os vetores do agente etiológico da Leishmaniose Viscer...

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Q2698967 Direito Sanitário

Sobre os vetores do agente etiológico da Leishmaniose Visceral (LV) analise o trecho abaixo.


“No Brasil, duas espécies estão relacionadas com a transmissão da doença: _____, a principal; e _____, também incriminada como vetora em áreas específicas dos estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Ainda, é possível que uma terceira espécie, _____, também participe da transmissão de LV, devido à sua alta densidade em áreas com ausência das duas primeiras espécies citadas e registro de casos autóctones da doença, mas isto precisa ser mais estudado.”

(Guia de Vigilância em Saúde, Ministério da Saúde, Brasília-DF, 2019, p. 503, texto adaptado).


Assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas.

Alternativas

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Comentário do Gabarito:

Interpretação do Enunciado e Tema Central
A questão cobra conhecimento sobre os vetores da Leishmaniose Visceral (LV) no Brasil, tema essencial para médicos veterinários que atuam em saúde pública. O foco é identificar as espécies de flebotomíneos (mosquitos) envolvidas na transmissão da doença, com base no Guia de Vigilância em Saúde (Ministério da Saúde, 2019).

Legislação de Apoio
Para esta abordagem, utiliza-se como principal referência o Guia de Vigilância em Saúde. Tal documento normativo técnico orienta ações de controle e vigilância epidemiológica no SUS.

Explicando o Tema
No Brasil, Lutzomyia longipalpis é o principal vetor comprovado da LV. Lutzomyia cruzi também é relevante em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Já Lutzomyia migonei tem sua participação suspeita em áreas ausentes das outras espécies.

Exemplo prático
Se um município do Mato Grosso do Sul detecta casos autóctones de LV sem a presença de L. longipalpis, a confirmação de L. cruzi ou densidade elevada de L. migonei orienta as estratégias de controle vetorial.

Justificativa da Alternativa Correta (A)
A alternativa A preenche corretamente: Lutzomyia longipalpis (principal vetor); Lutzomyia cruzi (vetor em áreas específicas de MT e MS); e Lutzomyia migonei (possibilidade em estudo). Essa sequência está de acordo com o Guia do Ministério da Saúde (2019, p. 503).

Análise das Alternativas Incorretas
B, C, D: Todas invertem a ordem das espécies, confundindo o principal vetor (L. longipalpis) com os secundários. Tal erro pode induzir o candidato pela semelhança dos nomes e ocorrência regional dos flebotomíneos.

Estratégias de Prova
Sempre identifique o vetor “principal” nas alternativas. Atenção para pegadinhas na ordem de preenchimento das lacunas, pois a similaridade entre os nomes pode confundir.

Resumo Final
A questão exige memorização e interpretação lógica da epidemiologia dos vetores. Reforce seus estudos sobre espécies vetoras prioritárias!

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