Na forma da Lei nº 11.079/2004, que dispõe sobre as parceria...
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Gabarito: A
Fundamento decisivo: A Lei nº 11.079/2004, art. 9º, caput, determina: "Antes da celebração do contrato, deverá ser constituída sociedade de propósito específico, incumbida de implantar e gerir o objeto da parceria." Como a alternativa A prevê a constituição da SPE após a celebração do contrato, contraria essa exigência e deve ser assinalada.
- Confira o marco temporal exato: a SPE deve ser constituída antes da celebração do contrato; o dispositivo não estabelece como marco a licitação.
- Distinga faculdade de obrigação: a SPE pode assumir a forma de companhia aberta, mas deve observar os padrões de governança e de padronização contábil.
- Na transferência do controle da SPE, verifique a exigência de autorização expressa da Administração Pública, nos termos do edital e do contrato.
- A vedação recai sobre a maioria do capital votante, não sobre qualquer participação pública, e admite a exceção específica do art. 9º, § 5º.
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Art. 9º Antes da celebração do contrato, deverá ser constituída sociedade de propósito específico, incumbida de implantar e gerir o objeto da parceria.
A questão é passível de anulação, já que a Administração Pública pode ser titular da maioria do capital votante na hipótese de inadimplemento de contratos de financiamento.
Art. 9º Antes da celebração do contrato, deverá ser constituída sociedade de propósito específico, incumbida de implantar e gerir o objeto da parceria.
§ 4º Fica vedado à Administração Pública ser titular da maioria do capital votante das sociedades de que trata este Capítulo.
§ 5º A vedação prevista no § 4º deste artigo não se aplica à eventual aquisição da maioria do capital votante da sociedade de propósito específico por instituição financeira controlada pelo Poder Público em caso de inadimplemento de contratos de financiamento.
Art. 9º ANTES da celebração do contrato, DEVERÁ ser constituída sociedade de propósito específico, incumbida de implantar e gerir o objeto da parceria. ⭐
§ 1º A transferência do controle da sociedade de propósito específico estará condicionada à autorização expressa da AP, nos termos do edital e do contrato, observado o disposto no
§ 2º A sociedade de propósito específico poderá assumir a forma de companhia aberta, com valores mobiliários admitidos a negociação no mercado.
§ 3º A sociedade de propósito específico deverá obedecer a padrões de governança corporativa e adotar contabilidade e demonstrações financeiras padronizadas, conforme regulamento.
§ 4º Fica vedado à AP ser titular da maioria do capital votante das sociedades de que trata este Capítulo.
§ 5º A vedação prevista no § 4º deste artigo não se aplica à eventual aquisição da maioria do capital votante da sociedade de propósito específico por instituição financeira controlada pelo Poder Público em caso de inadimplemento de contratos de financiamento.
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