Durante o planejamento nutricional de uma Unidade de Aliment...
I. A inclusão de carboidratos complexos de baixo índice glicêmico, como arroz integral e leguminosas, contribui para maior estabilidade glicêmica e melhora da oxidação lipídica, favorecendo o desempenho cognitivo e físico no ambiente laboral.
II. A substituição parcial de gorduras saturadas por mono e poli-insaturadas, especialmente ricas em ômega-3, pode modular a fluidez da membrana celular e reduzir a produção de citocinas inflamatórias, com impacto positivo no metabolismo muscular e na fadiga.
III. A oferta de proteínas de alto valor biológico no almoço, associada à ingestão adequada de carboidratos, estimula a síntese de proteínas pós-prandial por meio da ativação da via de sinalização mTOR, auxiliando na manutenção da massa magra e no metabolismo basal.
IV. A redução do aporte lipídico para menos de 15% do valor energético total (VET) é recomendada em trabalhadores para otimizar o metabolismo energético e prevenir dislipidemias, conforme diretrizes metabólicas atualizadas.
V. A adequação do fracionamento das refeições e do perfil de macronutrientes devem considerar não apenas a necessidade calórica, mas também os ritmos circadianos e a termogênese alimentar, melhorando a disponibilidade de substratos energéticos ao longo da jornada de trabalho.