A avaliação inicial dos pacientes com dor torácica ou
angina e suspeita de doença arterial coronariana (DAC)
obstrutiva inclui: história clínica e exame físico;
realização de exames básicos: exames laboratoriais,
eletrocardiograma, radiografia de tórax e
ecocardiograma (os três últimos discutidos em outro
capítulo); avaliação da probabilidade pré-teste e
probabilidade clínica de DAC obstrutiva; seleção do
teste diagnóstico de acordo com a probabilidade clínica
de DAC obstrutiva; estratificação do risco de eventos
cardiovasculares. A história clínica com descrição
detalhada dos sintomas é o principal instrumento para o
diagnóstico de angina, possibilitando estimar a
probabilidade de DAC obstrutiva. A história deve incluir
qualquer manifestação de doença cardiovascular (DCV)
e fatores de risco (história familiar de DCV, dislipidemia,
diabetes, hipertensão arterial, tabagismo). Algumas
características da dor torácica devem ser bem avaliadas
como: localização, caráter, duração e relação com o
esforço e fatores de exacerbação ou alívio. A placa de
ateroma é uma das causas mais comum da doença
arterial coronariana, e os achados clínicos destes
pacientes estáveis são resultado da isquemia
miocárdica, pelo desbalanço entre demanda e oferta de
oxigênio pelo miocárdio. Sobre a angina estável crônica,
qual destas linhas de medicamentos NÃO melhora os
sintomas?