A hipertensão arterial é considerada uma enfermidade
silenciosa, que com o passar dos anos, se não tratada,
pode causar danos irreparáveis à saúde e bem estar
físico, sendo motivo frequente de causas de morte,
como o infarto, acidente vascular cerebral e
insuficiência renal. A hipertensão arterial está
diretamente relacionada ao aumento da pressão
mínima, quando os pequenos ramos arteriais nos
órgãos e tecidos estão contraídos, obstruídos ou
lesados, dificultando a passagem do sangue e, portanto,
impedindo a nutrição adequada dos tecidos. O aumento
da resistência periférica e o estado de hipertensão
arterial podem ocorrer sem uma causa conhecida
(hipertensão arterial primária ou idiopática) ou acontecer
devido a uma doença que pode causar hipertensão
arterial, como a doença renal crônica, estenose das
artérias renais, tumores da glândula adrenal, entre
outras condições (hipertensão arterial secundária). A
grande maioria dos casos de hipertensão arterial é de
natureza primária, sem causa conhecida. Portanto, a
hipertensão arterial é considerada doença que deve ser
tratada na fase inicial. Sem dúvida, as elevadas taxas
de incidência dessa doença no Brasil, cerca de 30% da
população, constituem grave problema de saúde
pública, que tem atraído a atenção dos órgãos públicos.
O tratamento medicamentoso hipertensão arterial
sistêmica (HAS) se utiliza de diversas classes de
fármacos selecionados de acordo com a necessidade
de cada pessoa, com a avaliação da presença de
comorbidades, lesão em órgãos-alvo, história familiar,
idade e gravidez.
São drogas que pertencem ao grupo dos inibidores da
enzima conversora da angiotensina:
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