Joana, servidora efetiva de determinada autarquia federal, f...
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Gabarito comentado
Confira o gabarito comentado por um dos nossos professores
Gabarito: D
Fundamento decisivo: A Lei nº 8.112/1990, art. 168, caput, dispõe: "O julgamento acatará o relatório da comissão, salvo quando contrário às provas dos autos." O art. 167, § 4º, da mesma lei estabelece: "Reconhecida pela comissão a inocência do servidor, a autoridade instauradora do processo determinará o seu arquivamento, salvo se flagrantemente contrária à prova dos autos." No caso, a recomendação de arquivamento pode ser afastada no próprio PAD se houver a contrariedade probatória exigida; por isso, a possibilidade de divergência afirmada em D é juridicamente correta.
- Identifique se a divergência demonstra contrariedade entre o relatório e as provas: mera discordância da autoridade não satisfaz o art. 168.
- Se a comissão reconhecer a inocência, observe o requisito específico de flagrante contrariedade à prova, previsto no art. 167, § 4º.
- Separe a possibilidade jurídica de julgamento divergente da comprovação concreta da infração e da adequação da penalidade.
- Verifique a preservação do contraditório e da ampla defesa, mesmo quando a divergência estiver motivada.
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Comentários
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Gabarito: D
Lei 8.112/90, art. 168: A autoridade julgadora não fica vinculada ao relatório da Comissão. Pode:
- concordar com a Comissão;
- divergir e aplicar penalidade;
- agravar, atenuar ou absolver;
➡️ desde que a decisão seja motivada e baseada nas provas dos autos.
Atenção cabeção: se a conclusão da Comissão estiver contrária às provas dos autos, a autoridade pode afastá-la expressamente.
PAD → Comissão = relatório → NÃO VINCULA o julgador. Autoridade pode divergir? ✅ SIM, com fundamentação + provas dos autos.
BIZU:“RELATÓRIO OPINA; AUTORIDADE JULGA.”
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