O monitoramento de impactos socioambientais em terras quil...

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Q3876560 Engenharia Ambiental e Sanitária
 O monitoramento de impactos socioambientais em terras quilombolas exige o uso de indicadores sensíveis às dinâmicas tradicionais rurícolas. Acerca do monitoramento e do uso de tecnologias geoespaciais, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)O monitoramento participativo permite que a própria comunidade quilombola identifique alterações na qualidade da água e na disponibilidade de recursos extrativistas, servindo de alerta precoce para o descumprimento de condicionantes ambientais.
(__)Indicadores sociais de avaliação devem incluir a "segurança alimentar tradicional", mensurando se o empreendimento licenciando está impedindo o acesso das famílias quilombolas às áreas de roça rurícola ou coleta de frutos nativos.
(__)O uso de imagens de satélite com alta resolução temporal é ineficaz para o monitoramento de desmatamentos em territórios quilombolas, pois as sombras da floresta amazônica impedem a detecção de clareiras rurícolas inferiores a cinco hectares.
(__)A variação do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) municipal é o único indicador fidedigno aceito pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) para o monitoramento de impactos específicos de uma barragem de mineração sobre uma comunidade quilombola.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas

Gabarito comentado

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Gabarito: A

Fundamento decisivo: O ponto decisivo foi a correspondência entre a sequência pedida e a chave oficial informada na base: a alternativa A é a única que reproduz F, F, V, V. Assim, a marcação correta decorre da conformidade estrita com o gabarito oficial.

Tema central: Monitoramento socioambiental quilombola
Análise das alternativas
A
Certa
A alternativa A está correta porque é a única que reproduz exatamente a sequência fixada pelo gabarito oficial: F, F, V, V. Pela própria base de decisão, a sustentação aqui não decorre de uma convergência técnico-conceitual robusta das assertivas, mas da conformidade estrita com a chave oficial fornecida, que é o critério que resolve a questão nesta etapa.
B
Errada
A sequência V, V, F, F é tecnicamente defensável em leitura ordinária, porque as assertivas 1 e 2 são plausíveis em gestão participativa e as assertivas 3 e 4 trazem absolutos problemáticos. Mesmo assim, ela está errada nesta questão porque não coincide com a chave oficial, que exige F, F, V, V.
C
Errada
Está errada por dois confrontos objetivos: não coincide com o gabarito oficial e ainda considera verdadeiras as assertivas 3 e 4, embora ambas contenham formulações absolutas materialmente frágeis segundo a base.
D
Errada
Está errada porque diverge da chave oficial em pontos concretos: marca a 1ª como verdadeira e a 4ª como falsa, enquanto o gabarito oficial exige exatamente o inverso nesses itens para formar F, F, V, V.
Pegadinha da questão
A confusão real foi montar as assertivas 1 e 2 com conteúdo tecnicamente verossímil para induzir V, enquanto as assertivas 3 e 4 usam termos absolutos que, tecnicamente, tenderiam a invalidá-las; ainda assim, a chave oficial adotou o arranjo oposto.
Dica para questões semelhantes
  • Quando a base informar incompatibilidade entre técnica usual e gabarito oficial, resolva pela chave oficial, não por reconstrução doutrinária própria.
  • Em questões de V/F com alternativas por sequência, compare primeiro qual opção coincide exatamente com a chave disponível.
  • Desconfie de assertivas com absolutos como 'ineficaz' e 'único indicador', porque a base aponta que esse tipo de formulação costuma fragilizar a consistência técnica.
  • Se a base registrar fragilidade conceitual do item, não afirme robustez técnica do gabarito; limite a justificativa ao critério decisivo autorizado.

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