Em uma unidade de saúde de atendimento
primário, um paciente crônico está sendo
tratado com um medicamento específico, que
foi incorporado recentemente ao SUS por meio
de uma decisão da Comissão Nacional de
Incorporação de Tecnologias no SUS
(CONITEC). No entanto, durante a revisão do
tratamento, o farmacêutico percebeu que o
medicamento prescrito não está disponível na
unidade e que não há previsão de reposição
nos próximos meses. Conforme as disposições
da Lei nº 8.080/1990, qual deve ser a ação do
farmacêutico para garantir o acesso ao
tratamento contínuo do paciente, respeitando
os princípios de equidade e integralidade do
SUS?
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