Questões de Concurso Público UNICENTRO 2025 para Vestibular
Foram encontradas 96 questões
I. A Educação é um dos campos com maior rejeição ao uso de IA, tanto no ambiente escolar quanto na produção de materiais pedagógicos de ensino.
II. A IA desfavorece a interação humana, prejudica a relação de ensino-aprendizagem em sala de aula e substitui o professor tecnicamente.
III. O cenário internacional é protagonista em relação ao uso de IA, devido ao estímulo à inclusão digital oficializado nas políticas educacionais escolares.
IV. A garantia de uma educação tecnológica, com equidade e impacto social, é possível a partir de políticas públicas e de formação continuada de docentes.
Assinale a alternativa correta.
I. No primeiro parágrafo, o sujeito “inteligência artificial” é retomado três vezes por meio de diferentes pronomes: “ela”, “sua”, “-la”.
II. No segundo parágrafo, o termo “que” é pronome relativo nas duas ocorrências e introduz orações subordinadas adjetivas.
III. No terceiro parágrafo, o termo “que” funciona como conjunção e introduz uma oração que desempenha função de complemento do verbo “revelou”.
IV. No quarto parágrafo, o uso excessivo de verbos prejudica a composição dos períodos assim como a sintaxe do enunciado.
Assinale a alternativa correta.

I. A constituição do gênero textual, além de apresentar linguagem verbal e não verbal, permite o uso de linguagem informal, enfatizando a linguagem cotidiana dos usuários da língua.
II. O título do texto apresenta um termo formado com sufixo do campo da saúde (tiponite), descaracterizando o tipo textual.
III. A linguagem empregada deve estar atenta ao uso adequado de gírias, jargões e coloquialismos, característica central desse gênero de texto.
IV. No último quadro, a soma de linguagens (verbal e não verbal) indica, implicitamente, uma crítica ao uso excessivo do coloquialismo na fala.
Assinale a alternativa correta.

Leia o poema a seguir.
Homero
Os gregos foram capazes de

milhares de troianos
porém
no último canto de ilíada
aquiles devolve a príamo
o corpo de seu filho heitor
hoje nesse momento aqui
no sul do sul do mundo
ainda não se tem notícia
dos mais de duzentos desaparecidos
na ditadura militar
um corpo é um atestado de barbárie
até os gregos tinham piedade
(ROMÃO, Luiza. Também Guardamos Pedras Aqui. São Paulo: Nós, 2021. Ed. Digital.)
A partir da leitura do poema e dos conhecimentos sobre a obra de Luiza Romão, considere as afirmativas a seguir.
I. A tarja preta, que toma dezenove linhas do poema, permite que o leitor complete o sentido, a partir de seus conhecimentos sobre a Guerra de Troia.
II. No que diz respeito à obra Também guardamos pedras aqui, pode-se afirmar que a tarja preta é um recurso estilístico que a autora utilizou apenas no poema em análise.
III. O verso “até os gregos tinham piedade” estabelece uma relação entre os gregos e os governos militares brasileiros, atribuindo a estes, qualidades que aqueles não tinham.
IV. O verso “porém” contribui para o estabelecimento de uma distinção entre os fatos do passado remoto, na Grécia, e os fatos do passado recente, no Brasil.
Assinale a alternativa correta.
Com um olhar incrédulo,
[o rapaz] sinalizou com o braço alguns metros à minha frente e disse:
– Moça, é aquela árvore ali, a única que tem na quadra.
Era uma árvore grande. Bem grande. Naquele momento eu
reconheci a castanheira.
Envergonhada, agradeci e fui em direção ao meu destino.
Por que não vejo mais árvores?
Quando foi que deixei de perceber gentes-floresta?
Quando?
E você?
(DORRICO, Julie. Eu sou Macuxi e outras histórias. Nova Lima: Caos e Letras, 2019. p. 83.)
A partir da leitura do excerto e dos conhecimentos sobre a obra Eu sou Macuxi e outras histórias, de Julie Derrico, considere as afirmativas a seguir.
I. A obra Eu sou Macuxi e outras histórias é construída a partir da técnica da prosa poética, em que poesia e prosa se misturam, criando uma obra de difícil classificação.
II. O trecho “Quando foi que deixei de perceber gentes-floresta? / Quando? / E você?” desafia o leitor a ver, na própria estrutura do poema, a árvore que a narradora não viu.
III. A história “Makunaima e os manos deuses” conta a história de como o “homem branco” decidiu se tornar um “Deus” mais importante do que os outros deuses, negando os seus irmãos indígenas.
IV. Em dado momento da obra, a narradora informa que sua mãe fala inglês: “[...] a língua de minha mãe seria o inglês, assim [...] sua vida seria mais fácil”. Isso ocorre porque a família migrou dos Estados Unidos da América.
Assinale a alternativa correta.
A hora era de muito sol — o povo caçava jeito de ficarem debaixo da sombra das árvores de cedro. O carro lembrava um canoão no seco, navio. A gente olhava: nas reluzências do ar, parecia que ele estava torto, que nas pontas se empinava. O borco bojudo do telhadilho dele alumiava em preto. Parecia coisa de invento de muita distância, sem piedade nenhuma, e que a gente não pudesse imaginar direito nem se acostumar de ver, e não sendo de ninguém. Para onde ia, no levar as mulheres, era para um lugar chamado Barbacena, longe. Para o pobre, os lugares são mais longe.
O Agente da estação apareceu, fardado de amarelo, com o livro de capa preta e as bandeirinhas verde e vermelha debaixo do braço. — "Vai ver se botaram água fresca no carro..." — ele mandou. Depois, o guarda-freios andou mexendo nas mangueiras de engate. Alguém deu aviso: — “Eles vêm!...” Apontavam, da Rua de Baixo, onde morava Sorôco. Ele era um homenzão, brutalhudo de corpo, com a cara grande, uma barba, fiosa, encardida em amarelo, e uns pés, com alpercatas: as crianças tomavam medo dele; mais, da voz, que era quase pouca, grossa, que em seguida se afinava. Vinham vindo, com o trazer de comitiva.
(ROSA, João Guimarães. Primeiras estórias. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 2001. p. 63.)
Sobre o conto Soroco, sua mãe e sua filha, de Guimarães Rosa, é correto afirmar:
I. Os contos “São Marcos”, “Famigerado” e “Desenredo” são aqueles que apresentam maior ênfase na questão da metalinguagem.
II. No conto “Meu tio o Iauaretê”, o narrador em primeira pessoa mistura a língua portuguesa com o tupi e insere uma série de onomatopeias que lembram os sons das onças.
III. O conto “A hora e a vez de Augusto Matraga” é o único de todo o conjunto em que a personagem central tem um final feliz ao lado das pessoas que ama.
IV. Está dividido em quatro partes, que são estanques, ou seja, não há contaminação temática de uma parte para outra.
Assinale a alternativa correta.
Casamento do céu e do inferno
No azul do céu de metileno a lua irônica diurética é uma gravura de sala de jantar.
Anjos da guarda em expedição noturna velam sonos púberes espantando mosquitos de cortinados e grinaldas.
Pela escada em espiral diz-que tem virgens tresmalhadas, incorporadas à via láctea, vaga-lumeando...
Por uma frincha o diabo espreita com o olho torto.
Diabo tem uma luneta que varre léguas de sete léguas e tem o ouvido fino que nem violino.
São Pedro dorme e o relógio do céu ronca mecânico.
Diabo espreita por uma frincha.
Lá embaixo suspiram bocas machucadas. Suspiram rezas? Suspiram manso, de amor.
E os corpos enrolados ficam mais enrolados ainda e a carne penetra na carne.
Que a vontade de Deus se cumpra! Tirante Laura e talvez Beatriz, o resto vai para o inferno.
(ANDRADE, Carlos Drummond. Alguma poesia. 17 ed. Rio de Janeiro: Record, 2023. p. 14-15.)
A partir da leitura do poema, assinale a alternativa correta:
Leia o texto a seguir e responda à questão.
One of myfavorite scenes in writer/director James Gunn’s energetic but scattershot “Superman” is also one of the simplest. Rachel Brosnahan’s Lois Lane comes home to her apartment and finds David Corenswet’s Clark Kent cooking her “breakfast for dinner” as a surprise to celebrate their three-month anniversary.
Clark says that’s her favorite. your favorite. Lois says no—that’s They’re in that awkward and halting but sweet start-up period in a relationship, where one of them is ahead of the other in terms of making a commitment and they’re still getting to know each other. Oh, and then there’s the fact that Clark is Superman, and Clark Kent, the Daily Planet journalist, keeps getting exclusive, friendly interviews with Superman, but Clark agrees to give Lois an on-the-record interview with Superman. The result is a clearly written, well-performed conversation that feels like a funny romantic comedy with serious undertones, as Lois asks Superman fair but tough questions about the ethics of his decision to end a coming war in a foreign land without the approval of the United States government. Good stuff. There are a number of well-executed, dialogue-driven scenes mixed with the explosive CGI battles, the existential drama and the laugh-out-loud cameos, and writer/director Gunn admirably focuses on showing Superman as the embodiment of the classic American immigrant story—but this first entry in the new DC Universe left me with a cinematic fast-food vibe. You enjoy the flavors well enough, but you’re left feeling as if you’ve consumed a familiar, empty-calorie (relatively) Happy Meal. Despite the sincere and strong performances by Corenswet and Brosnahan, and plenty of colorful turns by the talented supporting cast, the fantastical elements of the Gods and Monsters universe come across as leftovers from Gunn’s “Guardians of the Galaxy” films and the battle sequences feel like fast-edited, unoriginal copies of fight scenes from dozens of other superhero movies. We’re left with a decent but not great take on “Superman” that, at times, will remind you of the 1978 version, but doesn’t quite match it for pure pop entertainment value. As for Corenswet, he makes for a charming Superman, but he can’t quite match the movie star power of Christopher Reeve, nor does he have the unsettling, laser-focused ferocity of Henry Cavill. We’ve had nearly a dozen versions of Superman on screens big and small through the decades—and for that matter, about the same number of Lex Luthors. This latest version makes for enjoyable-enough popcorn entertainment, but ultimately leaves us wondering: was it even necessary?

Superman
Action
130 minutes · PG-13 · 2025
Richard Roeper
July 8, 2025
5 min read
(Adaptado de ROEPER, Richard. Superman. In RogerEbert.com (ONLINE), 8 jul. 2025.)
(Disponível em:
Leia o texto a seguir e responda à questão.
One of myfavorite scenes in writer/director James Gunn’s energetic but scattershot “Superman” is also one of the simplest. Rachel Brosnahan’s Lois Lane comes home to her apartment and finds David Corenswet’s Clark Kent cooking her “breakfast for dinner” as a surprise to celebrate their three-month anniversary.
Clark says that’s her favorite. your favorite. Lois says no—that’s They’re in that awkward and halting but sweet start-up period in a relationship, where one of them is ahead of the other in terms of making a commitment and they’re still getting to know each other. Oh, and then there’s the fact that Clark is Superman, and Clark Kent, the Daily Planet journalist, keeps getting exclusive, friendly interviews with Superman, but Clark agrees to give Lois an on-the-record interview with Superman. The result is a clearly written, well-performed conversation that feels like a funny romantic comedy with serious undertones, as Lois asks Superman fair but tough questions about the ethics of his decision to end a coming war in a foreign land without the approval of the United States government. Good stuff. There are a number of well-executed, dialogue-driven scenes mixed with the explosive CGI battles, the existential drama and the laugh-out-loud cameos, and writer/director Gunn admirably focuses on showing Superman as the embodiment of the classic American immigrant story—but this first entry in the new DC Universe left me with a cinematic fast-food vibe. You enjoy the flavors well enough, but you’re left feeling as if you’ve consumed a familiar, empty-calorie (relatively) Happy Meal. Despite the sincere and strong performances by Corenswet and Brosnahan, and plenty of colorful turns by the talented supporting cast, the fantastical elements of the Gods and Monsters universe come across as leftovers from Gunn’s “Guardians of the Galaxy” films and the battle sequences feel like fast-edited, unoriginal copies of fight scenes from dozens of other superhero movies. We’re left with a decent but not great take on “Superman” that, at times, will remind you of the 1978 version, but doesn’t quite match it for pure pop entertainment value. As for Corenswet, he makes for a charming Superman, but he can’t quite match the movie star power of Christopher Reeve, nor does he have the unsettling, laser-focused ferocity of Henry Cavill. We’ve had nearly a dozen versions of Superman on screens big and small through the decades—and for that matter, about the same number of Lex Luthors. This latest version makes for enjoyable-enough popcorn entertainment, but ultimately leaves us wondering: was it even necessary?

Superman
Action
130 minutes · PG-13 · 2025
Richard Roeper
July 8, 2025
5 min read
(Adaptado de ROEPER, Richard. Superman. In RogerEbert.com (ONLINE), 8 jul. 2025.)
(Disponível em:
Leia o texto a seguir e responda à questão.
One of myfavorite scenes in writer/director James Gunn’s energetic but scattershot “Superman” is also one of the simplest. Rachel Brosnahan’s Lois Lane comes home to her apartment and finds David Corenswet’s Clark Kent cooking her “breakfast for dinner” as a surprise to celebrate their three-month anniversary.
Clark says that’s her favorite. your favorite. Lois says no—that’s They’re in that awkward and halting but sweet start-up period in a relationship, where one of them is ahead of the other in terms of making a commitment and they’re still getting to know each other. Oh, and then there’s the fact that Clark is Superman, and Clark Kent, the Daily Planet journalist, keeps getting exclusive, friendly interviews with Superman, but Clark agrees to give Lois an on-the-record interview with Superman. The result is a clearly written, well-performed conversation that feels like a funny romantic comedy with serious undertones, as Lois asks Superman fair but tough questions about the ethics of his decision to end a coming war in a foreign land without the approval of the United States government. Good stuff. There are a number of well-executed, dialogue-driven scenes mixed with the explosive CGI battles, the existential drama and the laugh-out-loud cameos, and writer/director Gunn admirably focuses on showing Superman as the embodiment of the classic American immigrant story—but this first entry in the new DC Universe left me with a cinematic fast-food vibe. You enjoy the flavors well enough, but you’re left feeling as if you’ve consumed a familiar, empty-calorie (relatively) Happy Meal. Despite the sincere and strong performances by Corenswet and Brosnahan, and plenty of colorful turns by the talented supporting cast, the fantastical elements of the Gods and Monsters universe come across as leftovers from Gunn’s “Guardians of the Galaxy” films and the battle sequences feel like fast-edited, unoriginal copies of fight scenes from dozens of other superhero movies. We’re left with a decent but not great take on “Superman” that, at times, will remind you of the 1978 version, but doesn’t quite match it for pure pop entertainment value. As for Corenswet, he makes for a charming Superman, but he can’t quite match the movie star power of Christopher Reeve, nor does he have the unsettling, laser-focused ferocity of Henry Cavill. We’ve had nearly a dozen versions of Superman on screens big and small through the decades—and for that matter, about the same number of Lex Luthors. This latest version makes for enjoyable-enough popcorn entertainment, but ultimately leaves us wondering: was it even necessary?

Superman
Action
130 minutes · PG-13 · 2025
Richard Roeper
July 8, 2025
5 min read
(Adaptado de ROEPER, Richard. Superman. In RogerEbert.com (ONLINE), 8 jul. 2025.)
(Disponível em:
I. A metáfora do “fast-food” serve para destacar a contradição entre qualidade técnica e profundidade narrativa.
II. A associação com o “Happy Meal” sugere que, embora o filme seja divertido, ele se caracteriza pela falta de originalidade.
III. A metáfora sugere que o filme é saboroso e memorável, deixando uma experiência única no espectador.
IV. A expressão “cinematic fast-food vibe” sugere que o filme usa ação e humor para criticar a sociedade norte-americana.
Assinale a alternativa correta.

( )Os fármacos presentes no abastecimento hídrico são reconhecidos pela Agência de Proteção Ambiental dos EUA como uma ameaça potencial.
( ) A legislação atual norte-americana estabelece limites seguros para o descarte de fármacos em redes de esgoto
( ) Pesquisadores analisam os impactos dos resíduos de fármacos na água sobre a saúde humana e o meio ambiente.
( ) Estudos indicam que a contaminação por fármacos e hormônios ocorre de forma esporádica, sem impacto significativo nas regiões metropolitanas.
( ) A maioria das amostras de rios contém produtos farmacêuticos em concentrações muito pequenas, mas que representam risco potencial para organismos aquáticos.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.

I. Aplicação de esterco animal como fertilizante pode introduzir fármacos veterinários no sistema hídrico.
II. Estações de tratamento conseguem isolar completamente os fármacos no lodo, impedindo sua dispersão.
III. Medicamentos consumidos são totalmente metabolizados pelo organismo humano antes da excreção.
IV. Medicamentos descartados incorretamente no lixo ou no vaso sanitário podem parar no abastecimento de água.
Assinale a alternativa correta.
(I) Anita Malfatti
(II) Emiliano Di Cavalcanti
(III) Tarsila do Amaral
(IV) Victor Brecheret
(A) Espécie de cronista visual da cidade do Rio de Janeiro em sua época, retratou em seus desenhos e pinturas pessoas em ambientes boêmios e marginalizados.
(B) Sua pintura dialogou com várias vanguardas europeias, constituindo fases nomeadas como Pau-Brasil, Antropofágica e Social.
(C) Tendo formação artística na Europa e nos Estados Unidos, quando retorna ao Brasil, com desenhos e pinturas de cunho expressionista, recebe crítica ferrenha do escritor Monteiro Lobato.
(D) Suas esculturas, em grande parte figurativas, apresentam estilizações formais por meio de sintetismos, com base geométrica.
Assinale a alternativa que contém a associação correta.
(Maria Martins. Glebe-ailes, 1944. Bronze. 55,60 x 115,30 cm)
Sobre a imagem acima, a linguagem escultórica e a produção artística de Maria Martins (1894-1973), considere as afirmativas a seguir.
I. Linguagem tridimensional que utiliza formas orgânicas não naturalistas.
II. Formas bidimensionais com o emprego de gestos precisos a fim de representar corpos humanos deforma naturalista.
III. O hiper-realismo é expresso em formas modeladas e esculpidas, primeiramente em gesso, e posteriormente impressas em 3D por meio de recursos tecnológicos.
IV. Volumes tridimensionais que buscam expressão a partir da representação estilizada de seres híbridos.
Assinale a alternativa correta.
Primeiro foi o futurismo, e hoje o senso comum identifica ‘moderno’ como sinônimo do que há de mais contemporâneo. Mas, no que se refere a arte, moderno é uma coisa, e contemporâneo, outra. Moderno é o nome de um movimento com características particulares que nasceu na Europa, com variados desdobramentos por quase todos os países do Ocidente, e que entrou em crise a partir da década de 1950. A partir daí, foi sendo substituído por um conjunto de manifestações que, cada qual dotada de peculiaridades, foram, na falta de um nome melhor, reunidas sob a etiqueta simples e genérica de arte contemporânea.
(FARIAS, Agnaldo. Arte brasileira hoje. São Paulo: Publifolha, 2002. p. 13.)
Com base no texto e nos conhecimentos sobre arte contemporânea brasileira, relacione o nome das artistas, na coluna da esquerda, com dados sobre as suas produções artísticas, na coluna da direita.
(I) Adriana Varejão
(II) Brígida Baltar
(III) Rosana Paulino
(IV) Rosângela Rennó
(A) Suas produções abordam, de forma crítica e por meio de diversas linguagens, questões relacionadas ao racismo, à ancestralidade e à escravidão do povo negro.
(B) Entre coletas de neblina, de orvalho e de maresia, a artista carioca marca a cena da arte contemporânea brasileira por meio de intensos envolvimentos com a paisagem.
(C) Conhecida como fotógrafa que não fotografa, a produção desta artista se vale da apropriação de acervos fotográficos públicos e particulares, articulando-os com memórias afetivas, sociais e políticas.
(D) Por meio da representação de azulejos portugueses recheados de vísceras, a artista retoma feridas que dizem respeito ao processo de colonização do Brasil.
Assinale a alternativa que contém a associação correta.
Observe a imagem a seguir.

(Artemísia Gentileschi. Judith e Holofernes, 1620-1621. Óleo sobre tela. 199 x 162,5 cm)
Sobre o Barroco Europeu e a pintura da artista italiana Artemísia Gentileschi (1593-1653), considere as afir mativas a seguir.
I. Tema de natureza narrativa.
II. Representação de momento dramático.
III. Uso calculado e contrastante da luz e da sombra.
IV. Racionalização que inibe a expressão dos sentimentos humanos.
Assinale a alternativa correta.
(Eleonore Koch. Mesa com flores e bule, 1971. Têmpera sobre tela. 50,5 x 58,5 cm)
Sobre as características da pintura da artista brasileira Eleonore Koch (1926-2018), considere as afirmativas a seguir.
I. Abstracionista lírica, com forte uso de tintas provenientes do universo da indústria.
II. Abstracionista geométrica, com o emprego de planos que criam profundidade ilusionista.
III. Figurativa, com a presença de objetos representados de forma sintética.
IV. Pinceladas marcadas, com o uso de procedimentos artesanais na fatura da tinta.
Assinale a alternativa correta.