Questões de Concurso Público IF-RJ 2022 para Assistente em Administração
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Texto para responder à questão.
A guerra das marcas
Há muito tempo que as guerras não se fazem apenas com armas, mas também com marcas. Esta a que agora assistimos é o exemplo deste novo tipo de combates.
Os consumidores não gostam de marcas agnósticas e têm exigido saber o que defendem as marcas, qual o seu propósito, quais os valores que defendem, para além dos produtos que vendem.
Neste contexto de pressão social das marcas, vimos marcas ativamente envolvidas na campanha Vidas Negras Importam, na preservação dos oceanos, na igualdade de gênero etc.
Mas um cenário de guerra é um contexto muito diferente e, no caso das marcas, funciona até como agente do “bem”. A condenação coletiva gera um efeito desneutralizador, colocando as marcas na obrigação de se desvincularem de tudo o que as ligue ao lado do mal.
Os consumidores, pelo seu lado, alistam-se num exército planetário contra o consumo dessas marcas e algumas delas irão ficar feridas de morte.
As marcas responsáveis não querem relações negativas com outras marcas que estejam desalinhadas do que defendem, no caso de uma guerra. Não há valores que paguem a contaminação negativa que um país pode vir ater.
Por todo o mundo estão a nascer marcas do bem, talvez num movimento colaborativo nunca antes visto. Em Portugal destaco, entre outras igualmente meritórias, aquela em que estou envolvido, que é a WeHelpUkrain.org.
A reputação internacional da marca Rússia demorara décadas a recuperar, tal como demorou a marca Alemanha no caso de Hitler. A historia continuara, e no fundo todos queremos o melhor para o povo russo, tal como quisemos para o povo alemão.
As marcas-pais são resilientes, ficam feridas, mas não morrem, nem com uma guerra. É talvez esta uma forma de mostrar opoder efetivo das marcas e a força que tém para criar ou para vencer guerras, acreditando que o lado do bem sera sempre mais forte.
Carlos Coelho Adaptado de Diarios de Noticias (Lisboa), 03/03/2022
Texto para responder à questão.
A guerra das marcas
Há muito tempo que as guerras não se fazem apenas com armas, mas também com marcas. Esta a que agora assistimos é o exemplo deste novo tipo de combates.
Os consumidores não gostam de marcas agnósticas e têm exigido saber o que defendem as marcas, qual o seu propósito, quais os valores que defendem, para além dos produtos que vendem.
Neste contexto de pressão social das marcas, vimos marcas ativamente envolvidas na campanha Vidas Negras Importam, na preservação dos oceanos, na igualdade de gênero etc.
Mas um cenário de guerra é um contexto muito diferente e, no caso das marcas, funciona até como agente do “bem”. A condenação coletiva gera um efeito desneutralizador, colocando as marcas na obrigação de se desvincularem de tudo o que as ligue ao lado do mal.
Os consumidores, pelo seu lado, alistam-se num exército planetário contra o consumo dessas marcas e algumas delas irão ficar feridas de morte.
As marcas responsáveis não querem relações negativas com outras marcas que estejam desalinhadas do que defendem, no caso de uma guerra. Não há valores que paguem a contaminação negativa que um país pode vir ater.
Por todo o mundo estão a nascer marcas do bem, talvez num movimento colaborativo nunca antes visto. Em Portugal destaco, entre outras igualmente meritórias, aquela em que estou envolvido, que é a WeHelpUkrain.org.
A reputação internacional da marca Rússia demorara décadas a recuperar, tal como demorou a marca Alemanha no caso de Hitler. A historia continuara, e no fundo todos queremos o melhor para o povo russo, tal como quisemos para o povo alemão.
As marcas-pais são resilientes, ficam feridas, mas não morrem, nem com uma guerra. É talvez esta uma forma de mostrar opoder efetivo das marcas e a força que tém para criar ou para vencer guerras, acreditando que o lado do bem sera sempre mais forte.
Carlos Coelho Adaptado de Diarios de Noticias (Lisboa), 03/03/2022
Texto para responder à questão.
A guerra das marcas
Há muito tempo que as guerras não se fazem apenas com armas, mas também com marcas. Esta a que agora assistimos é o exemplo deste novo tipo de combates.
Os consumidores não gostam de marcas agnósticas e têm exigido saber o que defendem as marcas, qual o seu propósito, quais os valores que defendem, para além dos produtos que vendem.
Neste contexto de pressão social das marcas, vimos marcas ativamente envolvidas na campanha Vidas Negras Importam, na preservação dos oceanos, na igualdade de gênero etc.
Mas um cenário de guerra é um contexto muito diferente e, no caso das marcas, funciona até como agente do “bem”. A condenação coletiva gera um efeito desneutralizador, colocando as marcas na obrigação de se desvincularem de tudo o que as ligue ao lado do mal.
Os consumidores, pelo seu lado, alistam-se num exército planetário contra o consumo dessas marcas e algumas delas irão ficar feridas de morte.
As marcas responsáveis não querem relações negativas com outras marcas que estejam desalinhadas do que defendem, no caso de uma guerra. Não há valores que paguem a contaminação negativa que um país pode vir ater.
Por todo o mundo estão a nascer marcas do bem, talvez num movimento colaborativo nunca antes visto. Em Portugal destaco, entre outras igualmente meritórias, aquela em que estou envolvido, que é a WeHelpUkrain.org.
A reputação internacional da marca Rússia demorara décadas a recuperar, tal como demorou a marca Alemanha no caso de Hitler. A historia continuara, e no fundo todos queremos o melhor para o povo russo, tal como quisemos para o povo alemão.
As marcas-pais são resilientes, ficam feridas, mas não morrem, nem com uma guerra. É talvez esta uma forma de mostrar opoder efetivo das marcas e a força que tém para criar ou para vencer guerras, acreditando que o lado do bem sera sempre mais forte.
Carlos Coelho Adaptado de Diarios de Noticias (Lisboa), 03/03/2022
Texto para responder à questão.
A guerra das marcas
Há muito tempo que as guerras não se fazem apenas com armas, mas também com marcas. Esta a que agora assistimos é o exemplo deste novo tipo de combates.
Os consumidores não gostam de marcas agnósticas e têm exigido saber o que defendem as marcas, qual o seu propósito, quais os valores que defendem, para além dos produtos que vendem.
Neste contexto de pressão social das marcas, vimos marcas ativamente envolvidas na campanha Vidas Negras Importam, na preservação dos oceanos, na igualdade de gênero etc.
Mas um cenário de guerra é um contexto muito diferente e, no caso das marcas, funciona até como agente do “bem”. A condenação coletiva gera um efeito desneutralizador, colocando as marcas na obrigação de se desvincularem de tudo o que as ligue ao lado do mal.
Os consumidores, pelo seu lado, alistam-se num exército planetário contra o consumo dessas marcas e algumas delas irão ficar feridas de morte.
As marcas responsáveis não querem relações negativas com outras marcas que estejam desalinhadas do que defendem, no caso de uma guerra. Não há valores que paguem a contaminação negativa que um país pode vir ater.
Por todo o mundo estão a nascer marcas do bem, talvez num movimento colaborativo nunca antes visto. Em Portugal destaco, entre outras igualmente meritórias, aquela em que estou envolvido, que é a WeHelpUkrain.org.
A reputação internacional da marca Rússia demorara décadas a recuperar, tal como demorou a marca Alemanha no caso de Hitler. A historia continuara, e no fundo todos queremos o melhor para o povo russo, tal como quisemos para o povo alemão.
As marcas-pais são resilientes, ficam feridas, mas não morrem, nem com uma guerra. É talvez esta uma forma de mostrar opoder efetivo das marcas e a força que tém para criar ou para vencer guerras, acreditando que o lado do bem sera sempre mais forte.
Carlos Coelho Adaptado de Diarios de Noticias (Lisboa), 03/03/2022
Texto para responder à questão.
A guerra das marcas
Há muito tempo que as guerras não se fazem apenas com armas, mas também com marcas. Esta a que agora assistimos é o exemplo deste novo tipo de combates.
Os consumidores não gostam de marcas agnósticas e têm exigido saber o que defendem as marcas, qual o seu propósito, quais os valores que defendem, para além dos produtos que vendem.
Neste contexto de pressão social das marcas, vimos marcas ativamente envolvidas na campanha Vidas Negras Importam, na preservação dos oceanos, na igualdade de gênero etc.
Mas um cenário de guerra é um contexto muito diferente e, no caso das marcas, funciona até como agente do “bem”. A condenação coletiva gera um efeito desneutralizador, colocando as marcas na obrigação de se desvincularem de tudo o que as ligue ao lado do mal.
Os consumidores, pelo seu lado, alistam-se num exército planetário contra o consumo dessas marcas e algumas delas irão ficar feridas de morte.
As marcas responsáveis não querem relações negativas com outras marcas que estejam desalinhadas do que defendem, no caso de uma guerra. Não há valores que paguem a contaminação negativa que um país pode vir ater.
Por todo o mundo estão a nascer marcas do bem, talvez num movimento colaborativo nunca antes visto. Em Portugal destaco, entre outras igualmente meritórias, aquela em que estou envolvido, que é a WeHelpUkrain.org.
A reputação internacional da marca Rússia demorara décadas a recuperar, tal como demorou a marca Alemanha no caso de Hitler. A historia continuara, e no fundo todos queremos o melhor para o povo russo, tal como quisemos para o povo alemão.
As marcas-pais são resilientes, ficam feridas, mas não morrem, nem com uma guerra. É talvez esta uma forma de mostrar opoder efetivo das marcas e a força que tém para criar ou para vencer guerras, acreditando que o lado do bem sera sempre mais forte.
Carlos Coelho Adaptado de Diarios de Noticias (Lisboa), 03/03/2022
Texto para responder à questão.
A guerra das marcas
Há muito tempo que as guerras não se fazem apenas com armas, mas também com marcas. Esta a que agora assistimos é o exemplo deste novo tipo de combates.
Os consumidores não gostam de marcas agnósticas e têm exigido saber o que defendem as marcas, qual o seu propósito, quais os valores que defendem, para além dos produtos que vendem.
Neste contexto de pressão social das marcas, vimos marcas ativamente envolvidas na campanha Vidas Negras Importam, na preservação dos oceanos, na igualdade de gênero etc.
Mas um cenário de guerra é um contexto muito diferente e, no caso das marcas, funciona até como agente do “bem”. A condenação coletiva gera um efeito desneutralizador, colocando as marcas na obrigação de se desvincularem de tudo o que as ligue ao lado do mal.
Os consumidores, pelo seu lado, alistam-se num exército planetário contra o consumo dessas marcas e algumas delas irão ficar feridas de morte.
As marcas responsáveis não querem relações negativas com outras marcas que estejam desalinhadas do que defendem, no caso de uma guerra. Não há valores que paguem a contaminação negativa que um país pode vir ater.
Por todo o mundo estão a nascer marcas do bem, talvez num movimento colaborativo nunca antes visto. Em Portugal destaco, entre outras igualmente meritórias, aquela em que estou envolvido, que é a WeHelpUkrain.org.
A reputação internacional da marca Rússia demorara décadas a recuperar, tal como demorou a marca Alemanha no caso de Hitler. A historia continuara, e no fundo todos queremos o melhor para o povo russo, tal como quisemos para o povo alemão.
As marcas-pais são resilientes, ficam feridas, mas não morrem, nem com uma guerra. É talvez esta uma forma de mostrar opoder efetivo das marcas e a força que tém para criar ou para vencer guerras, acreditando que o lado do bem sera sempre mais forte.
Carlos Coelho Adaptado de Diarios de Noticias (Lisboa), 03/03/2022
Texto para responder à questão.
A guerra das marcas
Há muito tempo que as guerras não se fazem apenas com armas, mas também com marcas. Esta a que agora assistimos é o exemplo deste novo tipo de combates.
Os consumidores não gostam de marcas agnósticas e têm exigido saber o que defendem as marcas, qual o seu propósito, quais os valores que defendem, para além dos produtos que vendem.
Neste contexto de pressão social das marcas, vimos marcas ativamente envolvidas na campanha Vidas Negras Importam, na preservação dos oceanos, na igualdade de gênero etc.
Mas um cenário de guerra é um contexto muito diferente e, no caso das marcas, funciona até como agente do “bem”. A condenação coletiva gera um efeito desneutralizador, colocando as marcas na obrigação de se desvincularem de tudo o que as ligue ao lado do mal.
Os consumidores, pelo seu lado, alistam-se num exército planetário contra o consumo dessas marcas e algumas delas irão ficar feridas de morte.
As marcas responsáveis não querem relações negativas com outras marcas que estejam desalinhadas do que defendem, no caso de uma guerra. Não há valores que paguem a contaminação negativa que um país pode vir ater.
Por todo o mundo estão a nascer marcas do bem, talvez num movimento colaborativo nunca antes visto. Em Portugal destaco, entre outras igualmente meritórias, aquela em que estou envolvido, que é a WeHelpUkrain.org.
A reputação internacional da marca Rússia demorara décadas a recuperar, tal como demorou a marca Alemanha no caso de Hitler. A historia continuara, e no fundo todos queremos o melhor para o povo russo, tal como quisemos para o povo alemão.
As marcas-pais são resilientes, ficam feridas, mas não morrem, nem com uma guerra. É talvez esta uma forma de mostrar opoder efetivo das marcas e a força que tém para criar ou para vencer guerras, acreditando que o lado do bem sera sempre mais forte.
Carlos Coelho Adaptado de Diarios de Noticias (Lisboa), 03/03/2022
Texto para responder à questão.
A guerra das marcas
Há muito tempo que as guerras não se fazem apenas com armas, mas também com marcas. Esta a que agora assistimos é o exemplo deste novo tipo de combates.
Os consumidores não gostam de marcas agnósticas e têm exigido saber o que defendem as marcas, qual o seu propósito, quais os valores que defendem, para além dos produtos que vendem.
Neste contexto de pressão social das marcas, vimos marcas ativamente envolvidas na campanha Vidas Negras Importam, na preservação dos oceanos, na igualdade de gênero etc.
Mas um cenário de guerra é um contexto muito diferente e, no caso das marcas, funciona até como agente do “bem”. A condenação coletiva gera um efeito desneutralizador, colocando as marcas na obrigação de se desvincularem de tudo o que as ligue ao lado do mal.
Os consumidores, pelo seu lado, alistam-se num exército planetário contra o consumo dessas marcas e algumas delas irão ficar feridas de morte.
As marcas responsáveis não querem relações negativas com outras marcas que estejam desalinhadas do que defendem, no caso de uma guerra. Não há valores que paguem a contaminação negativa que um país pode vir ater.
Por todo o mundo estão a nascer marcas do bem, talvez num movimento colaborativo nunca antes visto. Em Portugal destaco, entre outras igualmente meritórias, aquela em que estou envolvido, que é a WeHelpUkrain.org.
A reputação internacional da marca Rússia demorara décadas a recuperar, tal como demorou a marca Alemanha no caso de Hitler. A historia continuara, e no fundo todos queremos o melhor para o povo russo, tal como quisemos para o povo alemão.
As marcas-pais são resilientes, ficam feridas, mas não morrem, nem com uma guerra. É talvez esta uma forma de mostrar opoder efetivo das marcas e a força que tém para criar ou para vencer guerras, acreditando que o lado do bem sera sempre mais forte.
Carlos Coelho Adaptado de Diarios de Noticias (Lisboa), 03/03/2022
Nos termos da Constituição Federal, no caso acima ocorre a proteção ao denominado:
Civ é servidor público do munícipio OR. Desejando visitar os municípios vizinhos, é surpreendido com a notícia de que existiria lei determinando que os servidores municipais deveriam obter autorização da chefia imediata para realizar qualquer saída de OR
De acordo com a Constituição Federal, essa restrição deve ser considerada como:
No contexto dos aplicativos do pacote MSOffice 2019 BR,
I. para salvar um texto digitado no Word, deve-se executar um atalho de teclado ou acionar o icone
, existente na
Barra de Ferramentas de Acesso Rápido.
Il. Para realizar a apresentação de slides no Powerpoint, a
partir do começo, deve-se pressionar uma tecla de função ou, como alternativa, acionar o icone
existente na Faixa de Opções.
O atalho de teclado em I e a tecla de função em Il são, respectivamente:
A planilha abaixo foi criada no Calc LibreOffice versão 7.1.4.2 (x64) em português BR.

Nessas condições, os valores mostrados em D13 e D14 são, respectivamente:
l. O primeiro tem por significado “Remover Hardware e Ejetar Midia com Segurança”. 1. O segundo tem por objetivo “permitir a conexão da máquina com o roteador para navegação na internet na modalidade wifi". Os icones descritos em I e Il são, respectivamente: