Questões de Concurso Público Câmara de Pato Bragado - PR 2023 para Advogado
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As máquinas não conseguem realizar (pelo menos ainda) as atividades consideradas exclusivamente humanas, como liderar, empatizar, criar e julgar outros humanos (se bem que acabamos de ver exemplos de previsões de julgamentos realizados por máquinas; mas, no caso da tabela, os autores referem-se a julgamentos que levam em consideração emoções e empatia, não apenas o lado racional). Essa questão de decisões legais realizadas por máquinas ainda é bastante polêmica, mas, em alguns casos, os algoritmos podem ser excelentes referências.
Com relação à criatividade, esse tem sido um tema constante entre os estudiosos. Há algoritmos para escrever canções, imitar estilos de grandes pintores e ajudar nas decisões criativas em um set de filmagem, por exemplo. Os programas tentam entender os critérios que os humanos usam para gostar de determinadas obras e usam como apoio para a tomada de decisão.
O Watson (o famoso robô da IBM) conseguiu, em 2016, criar o trailer para um filme de terror da Century Fox Studios (Morgan) analisando o visual, o som e a composição de centenas de trailers de filmes de terror a fim de identificar padrões. Com base nisso, Watson selecionou as cenas que iriam para o trailer, reduzindo semanas de trabalho exaustivo.
John Smith, que gerenciou todo o projeto, faz, porém, uma ressalva: “É fácil para a inteligência artificial criar alguma coisa nova aleatoriamente. Mas é muito difícil criar alguma coisa nova, inesperada e útil”.
Os algoritmos, então, seriam ferramentas úteis para substituir profissionais medianos, que se baseiam em gostos mais populares e comuns para criar peças — sejam pinturas, músicas, esculturas, ilustrações ou vídeos — ou para auxiliar nos trabalhos mais demorados e acelerar protótipos.
Mas para se criar algo realmente original, brilhante e inesperado, que se transforme em uma experiência memorável, ainda são necessários talentos exclusivamente humanos.
Uma das tendências apontadas para futuros trabalhos dominados por humanos, inclusive, é o setor de entretenimento. Se as pessoas terão mais tempo livre, mais tempo também terão de pensar sobre a vida, de ouvir música, visitar exposições, assistir a filmes, ver peças de teatro.
A arte fala sobre o ser humano, seus dilemas, dúvidas, crises existenciais, emoções e sentimentos. O que nos faz humanos, em suma, é a capacidade que temos de fazer (e apreciar) a arte. Essa parte não tem como ser assumida por uma máquina.
(Fonte: Atitude pró-inovação, 2021 — Adaptado.)
As máquinas não conseguem realizar (pelo menos ainda) as atividades consideradas exclusivamente humanas, como liderar, empatizar, criar e julgar outros humanos (se bem que acabamos de ver exemplos de previsões de julgamentos realizados por máquinas; mas, no caso da tabela, os autores referem-se a julgamentos que levam em consideração emoções e empatia, não apenas o lado racional). Essa questão de decisões legais realizadas por máquinas ainda é bastante polêmica, mas, em alguns casos, os algoritmos podem ser excelentes referências.
Com relação à criatividade, esse tem sido um tema constante entre os estudiosos. Há algoritmos para escrever canções, imitar estilos de grandes pintores e ajudar nas decisões criativas em um set de filmagem, por exemplo. Os programas tentam entender os critérios que os humanos usam para gostar de determinadas obras e usam como apoio para a tomada de decisão.
O Watson (o famoso robô da IBM) conseguiu, em 2016, criar o trailer para um filme de terror da Century Fox Studios (Morgan) analisando o visual, o som e a composição de centenas de trailers de filmes de terror a fim de identificar padrões. Com base nisso, Watson selecionou as cenas que iriam para o trailer, reduzindo semanas de trabalho exaustivo.
John Smith, que gerenciou todo o projeto, faz, porém, uma ressalva: “É fácil para a inteligência artificial criar alguma coisa nova aleatoriamente. Mas é muito difícil criar alguma coisa nova, inesperada e útil”.
Os algoritmos, então, seriam ferramentas úteis para substituir profissionais medianos, que se baseiam em gostos mais populares e comuns para criar peças — sejam pinturas, músicas, esculturas, ilustrações ou vídeos — ou para auxiliar nos trabalhos mais demorados e acelerar protótipos.
Mas para se criar algo realmente original, brilhante e inesperado, que se transforme em uma experiência memorável, ainda são necessários talentos exclusivamente humanos.
Uma das tendências apontadas para futuros trabalhos dominados por humanos, inclusive, é o setor de entretenimento. Se as pessoas terão mais tempo livre, mais tempo também terão de pensar sobre a vida, de ouvir música, visitar exposições, assistir a filmes, ver peças de teatro.
A arte fala sobre o ser humano, seus dilemas, dúvidas, crises existenciais, emoções e sentimentos. O que nos faz humanos, em suma, é a capacidade que temos de fazer (e apreciar) a arte. Essa parte não tem como ser assumida por uma máquina.
(Fonte: Atitude pró-inovação, 2021 — Adaptado.)
Considerando-se a análise e interpretação do texto, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) Pode-se inferir, a partir da leitura do primeiro parágrafo do texto, que atividades hoje feitas exclusivamente por seres humanos podem chegar, algum dia, a ser cumpridas por robôs.
( ) O cientista que gerenciou a criação do robô da IBM acredita que, apesar do êxito do robô da IBM, é muito difícil que IAs cheguem a poder criar coisas novas e esperadas.
( ) A arte, seja em sua confecção ou apreciação, termina sendo o que diferencia os seres humanos das máquinas.
As máquinas não conseguem realizar (pelo menos ainda) as atividades consideradas exclusivamente humanas, como liderar, empatizar, criar e julgar outros humanos (se bem que acabamos de ver exemplos de previsões de julgamentos realizados por máquinas; mas, no caso da tabela, os autores referem-se a julgamentos que levam em consideração emoções e empatia, não apenas o lado racional). Essa questão de decisões legais realizadas por máquinas ainda é bastante polêmica, mas, em alguns casos, os algoritmos podem ser excelentes referências.
Com relação à criatividade, esse tem sido um tema constante entre os estudiosos. Há algoritmos para escrever canções, imitar estilos de grandes pintores e ajudar nas decisões criativas em um set de filmagem, por exemplo. Os programas tentam entender os critérios que os humanos usam para gostar de determinadas obras e usam como apoio para a tomada de decisão.
O Watson (o famoso robô da IBM) conseguiu, em 2016, criar o trailer para um filme de terror da Century Fox Studios (Morgan) analisando o visual, o som e a composição de centenas de trailers de filmes de terror a fim de identificar padrões. Com base nisso, Watson selecionou as cenas que iriam para o trailer, reduzindo semanas de trabalho exaustivo.
John Smith, que gerenciou todo o projeto, faz, porém, uma ressalva: “É fácil para a inteligência artificial criar alguma coisa nova aleatoriamente. Mas é muito difícil criar alguma coisa nova, inesperada e útil”.
Os algoritmos, então, seriam ferramentas úteis para substituir profissionais medianos, que se baseiam em gostos mais populares e comuns para criar peças — sejam pinturas, músicas, esculturas, ilustrações ou vídeos — ou para auxiliar nos trabalhos mais demorados e acelerar protótipos.
Mas para se criar algo realmente original, brilhante e inesperado, que se transforme em uma experiência memorável, ainda são necessários talentos exclusivamente humanos.
Uma das tendências apontadas para futuros trabalhos dominados por humanos, inclusive, é o setor de entretenimento. Se as pessoas terão mais tempo livre, mais tempo também terão de pensar sobre a vida, de ouvir música, visitar exposições, assistir a filmes, ver peças de teatro.
A arte fala sobre o ser humano, seus dilemas, dúvidas, crises existenciais, emoções e sentimentos. O que nos faz humanos, em suma, é a capacidade que temos de fazer (e apreciar) a arte. Essa parte não tem como ser assumida por uma máquina.
(Fonte: Atitude pró-inovação, 2021 — Adaptado.)
Considerando-se o trecho do texto “Com relação à criatividade, esse tem sido um tema constante entre os estudiosos.”, analisar os itens abaixo sobre a expressão sublinhada:
I. Deve permanecer com “à”, porque a preposição “a” é seguida de uma palavra feminina determinada por um artigo definido.
II. Pode ser reescrito com “a”, porque se trata de um caso de uso facultativo da crase.
III. Pode ser substituído por “Em relação a”.
Está(ão) CORRETO(S):
Em relação ao uso dos porquês, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) Em “As razões pelas quais fui embora são pessoais.”, a expressão sublinhada pode ser substituída por "porque”, sem que sejam necessárias outras alterações para manter o sentido da frase.
( ) Em “Esse não é o caminho pelo qual passei.”, a expressão sublinhada pode ser substituída por "por que”, sem que sejam necessárias outras alterações para manter o sentido da frase.
( ) Em “Você está me contando isso por qual motivo?”, a expressão sublinhada pode ser substituída por "por quê”, sem que sejam necessárias outras alterações para manter o sentido da frase.
Considerando-se a diferença entre parônimos e homônimos, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Parônimo.
(2) Homônimo.
( ) Gosto (substantivo)/gosto (verbo).
( ) Absorver/absolver.
( ) Iminente/eminente.
A respeito da concordância do verbo “ser”, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) Tu é o pai de Paulo.
( ) Esta pessoa são Maria.
( ) Isso é uma lembrança feliz!
Uma professora registrou as alturas de seus seis alunos, conforme quadro abaixo:

De acordo com as informações, o estudante com altura exatamente igual à média aritmética dos seis estudantes é:
O Sistema Operacional Windows é uma família de sistemas operacionais desenvolvidos, comercializados e vendidos pela Microsoft. Sobre as características do Windows 10, analisar os itens abaixo:
I. É um sistema operacional gráfico.
II. É um sistema operacional que permite a execução de várias tarefas ao mesmo tempo.
III. Suporta a função plug and play.
Está(ão) CORRETO(S):
A Internet é uma rede mundial de computadores ligados entre si com objetivo de trocar informações. Sobre as funcionalidades e a navegação na Internet, analisar os itens abaixo:
I. É possível trocar informações por meio de e-mails com outras pessoas.
II. É um serviço gratuito para o mundo inteiro.
III. É possível se comunicar, por chat, em poucos segundos, com pessoas de todo o mundo.
Está(ão) CORRETO(S):
Em relação à Lei Orgânica do Município de Pato Bragado, sobre a consulta popular na forma da lei, analisar os itens abaixo:
I. A realização da consulta popular deverá ser aprovada pela maioria absoluta dos membros da Câmara.
II. O Prefeito Municipal poderá utilizar consultas populares para assuntos de interesse particular.
III. É permitida a realização de consulta popular nos quatro meses que antecedem as eleições para qualquer nível do Governo.
IV. Serão realizadas, no máximo, seis consultas por ano.
Está(ão) CORRETO(S):
Sobre o objeto das leis complementares, de acordo com a Lei Orgânica do Município de Pato Bragado, analisar os itens abaixo:
I. Código de ética municipal.
II. Código tributário municipal.
III. Plano diretor.
Está(ão) CORRETO(S):
De acordo com o Código Tributário do Município de Pato Bragado, sobre o que somente a lei pode estabelecer, analisar os itens abaixo:
I. A definição do fato gerador da isenção tributária principal e do seu sujeito passivo.
II. A majoração de tributos ou a sua redução.
III. A oscilação da alíquota de tributo e de sua base de cálculo.
Está(ão) CORRETO(S):