Questões de Concurso Público Prefeitura de Amparo do Serra - MG 2026 para Agente Comunitário de Saúde
Foram encontradas 31 questões
I. Incidência
II. Prevalência
III. Endemia
IV. Surto
V. Epidemia
VI. Pandemia
( ) Doença que ocorre habitualmente e de forma constante em uma determinada região, sem grandes picos de casos.
( ) Uma epidemia que se espalha em escala global, afetando vários continentes.
( ) Casos novos de uma doença em um período específico. Importante para avaliar o risco de adoecer.
( ) Casos totais (novos + antigos) de uma doença em um momento específico. Útil para medir a carga da doença na população.
( ) Quando um surto se espalha rapidamente, atingindo diversas regiões ou um grande número de pessoas ao mesmo tempo.
( ) Aumento repentino do número de casos de uma doença em uma área geográfica específica e restrita (ex: um bairro ou escola).
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
( ) A territorialização é o processo no qual se identificam grupos, famílias e indivíduos de um território adscrito, e os fatores condicionantes e determinantes de sua saúde.
( ) Deve ser realizada exclusivamente pelos gestores municipais, sem a participação dos ACS ou dos demais profissionais da equipe.
( ) Consiste na delimitação geográfica da área de atuação da Unidade Básica de Saúde e considera as características sociais da população.
( ) Tem como objetivo principal distribuir igualmente o número de visitas domiciliares entre os ACS, independentemente das necessidades das famílias.
( ) Envolve o reconhecimento do território, da população, das condições de vida, dos riscos, das vulnerabilidades e dos recursos existentes na comunidade.
( ) É um levantamento realizado somente no início da implantação da equipe, não sendo necessária sua atualização posterior.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
( ) A redução do consumo de sal pode contribuir para o controle da pressão arterial.
( ) A prática regular de atividade física, quando orientada adequadamente, auxilia na prevenção e no controle da hipertensão.
( ) O tratamento medicamentoso pode ser interrompido quando a pressão arterial estiver normalizada, mesmo sem orientação profissional.
( ) Indivíduos jovens não apresentam hipertensão, pois não apresentam maus hábitos nem níveis elevados de estresse.
( ) O consumo excessivo de bebidas alcoólicas pode aumentar o risco de hipertensão arterial.
( ) A hipertensão geralmente apresenta sintomas evidentes, como dor de cabeça e tonturas, em todas as pessoas acometidas.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
A Casa do Silêncio
O menino descobriu cedo que a janela era maior que o mundo.
Por ela, via nuvens que se inventavam de animais, de barcos, de gigantes. O céu lhe contava histórias que ninguém mais parecia ouvir.
A mãe, sempre apressada, dizia:
— Menino, larga essa janela, o mundo não se cabe aí!
Mas o menino sabia que a mãe se enganava. A janela era feita de silêncio, e no silêncio cabia tudo.
Quando o vento brincava com a cortina, ele acreditava que o tempo queria entrar. Estendia a mão, mas o tempo nunca se deixava segurar.
O pai, atrás do jornal, ria da distração do filho:
— Esse menino não vai crescer se viver de olhar o nada.
Mas o menino entendia que o nada era cheio de segredos.
Certa manhã, um pássaro pousou no fio. O bico aberto parecia uma palavra que não queria nascer.
E o menino aprendeu, sem professor algum, que nem todo canto precisava de som.
Anos se passaram.
Já homem, voltou à casa.
A janela estava menor, o vidro um pouco embaçado, a cortina cansada de tanto vento. Mas, ao abri-la, o mesmo pássaro — ou outro que o destino escolheu — pousava ali, silencioso.
O homem sorriu.
Percebeu, então, que não era ele quem olhava o mundo pela janela.
Era a janela que, desde sempre, olhava dentro dele.
A Casa do Silêncio
O menino descobriu cedo que a janela era maior que o mundo.
Por ela, via nuvens que se inventavam de animais, de barcos, de gigantes. O céu lhe contava histórias que ninguém mais parecia ouvir.
A mãe, sempre apressada, dizia:
— Menino, larga essa janela, o mundo não se cabe aí!
Mas o menino sabia que a mãe se enganava. A janela era feita de silêncio, e no silêncio cabia tudo.
Quando o vento brincava com a cortina, ele acreditava que o tempo queria entrar. Estendia a mão, mas o tempo nunca se deixava segurar.
O pai, atrás do jornal, ria da distração do filho:
— Esse menino não vai crescer se viver de olhar o nada.
Mas o menino entendia que o nada era cheio de segredos.
Certa manhã, um pássaro pousou no fio. O bico aberto parecia uma palavra que não queria nascer.
E o menino aprendeu, sem professor algum, que nem todo canto precisava de som.
Anos se passaram.
Já homem, voltou à casa.
A janela estava menor, o vidro um pouco embaçado, a cortina cansada de tanto vento. Mas, ao abri-la, o mesmo pássaro — ou outro que o destino escolheu — pousava ali, silencioso.
O homem sorriu.
Percebeu, então, que não era ele quem olhava o mundo pela janela.
Era a janela que, desde sempre, olhava dentro dele.
A Casa do Silêncio
O menino descobriu cedo que a janela era maior que o mundo.
Por ela, via nuvens que se inventavam de animais, de barcos, de gigantes. O céu lhe contava histórias que ninguém mais parecia ouvir.
A mãe, sempre apressada, dizia:
— Menino, larga essa janela, o mundo não se cabe aí!
Mas o menino sabia que a mãe se enganava. A janela era feita de silêncio, e no silêncio cabia tudo.
Quando o vento brincava com a cortina, ele acreditava que o tempo queria entrar. Estendia a mão, mas o tempo nunca se deixava segurar.
O pai, atrás do jornal, ria da distração do filho:
— Esse menino não vai crescer se viver de olhar o nada.
Mas o menino entendia que o nada era cheio de segredos.
Certa manhã, um pássaro pousou no fio. O bico aberto parecia uma palavra que não queria nascer.
E o menino aprendeu, sem professor algum, que nem todo canto precisava de som.
Anos se passaram.
Já homem, voltou à casa.
A janela estava menor, o vidro um pouco embaçado, a cortina cansada de tanto vento. Mas, ao abri-la, o mesmo pássaro — ou outro que o destino escolheu — pousava ali, silencioso.
O homem sorriu.
Percebeu, então, que não era ele quem olhava o mundo pela janela.
Era a janela que, desde sempre, olhava dentro dele.