Questões de Concurso Público Prefeitura de Paranacity - PR 2022 para Assistente Social
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Leia o texto para responder as questões.
Saudade do que não vivemos
Fomos enganados, acredite em mim.
Esses mal-intencionados donos das grandes redes sociais e de impérios tecnológicos nos convenceram que nossas vidas seriam muito melhores se nós todos nos conectássemos.
Todos nós, amigos, parentes, até você e eu, querido leitor, conectados para sempre.
Nos convenceram de que deveríamos empacotar os nossos relacionamentos profissionais e pessoais, nosso lazer, nossos planos, projetos e sonhos dentro de seus conglomerados.
Disseram que, pela primeira vez na história, o ser humano comum como você e eu, teríamos voz e poderíamos expor nossas opiniões para o mundo inteiro ouvir.
E com isso, seríamos muito mais felizes.
Tá. Vai nessa.
Depois de uns dez ou quinze anos dessa mudança sociocultural, não me sinto muito mais feliz do que no passado.
Primeiro porque, sempre que eu decido falar nas redes sociais, ninguém me escuta.
Depois, “estar conectado” com o mundo não tem se mostrado ser uma grande vantagem já que, a cada dia que passa me convenço que o mundo precisa muito mais de mim, do meu tempo e do meu dinheiro, do que eu dele.
Não está nada equilibrada essa brincadeira.
Antigamente, meu jovem, éramos desconectados, mas a vida era simples.
Você acordava pela manhã e ia trabalhar.
No Metrô, lia o jornal do dia, com as notícias de ontem.
Uma vez no escritório, encontrava o chefe em sua sala, os clientes na sala de reunião, os colegas de trabalho no café.
Voltava para casa olhando a paisagem.
Beijava a mulher e os filhos, jantavam todos juntos e depois assistiam o jornal e a novela, que eram – pasmem – de graça.
Hoje tudo mudou.
Acordo e, ainda na cama, repasso todas as notícias do dia, da noite, da véspera e o que vai acontecer pelo mundo nas próximas horas.
Nem tiro a cabeça do travesseiro e já levo, garganta abaixo, um direto de direita de informações.
A caminho do trabalho, sem jornal para ler, eu poderia, quem sabe, conversar com o cidadão sentado ao meu lado no ônibus.
Isso, claro, se ele levanta os olhos da tela, num jogo que aparentemente tem como objetivo organizar guloseimas coloridas.
Ao chegar ao escritório, o chefe, os clientes e os colegas de trabalhos estão nos mesmos lugares que estão sempre: no WhatsApp.
Curiosamente, nenhum deles parece utilizar o mesmo sistema de horas que eu.
Mensagens apitam num fluxo interminável, que não respeita qualquer pausa que eu tente dar ao meu analógico cérebro.
No caminho de volta para casa, a paisagem é, de novo, as guloseimas na tela do sujeito ao lado.
Num momento de fraqueza, baixo o jogo e me junto ao exército de zumbis que ocupam a mesma condução.
Em casa, mulher e filhos estão cada um no seu canto.
Um deles pergunta no grupo da família, se alguém pediu comida.
É bem provável que quando a pizza chegar, cada um coma no momento e local que melhor lhe convier.
Quem sabe, no próximo sábado, nos encontraremos na sala.
Cansado, ligo a TV para assistir a um filme.
A TV não é mais de graça.
Numa conta assim, por cima, descubro que com o que gasto em assinaturas de serviços de streaming, poderia ter comprado um cinema pequeno no interior.
Não me levem a mal.
Nem imaginem que não admiro os avanços tecnológicos que vivemos hoje.
Mas tenho saudade, ora.
Saudade de um tempo em que você e eu não estávamos conectados.
Mas já que estamos, se tiver umas vidas aí do joguinho das guloseimas, por favor, me mande, ok?
Disponível em: https://istoe.com.br/saudade-do-que-nao-vivemos/
Leia o texto para responder as questões.
Saudade do que não vivemos
Fomos enganados, acredite em mim.
Esses mal-intencionados donos das grandes redes sociais e de impérios tecnológicos nos convenceram que nossas vidas seriam muito melhores se nós todos nos conectássemos.
Todos nós, amigos, parentes, até você e eu, querido leitor, conectados para sempre.
Nos convenceram de que deveríamos empacotar os nossos relacionamentos profissionais e pessoais, nosso lazer, nossos planos, projetos e sonhos dentro de seus conglomerados.
Disseram que, pela primeira vez na história, o ser humano comum como você e eu, teríamos voz e poderíamos expor nossas opiniões para o mundo inteiro ouvir.
E com isso, seríamos muito mais felizes.
Tá. Vai nessa.
Depois de uns dez ou quinze anos dessa mudança sociocultural, não me sinto muito mais feliz do que no passado.
Primeiro porque, sempre que eu decido falar nas redes sociais, ninguém me escuta.
Depois, “estar conectado” com o mundo não tem se mostrado ser uma grande vantagem já que, a cada dia que passa me convenço que o mundo precisa muito mais de mim, do meu tempo e do meu dinheiro, do que eu dele.
Não está nada equilibrada essa brincadeira.
Antigamente, meu jovem, éramos desconectados, mas a vida era simples.
Você acordava pela manhã e ia trabalhar.
No Metrô, lia o jornal do dia, com as notícias de ontem.
Uma vez no escritório, encontrava o chefe em sua sala, os clientes na sala de reunião, os colegas de trabalho no café.
Voltava para casa olhando a paisagem.
Beijava a mulher e os filhos, jantavam todos juntos e depois assistiam o jornal e a novela, que eram – pasmem – de graça.
Hoje tudo mudou.
Acordo e, ainda na cama, repasso todas as notícias do dia, da noite, da véspera e o que vai acontecer pelo mundo nas próximas horas.
Nem tiro a cabeça do travesseiro e já levo, garganta abaixo, um direto de direita de informações.
A caminho do trabalho, sem jornal para ler, eu poderia, quem sabe, conversar com o cidadão sentado ao meu lado no ônibus.
Isso, claro, se ele levanta os olhos da tela, num jogo que aparentemente tem como objetivo organizar guloseimas coloridas.
Ao chegar ao escritório, o chefe, os clientes e os colegas de trabalhos estão nos mesmos lugares que estão sempre: no WhatsApp.
Curiosamente, nenhum deles parece utilizar o mesmo sistema de horas que eu.
Mensagens apitam num fluxo interminável, que não respeita qualquer pausa que eu tente dar ao meu analógico cérebro.
No caminho de volta para casa, a paisagem é, de novo, as guloseimas na tela do sujeito ao lado.
Num momento de fraqueza, baixo o jogo e me junto ao exército de zumbis que ocupam a mesma condução.
Em casa, mulher e filhos estão cada um no seu canto.
Um deles pergunta no grupo da família, se alguém pediu comida.
É bem provável que quando a pizza chegar, cada um coma no momento e local que melhor lhe convier.
Quem sabe, no próximo sábado, nos encontraremos na sala.
Cansado, ligo a TV para assistir a um filme.
A TV não é mais de graça.
Numa conta assim, por cima, descubro que com o que gasto em assinaturas de serviços de streaming, poderia ter comprado um cinema pequeno no interior.
Não me levem a mal.
Nem imaginem que não admiro os avanços tecnológicos que vivemos hoje.
Mas tenho saudade, ora.
Saudade de um tempo em que você e eu não estávamos conectados.
Mas já que estamos, se tiver umas vidas aí do joguinho das guloseimas, por favor, me mande, ok?
Disponível em: https://istoe.com.br/saudade-do-que-nao-vivemos/
Leia o texto para responder as questões.
Saudade do que não vivemos
Fomos enganados, acredite em mim.
Esses mal-intencionados donos das grandes redes sociais e de impérios tecnológicos nos convenceram que nossas vidas seriam muito melhores se nós todos nos conectássemos.
Todos nós, amigos, parentes, até você e eu, querido leitor, conectados para sempre.
Nos convenceram de que deveríamos empacotar os nossos relacionamentos profissionais e pessoais, nosso lazer, nossos planos, projetos e sonhos dentro de seus conglomerados.
Disseram que, pela primeira vez na história, o ser humano comum como você e eu, teríamos voz e poderíamos expor nossas opiniões para o mundo inteiro ouvir.
E com isso, seríamos muito mais felizes.
Tá. Vai nessa.
Depois de uns dez ou quinze anos dessa mudança sociocultural, não me sinto muito mais feliz do que no passado.
Primeiro porque, sempre que eu decido falar nas redes sociais, ninguém me escuta.
Depois, “estar conectado” com o mundo não tem se mostrado ser uma grande vantagem já que, a cada dia que passa me convenço que o mundo precisa muito mais de mim, do meu tempo e do meu dinheiro, do que eu dele.
Não está nada equilibrada essa brincadeira.
Antigamente, meu jovem, éramos desconectados, mas a vida era simples.
Você acordava pela manhã e ia trabalhar.
No Metrô, lia o jornal do dia, com as notícias de ontem.
Uma vez no escritório, encontrava o chefe em sua sala, os clientes na sala de reunião, os colegas de trabalho no café.
Voltava para casa olhando a paisagem.
Beijava a mulher e os filhos, jantavam todos juntos e depois assistiam o jornal e a novela, que eram – pasmem – de graça.
Hoje tudo mudou.
Acordo e, ainda na cama, repasso todas as notícias do dia, da noite, da véspera e o que vai acontecer pelo mundo nas próximas horas.
Nem tiro a cabeça do travesseiro e já levo, garganta abaixo, um direto de direita de informações.
A caminho do trabalho, sem jornal para ler, eu poderia, quem sabe, conversar com o cidadão sentado ao meu lado no ônibus.
Isso, claro, se ele levanta os olhos da tela, num jogo que aparentemente tem como objetivo organizar guloseimas coloridas.
Ao chegar ao escritório, o chefe, os clientes e os colegas de trabalhos estão nos mesmos lugares que estão sempre: no WhatsApp.
Curiosamente, nenhum deles parece utilizar o mesmo sistema de horas que eu.
Mensagens apitam num fluxo interminável, que não respeita qualquer pausa que eu tente dar ao meu analógico cérebro.
No caminho de volta para casa, a paisagem é, de novo, as guloseimas na tela do sujeito ao lado.
Num momento de fraqueza, baixo o jogo e me junto ao exército de zumbis que ocupam a mesma condução.
Em casa, mulher e filhos estão cada um no seu canto.
Um deles pergunta no grupo da família, se alguém pediu comida.
É bem provável que quando a pizza chegar, cada um coma no momento e local que melhor lhe convier.
Quem sabe, no próximo sábado, nos encontraremos na sala.
Cansado, ligo a TV para assistir a um filme.
A TV não é mais de graça.
Numa conta assim, por cima, descubro que com o que gasto em assinaturas de serviços de streaming, poderia ter comprado um cinema pequeno no interior.
Não me levem a mal.
Nem imaginem que não admiro os avanços tecnológicos que vivemos hoje.
Mas tenho saudade, ora.
Saudade de um tempo em que você e eu não estávamos conectados.
Mas já que estamos, se tiver umas vidas aí do joguinho das guloseimas, por favor, me mande, ok?
Disponível em: https://istoe.com.br/saudade-do-que-nao-vivemos/
Observe as sentenças a seguir e assinale a alternativa que apresenta o pronome indefinido.
I. Alguém pediu comida.
II. Você acordava pela manhã e ia trabalhar.
III. Ninguém me escuta.
IV. Hoje tudo mudou.
Leia o texto para responder as questões.
Saudade do que não vivemos
Fomos enganados, acredite em mim.
Esses mal-intencionados donos das grandes redes sociais e de impérios tecnológicos nos convenceram que nossas vidas seriam muito melhores se nós todos nos conectássemos.
Todos nós, amigos, parentes, até você e eu, querido leitor, conectados para sempre.
Nos convenceram de que deveríamos empacotar os nossos relacionamentos profissionais e pessoais, nosso lazer, nossos planos, projetos e sonhos dentro de seus conglomerados.
Disseram que, pela primeira vez na história, o ser humano comum como você e eu, teríamos voz e poderíamos expor nossas opiniões para o mundo inteiro ouvir.
E com isso, seríamos muito mais felizes.
Tá. Vai nessa.
Depois de uns dez ou quinze anos dessa mudança sociocultural, não me sinto muito mais feliz do que no passado.
Primeiro porque, sempre que eu decido falar nas redes sociais, ninguém me escuta.
Depois, “estar conectado” com o mundo não tem se mostrado ser uma grande vantagem já que, a cada dia que passa me convenço que o mundo precisa muito mais de mim, do meu tempo e do meu dinheiro, do que eu dele.
Não está nada equilibrada essa brincadeira.
Antigamente, meu jovem, éramos desconectados, mas a vida era simples.
Você acordava pela manhã e ia trabalhar.
No Metrô, lia o jornal do dia, com as notícias de ontem.
Uma vez no escritório, encontrava o chefe em sua sala, os clientes na sala de reunião, os colegas de trabalho no café.
Voltava para casa olhando a paisagem.
Beijava a mulher e os filhos, jantavam todos juntos e depois assistiam o jornal e a novela, que eram – pasmem – de graça.
Hoje tudo mudou.
Acordo e, ainda na cama, repasso todas as notícias do dia, da noite, da véspera e o que vai acontecer pelo mundo nas próximas horas.
Nem tiro a cabeça do travesseiro e já levo, garganta abaixo, um direto de direita de informações.
A caminho do trabalho, sem jornal para ler, eu poderia, quem sabe, conversar com o cidadão sentado ao meu lado no ônibus.
Isso, claro, se ele levanta os olhos da tela, num jogo que aparentemente tem como objetivo organizar guloseimas coloridas.
Ao chegar ao escritório, o chefe, os clientes e os colegas de trabalhos estão nos mesmos lugares que estão sempre: no WhatsApp.
Curiosamente, nenhum deles parece utilizar o mesmo sistema de horas que eu.
Mensagens apitam num fluxo interminável, que não respeita qualquer pausa que eu tente dar ao meu analógico cérebro.
No caminho de volta para casa, a paisagem é, de novo, as guloseimas na tela do sujeito ao lado.
Num momento de fraqueza, baixo o jogo e me junto ao exército de zumbis que ocupam a mesma condução.
Em casa, mulher e filhos estão cada um no seu canto.
Um deles pergunta no grupo da família, se alguém pediu comida.
É bem provável que quando a pizza chegar, cada um coma no momento e local que melhor lhe convier.
Quem sabe, no próximo sábado, nos encontraremos na sala.
Cansado, ligo a TV para assistir a um filme.
A TV não é mais de graça.
Numa conta assim, por cima, descubro que com o que gasto em assinaturas de serviços de streaming, poderia ter comprado um cinema pequeno no interior.
Não me levem a mal.
Nem imaginem que não admiro os avanços tecnológicos que vivemos hoje.
Mas tenho saudade, ora.
Saudade de um tempo em que você e eu não estávamos conectados.
Mas já que estamos, se tiver umas vidas aí do joguinho das guloseimas, por favor, me mande, ok?
Disponível em: https://istoe.com.br/saudade-do-que-nao-vivemos/
Analise as duas frases a seguir e assinale qual é o tempo verbal correto de ambas.
I. No Metrô, lia o jornal do dia, com as notícias de ontem.
II. Você acordava pela manhã e ia trabalhar.
Leia o texto para responder as questões.
Saudade do que não vivemos
Fomos enganados, acredite em mim.
Esses mal-intencionados donos das grandes redes sociais e de impérios tecnológicos nos convenceram que nossas vidas seriam muito melhores se nós todos nos conectássemos.
Todos nós, amigos, parentes, até você e eu, querido leitor, conectados para sempre.
Nos convenceram de que deveríamos empacotar os nossos relacionamentos profissionais e pessoais, nosso lazer, nossos planos, projetos e sonhos dentro de seus conglomerados.
Disseram que, pela primeira vez na história, o ser humano comum como você e eu, teríamos voz e poderíamos expor nossas opiniões para o mundo inteiro ouvir.
E com isso, seríamos muito mais felizes.
Tá. Vai nessa.
Depois de uns dez ou quinze anos dessa mudança sociocultural, não me sinto muito mais feliz do que no passado.
Primeiro porque, sempre que eu decido falar nas redes sociais, ninguém me escuta.
Depois, “estar conectado” com o mundo não tem se mostrado ser uma grande vantagem já que, a cada dia que passa me convenço que o mundo precisa muito mais de mim, do meu tempo e do meu dinheiro, do que eu dele.
Não está nada equilibrada essa brincadeira.
Antigamente, meu jovem, éramos desconectados, mas a vida era simples.
Você acordava pela manhã e ia trabalhar.
No Metrô, lia o jornal do dia, com as notícias de ontem.
Uma vez no escritório, encontrava o chefe em sua sala, os clientes na sala de reunião, os colegas de trabalho no café.
Voltava para casa olhando a paisagem.
Beijava a mulher e os filhos, jantavam todos juntos e depois assistiam o jornal e a novela, que eram – pasmem – de graça.
Hoje tudo mudou.
Acordo e, ainda na cama, repasso todas as notícias do dia, da noite, da véspera e o que vai acontecer pelo mundo nas próximas horas.
Nem tiro a cabeça do travesseiro e já levo, garganta abaixo, um direto de direita de informações.
A caminho do trabalho, sem jornal para ler, eu poderia, quem sabe, conversar com o cidadão sentado ao meu lado no ônibus.
Isso, claro, se ele levanta os olhos da tela, num jogo que aparentemente tem como objetivo organizar guloseimas coloridas.
Ao chegar ao escritório, o chefe, os clientes e os colegas de trabalhos estão nos mesmos lugares que estão sempre: no WhatsApp.
Curiosamente, nenhum deles parece utilizar o mesmo sistema de horas que eu.
Mensagens apitam num fluxo interminável, que não respeita qualquer pausa que eu tente dar ao meu analógico cérebro.
No caminho de volta para casa, a paisagem é, de novo, as guloseimas na tela do sujeito ao lado.
Num momento de fraqueza, baixo o jogo e me junto ao exército de zumbis que ocupam a mesma condução.
Em casa, mulher e filhos estão cada um no seu canto.
Um deles pergunta no grupo da família, se alguém pediu comida.
É bem provável que quando a pizza chegar, cada um coma no momento e local que melhor lhe convier.
Quem sabe, no próximo sábado, nos encontraremos na sala.
Cansado, ligo a TV para assistir a um filme.
A TV não é mais de graça.
Numa conta assim, por cima, descubro que com o que gasto em assinaturas de serviços de streaming, poderia ter comprado um cinema pequeno no interior.
Não me levem a mal.
Nem imaginem que não admiro os avanços tecnológicos que vivemos hoje.
Mas tenho saudade, ora.
Saudade de um tempo em que você e eu não estávamos conectados.
Mas já que estamos, se tiver umas vidas aí do joguinho das guloseimas, por favor, me mande, ok?
Disponível em: https://istoe.com.br/saudade-do-que-nao-vivemos/
Analise as assertivas e assinale a alternativa correta. De acordo com o Art. 108 da Lei Orgânica Municipal o Executivo manterá sistema de controle interno, a fim de
I. criar condições indispensáveis para assegurar eficácia ao controle e regularidade à realização da receita e despesa.
II. acompanhar as execuções de programas de trabalho e do orçamento.
III. acompanhar e validar as despesas dos vereadores nos deslocamentos em viagem.
IV. verificar a execução dos contratos.
De acordo com a Lei Orgânica de Paranacity, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) É ilícito a qualquer cidadão obter informações e certidões sobre assuntos referentes à administração municipal, por se tratarem de documentos confidenciais.
( ) Dentre outras atribuições, compete privativamente ao município de Paranacity, suplementar a Legislação Federal e Estadual no que couber.
( ) É vedado ao Município de Paranacity fomentar a produção agropecuária e organizar o abastecimento alimentar.
( ) O Governo Municipal é exercido pela Câmara Municipal, com funções legislativas, e pelo Prefeito, com funções executivas.
I. Para a Igreja, a “questão social”, antes de ser econômico-política, é uma questão moral e religiosa. II. O Estado deve preservar e regular a propriedade privada, impor limites legais aos excessos da exploração da força de trabalho e, ainda, tutelar os direitos de cada um, especialmente dos que necessitam de amparo. Mas o Estado não pode negar a independência da sociedade civil. III. A Igreja deve compartilhar com o Estado a atuação diante da “questão social”, na tarefa de recristianização da sociedade através de grupos sociais básicos, especialmente a família.
I. O CRAS é a unidade pública municipal, de base territorial, localizada em áreas com maiores índices de vulnerabilidade e risco social, destinada à articulação dos serviços socioassistenciais no seu território de abrangência e à prestação de serviços, programas e projetos socioassistenciais de proteção social básica às famílias.
II. O CREAS é a unidade pública de abrangência e gestão municipal, estadual ou regional, destinada à prestação de serviços a indivíduos e famílias que se encontram em situação de risco pessoal ou social, por violação de direitos ou contingência, que demandam intervenções especializadas da proteção social especial.
III. Os CRAS e os CREAS são unidades públicas estatais instituídas no âmbito do SUAS, que possuem interface com as demais políticas públicas e articulam, coordenam e ofertam os serviços, programas, projetos e benefícios da assistência social.
Segundo Fraga (2010), “o assistente social deverá imprimir em sua intervenção profissional uma direção, sendo necessário, para isto, conhecer e problematizar o objeto de sua ação profissional, construindo sua visibilidade a partir de informações e análises consistentes – atitude investigativa. Concomitantemente, o trabalho do assistente social deverá ser norteado por um plano de intervenção profissional objetivando construir estratégias coletivas para o enfrentamento das diferentes manifestações de desigualdades e injustiças sociais, numa perspectiva histórica que apreenda o movimento contraditório do real”.
Sobre as etapas de construção desse plano de intervenção, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.
I. Pesquisar dados de realidade quantitativos, pois são imprescindíveis para trazer retratos da realidade, dimensionar os problemas que se investiga.
II. Investigar sobre as informações qualitativas da realidade. As metodologias qualitativas aproximam pesquisador/sujeitos pesquisados, permitindo ao primeiro conhecer as percepções dos segundos, os significados que atribuem a suas experiências, seus modos de vida, ou seja, oferece subsídios para trabalhar com o real em movimento, em toda a sua plenitude.
III. Desvendar e problematizar a realidade social, apreendendo os modos e as condições de vida dos sujeitos com seus condicionantes históricos, sociais, econômicos e culturais, e também seus anseios, desejos, necessidades, demandas.
IV. Intervir na realidade social com base na apreensão do movimento contraditório do real, a partir do seu desvendamento e problematização, e também de pesquisas sobre dados da realidade dos sujeitos.