Questões de Concurso Público SEED-PR 2021 para Professor - Área de Conhecimento: Professor para Séries Iniciais

Foram encontradas 40 questões

Q4376819 Não definido
O texto contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


A aprendizagem significativa instaura novamente na escola uma condição fundamental de nossa busca de conhecimento. Essa condição é a do desejo, ou seja, do conhecimento como necessidade, algo que “falta ser”, que ainda não é nos termos pretendidos ou aceitos pelo sujeito. No contexto da competência relacional, isso é interessante porque o desejo instaura-se como busca e como complementaridade. A busca supõe a devoção daquele que deseja, isto é, trabalho, compromisso, responsabilidade. Complementaridade supõe sair dos limites de onde se encontra e incluir um outro todo como parte. Marías analisa essa questão no plano do jogo, como forma de ilusão. Ou seja, o que anima os adversários em um jogo é a mesma ilusão: vencer. Essa ilusão corresponde ao que se chama de “desejo com argumento”, ou seja, como falta traduzida em ações de busca, dirigidas por um objetivo ou finalidade, ações que são reguladas por essa meta a ser alcançada. Daí a dupla condição para competência relacional: desejo e devoção. Desejo como fim ou direção. Devoção como meio ou instrumento. Ou, como quer a sabedoria popular: “quem ama, cuida”.

Desejo e devoção são cognitivos e afetivos ao mesmo tempo. Cognitivos porque supõem uma formulação, uma pergunta, hipótese ou proposição. Porque supõem construção de recursos, tomadas de decisão, avaliação reguladora etc. Afetivos porque supõem um querer, supõem a atribuição de uma significação pessoal, no sentido de que algo ainda não é para um sujeito, mas “deve” ser.

A aprendizagem significativa supõe que se encontre “eco” no sujeito a quem é proposta. Daí sua vinculação com uma forma relacional de competência. A aprendizagem significativa é uma das condições defendidas por Piaget para um método pedagógico ser construtivo. Significativa porque expressa essa categoria da paixão: deixar-se, como sujeito a ser atravessado por um objeto; por isso, estar envolvido, interessado, ativo, em tudo o que corresponde a sua assimilação. Por isso, Piaget, ao menos com as crianças, era muito crítico ao que chamava de “verbalismo da sala de aula”. O verbalismo refere-se às exposições orais (explicações) para crianças sobre temas que as excluem por sua natureza formal, conceptual, adulta. A consequência disso, não raro, é a presença de crianças apáticas, desinteressadas, passivas, ou, então, agitadas, indisciplinadas e pouco cooperativas. As mesmas exposições com adultos podem ser positivas, pois esses possuem mais recursos cognitivos para relacionarem-se com essa forma de linguagem. Ou seja, um adulto, mesmo que só escutando, tem recursos de pensamento para manter um “diálogo” ativo (anota, faz associações, concorda etc.) com o assunto que está sendo exposto.


(Lino de Macedo. Competências e Habilidades: Elementos para uma Reflexão Pedagógica. Disponível em: http://portal.inep.gov.br. Fragmento.)
Considerando as ideias e informações trazidas ao texto, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4376820 Não definido
O texto contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


A aprendizagem significativa instaura novamente na escola uma condição fundamental de nossa busca de conhecimento. Essa condição é a do desejo, ou seja, do conhecimento como necessidade, algo que “falta ser”, que ainda não é nos termos pretendidos ou aceitos pelo sujeito. No contexto da competência relacional, isso é interessante porque o desejo instaura-se como busca e como complementaridade. A busca supõe a devoção daquele que deseja, isto é, trabalho, compromisso, responsabilidade. Complementaridade supõe sair dos limites de onde se encontra e incluir um outro todo como parte. Marías analisa essa questão no plano do jogo, como forma de ilusão. Ou seja, o que anima os adversários em um jogo é a mesma ilusão: vencer. Essa ilusão corresponde ao que se chama de “desejo com argumento”, ou seja, como falta traduzida em ações de busca, dirigidas por um objetivo ou finalidade, ações que são reguladas por essa meta a ser alcançada. Daí a dupla condição para competência relacional: desejo e devoção. Desejo como fim ou direção. Devoção como meio ou instrumento. Ou, como quer a sabedoria popular: “quem ama, cuida”.

Desejo e devoção são cognitivos e afetivos ao mesmo tempo. Cognitivos porque supõem uma formulação, uma pergunta, hipótese ou proposição. Porque supõem construção de recursos, tomadas de decisão, avaliação reguladora etc. Afetivos porque supõem um querer, supõem a atribuição de uma significação pessoal, no sentido de que algo ainda não é para um sujeito, mas “deve” ser.

A aprendizagem significativa supõe que se encontre “eco” no sujeito a quem é proposta. Daí sua vinculação com uma forma relacional de competência. A aprendizagem significativa é uma das condições defendidas por Piaget para um método pedagógico ser construtivo. Significativa porque expressa essa categoria da paixão: deixar-se, como sujeito a ser atravessado por um objeto; por isso, estar envolvido, interessado, ativo, em tudo o que corresponde a sua assimilação. Por isso, Piaget, ao menos com as crianças, era muito crítico ao que chamava de “verbalismo da sala de aula”. O verbalismo refere-se às exposições orais (explicações) para crianças sobre temas que as excluem por sua natureza formal, conceptual, adulta. A consequência disso, não raro, é a presença de crianças apáticas, desinteressadas, passivas, ou, então, agitadas, indisciplinadas e pouco cooperativas. As mesmas exposições com adultos podem ser positivas, pois esses possuem mais recursos cognitivos para relacionarem-se com essa forma de linguagem. Ou seja, um adulto, mesmo que só escutando, tem recursos de pensamento para manter um “diálogo” ativo (anota, faz associações, concorda etc.) com o assunto que está sendo exposto.


(Lino de Macedo. Competências e Habilidades: Elementos para uma Reflexão Pedagógica. Disponível em: http://portal.inep.gov.br. Fragmento.)
Em relação ao emprego das regras de concordância de acordo com a gramática oficial, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q4376821 Não definido
O texto contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


A aprendizagem significativa instaura novamente na escola uma condição fundamental de nossa busca de conhecimento. Essa condição é a do desejo, ou seja, do conhecimento como necessidade, algo que “falta ser”, que ainda não é nos termos pretendidos ou aceitos pelo sujeito. No contexto da competência relacional, isso é interessante porque o desejo instaura-se como busca e como complementaridade. A busca supõe a devoção daquele que deseja, isto é, trabalho, compromisso, responsabilidade. Complementaridade supõe sair dos limites de onde se encontra e incluir um outro todo como parte. Marías analisa essa questão no plano do jogo, como forma de ilusão. Ou seja, o que anima os adversários em um jogo é a mesma ilusão: vencer. Essa ilusão corresponde ao que se chama de “desejo com argumento”, ou seja, como falta traduzida em ações de busca, dirigidas por um objetivo ou finalidade, ações que são reguladas por essa meta a ser alcançada. Daí a dupla condição para competência relacional: desejo e devoção. Desejo como fim ou direção. Devoção como meio ou instrumento. Ou, como quer a sabedoria popular: “quem ama, cuida”.

Desejo e devoção são cognitivos e afetivos ao mesmo tempo. Cognitivos porque supõem uma formulação, uma pergunta, hipótese ou proposição. Porque supõem construção de recursos, tomadas de decisão, avaliação reguladora etc. Afetivos porque supõem um querer, supõem a atribuição de uma significação pessoal, no sentido de que algo ainda não é para um sujeito, mas “deve” ser.

A aprendizagem significativa supõe que se encontre “eco” no sujeito a quem é proposta. Daí sua vinculação com uma forma relacional de competência. A aprendizagem significativa é uma das condições defendidas por Piaget para um método pedagógico ser construtivo. Significativa porque expressa essa categoria da paixão: deixar-se, como sujeito a ser atravessado por um objeto; por isso, estar envolvido, interessado, ativo, em tudo o que corresponde a sua assimilação. Por isso, Piaget, ao menos com as crianças, era muito crítico ao que chamava de “verbalismo da sala de aula”. O verbalismo refere-se às exposições orais (explicações) para crianças sobre temas que as excluem por sua natureza formal, conceptual, adulta. A consequência disso, não raro, é a presença de crianças apáticas, desinteressadas, passivas, ou, então, agitadas, indisciplinadas e pouco cooperativas. As mesmas exposições com adultos podem ser positivas, pois esses possuem mais recursos cognitivos para relacionarem-se com essa forma de linguagem. Ou seja, um adulto, mesmo que só escutando, tem recursos de pensamento para manter um “diálogo” ativo (anota, faz associações, concorda etc.) com o assunto que está sendo exposto.


(Lino de Macedo. Competências e Habilidades: Elementos para uma Reflexão Pedagógica. Disponível em: http://portal.inep.gov.br. Fragmento.)
Considerando a realidade dos textos digitais e multimodais, de acordo com Roxane Rojo – mestre e doutora em Linguística Aplicada – a escola precisa “reestruturar seus processos de ensino-aprendizagem às novas configurações que se apresentam no mundo contemporâneo e globalizado e [...] tomar para si a tarefa de trabalhar com esses novos modos de ver/sentir/agir e de significar o mundo e a realidade social”. A afirmativa anterior, em relação ao tema explorado no texto em análise, pode ser vista como:
Alternativas
Q4376822 Não definido
O texto contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


A aprendizagem significativa instaura novamente na escola uma condição fundamental de nossa busca de conhecimento. Essa condição é a do desejo, ou seja, do conhecimento como necessidade, algo que “falta ser”, que ainda não é nos termos pretendidos ou aceitos pelo sujeito. No contexto da competência relacional, isso é interessante porque o desejo instaura-se como busca e como complementaridade. A busca supõe a devoção daquele que deseja, isto é, trabalho, compromisso, responsabilidade. Complementaridade supõe sair dos limites de onde se encontra e incluir um outro todo como parte. Marías analisa essa questão no plano do jogo, como forma de ilusão. Ou seja, o que anima os adversários em um jogo é a mesma ilusão: vencer. Essa ilusão corresponde ao que se chama de “desejo com argumento”, ou seja, como falta traduzida em ações de busca, dirigidas por um objetivo ou finalidade, ações que são reguladas por essa meta a ser alcançada. Daí a dupla condição para competência relacional: desejo e devoção. Desejo como fim ou direção. Devoção como meio ou instrumento. Ou, como quer a sabedoria popular: “quem ama, cuida”.

Desejo e devoção são cognitivos e afetivos ao mesmo tempo. Cognitivos porque supõem uma formulação, uma pergunta, hipótese ou proposição. Porque supõem construção de recursos, tomadas de decisão, avaliação reguladora etc. Afetivos porque supõem um querer, supõem a atribuição de uma significação pessoal, no sentido de que algo ainda não é para um sujeito, mas “deve” ser.

A aprendizagem significativa supõe que se encontre “eco” no sujeito a quem é proposta. Daí sua vinculação com uma forma relacional de competência. A aprendizagem significativa é uma das condições defendidas por Piaget para um método pedagógico ser construtivo. Significativa porque expressa essa categoria da paixão: deixar-se, como sujeito a ser atravessado por um objeto; por isso, estar envolvido, interessado, ativo, em tudo o que corresponde a sua assimilação. Por isso, Piaget, ao menos com as crianças, era muito crítico ao que chamava de “verbalismo da sala de aula”. O verbalismo refere-se às exposições orais (explicações) para crianças sobre temas que as excluem por sua natureza formal, conceptual, adulta. A consequência disso, não raro, é a presença de crianças apáticas, desinteressadas, passivas, ou, então, agitadas, indisciplinadas e pouco cooperativas. As mesmas exposições com adultos podem ser positivas, pois esses possuem mais recursos cognitivos para relacionarem-se com essa forma de linguagem. Ou seja, um adulto, mesmo que só escutando, tem recursos de pensamento para manter um “diálogo” ativo (anota, faz associações, concorda etc.) com o assunto que está sendo exposto.


(Lino de Macedo. Competências e Habilidades: Elementos para uma Reflexão Pedagógica. Disponível em: http://portal.inep.gov.br. Fragmento.)
“O verbalismo refere-se às exposições orais (explicações) para crianças sobre temas que as excluem por sua natureza formal, conceptual, adulta.” (3º§) A justificativa para o uso do acento grave indicador de crase no trecho destacado anteriormente é a mesma vista em:
Alternativas
Q4376823 Não definido
“Marcela, 9 anos, é aluna do Ensino Fundamental. Nas últimas semanas, chegou atrasada para as aulas, fisicamente machucada e abatida. Não se concentra e não quer falar sobre o assunto com a professora.” Considerando a situação hipotética, a quem a direção do estabelecimento de ensino deveria informar?
Alternativas
Q4376824 Não definido
“Rafael, 8 anos, foi constrangido várias vezes e publicamente, pela diretora do colégio onde estuda. Não quer mais voltar às aulas.” Considerando que o fato ocorrido constitui crime contra a criança, assinale a alternativa que apresenta a pena correspondente:
Alternativas
Q4376825 Não definido
“Em um ensino tradicional, baseado na transmissão de conteúdo, o estudante tem uma postura passiva diante dos processos de ensino e de aprendizagem, tendo a função de receber e absorver uma quantidade enorme de informações apresentadas pelo docente. Muitas vezes, não há espaço para o estudante se manifestar e se posicionar de forma crítica. Em oposição a isso, ao desenvolver práticas pedagógicas norteadas pela metodologia ativa, o estudante passa a assumir uma postura ativa, exercitando uma atitude crítica e construtiva, que fará dele um profissional melhor preparado.”

(Berbel, 2011; Souza; Iglesias; Pazin-Filho, 2014.)

Com base na citação e, ainda, considerando o desenvolvimento da autonomia e motivação dos alunos, pode-se inferir que o professor deve:

I. Usar linguagem formal.
II. Nutrir os recursos motivacionais internos.
III. Oferecer explicações racionais para o estudo de determinado conteúdo.
IV. Regulamentar o tempo e o ritmo de aprendizagem dos alunos.
V. Reconhecer e aceitar as expressões de sentimentos negativos dos alunos.

Estão corretas apenas as ações
Alternativas
Q4376826 Não definido
“O planejamento está previsto pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB – Lei nº 9.394 de 1996), como sendo ‘responsabilidade da instituição de ensino, junto com seu corpo docente, que, por sua vez, tem como incumbência não só ministrar os dias letivos e horas-aula estabelecidas, mas também participar de forma integral dos períodos dedicados ao planejamento, além de participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino a qual ele pertença’.”

(BRASIL, 1996, P. 6.)

Acerca do exposto e, ainda, considerando dois importantes documentos de planejamento escolar: o Projeto Político- -Pedagógico (PPP) e a Proposta Pedagógica Curricular (PPC), analise as premissas que tratam da relação entre ambos.

I. O PPP norteia o trabalho educativo proposto pela instituição de ensino como um todo, trazendo, no seu marco operacional, a PPC que expressa a forma como as concepções assumidas coletivamente serão efetivadas na prática pedagógica.
II. A PPC expressa os fundamentos conceituais, metodológicos e avaliativos de cada componente curricular ou área do conhecimento, elencados na matriz curricular. O PPP estabelece diretrizes básicas de funcionamento e de organização da escola, sempre integradas às normas comuns da rede ou do sistema a que pertence e do sistema nacional.
III. A base para a elaboração da PPC é a matriz curricular, com sua parte de Base Nacional Comum e de Parte Diversificada e/ou Flexível. O PPP tem, em sua estrutura, os encaminhamentos metodológicos, os recursos didáticos, os instrumentos e os critérios de avaliação docentes.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q4380108 Não definido
Segundo Vygotsky apud Smolka (1994:27), “enquanto produção histórica de natureza social, as palavras oral e escrita constituem um ‘instrumento de desenvolvimento cultural e de pensamento’. Na medida em que se integra à dinâmica da atividade do indivíduo, a palavra, como signo, como ‘instrumento psicológico’, modifica o desenrolar e a estrutura das funções psíquicas, gerando, por suas propriedades, a estrutura de novo ‘ato instrumental’, redimensionando as possibilidades da ação humana. Em um importante artigo de Orlandi (1988) intitulado “Nem escritor nem sujeito: apenas autor”, a autora desenvolve uma reflexão crítica sobre a importância da leitura e da escrita na constituição dos sujeitos como autores. A escola é considerada um dos espaços possíveis para o exercício e a formação de sujeitos autores quando, EXCETO: 
Alternativas
Q4380109 Não definido
O texto a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente. 


Para Cagliari (1988), “as cartilhas surgiram muito antes das salas de alfabetização nas escolas, pois elas serviam de apoio impresso para quem queria aprender a ler e a escrever em casa. Somente após a Revolução Francesa, com o surgimento das escolas, as cartilhas foram se transformando e se adaptando às mudanças. [...] Reforça o autor que as cartilhas, inicialmente, foram criadas para colaborar com a leitura; no entanto, passou a ser um instrumento de ensino de escrita, onde a leitura ficou em segundo plano em decorrência das atividades de escrita como: ditados, cópias, exercícios de análise fonética e roteiros de compreensão textual. Quando se discute os instrumentos de alfabetização, paralelamente debate-se os seus métodos e há uma tradição polêmica sobre qual prática metodológica de alfabetização seria mais eficaz: analítica ou sintética?”. 
Considerando os métodos analíticos e sintéticos, analise as afirmativas a seguir.

I. “No método ______________, a criança aprende a fazer uma correspondência entre o som e a grafia, ou seja, fonemas x grafemas.”
II. “No método ______________, a criança é capaz de perceber os símbolos gráficos de uma forma geral, mas apresenta dificuldades de compreender e criar textos; a leitura permanece pouco.”
III. “No método ______________, a criança aprende a ler de maneira global ou audiovisual, na qual vai em uma direção do todo para as partes, ou seja, a partir de unidades complexas da linguagem, para, depois, decompor em unidades simples: textos, palavras, frases sílabas e letras.”

Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as afirmativas anteriores. 
Alternativas
Q4380110 Não definido
O texto a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente. 


Para Cagliari (1988), “as cartilhas surgiram muito antes das salas de alfabetização nas escolas, pois elas serviam de apoio impresso para quem queria aprender a ler e a escrever em casa. Somente após a Revolução Francesa, com o surgimento das escolas, as cartilhas foram se transformando e se adaptando às mudanças. [...] Reforça o autor que as cartilhas, inicialmente, foram criadas para colaborar com a leitura; no entanto, passou a ser um instrumento de ensino de escrita, onde a leitura ficou em segundo plano em decorrência das atividades de escrita como: ditados, cópias, exercícios de análise fonética e roteiros de compreensão textual. Quando se discute os instrumentos de alfabetização, paralelamente debate-se os seus métodos e há uma tradição polêmica sobre qual prática metodológica de alfabetização seria mais eficaz: analítica ou sintética?”. 
Considerando os métodos tradicionais de alfabetização: analíticos e sintéticos, que se subdividem em três, relacione-os adequadamente.

1. Alfabético.
2. Fônico.
3. Silábico.
4. Palavração.
5. Sentenciação.
6. Conto e historieta.

( ) Visualiza e memoriza as palavras para formar novos vocábulos.
( ) Tem como princípio que a leitura parte da decoração oral das letras do alfabeto. A principal crítica a tal método está relacionada à repetição de exercícios.
( ) Consiste em apresentar a palavra ao aluno acompanhada da imagem; porém, é dirigida aos detalhes da palavra como sílabas. A palavra é composta e decomposta.
( ) Consiste em uma ideia fundamental, fazendo com que a criança entenda que ler é descobrir o que está escrito. É também decompor pequenos textos em partes cada vez menores.
( ) Consiste no aprendizado através de associação entre fonemas e grafemas, ou seja, sons e letras se baseiam no ensino do código alfabético; tem como crítica o método da soletração.
( ) Consiste na decifração das palavras; a aprendizagem é feita através de uma leitura mecânica do texto. Nesse método, as cartilhas são utilizadas para orientar os alunos; são usados fonemas e seus grafemas.  A sequência está correta em 
Alternativas
Q4380111 Não definido
Na Teoria Epistemológica de Piaget, a capacidade de organizar e estruturar a experiência vivida vem da própria atividade das estruturas mentais, que funcionam seriando, ordenando, classificando e estabelecendo relações. Há um isomorfismo entre a forma pela qual a criança organiza a sua experiência e a lógica de classes e relações. Os variados níveis de expressão dessa lógica são o resultado do funcionamento das estruturas mentais em diferentes momentos de sua construção. Tal funcionamento, explicitado na atividade das estruturas dinâmicas, produz, no nível estrutural, o que Piaget denomina de “estágios” de desenvolvimento cognitivo. Considerando que os estágios expressam as etapas pelas quais se dá a construção do mundo pela criança, NÃO se trata de uma de suas características:
Alternativas
Q4380112 Não definido
Segundo Soares (2011), as discussões epistemológicas em torno do conceito de alfabetização não podem deixar de considerar algumas perspectivas que delimitam a natureza do processo da aquisição da leitura e da escrita, por ser um procedimento múltiplo, complexo, com diferentes facetas. Para ela, as perspectivas são:

1. Psicológicas.
2. Psicolinguísticas.
3. Sociolinguísticas.
4. Linguísticas.

Considerando as diferentes perspectivas e a sua ênfase, relacione adequadamente as colunas a seguir. (Algum número poderá se repetir.)

( ) Abordagens cognitivas e análise dos problemas linguísticos.
( ) “Ideologia do dom” (sucesso / fracasso na aprendizagem da leitura e da escrita).
( ) Disfunções psiconeurológicas da leitura e da escrita: afasia, dislexia, disgrafia, disortografia, disfunção cerebral mínima, dentre outras.
( ) Progressivo domínio de regularidades e irregularidades, ou seja, relação entre sons e símbolos gráficos / fonemas-grafemas.
( ) Problema dos diferentes dialetos e das diversas funções de comunicação usadas em inúmeras situações sociais e com distintos objetivos.

A sequência está correta em 
Alternativas
Q4380113 Não definido
Piaget (2006), Vygotski (2007) e Wallon (2007) são os teóricos mais defendidos da psicologia no Brasil, no campo educacional. Pode-se afirmar que eles possuem, nas suas construções, significativas contribuições; cada um a seu modo se destaca naquilo que se propõe. Em comum, buscaram explicar como surge o pensamento humano, ou seja, estudaram as funções psíquicas à luz de sua gênese e evolução; por isso, são classificados como teóricos da psicologia genética. Apesar de encontrar uma classificação comum, nos deparamos com uma série de conceitos, pressupostos, hipóteses, problematizações e abordagens metodológicas sobre suas teorias, partindo de enfoques distintos. Considere os teóricos citados e os relacione com as premissas a seguir.

I. “Para ______________, a aprendizagem se estrutura no processo de equilibração e envolve a assimilação e acomodação de novos esquemas de conhecimento. A inteligência depende do desenvolvimento biológico.”
II. “Para ______________, a aprendizagem é um processo conduzido pelos domínios funcionais, conforme o momento e o desenvolvimento da criança. A inteligência é uma relação indissociável entre desenvolvimento biológico e psíquico.”
III. “Para ______________, a aprendizagem tem caráter social e cultural. A internalização completa o processo, ou seja, adianta-se ao processo de desenvolvimento. A busca do conhecimento é uma função psicológica e especificamente humana.”

Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as afirmativas anteriores.
Alternativas
Q4380114 Não definido
Segundo Magda Soares (2006), “letramento e alfabetização têm duas ações diferentes; porém, são inseparáveis”. Considerando o exposto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Alfabetização: é o processo de compreensão e expressão de significados morfológicos, sintáticos e semânticos da língua escrita.
( ) Letramento: é um conjunto de práticas sociais que usam a escrita e a leitura, que definem os modos privilegiados de participar e produzir na sociedade de cultura escrita, tanto em ambientes escolares quanto em demais ambientes sociais.
( ) Letramento: é o processo de aquisição da “tecnologia da escrita”, isto é, do conjunto de técnicas necessárias para a prática da leitura e da escrita – as habilidades de codificação de fonemas em grafemas e de decodificação de grafemas em fonemas.

A sequência está correta em
Alternativas
Q4380115 Não definido
“A escrita não é um produto escolar; mas, sim, um objeto cultural, resultado do esforço coletivo da humanidade [...]. Existe um processo de aquisição da linguagem escrita que precede e excede os limites escolares.” (Ferreiro e Teberosky, 2010. P. 44-45.)

Emília Ferreiro e Ana Teberosky partiram do pressuposto da teoria piagetiana; realizaram o estudo da Psicogênese da Língua Escrita, em Buenos Aires, na década de 70, do século anterior, e concluíram que, quando as crianças estão no processo de aquisição da língua escrita, elas pensam e notam o código, suas características formais gráficas e suas interpretações, principalmente no que tange: à quantidade mínima e à variedade de caracteres aceitas pelo sujeito; à relação entre desenho e texto; ao reconhecimento e à nomeação das letras; à distinção entre letras e demais sinais gráficos e à orientação espacial da leitura e da escrita etc.; e, dessa pesquisa, resultou a definição pelas autoras dos cinco níveis sucessivos e hipotéticos da escrita: grafismo, pré-silábico; silábico; silábico-alfabético; e, alfabético. Diante do exposto, analise as imagens a seguir.

Q16.png (283×647)
(Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/15/11/emilia-ferreiro-ana-teberosky-e-a-gnese-da-lngua-escrita.)

Considere as hipóteses definidas pelas autoras e as figuras dadas, relacionando-as. Assinale a alternativa que determina correta e sequencialmente as hipóteses da escrita.
Alternativas
Q4380116 Não definido
“O Referencial Curricular do Paraná estabelece os princípios orientadores da Educação Básica a serem considerados na elaboração do currículo pelas redes de ensino e suas escolas. Os mesmos visam à garantia dos direitos e objetivos de aprendizagem dos estudantes e são delineados a partir da trajetória do Paraná, sendo imprescindível afirmá-los no momento de reelaboração das propostas pedagógicas curriculares, pautadas no âmbito da gestão democrática.”

(Disponível em: http://www.referencialcurriculardoparana.pr.gov.br/ modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=11.)

O Referencial Curricular do Paraná tem como princípios orientadores, dentre outros:

I. Igualdade e equidade.
II. Educação como direito inalienável de todos os cidadãos.
III. Prática fundamentada na realidade dossujeitos da escola.
IV. Transição entre as etapas e fases da educação básica.
V. Avaliação dentroda perspectivaquantitativa e classificatória.

Estão corretos apenas os princípios
Alternativas
Q4380117 Não definido
“[...] Atualmente, o erro não é só um erro, é uma possibilidade de rever conceitos, avaliar aspectos e/ou elementos que contribuíram direta ou indiretamente para o erro acontecer. Dessa forma, deve-se considerar que [...], do ponto de vista da invenção, um erro corrigido pode ser mais fecundo que um êxito imediato, porque a comparação da hipótese falsa e suas consequências proporcionam novos conhecimentos; a comparação entre erros dá lugar a novas ideias.”

(Piaget, 1987. P. 60-61 apud Colello, 2004. P. 35.)

Considerando o exposto é papel do professor alfabetizador, EXCETO:
Alternativas
Q4380118 Não definido
O texto contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


Impactos da pandemia na educação


   Os impactos negativos causados pela pandemia de Covid- -19 na educação brasileira podem ser graves e duradouros, segundo relatório do Banco Mundial.

    Dois a cada três alunos brasileiros podem não aprender a ler adequadamente um texto simples aos dez anos. Esta informação é de um estudo do Banco Mundial, divulgado na última semana, que analisou o impacto da Covid-19 na educação dos países da América Latina e Caribe.

    Segundo o relatório, 70% das crianças brasileiras podem não aprender a ler adequadamente. Mesmo diante deste cenário, a professora Ellen Ferreira, coordenadora executiva do “Projeto Pretinhas Leitoras” e articuladora territorial e educacional de iniciativas em arte-educação, ressalta que o ensino remoto não substitui a sala de aula, mas é o melhor a ser feito neste momento. “O ensino remoto nem de perto substitui o ensino presencial porque a educação não é só conteúdo. Educação é construção de conhecimento coletivo, educação é partilha de saberes e, ao mesmo tempo, é acúmulo de habilidades para construção de um bem comum, para construção, sobretudo, de um bem que exige da gente habilidades emocionais, habilidades intelectuais, que transformam o nosso eu e que incidem na coletividade da qual pertencemos”, explica.

   Outro dado destacado no estudo do Banco Mundial é em relação ao que chamam de “índice da pobreza de aprendizagem”, analisado com base em estatísticas educacionais. Ele indica o percentual de crianças com dez anos incapazes de ler e entender um texto simples. A pandemia, segundo o levantamento, aumentaria esse índice para 70% dos alunos no Brasil, que já tinha 50% dos alunos em pobreza de aprendizagem.

    Essas perdas correspondem a 1,3 ano de escolaridade, ou seja, o estudante teria o conhecimento de mais de uma série anterior a que é correspondente à sua idade. Com um tempo maior de escolas fechadas, a defasagem pode subir para 1,7 ano de escolaridade.

   Apesar do cenário ser preocupante, a professora ressalta que ainda não há recursos necessários para a reabertura das escolas nesse momento: “Nesse momento é imprescindível entender que a educação é um processo, e não o fim. Uma alfabetização tardia a gente consegue recuperar, ainda que, por vezes, infelizmente fora do tempo, mas, em momento algum, nós iremos conseguir retomar vidas. Portanto, nesse momento, nós necessitamos de vacina, e antecipação de recursos econômicos para que as pessoas tenham condições de ficar em suas casas e se resguardar o máximo possível”.

Desigualdade social e os impactos na educação

    O relatório alerta ainda que a pandemia pode fazer com que os sistemas educacionais da América Latina regridam e voltem ao que eram nos anos 1960, com consequências duradouras para toda uma geração. A América Latina e o Caribe tem hoje 170 milhões de estudantes e já vive a chamada “crise de aprendizagem”, com sérios problemas na qualidade e equidade da educação.

    Para o professor Everton Pereira, especialista em sociologia no Ensino Médio e professor na rede estadual de Minas Gerais, o impacto no Brasil pode ser ainda mais brutal já que temos um nível de desigualdade maior que outros países da América Latina: “essa defasagem, essa dificuldade de aprendizagem, ela pode, de fato, como o estudo aponta, prolongar para toda uma geração, uma geração inteira fica “condenada” à uma forma pouco crítica do conhecimento e da autonomia do indivíduo. Isso gera uma população que pode ter dificuldade até mesmo de inserção ao mercado de trabalho”, diz.

Dupla jornada dos estudantes: trabalho e estudo

   O sociólogo ressalta, ainda, outra realidade de diversos estudantes brasileiros: a dupla jornada. Um levantamento da consultoria IDados, com base em números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), aponta que cresce no Brasil o número de jovens em idade universitária que estudam e trabalham ao mesmo tempo, particularmente entre aqueles que frequentam instituições de ensino privado. Entre os jovens de 19 a 24 anos que estudam, o percentual daqueles que também trabalham subiu de 45,4% em 2016 para 48,3% em 2019.

   “Durante a pandemia, as pessoas também precisam buscar alternativas para o seu sustento e, com isso, muitos filhos, que ainda estão estudando, mesmo que de maneira remota, acabam tendo que trabalhar para ajudar em casa. Não é uma opção, eles têm que fazer esse caminho por uma necessidade. Isso é uma realidade que precisa estar bem evidente nesse momento que a gente vive”, ressalta o sociólogo.


(Disponível em: https://www.futura.org.br/impactos-da-pandemia-naeducacao/. Acesso em: 30/08/2021. Com adaptações.)
Considerando o segmento “Dupla jornada dos estudantes: trabalho e estudo” referente ao texto “Impactos da pandemia na educação”, “Entre os jovens de 19 a 24 anos que estudam, o percentual daqueles que também trabalham subiu de 45,4% em 2016 para 48,3% em 2019” (9º§). Sabendo que a população de jovens de 19 a 24 anos que estudavam em 2016 e em 2019 era, exatamente, a mesma e correspondia a 22.300.000 jovens, sobre os que fazem dupla jornada, assinale o INCORRETO.
Alternativas
Q4380119 Não definido
O texto contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


Impactos da pandemia na educação


   Os impactos negativos causados pela pandemia de Covid- -19 na educação brasileira podem ser graves e duradouros, segundo relatório do Banco Mundial.

    Dois a cada três alunos brasileiros podem não aprender a ler adequadamente um texto simples aos dez anos. Esta informação é de um estudo do Banco Mundial, divulgado na última semana, que analisou o impacto da Covid-19 na educação dos países da América Latina e Caribe.

    Segundo o relatório, 70% das crianças brasileiras podem não aprender a ler adequadamente. Mesmo diante deste cenário, a professora Ellen Ferreira, coordenadora executiva do “Projeto Pretinhas Leitoras” e articuladora territorial e educacional de iniciativas em arte-educação, ressalta que o ensino remoto não substitui a sala de aula, mas é o melhor a ser feito neste momento. “O ensino remoto nem de perto substitui o ensino presencial porque a educação não é só conteúdo. Educação é construção de conhecimento coletivo, educação é partilha de saberes e, ao mesmo tempo, é acúmulo de habilidades para construção de um bem comum, para construção, sobretudo, de um bem que exige da gente habilidades emocionais, habilidades intelectuais, que transformam o nosso eu e que incidem na coletividade da qual pertencemos”, explica.

   Outro dado destacado no estudo do Banco Mundial é em relação ao que chamam de “índice da pobreza de aprendizagem”, analisado com base em estatísticas educacionais. Ele indica o percentual de crianças com dez anos incapazes de ler e entender um texto simples. A pandemia, segundo o levantamento, aumentaria esse índice para 70% dos alunos no Brasil, que já tinha 50% dos alunos em pobreza de aprendizagem.

    Essas perdas correspondem a 1,3 ano de escolaridade, ou seja, o estudante teria o conhecimento de mais de uma série anterior a que é correspondente à sua idade. Com um tempo maior de escolas fechadas, a defasagem pode subir para 1,7 ano de escolaridade.

   Apesar do cenário ser preocupante, a professora ressalta que ainda não há recursos necessários para a reabertura das escolas nesse momento: “Nesse momento é imprescindível entender que a educação é um processo, e não o fim. Uma alfabetização tardia a gente consegue recuperar, ainda que, por vezes, infelizmente fora do tempo, mas, em momento algum, nós iremos conseguir retomar vidas. Portanto, nesse momento, nós necessitamos de vacina, e antecipação de recursos econômicos para que as pessoas tenham condições de ficar em suas casas e se resguardar o máximo possível”.

Desigualdade social e os impactos na educação

    O relatório alerta ainda que a pandemia pode fazer com que os sistemas educacionais da América Latina regridam e voltem ao que eram nos anos 1960, com consequências duradouras para toda uma geração. A América Latina e o Caribe tem hoje 170 milhões de estudantes e já vive a chamada “crise de aprendizagem”, com sérios problemas na qualidade e equidade da educação.

    Para o professor Everton Pereira, especialista em sociologia no Ensino Médio e professor na rede estadual de Minas Gerais, o impacto no Brasil pode ser ainda mais brutal já que temos um nível de desigualdade maior que outros países da América Latina: “essa defasagem, essa dificuldade de aprendizagem, ela pode, de fato, como o estudo aponta, prolongar para toda uma geração, uma geração inteira fica “condenada” à uma forma pouco crítica do conhecimento e da autonomia do indivíduo. Isso gera uma população que pode ter dificuldade até mesmo de inserção ao mercado de trabalho”, diz.

Dupla jornada dos estudantes: trabalho e estudo

   O sociólogo ressalta, ainda, outra realidade de diversos estudantes brasileiros: a dupla jornada. Um levantamento da consultoria IDados, com base em números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), aponta que cresce no Brasil o número de jovens em idade universitária que estudam e trabalham ao mesmo tempo, particularmente entre aqueles que frequentam instituições de ensino privado. Entre os jovens de 19 a 24 anos que estudam, o percentual daqueles que também trabalham subiu de 45,4% em 2016 para 48,3% em 2019.

   “Durante a pandemia, as pessoas também precisam buscar alternativas para o seu sustento e, com isso, muitos filhos, que ainda estão estudando, mesmo que de maneira remota, acabam tendo que trabalhar para ajudar em casa. Não é uma opção, eles têm que fazer esse caminho por uma necessidade. Isso é uma realidade que precisa estar bem evidente nesse momento que a gente vive”, ressalta o sociólogo.


(Disponível em: https://www.futura.org.br/impactos-da-pandemia-naeducacao/. Acesso em: 30/08/2021. Com adaptações.)
“Dois a cada três alunos brasileiros podem não aprender a ler adequadamente um texto simples aos dez anos. Esta informação é de um estudo do Banco Mundial, divulgado na última semana, que analisou o impacto da Covid-19 na educação dos países da América Latina e Caribe.” (2º§) Os verbos destacados estão flexionados nos seguintes tempos e modos verbais, respectivamente: 
Alternativas
Respostas
1: A
2: D
3: D
4: B
5: B
6: B
7: D
8: C
9: B
10: D
11: A
12: A
13: A
14: A
15: A
16: B
17: D
18: B
19: B
20: A