Um município de médio porte, no início da década
de 80, tinha suas Unidades Básicas de Saúde
(UBS) gerenciadas diretamente pelo governo
estadual. Com o processo de municipalização
previsto pelo SUS, a responsabilidade pela atenção
primária em saúde (UBS), equipes de Saúde da
Família, entre outros, passou para a gestão
municipal. A Secretaria Estadual manteve o papel
de coordenação e apoio técnico, enquanto o
Ministério da Saúde continuou responsável pela
formulação das políticas nacionais e pelo repasse
de recursos. Essa autonomia dada ao município
está relacionada a um dos princípios organizativos
do SUS, que é o(a)