Questões de Concurso Público USP 2024 para Secretário - Edital nº 19

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Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Secretário - Edital nº 19 |
Q3546431 Português
    O filósofo grego Sócrates acreditava que as ideias escritas caíam no esquecimento. Agora, milhares de anos depois, estamos na posição privilegiada de poder discutir o pensamento de Sócrates, porque ele foi justamente escrito. Hoje em dia, comentaristas dizem com frequência que a palavra escrita, ou seja, os livros, é melhor do que computadores para o ensino.          O argumento usado para justificar essa afirmativa é o mesmo de Sócrates em relação à escrita: o esquecimento. À medida que cada vez mais salas de aula trocam os livros impressos por obras e outros materiais digitais, pesquisadores analisam o impacto dessa mudança sobre o aprendizado das crianças.
    O campo é novo e ainda não há consenso científico sobre o que é melhor para o aprendizado das crianças, se são os livros ou os dispositivos digitais.

https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2024/02/livro-x-computador-oque-e-melhor-para-aprendizagem.shtml Acesso em: 16/02/2024. Adaptado.

Conforme o texto, no debate sobre o uso dos livros físicos versus ferramentas digitais, na aprendizagem das crianças, a referência ao pensamento de Sócrates tem por função
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Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Secretário - Edital nº 19 |
Q3546432 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO


    O relatório “The Future of Jobs 2020”, do Fórum Econômico Mundial, sinaliza que 50% das habilidades profissionais devem mudar nos próximos cinco anos e destaca duas delas: a criatividade e a flexibilidade. As habilidades que integram o perfil profissional não são somente técnicas. Há alguns anos, programar era o “novo inglês” — todo profissional deveria saber, não importava o cargo. Agora, soft skills, como inteligência emocional e inovação, parecem premissa básica de qualquer profissão. Diante desse cenário, as competências são perecíveis e não valerão para o restante da vida.
    Foi percebendo essa volatilidade no mercado de trabalho que Leandro Herrera, fundador e CEO da Edtech Tera, começou a capacitar profissionais nas habilidades digitais mais importantes para os negócios.
    Para Herrera, é preciso desapegar da ideia de investir muito tempo e dinheiro no aprendizado de uma competência que valerá para sempre. Segundo ele, o mundo da transformação digital exige um profissional híbrido, que será menos especialista e precisará ter conhecimentos sobre vários campos e áreas. “Os problemas que as empresas estão se propondo resolver e as novas soluções que a sociedade está pedindo são muito novos. Por isso, vemos hoje uma demanda do mercado por colaboradores que tenham conhecimentos sobre vários campos”, explica Herrera.
    Segundo levantamento da Tera, as habilidades mais demandadas no mercado de trabalho são: resolução de problemas complexos, criatividade e inovação, negociação, inteligência emocional, capacidade para tomada de decisão, trabalho em equipe, pensamento crítico, lógica de programação. De acordo com estimativa do Fórum Econômico Mundial no relatório “O Futuro dos Empregos”, quase 50% dos trabalhadores que permanecerem em suas funções nos próximos cinco anos precisarão de requalificação em suas habilidades essenciais. 


https://inforchannel.com.br/2021/08/02/relatorio-the-future-of-jobs-2020- mostra-quais-sao-as-habilidades-do-profissional-do-futuro/Acesso em 22.02.2024. Adaptado. 
Segundo o texto, o relatório do Fórum Econômico Mundial, quanto às aptidões profissionais exigidas pelo mercado, aponta que
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Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Secretário - Edital nº 19 |
Q3546433 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO


    O relatório “The Future of Jobs 2020”, do Fórum Econômico Mundial, sinaliza que 50% das habilidades profissionais devem mudar nos próximos cinco anos e destaca duas delas: a criatividade e a flexibilidade. As habilidades que integram o perfil profissional não são somente técnicas. Há alguns anos, programar era o “novo inglês” — todo profissional deveria saber, não importava o cargo. Agora, soft skills, como inteligência emocional e inovação, parecem premissa básica de qualquer profissão. Diante desse cenário, as competências são perecíveis e não valerão para o restante da vida.
    Foi percebendo essa volatilidade no mercado de trabalho que Leandro Herrera, fundador e CEO da Edtech Tera, começou a capacitar profissionais nas habilidades digitais mais importantes para os negócios.
    Para Herrera, é preciso desapegar da ideia de investir muito tempo e dinheiro no aprendizado de uma competência que valerá para sempre. Segundo ele, o mundo da transformação digital exige um profissional híbrido, que será menos especialista e precisará ter conhecimentos sobre vários campos e áreas. “Os problemas que as empresas estão se propondo resolver e as novas soluções que a sociedade está pedindo são muito novos. Por isso, vemos hoje uma demanda do mercado por colaboradores que tenham conhecimentos sobre vários campos”, explica Herrera.
    Segundo levantamento da Tera, as habilidades mais demandadas no mercado de trabalho são: resolução de problemas complexos, criatividade e inovação, negociação, inteligência emocional, capacidade para tomada de decisão, trabalho em equipe, pensamento crítico, lógica de programação. De acordo com estimativa do Fórum Econômico Mundial no relatório “O Futuro dos Empregos”, quase 50% dos trabalhadores que permanecerem em suas funções nos próximos cinco anos precisarão de requalificação em suas habilidades essenciais. 


https://inforchannel.com.br/2021/08/02/relatorio-the-future-of-jobs-2020- mostra-quais-sao-as-habilidades-do-profissional-do-futuro/Acesso em 22.02.2024. Adaptado. 
No trecho “...quase 50% dos trabalhadores que permanecerem em suas funções nos próximos cinco anos precisarão de requalificação em suas habilidades essenciais. ”, a correlação expressa pelos verbos “permanecerem” e ”precisarão” indica 
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Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Secretário - Edital nº 19 |
Q3546434 Português
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https://cartum.folha.uol.com.br/ Galvão Bertazzi. Acesso em 01/03/2024

Na tirinha, o maior efeito cômico do diálogo, sobre o uso da tecnologia e o hábito de leitura na vida da criança, deriva 
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Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Secretário - Edital nº 19 |
Q3546435 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO

    Semana passada, Paris mais uma vez reuniu a nata do mundo da moda e mais uma multidão de ricos e famosos, influencers, fotógrafos, entusiastas e curiosos para mais uma semana de moda.
    No meio do burburinho, tem sempre alguma coisa que faz tanto barulho que fura a bolha da moda e chega até gente como eu, que não está prestando tanta atenção.
    Neste ano, o assunto mais comentado da Paris Fashion Week não foi um desfile, nem uma festa de arromba. O que fez a internet parar foi uma bolsa feita de ar (e 1% de vidro). Trata-se de uma releitura da Swipe Bag, modelo clássico da marca Coperni, famosa pela maneira inovadora de pensar e apresentar moda.
    Avaliada em R$ 14 mil, a Air Swipe Bag pesa 33 gramas e é feita de 99% de ar e 1% de vidro. Apesar de inédito no mundo da moda, o aerogel de sílica, material utilizado na fabricação da bolsa e considerado o sólido mais leve da Terra, já é amplamente utilizado pela Nasa para capturar poeira estelar, uma vez que pode suportar calor extremo e uma pressão de 4.000 vezes o seu peso.
    Como apreciadora da moda como expressão criativa e artística, admiro a Coperni por seu espírito inovador e pela maneira como é capaz de unir tecnologia e moda. Mas o que mais me atrai na marca é a habilidade com que, intencionalmente ou não, faz de suas criações um reflexo do nosso tempo. 
    A bolsa de ar me parece a metáfora perfeita para a maneira como consumimos moda hoje. Com a proliferação de redes sociais e a moda sendo catapultada a geradora de assunto e ferramenta de ampliação de visibilidade, vemos mais e mais gente interessada em pagar caríssimo por produtos —muitas vezes esdrúxulos, de qualidade duvidosa, pouco práticos e que provavelmente serão vistos como obsoletos em alguns meses— apenas para sinalizar acesso e pertencimento. Mais do que nunca, compramos, portanto, não a roupa, a bolsa, o sapato, mas o intangível que eles representam. O rei nunca esteve tão nu e nunca se pagou tanto por sua capa invisível. 


Joanna Moura Adaptado.https://www1.folha.uol.com.br/colunas/joannamoura/2024/03/voce-compraria-uma-bolsa-feita-de-ar.shtml. Acesso em 6/03/2024 
Ao comentar sobre o evento Paris Fashion Week, a autora do texto faz referência à “bolha da moda”, expressão que sugere
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Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Secretário - Edital nº 19 |
Q3546436 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO

    Semana passada, Paris mais uma vez reuniu a nata do mundo da moda e mais uma multidão de ricos e famosos, influencers, fotógrafos, entusiastas e curiosos para mais uma semana de moda.
    No meio do burburinho, tem sempre alguma coisa que faz tanto barulho que fura a bolha da moda e chega até gente como eu, que não está prestando tanta atenção.
    Neste ano, o assunto mais comentado da Paris Fashion Week não foi um desfile, nem uma festa de arromba. O que fez a internet parar foi uma bolsa feita de ar (e 1% de vidro). Trata-se de uma releitura da Swipe Bag, modelo clássico da marca Coperni, famosa pela maneira inovadora de pensar e apresentar moda.
    Avaliada em R$ 14 mil, a Air Swipe Bag pesa 33 gramas e é feita de 99% de ar e 1% de vidro. Apesar de inédito no mundo da moda, o aerogel de sílica, material utilizado na fabricação da bolsa e considerado o sólido mais leve da Terra, já é amplamente utilizado pela Nasa para capturar poeira estelar, uma vez que pode suportar calor extremo e uma pressão de 4.000 vezes o seu peso.
    Como apreciadora da moda como expressão criativa e artística, admiro a Coperni por seu espírito inovador e pela maneira como é capaz de unir tecnologia e moda. Mas o que mais me atrai na marca é a habilidade com que, intencionalmente ou não, faz de suas criações um reflexo do nosso tempo. 
    A bolsa de ar me parece a metáfora perfeita para a maneira como consumimos moda hoje. Com a proliferação de redes sociais e a moda sendo catapultada a geradora de assunto e ferramenta de ampliação de visibilidade, vemos mais e mais gente interessada em pagar caríssimo por produtos —muitas vezes esdrúxulos, de qualidade duvidosa, pouco práticos e que provavelmente serão vistos como obsoletos em alguns meses— apenas para sinalizar acesso e pertencimento. Mais do que nunca, compramos, portanto, não a roupa, a bolsa, o sapato, mas o intangível que eles representam. O rei nunca esteve tão nu e nunca se pagou tanto por sua capa invisível. 


Joanna Moura Adaptado.https://www1.folha.uol.com.br/colunas/joannamoura/2024/03/voce-compraria-uma-bolsa-feita-de-ar.shtml. Acesso em 6/03/2024 
Considerado o contexto, o trecho “O rei nunca esteve tão nu e nunca se pagou tanto por sua capa invisível. ” (6º parágrafo) remete
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Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Secretário - Edital nº 19 |
Q3546437 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO


    Manter a ética profissional nas relações de trabalho é importante para promover um ambiente justo, motivador e com base na honestidade para todos, desde colaboradores até a alta gestão.
    A ética profissional representa um conjunto de ações, princípios, valores e comportamentos no trabalho. Eles são, geralmente, transformados em “normas” que devem ser seguidas pelos colaboradores para cultivar um ambiente seguro e íntegro.
    A importância da ética profissional pode ser vista tanto do lado da companhia quanto dos colaboradores. É uma via de mão dupla — com ela é possível construir relações valiosas e com base na confiança, formando uma cultura organizacional forte, capaz de inspirar os colaboradores e trazer mais propósito para o grupo.
    A ética profissional serve para melhorar diversos indicadores da empresa, sejam eles tangíveis ou subjetivos, percebidos pelo público e comunidade.
    O processo de construção de um ambiente de trabalho ético requer esforço e dedicação por parte de todos. Uma das maneiras de promover a ética de forma prática e executável nos mais diferentes nichos de negócio inclui, por exemplo, contratar novos talentos alinhados com os pilares éticos da companhia, desde o início da jornada dos colaboradores.
    Assim, reduzem-se os riscos de descobrir que algum profissional reproduz comportamentos não adequados após meses — ou até anos — de atuação. O efeito de colaboradores desalinhados com a cultura pode ser bem negativo, gerando uma “contaminação” de grupos e aumento nos níveis de desmotivação. 
    Outra maneira de promover a ética de forma prática é treinando líderes. Já é bem conhecida a crença de que “o exemplo vem de cima”. No mundo corporativo, esse ensinamento tem muito valor. Líderes com comportamentos duvidosos, que fujam das práticas éticas da empresa, tendem a desencorajar os colaboradores ou influenciá-los negativamente, levando-os a fazerem o mesmo.

https://exame.com/carreira/guia-de-carreira/como-promover-a-eticaprofissional-no-trabalho-veja-exemplos/. Acesso em 05/03/2024. Adaptado.
De acordo com o texto, um possível desafio envolvido no processo de implantação de um ambiente de trabalho ético inclui 
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Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Secretário - Edital nº 19 |
Q3546438 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO


    Manter a ética profissional nas relações de trabalho é importante para promover um ambiente justo, motivador e com base na honestidade para todos, desde colaboradores até a alta gestão.
    A ética profissional representa um conjunto de ações, princípios, valores e comportamentos no trabalho. Eles são, geralmente, transformados em “normas” que devem ser seguidas pelos colaboradores para cultivar um ambiente seguro e íntegro.
    A importância da ética profissional pode ser vista tanto do lado da companhia quanto dos colaboradores. É uma via de mão dupla — com ela é possível construir relações valiosas e com base na confiança, formando uma cultura organizacional forte, capaz de inspirar os colaboradores e trazer mais propósito para o grupo.
    A ética profissional serve para melhorar diversos indicadores da empresa, sejam eles tangíveis ou subjetivos, percebidos pelo público e comunidade.
    O processo de construção de um ambiente de trabalho ético requer esforço e dedicação por parte de todos. Uma das maneiras de promover a ética de forma prática e executável nos mais diferentes nichos de negócio inclui, por exemplo, contratar novos talentos alinhados com os pilares éticos da companhia, desde o início da jornada dos colaboradores.
    Assim, reduzem-se os riscos de descobrir que algum profissional reproduz comportamentos não adequados após meses — ou até anos — de atuação. O efeito de colaboradores desalinhados com a cultura pode ser bem negativo, gerando uma “contaminação” de grupos e aumento nos níveis de desmotivação. 
    Outra maneira de promover a ética de forma prática é treinando líderes. Já é bem conhecida a crença de que “o exemplo vem de cima”. No mundo corporativo, esse ensinamento tem muito valor. Líderes com comportamentos duvidosos, que fujam das práticas éticas da empresa, tendem a desencorajar os colaboradores ou influenciá-los negativamente, levando-os a fazerem o mesmo.

https://exame.com/carreira/guia-de-carreira/como-promover-a-eticaprofissional-no-trabalho-veja-exemplos/. Acesso em 05/03/2024. Adaptado.
No contexto, a expressão “via de mão dupla” (3º parágrafo) compreende, em relação à ética, 
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Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Secretário - Edital nº 19 |
Q3546439 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO


    Manter a ética profissional nas relações de trabalho é importante para promover um ambiente justo, motivador e com base na honestidade para todos, desde colaboradores até a alta gestão.
    A ética profissional representa um conjunto de ações, princípios, valores e comportamentos no trabalho. Eles são, geralmente, transformados em “normas” que devem ser seguidas pelos colaboradores para cultivar um ambiente seguro e íntegro.
    A importância da ética profissional pode ser vista tanto do lado da companhia quanto dos colaboradores. É uma via de mão dupla — com ela é possível construir relações valiosas e com base na confiança, formando uma cultura organizacional forte, capaz de inspirar os colaboradores e trazer mais propósito para o grupo.
    A ética profissional serve para melhorar diversos indicadores da empresa, sejam eles tangíveis ou subjetivos, percebidos pelo público e comunidade.
    O processo de construção de um ambiente de trabalho ético requer esforço e dedicação por parte de todos. Uma das maneiras de promover a ética de forma prática e executável nos mais diferentes nichos de negócio inclui, por exemplo, contratar novos talentos alinhados com os pilares éticos da companhia, desde o início da jornada dos colaboradores.
    Assim, reduzem-se os riscos de descobrir que algum profissional reproduz comportamentos não adequados após meses — ou até anos — de atuação. O efeito de colaboradores desalinhados com a cultura pode ser bem negativo, gerando uma “contaminação” de grupos e aumento nos níveis de desmotivação. 
    Outra maneira de promover a ética de forma prática é treinando líderes. Já é bem conhecida a crença de que “o exemplo vem de cima”. No mundo corporativo, esse ensinamento tem muito valor. Líderes com comportamentos duvidosos, que fujam das práticas éticas da empresa, tendem a desencorajar os colaboradores ou influenciá-los negativamente, levando-os a fazerem o mesmo.

https://exame.com/carreira/guia-de-carreira/como-promover-a-eticaprofissional-no-trabalho-veja-exemplos/. Acesso em 05/03/2024. Adaptado.
No texto, o emprego do gerúndio no trecho “Outra maneira de promover a ética de forma prática é treinando líderes. ” (7º parágrafo) indica
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Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Secretário - Edital nº 19 |
Q3546440 Português
    O que será a crônica? Esse gênero de literatura ligado ao jornal está entre nós há mais de um século e se aclimatou com tanta naturalidade, que parece nosso. Despretensiosa, próxima da conversa e da vida de todo dia, a crônica tem sido, salvo alguma infidelidade mútua, companheira quase que diária do leitor brasileiro.
    São vários os significados da palavra crônica. Todos, porém, implicam a noção de tempo, presente no próprio termo, que procede do grego chronos. Um leitor atual pode não se dar conta desse vínculo de origem que faz dela uma forma do tempo e da memória, um meio de representação temporal dos eventos passados, um registro da vida escoada. Mas a crônica sempre tece a continuidade do gesto humano na tela do tempo.
    Lembrar e escrever: trata-se de um relato em permanente relação com o tempo, de onde tira, como memória escrita, sua matéria principal, o que fica do vivido – uma definição que se poderia aplicar igualmente ao discurso da história, a que um dia ela deu lugar. Assim, a princípio ela foi crônica histórica, como a medieval: uma narração de fatos históricos segundo uma ordem cronológica, conforme dizem os dicionários, e por essa via se tornou uma precursora da historiografia moderna. Enquanto gênero, a crônica supõe uma sociedade para a qual importa experiência progressiva do tempo, um passado que se possa concatenar significativamente, a história, enfim, e não apenas um tempo cíclico e repetitivo, implicado noutra forma de narrativa – o mito. Presa ao calendário dos feitos humanos e não às façanhas dos deuses, a crônica pode constituir o testemunho de uma vida, o documento de toda uma época ou um meio de se inscrever a história no texto.

https://cronicabrasileira.org.br/artes-da-cronica/15103/fragmentos-sobrea-cronica. Fragmentos sobre a crônica Davi Arrigucci. Acesso em 03/03/2024. Adaptado.

Considere o trecho retirado do texto:

“Enquanto gênero, a crônica supõe uma sociedade para a qual importa experiência progressiva do tempo, um passado que se possa concatenar significativamente, a história, enfim, e não apenas um tempo cíclico e repetitivo, implicado noutra forma de narrativa – o mito. ” (3º parágrafo).

Mantendo-se, em linhas gerais, o sentido original, o trecho selecionado está reescrito de forma resumida em: 
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Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Secretário - Edital nº 19 |
Q3546441 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO


   Cultura refere-se ao significado que um grupo social dá à sua experiência, incluindo aqui ideias, crenças, costumes, artes, linguagem, moral, direito, culinária etc. A cultura é dinâmica, se recicla incessantemente incorporando novos elementos, abandonando antigos, mesclando os dois, transformando-os num terceiro com novo sentido. Tratamos, portanto, do mundo das representações, incorporadas simbolicamente na complexidade das manifestações culturais. Cultura não é acessório da condição humana, é sim seu substrato. O ser humano é humano porque produz cultura, dando sentido à experiência objetiva, sensorial. Daí a importância da interação social do “outro”, na construção dos espaços simbólicos, onde expressamos nossa existência humana, em termos de múltiplas identidades.

    Quando se diz que alguém “não tem cultura”, a referência é à sofisticação, sabedoria, de educação no sentido restrito do termo. Ou seja, pressupõe-se que o volume de leituras, controle de informações e títulos universitários equivalham à “inteligência”. A cultura em seu sentido antropológico, por outro lado, transcende a noção de refinamento intelectual (cujo adjetivo é “culto”, e não “cultural”). A cultura permite traduzir melhor a diferença entre nós e os outros e, assim fazendo, resgatar a nossa humanidade no outro e a do outro em nós mesmos.

  Dar sentido à experiência, ao estar-no-mundo, representá-la através de símbolos e orientar os indivíduos, uns em relação aos outros, dotando-os de identidades, também é característica daquilo que entendemos por arte. É uma área de conhecimento que opera com a organização imaginativa do sujeito a partir da experiência universal da humanidade e das experiências particulares de cada um, resguardados os princípios da unidade na diversidade, da harmonia na heterogeneidade e do equilíbrio nas diferenças, consolidando-se como fator de humanização, de socialização e de fortalecimento da identidade cultural.

    A arte é um meio de representação da realidade, uma construção social, percepção de nós mesmos no mundo possibilitando-nos assumir modelos de identidade e comportamento. Tais representações do mundo podem nos inspirar para a compreensão do presente e criação de alternativas para o futuro.  


Gruman, M. Caminhos da cidadania cultural: o ensino de artes no Brasil. Educar em Revista, Curitiba, Brasil, n. 45, p. 199-211, jul/set. 2012. Editora UFPR. Adaptado. 

No texto, a cultura é descrita como dinâmica, pois 
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Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Secretário - Edital nº 19 |
Q3546442 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO


   Cultura refere-se ao significado que um grupo social dá à sua experiência, incluindo aqui ideias, crenças, costumes, artes, linguagem, moral, direito, culinária etc. A cultura é dinâmica, se recicla incessantemente incorporando novos elementos, abandonando antigos, mesclando os dois, transformando-os num terceiro com novo sentido. Tratamos, portanto, do mundo das representações, incorporadas simbolicamente na complexidade das manifestações culturais. Cultura não é acessório da condição humana, é sim seu substrato. O ser humano é humano porque produz cultura, dando sentido à experiência objetiva, sensorial. Daí a importância da interação social do “outro”, na construção dos espaços simbólicos, onde expressamos nossa existência humana, em termos de múltiplas identidades.

    Quando se diz que alguém “não tem cultura”, a referência é à sofisticação, sabedoria, de educação no sentido restrito do termo. Ou seja, pressupõe-se que o volume de leituras, controle de informações e títulos universitários equivalham à “inteligência”. A cultura em seu sentido antropológico, por outro lado, transcende a noção de refinamento intelectual (cujo adjetivo é “culto”, e não “cultural”). A cultura permite traduzir melhor a diferença entre nós e os outros e, assim fazendo, resgatar a nossa humanidade no outro e a do outro em nós mesmos.

  Dar sentido à experiência, ao estar-no-mundo, representá-la através de símbolos e orientar os indivíduos, uns em relação aos outros, dotando-os de identidades, também é característica daquilo que entendemos por arte. É uma área de conhecimento que opera com a organização imaginativa do sujeito a partir da experiência universal da humanidade e das experiências particulares de cada um, resguardados os princípios da unidade na diversidade, da harmonia na heterogeneidade e do equilíbrio nas diferenças, consolidando-se como fator de humanização, de socialização e de fortalecimento da identidade cultural.

    A arte é um meio de representação da realidade, uma construção social, percepção de nós mesmos no mundo possibilitando-nos assumir modelos de identidade e comportamento. Tais representações do mundo podem nos inspirar para a compreensão do presente e criação de alternativas para o futuro.  


Gruman, M. Caminhos da cidadania cultural: o ensino de artes no Brasil. Educar em Revista, Curitiba, Brasil, n. 45, p. 199-211, jul/set. 2012. Editora UFPR. Adaptado. 

Conforme o texto, a concepção antropológica de cultura reside 
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Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Secretário - Edital nº 19 |
Q3546443 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO


   Cultura refere-se ao significado que um grupo social dá à sua experiência, incluindo aqui ideias, crenças, costumes, artes, linguagem, moral, direito, culinária etc. A cultura é dinâmica, se recicla incessantemente incorporando novos elementos, abandonando antigos, mesclando os dois, transformando-os num terceiro com novo sentido. Tratamos, portanto, do mundo das representações, incorporadas simbolicamente na complexidade das manifestações culturais. Cultura não é acessório da condição humana, é sim seu substrato. O ser humano é humano porque produz cultura, dando sentido à experiência objetiva, sensorial. Daí a importância da interação social do “outro”, na construção dos espaços simbólicos, onde expressamos nossa existência humana, em termos de múltiplas identidades.

    Quando se diz que alguém “não tem cultura”, a referência é à sofisticação, sabedoria, de educação no sentido restrito do termo. Ou seja, pressupõe-se que o volume de leituras, controle de informações e títulos universitários equivalham à “inteligência”. A cultura em seu sentido antropológico, por outro lado, transcende a noção de refinamento intelectual (cujo adjetivo é “culto”, e não “cultural”). A cultura permite traduzir melhor a diferença entre nós e os outros e, assim fazendo, resgatar a nossa humanidade no outro e a do outro em nós mesmos.

  Dar sentido à experiência, ao estar-no-mundo, representá-la através de símbolos e orientar os indivíduos, uns em relação aos outros, dotando-os de identidades, também é característica daquilo que entendemos por arte. É uma área de conhecimento que opera com a organização imaginativa do sujeito a partir da experiência universal da humanidade e das experiências particulares de cada um, resguardados os princípios da unidade na diversidade, da harmonia na heterogeneidade e do equilíbrio nas diferenças, consolidando-se como fator de humanização, de socialização e de fortalecimento da identidade cultural.

    A arte é um meio de representação da realidade, uma construção social, percepção de nós mesmos no mundo possibilitando-nos assumir modelos de identidade e comportamento. Tais representações do mundo podem nos inspirar para a compreensão do presente e criação de alternativas para o futuro.  


Gruman, M. Caminhos da cidadania cultural: o ensino de artes no Brasil. Educar em Revista, Curitiba, Brasil, n. 45, p. 199-211, jul/set. 2012. Editora UFPR. Adaptado. 

No texto, as expressões “unidade na diversidade”, “harmonia na heterogeneidade” e “equilíbrio nas diferenças”, em relação à arte e à cultura, 
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Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Secretário - Edital nº 19 |
Q3546444 Inglês
TEXTO PARA A QUESTÃO


Captura_de tela 2025-08-15 091030.png (329×607)


Richards, Jack C. Interchange Intro. Cambridge University Press: UK, 2012.Adaptado. 
No texto, as profissões de Hal Garner e Marco Mendez possuem uma característica em comum: o trabalho de ambos é 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Secretário - Edital nº 19 |
Q3546445 Inglês
TEXTO PARA A QUESTÃO


Captura_de tela 2025-08-15 091030.png (329×607)


Richards, Jack C. Interchange Intro. Cambridge University Press: UK, 2012.Adaptado. 
Considerado o contexto, duas expressões de sentidos equivalentes são
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Secretário - Edital nº 19 |
Q3546446 Inglês
Captura_de tela 2025-08-15 091232.png (419×201)
Jessica: Where in England are you from?
Charles: We´re from here, from Oxford.
Jim: Oxford´s a beautiful city!
Rachel: Yes, it is. Are you on holiday?
Jim: No, we aren´t, we´re on business. But today´s a free day.
Jessica: Yes, we´re tourists today! Ooh. What´s that?
Jim: Oh… Are they your dogs?
Charles: Yeah, they are. Sit. Sit!
Jessica: They´re very nice. But I´m not very good with dogs.
Jim: Look! A free table. Over there.
Jessica: Nice to meet you. Have a nice day.
Charles: Thanks. Nice to meet you, too.
Rachel: Bye. Good dogs, good dogs. 

Oxenden, Clive et all. English File Beginners. Oxford University Press: England, 2018. Adaptado.

Depreende-se do diálogo que 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Secretário - Edital nº 19 |
Q3546447 Inglês
Captura_de tela 2025-08-15 091400.png (408×573)

Soars, Liz; Soars, John. Headway - Beginner. Oxford University Press: England, 2019. Adaptado.

Na mensagem de Louise para Dom, ela aborda vários aspectos da viagem de férias em Dubai, entre os quais se incluem 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Secretário - Edital nº 19 |
Q3546448 Inglês
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Foley, Mark & Hall, Diane. New Total English. Pearson: London, 2011. Adaptado.

As perguntas correspondentes às frases “Carmen Lopes is thirty-two years old.” e “Brian Winter makes furniture in wood and metal.” são, respectivamente, 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Secretário - Edital nº 19 |
Q3546449 Inglês
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Dan Phillips likes to help people. He builds houses for artists and other low-income people in Huntsville, Texas, in the United States. One house, the “tree house”, is in a large tree in the forest. It has windows on the floor! It also has a small kitchen. The bed is on the upstairs floor. There is a woodburning stove from an old ship in the living room. Phillips teaches people how to build houses with recycled materials.

Richards, Jack C. Interchange Intro. Cambridge University Press: UK, 2012. Adaptado. 

De acordo com o texto, a casa construída por Dan Phillips tem 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Secretário - Edital nº 19 |
Q3546450 Inglês
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Fassman, Paula & Suzanne Tavares. Gallery 1. Oxford University Press: England, 2006. Adaptado.

De acordo com o boletim escolar, durante o semestre, no quesito comportamento, o aluno Charles foi, muitas vezes, considerado 
Alternativas
Respostas
21: D
22: A
23: E
24: D
25: C
26: B
27: E
28: C
29: A
30: B
31: E
32: D
33: E
34: A
35: B
36: E
37: C
38: E
39: D
40: C