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Questões de Concurso Público Prefeitura de São Francisco - MG 2026 para Fisioterapeuta

Foram encontradas 30 questões

Q4263692 Não definido
Um homem de 32 anos sofre um acidente automobilístico e apresenta fratura no terço médio do úmero direito. Após a redução da fratura, observa-se incapacidade de estender o punho e os dedos, além de diminuição da sensibilidade no dorso da mão direita. O exame neurológico sugere lesão de um nervo do plexo braquial. Duas semanas após o trauma, o paciente mantém déficit motor. O exame de eletroneuromiografia evidencia sinais de desnervação muscular. Com base no caso clínico e nos seus conhecimentos sobre anatomia humana, marque a alternativa em apresenta corretamente a estrutura anatômica acometida. 
Alternativas
Q4263693 Não definido
Um homem de 40 anos apresenta ferimento por arma branca na região dorsal da coluna vertebral lombar. Após estabilização do quadro clínico, o paciente é encaminhado ao serviço de fisioterapia com as seguintes manifestações clínicas: perda de sensibilidade vibratória e proprioceptiva no membro inferior do lado direito, abaixo do nível da lesão; preservação da dor e temperatura no mesmo lado; perda de dor e temperatura no membro inferior do lado esquerdo, dois níveis abaixo da lesão. Com base no caso clínico, o fisioterapeuta ao avaliar o paciente determina o seguinte diagnóstico: 
Alternativas
Q4263694 Não definido
A circulação encefálica pode ser interrompida por um acidente vascular encefálico (AVE) e, com isso, provocar lesões vasculares, as quais podem se manifestar de diversas maneiras com uma apresentação clínica peculiar a funções relacionadas ao território irrigado pela artéria acometida. Para um paciente com lesão da artéria cerebral posterior esquerda, espera-se que o fisioterapeuta encontre o seguinte quadro clínico:
Alternativas
Q4263695 Não definido
Um homem jovem, 28 anos, sedentário, praticante recreativo de musculação, chega à clínica de fisioterapia com queixa de dor lombar de início insidioso há 3 semanas, após levantar uma carga pesada durante o treino. Inicialmente, a dor era localizada na região lombar, mas passou a irradiar para a face posterior da nádega e da perna direita, chegando até o pé (lombociatalgia). Ao exame, o fisioterapeuta constatou: dor lombar de intensidade moderada a forte e dificuldade para mudança de decúbitos e para caminhar. O exame de imagem apresentado pelo paciente mostra uma hérnia discal lombar (L5-S1). Considerando as informações apresentadas no caso clínico descrito e na fisiopatologia da doença, analise as afirmativas a seguir e marque a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4263696 Não definido
O fisioterapeuta utiliza diversos testes para avaliar as condições musculoesqueléticas dos pacientes. Em um deles, ele instrui o paciente como fletir o cotovelo completamente, em seguida, segura firmemente com uma das mãos o cotovelo, enquanto sua outra mão fixa o punho do paciente. Roda externamente o braço do paciente até encontrar resistência; simultaneamente, puxa-lhe o cotovelo para baixo. Caso o tendão do bíceps se encontre instável, ele se soltará do sulco e o paciente referirá dor. Se o tendão estiver estável, permanecerá em posição anatômica, e o paciente não queixará de qualquer desconforto. Considerando as informações apresentadas, o teste descrito refere-se ao
Alternativas
Q4263697 Não definido
Um homem de 68 anos, aposentado, sedentário, com obesidade grau I, procura atendimento médico na Unidade de Saúde da Família e é diagnosticado com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). É ex-tabagista (40 maços/ano) e fumou por oito anos. Relata aumento progressivo da dispneia nos últimos 12 meses, principalmente durante atividades de vida diária como subir escadas, caminhar mais de 100 metros e carregar objetos leves. Refere sensação frequente de aprisionamento de ar e fadiga aos esforços. Foi instruído a procurar a fisioterapia para um programa de reabilitação cardiorrespiratória a fim de melhorar a sua qualidade de vida. Na consulta com o fisioterapeuta, exclama: “Fico cansado ao caminhar pequenas distâncias e sinto dificuldade para soltar todo o ar dos pulmões”. Inicia-se a avaliação do paciente: frequência cardíaca: 88 bpm; frequência respiratória: 24 irpm; pressão arterial: 130/80 mmHg; saturação periférica de O₂: 93% em ar ambiente. Na inspeção, nota-se: tórax em leve aumento do diâmetro anteroposterior, uso discreto de musculatura acessória, padrão respiratório predominantemente apical, expansibilidade torácica reduzida bilateralmente, predominando em bases pulmonares. Na ausculta pulmonar: murmúrio vesicular diminuído difusamente e sibilos expiratórios esparsos. Realiza-se também o teste de caminhada de 6 minutos: distância percorrida: 320 metros, com dispneia moderada ao final do teste (Escala de Borg = 5). As afirmativas a seguir descrevem diversas justificativas para a condição apresentada no caso clínico, marque a que apresenta a adequada interpretação fisioterapêutica para o caso.
Alternativas
Q4263698 Não definido
O conhecimento e a compreensão da fisiologia cardiovascular são fundamentais para a avaliação e a reabilitação fisioterapêutica, pois permite compreender como o sistema cardiovascular responde às demandas metabólicas do organismo, tanto em repouso quanto durante o exercício físico. Esse conhecimento auxilia o fisioterapeuta na identificação de alterações funcionais, na interpretação dos sinais clínicos e na elaboração de condutas seguras e eficazes para uma adequada reabilitação. Durante a avaliação, parâmetros como frequência cardíaca, pressão arterial, débito cardíaco, saturação de oxigênio e tolerância ao esforço fornecem informações importantes sobre a capacidade funcional do paciente. A compreensão dos mecanismos fisiológicos envolvidos na circulação sanguínea e na regulação cardiovascular permite ao fisioterapeuta reconhecer respostas normais e anormais ao exercício, podendo assim prevenir complicações ou mesmo garantir melhores resultados funcionais e maior segurança para o paciente. As afirmativas a seguir descrevem situações fisiológicas que contribuem para o controle ou alteração da função cardíaca, avalie-as e marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4263699 Não definido
O conhecimento da anatomia humana é essencial para a avaliação da sua função musculoesquelética, pois fornece a base para compreender a estrutura, a organização e o funcionamento dos ossos, músculos, articulações, ligamentos, tendões e demais tecidos que compõem o sistema locomotor. Sem esse conhecimento, torna-se difícil identificar alterações funcionais e estabelecer um diagnóstico fisioterapêutico adequado. Durante a avaliação, o domínio da anatomia permite ao fisioterapeuta localizar estruturas anatômicas, reconhecer padrões normais de movimento e identificar possíveis alterações relacionadas à dor, limitação de movimento, fraqueza muscular, deformidades ou lesões. Além disso, auxilia na realização de testes específicos de força muscular, amplitude de movimento, flexibilidade e estabilidade articular. Considerando as informações sobre a anatomia humana apresentadas a seguir, marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4263700 Não definido
A locomoção é uma função complexa. Os movimentos dos membros inferiores, que auxiliam na marcha humana, permitem que um indivíduo fique de pé e caminhe ao realizarem uma sequência coordenada de ações entre segmentos articulares e musculares, sendo realizados ora para estabilizar, ora para permitir a execução de movimentos coordenados que fisiologicamente não geram esforços ou desgastes, e tiram proveito inclusive da força da gravidade. O fisioterapeuta deve estar familiarizado com a anatomia funcional dos segmentos envolvidos na realização da marcha, a fim de que possa estabelecer um adequado plano de reabilitação funcional para seu paciente nas suas diversas necessidades. O ciclo da marcha humana é composto por fase de balanço, ou oscilação, e fase de apoio. Em cada uma dessas fases, um determinado músculo ou grupo muscular realiza movimentos e ações específicas e conjuntas. Considerando a fisiologia da marcha humana, pode-se afirmar: 
Alternativas
Q4263701 Não definido
As técnicas de alongamento muscular, levando em conta a considerável variedade de combinações, no conjunto de suas ações, exploram de vários modos o estiramento estático do músculo, a inibição autógena e a inibição recíproca. Sobre as diversas técnicas de alongamento, pode-se afirmar: 
Alternativas
Q4263702 Não definido

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões de 11 a 17, que a ele se referem.

Texto 01 


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? 


Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.

Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.

Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.

O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.

No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado. 

De acordo com o texto, abraçar uma árvore causa estranheza porque “[...] rompe uma lógica dominante [...]” na atualidade, a qual está relacionada à
I- produtividade. II- tecnologia. III- desempenho IV- resultado. V- excentricidade.
Estão CORRETOS os itens
Alternativas
Q4263703 Não definido

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões de 11 a 17, que a ele se referem.

Texto 01 


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? 


Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.

Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.

Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.

O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.

No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado. 

Considere a passagem “No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla.” De acordo com o texto, a ecopsicologia é uma área que
I- estabelece relação entre o ser humano e o meio ambiente. II- postula que basta estar na natureza para se integrar a ela. III- relaciona a saúde emocional à integração com a natureza. IV- defende que o ser humano e o ambiente são inseparáveis. V- gera a interdisciplinaridade, pois une ecologia e psicologia.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas 
Alternativas
Q4263704 Não definido

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões de 11 a 17, que a ele se referem.

Texto 01 


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? 


Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.

Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.

Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.

O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.

No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado. 

Entre as críticas ao comportamento do homem presentes no texto, estão
I- a substituição do natural pelo artificial. II- a visão negativa do descanso. III- o hábito dos “banhos de floresta”. IV- a desconexão com a natureza. V- o ritmo acelerado da vida.
Estão CORRETOS apenas os itens 
Alternativas
Q4263705 Não definido

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões de 11 a 17, que a ele se referem.

Texto 01 


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? 


Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.

Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.

Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.

O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.

No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado. 

Considere a passagem “Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos.” É CORRETO afirmar que em “(des)organiza” o prefixo foi colocado entre parênteses com a intenção de criar sentido
Alternativas
Q4263706 Não definido

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões de 11 a 17, que a ele se referem.

Texto 01 


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? 


Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.

Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.

Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.

O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.

No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado. 

Na passagem “As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais [...]”, o verbo “vêm” encontra-se acentuado, de acordo com a norma, porque se trata
Alternativas
Q4263707 Não definido

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões de 11 a 17, que a ele se referem.

Texto 01 


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? 


Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.

Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.

Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.

O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.

No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado. 

Na passagem “Não se trata apenas de ‘estar na natureza’, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente.”, em relação ao uso do pronome “se”, é CORRETO afirmar que, de acordo com a norma, 
Alternativas
Q4263708 Não definido

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões de 11 a 17, que a ele se referem.

Texto 01 


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? 


Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.

Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.

Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.

O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.

No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado. 

Na passagem “No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla.”, a vírgula foi usada, de acordo com a norma, para intercalar
Alternativas
Q4263709 Não definido

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões de 11 a 17, que a ele se referem.

Texto 01 


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? 


Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.

Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.

Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.

O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.

No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado. 

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão.


Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/. Acesso em: 20 jun. 2026.


 Assinale a passagem do texto 1 que estabelece relação discursiva com o texto 02.

Alternativas
Q4263710 Não definido

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões de 11 a 17, que a ele se referem.

Texto 01 


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? 


Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.

Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.

Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.

O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.

No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado. 

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão.


Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/. Acesso em: 20 jun. 2026.


Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura linguística de composição das falas que compõem o texto 02.


I- A preposição “para” insere, nas falas dos quadros em que é usada, ideia de finalidade.

II- A preposição “de”, usada na fala do quarto quadro, é exigida pelo verbo “lembrar”.

III- O termo “ah”, presente na fala do terceiro quadro, pertence à classe das interjeições.

IV- O verbo “lembrar”, presente na fala do terceiro quadro, foi usado como pronominal.

V- O termo “se”, presente na fala do terceiro quadro, expressa uma ideia de condição.


Estão CORRETAS apenas as afirmativas

Alternativas
Q4263711 Não definido

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões de 11 a 17, que a ele se referem.

Texto 01 


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? 


Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.

Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.

Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.

O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.

No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado. 

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão.

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/. Acesso em: 20 jun. 2026.


A forma verbal “estiverem”, usada na terceira fala, encontra-se conjugada no

Alternativas
Respostas
1: D
2: B
3: A
4: C
5: E
6: D
7: E
8: A
9: C
10: B
11: A
12: B
13: B
14: E
15: D
16: C
17: E
18: C
19: A
20: D