Questões de Concurso Público UFT 2026 para Técnico em Tecnologia da Informação

Foram encontradas 50 questões

Q4099074 Português
      A inteligência artificial (IA), com sua natureza disruptiva, vem alterando significativamente o mercado de trabalho e, consequentemente, as atividades profissionais dos seres humanos, não somente porque entrega ferramentas extremamente úteis, mas porque gera possibilidade de criação de segmentos de atuação e novas carreiras. [...]

      Há cinco, dez anos atrás, muitas carreiras não existiam. Por isso, apesar de não sabermos exatamente quantas profissões ainda surgirão ao longo deste século, mas compreendendo que esse é um movimento irreversível, devemos avaliar tendências e nos preparar para abraçar as mudanças sempre, todos os dias. Um dos exemplos mais recentes ocorreu durante a pandemia da Covid-19, com a revolução da relação entre empresas e seus funcionários, por meio da implantação das modalidades remotas e híbridas de trabalho, o que só foi possível devido à existência de ferramentas tecnológicas avançadas e à capacidade do ser humano de encontrar soluções para o que, muitas vezes, parece insolúvel.

    Carreira bem-sucedida e sustentável é aquela em que a pessoa tem consciência de que tudo pode mudar o tempo todo e tem proatividade para se manter atualizada e capacitada para as novas demandas e formas de trabalho. A IA pode ser uma ótima parceira para o aumento da eficiência e da qualidade do trabalho das pessoas. Como toda parceria implica em benefícios e desafios, temas como segurança, ética, privacidade e humanização das relações de trabalho devem ser abordados de maneira séria e responsável por cada um individualmente e por todos, como sociedade.

As recomendações são as mesmas, tanto para quem está ingressando no mercado de trabalho pela primeira vez, quanto para quem já tem anos de experiência: profissionais que não utilizam a IA são, cada vez mais, considerados operacionais e substituíveis. Profissionais que utilizam a IA tendem a ser considerados estratégicos para o negócio e, portanto, mais valorizados. [...] 


Disponível em: https://portal.fgv.br/artigos/inteligencia-artificial-pode-auxiliarcarreira-e-formas-trabalho. Acesso em: 8 mai. 2026. (Adaptado).

Sobre a inteligência artificial (IA), assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4099075 Português
      A inteligência artificial (IA), com sua natureza disruptiva, vem alterando significativamente o mercado de trabalho e, consequentemente, as atividades profissionais dos seres humanos, não somente porque entrega ferramentas extremamente úteis, mas porque gera possibilidade de criação de segmentos de atuação e novas carreiras. [...]

      Há cinco, dez anos atrás, muitas carreiras não existiam. Por isso, apesar de não sabermos exatamente quantas profissões ainda surgirão ao longo deste século, mas compreendendo que esse é um movimento irreversível, devemos avaliar tendências e nos preparar para abraçar as mudanças sempre, todos os dias. Um dos exemplos mais recentes ocorreu durante a pandemia da Covid-19, com a revolução da relação entre empresas e seus funcionários, por meio da implantação das modalidades remotas e híbridas de trabalho, o que só foi possível devido à existência de ferramentas tecnológicas avançadas e à capacidade do ser humano de encontrar soluções para o que, muitas vezes, parece insolúvel.

    Carreira bem-sucedida e sustentável é aquela em que a pessoa tem consciência de que tudo pode mudar o tempo todo e tem proatividade para se manter atualizada e capacitada para as novas demandas e formas de trabalho. A IA pode ser uma ótima parceira para o aumento da eficiência e da qualidade do trabalho das pessoas. Como toda parceria implica em benefícios e desafios, temas como segurança, ética, privacidade e humanização das relações de trabalho devem ser abordados de maneira séria e responsável por cada um individualmente e por todos, como sociedade.

As recomendações são as mesmas, tanto para quem está ingressando no mercado de trabalho pela primeira vez, quanto para quem já tem anos de experiência: profissionais que não utilizam a IA são, cada vez mais, considerados operacionais e substituíveis. Profissionais que utilizam a IA tendem a ser considerados estratégicos para o negócio e, portanto, mais valorizados. [...] 


Disponível em: https://portal.fgv.br/artigos/inteligencia-artificial-pode-auxiliarcarreira-e-formas-trabalho. Acesso em: 8 mai. 2026. (Adaptado).

Em: “Profissionais que utilizam a IA tendem a ser considerados estratégicos para o negócio e, portanto, mais valorizados” (4º parágrafo), o conectivo em destaque indica uma ideia de
Alternativas
Q4099076 Português
      A inteligência artificial (IA), com sua natureza disruptiva, vem alterando significativamente o mercado de trabalho e, consequentemente, as atividades profissionais dos seres humanos, não somente porque entrega ferramentas extremamente úteis, mas porque gera possibilidade de criação de segmentos de atuação e novas carreiras. [...]

      Há cinco, dez anos atrás, muitas carreiras não existiam. Por isso, apesar de não sabermos exatamente quantas profissões ainda surgirão ao longo deste século, mas compreendendo que esse é um movimento irreversível, devemos avaliar tendências e nos preparar para abraçar as mudanças sempre, todos os dias. Um dos exemplos mais recentes ocorreu durante a pandemia da Covid-19, com a revolução da relação entre empresas e seus funcionários, por meio da implantação das modalidades remotas e híbridas de trabalho, o que só foi possível devido à existência de ferramentas tecnológicas avançadas e à capacidade do ser humano de encontrar soluções para o que, muitas vezes, parece insolúvel.

    Carreira bem-sucedida e sustentável é aquela em que a pessoa tem consciência de que tudo pode mudar o tempo todo e tem proatividade para se manter atualizada e capacitada para as novas demandas e formas de trabalho. A IA pode ser uma ótima parceira para o aumento da eficiência e da qualidade do trabalho das pessoas. Como toda parceria implica em benefícios e desafios, temas como segurança, ética, privacidade e humanização das relações de trabalho devem ser abordados de maneira séria e responsável por cada um individualmente e por todos, como sociedade.

As recomendações são as mesmas, tanto para quem está ingressando no mercado de trabalho pela primeira vez, quanto para quem já tem anos de experiência: profissionais que não utilizam a IA são, cada vez mais, considerados operacionais e substituíveis. Profissionais que utilizam a IA tendem a ser considerados estratégicos para o negócio e, portanto, mais valorizados. [...] 


Disponível em: https://portal.fgv.br/artigos/inteligencia-artificial-pode-auxiliarcarreira-e-formas-trabalho. Acesso em: 8 mai. 2026. (Adaptado).

Quanto aos aspectos gramaticais do texto, analise as afirmativas.

I. Em: “[...] o que só foi possível devido à existência de ferramentas tecnológicas avançadas e à capacidade do ser humano de encontrar soluções [...]” (2º parágrafo), o emprego da crase é obrigatório.
II. Em: “ cinco, dez anos atrás [...]” (2º parágrafo), o verbo “haver” está conjugado no futuro.
III. Em: “Carreira bem-sucedida e sustentável” (3º parágrafo), os elementos em destaque exercem a função sintática de adjunto adverbial.
IV. Em: “Profissionais que utilizam a IA tendem a ser considerados estratégicos [...]” (4º parágrafo), o sujeito em destaque é composto.

Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4099077 Português
A tirinha trata principalmente do(a) 
Alternativas
Q4099078 Português
Leia o excerto da tirinha: "O meu, fizeram-no de carne..." (2º quadrinho). Sobre os elementos em destaque, analise as afirmativas.

I. O pronome “no”, com função de objeto direto, substitui “coração”.
II. O pronome “no”, com função de objeto indireto, substitui “coração”.
III. Uma das justificativas para a ocorrência da ênclise (pronome após o verbo) é o fato de não haver palavra atrativa que exija próclise.
IV. Se a frase em destaque fosse iniciada com a palavra “Não”, a forma adequada de escrita seria “Não o fizeram”, de acordo com a norma-padrão.

Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4099079 Português
Na tirinha, a ideia de “sangrar todo dia” pode ser compreendida como
Alternativas
Q4099080 Português
         [...] Atualmente, há 1,6 milhão de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos em situação de trabalho infantil no Brasil (4,9% da população dessa faixa etária), segundo os dados do IBGE mais recentes.

        Um número que, de acordo com Katerina Volcov, secretária executiva do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), revela apenas a ponta de um enorme iceberg. “O número de subnotificações é alto assim como a falta de dados”, diz ela. [...] Os números não contemplam as informações de algumas das piores formas de trabalho infantil, como exploração sexual, tráfico de drogas, trabalho infantil doméstico e nas ruas. Também não levam em conta o trabalho executado por crianças menores de 5 anos de idade e a exploração de meninas e meninos nos meios digitais, como “empreendedores”, influenciadores ou mesmo gamers. “Temos uma sociedade que observa isso com glamour”, diz ela, alertando para os riscos. “A produção de vídeos, as transmissões ao vivo, os desafios online… Tudo isso faz parte do trabalho infantil digital”, explica. Segundo Volcov, a criação de um conteúdo vira trabalho infantil quando tem frequência, pressão, como a exigência de uma quantidade determinada de likes, carga excessiva, e relação de poder. Nesses casos, tanto as plataformas quanto os pais deveriam ser, sim, responsabilizados.

       Para Katerina Volcov, é urgente uma regulamentação das redes, diferenciando cada uma das categorias dos trabalhadores infantis digitais: gamers, influenciadores mirins, empreendedores digitais... “Não é uma categoria uníssona”, destaca, chamando a atenção para importância de estabelecer regras e limites e promover discussões, inclusive, sobre o impacto da exposição da identidade e da vida desses meninos e meninas [...]

       “Tendo a achar que o trabalho infantil digital está se tornando uma das piores faces do trabalho infantil nesse novo século e daqui para frente tende a ficar ainda mais exacerbado”, diz ela. [...] Em alguns estados, há um número reduzido de auditores fiscais do trabalho e tem havido também um desfinanciamento das Ações Estratégicas do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Aepetis). [...] Dados do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) dão conta de que os recursos gastos com a área de erradicação do trabalho infantil diminuíram 94% entre 2019 e 2022. Ao longo dos últimos anos, também, houve uma desarticulação das redes de proteção e garantia de direitos.


Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/balanco-social/miniblogueirose-influencers-o-trabalho-infantil-agora-tambem-e-digital/. Acesso em: 8 mai. 2026. (Adaptado).
A partir da leitura do texto, pode se afirmar que 
Alternativas
Q4099081 Português
         [...] Atualmente, há 1,6 milhão de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos em situação de trabalho infantil no Brasil (4,9% da população dessa faixa etária), segundo os dados do IBGE mais recentes.

        Um número que, de acordo com Katerina Volcov, secretária executiva do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), revela apenas a ponta de um enorme iceberg. “O número de subnotificações é alto assim como a falta de dados”, diz ela. [...] Os números não contemplam as informações de algumas das piores formas de trabalho infantil, como exploração sexual, tráfico de drogas, trabalho infantil doméstico e nas ruas. Também não levam em conta o trabalho executado por crianças menores de 5 anos de idade e a exploração de meninas e meninos nos meios digitais, como “empreendedores”, influenciadores ou mesmo gamers. “Temos uma sociedade que observa isso com glamour”, diz ela, alertando para os riscos. “A produção de vídeos, as transmissões ao vivo, os desafios online… Tudo isso faz parte do trabalho infantil digital”, explica. Segundo Volcov, a criação de um conteúdo vira trabalho infantil quando tem frequência, pressão, como a exigência de uma quantidade determinada de likes, carga excessiva, e relação de poder. Nesses casos, tanto as plataformas quanto os pais deveriam ser, sim, responsabilizados.

       Para Katerina Volcov, é urgente uma regulamentação das redes, diferenciando cada uma das categorias dos trabalhadores infantis digitais: gamers, influenciadores mirins, empreendedores digitais... “Não é uma categoria uníssona”, destaca, chamando a atenção para importância de estabelecer regras e limites e promover discussões, inclusive, sobre o impacto da exposição da identidade e da vida desses meninos e meninas [...]

       “Tendo a achar que o trabalho infantil digital está se tornando uma das piores faces do trabalho infantil nesse novo século e daqui para frente tende a ficar ainda mais exacerbado”, diz ela. [...] Em alguns estados, há um número reduzido de auditores fiscais do trabalho e tem havido também um desfinanciamento das Ações Estratégicas do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Aepetis). [...] Dados do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) dão conta de que os recursos gastos com a área de erradicação do trabalho infantil diminuíram 94% entre 2019 e 2022. Ao longo dos últimos anos, também, houve uma desarticulação das redes de proteção e garantia de direitos.


Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/balanco-social/miniblogueirose-influencers-o-trabalho-infantil-agora-tambem-e-digital/. Acesso em: 8 mai. 2026. (Adaptado).
De acordo com o texto, o conteúdo digital se torna trabalho infantil quando a criança
Alternativas
Q4099082 Português
         [...] Atualmente, há 1,6 milhão de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos em situação de trabalho infantil no Brasil (4,9% da população dessa faixa etária), segundo os dados do IBGE mais recentes.

        Um número que, de acordo com Katerina Volcov, secretária executiva do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), revela apenas a ponta de um enorme iceberg. “O número de subnotificações é alto assim como a falta de dados”, diz ela. [...] Os números não contemplam as informações de algumas das piores formas de trabalho infantil, como exploração sexual, tráfico de drogas, trabalho infantil doméstico e nas ruas. Também não levam em conta o trabalho executado por crianças menores de 5 anos de idade e a exploração de meninas e meninos nos meios digitais, como “empreendedores”, influenciadores ou mesmo gamers. “Temos uma sociedade que observa isso com glamour”, diz ela, alertando para os riscos. “A produção de vídeos, as transmissões ao vivo, os desafios online… Tudo isso faz parte do trabalho infantil digital”, explica. Segundo Volcov, a criação de um conteúdo vira trabalho infantil quando tem frequência, pressão, como a exigência de uma quantidade determinada de likes, carga excessiva, e relação de poder. Nesses casos, tanto as plataformas quanto os pais deveriam ser, sim, responsabilizados.

       Para Katerina Volcov, é urgente uma regulamentação das redes, diferenciando cada uma das categorias dos trabalhadores infantis digitais: gamers, influenciadores mirins, empreendedores digitais... “Não é uma categoria uníssona”, destaca, chamando a atenção para importância de estabelecer regras e limites e promover discussões, inclusive, sobre o impacto da exposição da identidade e da vida desses meninos e meninas [...]

       “Tendo a achar que o trabalho infantil digital está se tornando uma das piores faces do trabalho infantil nesse novo século e daqui para frente tende a ficar ainda mais exacerbado”, diz ela. [...] Em alguns estados, há um número reduzido de auditores fiscais do trabalho e tem havido também um desfinanciamento das Ações Estratégicas do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Aepetis). [...] Dados do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) dão conta de que os recursos gastos com a área de erradicação do trabalho infantil diminuíram 94% entre 2019 e 2022. Ao longo dos últimos anos, também, houve uma desarticulação das redes de proteção e garantia de direitos.


Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/balanco-social/miniblogueirose-influencers-o-trabalho-infantil-agora-tambem-e-digital/. Acesso em: 8 mai. 2026. (Adaptado).
Os tipos de argumento são estratégias utilizadas no texto para a defesa de uma tese. Em: “Um número que, de acordo com Katerina Volcov, secretária executiva do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), revela apenas a ponta de um enorme iceberg. “O número de subnotificações é alto assim como a falta de dados”, diz ela. [...]” (2º parágrafo), há, no excerto em destaque, predominantemente, o emprego de
Alternativas
Q4099083 Português
         [...] Atualmente, há 1,6 milhão de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos em situação de trabalho infantil no Brasil (4,9% da população dessa faixa etária), segundo os dados do IBGE mais recentes.

        Um número que, de acordo com Katerina Volcov, secretária executiva do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), revela apenas a ponta de um enorme iceberg. “O número de subnotificações é alto assim como a falta de dados”, diz ela. [...] Os números não contemplam as informações de algumas das piores formas de trabalho infantil, como exploração sexual, tráfico de drogas, trabalho infantil doméstico e nas ruas. Também não levam em conta o trabalho executado por crianças menores de 5 anos de idade e a exploração de meninas e meninos nos meios digitais, como “empreendedores”, influenciadores ou mesmo gamers. “Temos uma sociedade que observa isso com glamour”, diz ela, alertando para os riscos. “A produção de vídeos, as transmissões ao vivo, os desafios online… Tudo isso faz parte do trabalho infantil digital”, explica. Segundo Volcov, a criação de um conteúdo vira trabalho infantil quando tem frequência, pressão, como a exigência de uma quantidade determinada de likes, carga excessiva, e relação de poder. Nesses casos, tanto as plataformas quanto os pais deveriam ser, sim, responsabilizados.

       Para Katerina Volcov, é urgente uma regulamentação das redes, diferenciando cada uma das categorias dos trabalhadores infantis digitais: gamers, influenciadores mirins, empreendedores digitais... “Não é uma categoria uníssona”, destaca, chamando a atenção para importância de estabelecer regras e limites e promover discussões, inclusive, sobre o impacto da exposição da identidade e da vida desses meninos e meninas [...]

       “Tendo a achar que o trabalho infantil digital está se tornando uma das piores faces do trabalho infantil nesse novo século e daqui para frente tende a ficar ainda mais exacerbado”, diz ela. [...] Em alguns estados, há um número reduzido de auditores fiscais do trabalho e tem havido também um desfinanciamento das Ações Estratégicas do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Aepetis). [...] Dados do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) dão conta de que os recursos gastos com a área de erradicação do trabalho infantil diminuíram 94% entre 2019 e 2022. Ao longo dos últimos anos, também, houve uma desarticulação das redes de proteção e garantia de direitos.


Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/balanco-social/miniblogueirose-influencers-o-trabalho-infantil-agora-tambem-e-digital/. Acesso em: 8 mai. 2026. (Adaptado).
Em “desfinanciamento” (4º parágrafo), o processo de formação da palavra é o de derivação 
Alternativas
Q4099084 Direitos Humanos
Deslocamento forçado em números – Brasil

Apenas em 2024, foram registradas 68.159 solicitações de asilo, um aumento de 9.531 (ou 16,3%) em relação a 2023, quando houve 58.628 pedidos. As nacionalidades que predominaram em 2024 nas solicitações de asilo foram venezuelanos (39,8%), cubanos (32,7%) e angolanos (5%).
Ao final de 2024, o Brasil contabilizava 156.612 pessoas reconhecidas como refugiadas, o que representa um aumento de 9,5% em relação a 2023. 

Disponível em: https://www.acnur.org/br/dados-refugiados-no-brasil-e-nomundo. Acesso em: 12 mai. 2026.

Sobre a política de refúgio no Brasil, é CORRETO afirmar:  
Alternativas
Q4099085 Sociologia

Analise a figura e o texto a seguir. 


Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: https://www.onumulheres.org.br/noticias/onu-mulheres-ecartunistas-divulgam-charges-para-criticar-desigualdades-de-genero/ Acesso em: 12 mai. 2026.


Apesar do aumento da participação das mulheres na política brasileira nas últimas décadas, a presença feminina nos espaços de poder ainda permanece desigual quando comparada à dos homens. Nesse contexto, movimentos e debates sociais, assim com políticas públicas, têm buscado ampliar a participação das mulheres no processo de representação política e tomada de decisões.


Sobre a representatividade feminina na política brasileira, é CORRETO afirmar:


Alternativas
Q4099086 Pedagogia
Desde 1824, o ensino brasileiro vem sendo reformulado por inúmeras leis, na perspectiva de fazer com que a educação escolar esteja adequada às mudanças econômicas e sociais.
Nesse sentido, a alteração da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Brasileira que ocorreu em 2024, gerou intenso debates pois reformou
Alternativas
Q4099087 Direito Constitucional
Uma temática que envolve, na atualidade, o debate sobre o meio ambiente no Brasil é a tese do Marco Temporal, pois se refere ao direito das populações indígenas à terra e à água. Recentes decisões legais não foram suficientes para dirimir os desentendimentos sobre a questão.
Esse debate expressa contradições entre as decisões do (a)
Alternativas
Q4099088 Atualidades
A guerra entre os Estados Unidos e o Irã, iniciada em fevereiro de 2026, levou ao fechamento do Estreito de Ormuz, gerando uma crise energética internacional.
Essa crise atingiu a 
Alternativas
Q4100449 Legislação Federal
O Decreto nº 7.724/2012, que regulamenta a Lei de Acesso à Informação, estabelece conceitos essenciais. Considerando que essa norma se aplica à área da tecnologia da informação, assinale a alternativa que apresenta a correspondência CORRETA entre o termo e o seu respectivo conceito legal.
Alternativas
Q4100450 Legislação Federal
O dever de promover a transparência ativa impõe aos órgãos e entidades do Poder Executivo Federal a publicação de informações de interesse coletivo independentemente de requerimento.
Quanto às regras estabelecidas no Decreto nº 7.724/2012, que regulamenta a Lei de Acesso à Informação, para os sítios eletrônicos oficiais, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4100451 Legislação Federal
Nos termos da Lei nº 12.527/2011 (Lei de Acesso à Informação) é dever dos órgãos e entidades públicas promover, independentemente de requerimentos, a divulgação em local de fácil acesso, no âmbito de suas competências, de informações de interesse coletivo ou geral por eles produzidas ou custodiadas. Considerando que essa norma se aplica à área da tecnologia da informação, analise os itens a seguir.

I. Os sítios eletrônicos oficias da rede mundial de computadores (internet) poderão ser utilizados facultativamente pela administração pública direta como meios e instrumentos legítimos de informação.
II. Os sítios eletrônicos deverão conter ferramenta de pesquisa de conteúdo que permita o acesso à informação de forma objetiva, transparente, clara e em linguagem de fácil compreensão.
III. Os sítios eletrônicos deverão possibilitar o acesso automatizado por sistemas externos em formatos abertos, estruturados e legíveis por máquina.
IV. Os sítios eletrônicos deverão indicar local e instruções que permitam ao interessado comunicar-se, por via eletrônica ou telefônica, com o órgão ou entidade detentora do sítio.

Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4100452 Legislação Federal
Nos termos do Decreto nº 7.724/2012, que regulamenta a Lei de Acesso à Informação, é dever dos órgãos e entidades criar Serviço de Informações ao Cidadão – SIC. Considerando que essa norma se aplica à área da tecnologia da informação, analise os itens a seguir.

I. Compete ao SIC o registro do pedido de acesso em sistema eletrônico específico e a entrega de número do protocolo, que conterá a data de apresentação do pedido.
II. Apenas o cidadão em dia com as obrigações eleitorais poderá formular pedido de acesso à informação e o pedido será apresentado em formulário padrão exclusivamente por meio de sistema eletrônico específico do SIC.
III. É facultado aos órgãos e entidades o recebimento de pedidos de acesso à informação por qualquer outro meio legítimo, como contato telefônico, correspondência eletrônica ou física, desde que atendidos os requisitos estabelecidos no decreto.
IV. O pedido de acesso à informação deverá conter nome do requerente; número do título de eleitor, certidão da justiça eleitoral ou comprovante de votação na última eleição; e endereço físico ou eletrônico do requerente, para recebimento de comunicações ou da informação requerida.

Assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4100453 Legislação Federal
Mário, cidadão residente em uma cidade do interior, constatou que uma unidade descentralizada de uma autarquia federal localizada em seu município não possui um Serviço de Informações ao Cidadão (SIC) formalmente instalado. Necessitando obter dados sobre os gastos com pessoal daquela unidade, Mário decide formalizar um pedido de acesso à informação.
Com base no Decreto nº 7.724/2012, que regulamenta a Lei de Acesso à Informação no Poder Executivo federal, assinale a alternativa CORRETA sobre o procedimento adequado para o caso de Mário.
Alternativas
Respostas
1: C
2: D
3: A
4: E
5: E
6: D
7: C
8: E
9: B
10: A
11: A
12: E
13: D
14: B
15: C
16: B
17: C
18: A
19: D
20: E