Questões de Concurso Público AgSUS 2026 para Assistente de Projeto - Perfil 1 - UDIGIS
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O telediagnóstico consiste na transmissão eletrônica de dados para que um especialista emita um laudo a distância, servindo como suporte diagnóstico especializado.
O exame físico é considerado secundário na modalidade de teleconsulta, devendo o profissional de saúde fundamentar sua hipótese diagnóstica exclusivamente na anamnese verbal realizada por vídeo.
Em se tratando de telessaúde, é permitido o envio de fotos de feridas e exames via aplicativos de mensagens instantâneas, independentemente de garantia da segurança da informação.
A teleconsultoria é um serviço de suporte entre profissionais de saúde, síncrono ou assíncrono, que visa o esclarecimento de dúvidas sobre procedimentos e condutas clínicas para aumentar a resolutividade na atenção primária.
A legislação vigente de telessaúde no Brasil estabelece que o atendimento remoto como modalidade obrigatória para casos de baixa complexidade.
A teleinterconsulta ocorre quando dois ou mais profissionais de saúde realizam uma consulta conjunta ao paciente, promovendo o cuidado compartilhado e a educação permanente em serviço.
O telemonitoramento envolve a coleta e a análise de parâmetros clínicos a distância, permitindo o acompanhamento longitudinal de condições crônicas e a detecção precoce de exacerbações.
Na produção de materiais técnicos e pedagógicos para saúde digital, deve-se priorizar o uso de objetos de aprendizagem interoperáveis, reutilizáveis e acessíveis.
Materiais pedagógicos produzidos por servidores públicos no exercício de suas funções pertencem exclusivamente ao autor, exigindo-se, por isso, sua autorização formal para qualquer replicação na rede SUS.
As tecnologias de informação e comunicação na EaD em saúde devem ser mediadoras da interação dialógica, e não apenas repositórios de textos estáticos.
O processo de validação de aparência e conteúdo de tecnologias educacionais dispensa a participação do usuário final (trabalhador da ponta), se aprovado por um comitê de doutores na área temática.
O uso de tecnologias digitais dispensa capacitação profissional, pois os sistemas operam de forma autônoma.
A implantação de prontuário eletrônico elimina a necessidade de protocolos clínicos padronizados.
A coleta ampliada de dados em saúde digital elimina riscos relacionados à privacidade dos usuários.
A Secretaria de Informação e Saúde Digital define cooperação em saúde digital e monitora a conformidade das políticas de TIC e de proteção de dados com as normas da administração pública federal.
O Departamento de Saúde Digital e Inovação promove pesquisas e dissemina conhecimento em saúde digital, inovação e telessaúde no SUS.
A implementação de plataformas nacionais de saúde digital depende de pactuação interfederativa para assegurar adesão técnica e sustentabilidade financeira.
A tecnologia digital substitui a necessidade de coordenação entre os níveis de atenção à saúde.
A ampliação da disponibilidade de dados em saúde garante, por si só, a melhoria da qualidade assistencial.
A institucionalização de certificação digital garante a validade jurídica de documentos clínicos eletrônicos.