Questões de Concurso Público Prefeitura de Petrolina - PE 2024 para Professor Substituto do Ensino Fundamental - Anos Finais de Geografia
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“A paisagem nada tem de fixo, de imóvel. Cada vez que a sociedade passa por um processo de mudança, a economia, as relações sociais e políticas também mudam, em ritmos e intensidades variados. A mesma coisa acontece em relação ao espaço e à paisagem que se transforma para se adaptar às novas necessidades da sociedade.” (SANTOS, 1997, p. 37)
SERPA, A. Milton Santos e a paisagem: parâmetros para a construção de uma crítica da paisagem contemporânea. Paisagem Ambiente: Ensaios – N. 27 – São Paulo – p. 131 -138. 2010.
De acordo com o texto, a paisagem resulta sempre de:
TEXTO I
“(...) formações rasteiras ou herbáceas constituídas por gramíneas que atingem até 60cm de altura. Sua origem pode estar associada a solos rasos ou temperaturas baixas em regiões de altitudes elevadas, áreas sujeitas a inundações periódicas ou ainda a solos arenosos.”
SENE, Eustáquio de; MOREIRA, João Carlos. Geografia Geral e do Brasil: Espaço Geográfico e Globalizado. Vol. 1, 2 e 3. 2ª edição. São Paulo: Scipione, 2012. – p. 210).
TEXTO II

A paisagem representada na imagem e descrita no texto evidencia um bioma brasileiro caracterizado pelo/pela:
A ilustração demonstrada corresponde à linha vermelha traçada no mapa, entre a baía de Todos-os-Santos, na Bahia, e o Pantanal Mato-Grossense, em Mato Grosso do Sul. Na cartografia, ela é chamada de:
TEXTO I

TEXTO II
Considera-se desertificação, sob o prisma da ação predatória do homem sobre os ecossistemas a curto e a médio prazo. Sendo assim, o problema da desertificação é intensificado pelas ações humanas, pela exploração irracional, pelo uso inadequado do espaço físico, diminuindo a capacidade produtiva dos solos, bem como, acabando com a flora e a fauna.
REIS, Jurandir Gondim. Desertificação no Nordeste. SUDENE. Recife, 1988.
Levando em consideração os textos da questão, o processo da desertificação está mais acentuado entre:
TEXTO I
No final do século XIX, na passagem do império para a república, ainda predominante de um Brasil Colonial, num cenário de subdesenvolvimento e desigualdade, agravado por um regime político e eleitoral excludente, surge um modelo único de sociedade, despercebido pelos detentores do poder. Canudos foi visto como uma “ameaça”, sendo destruído pela nossa república. Assim, ao tomar como base, que, desde a colonização do Brasil até a república, o poder foi exercido por meio de interesses de uma única classe. Torna-se inegável que a escassez da organização coletiva é uma manutenção para aqueles que acham que, assim como escrito por George Orwell, em uma distopia “todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais do que outros animais”.
TEXTO II

Fonte G1.
A ação descrita no texto I e II evidencia uma prática de violência do mundo rural brasileiro do século XIX aos dias atuais, caracterizada pela:
“Cidadão”, Zé Geraldo.
A música cidadão do compositor Zé Geraldo, ganha êxito em 1979, na voz do cantor Zé Ramalho, sendo uma releitura da urbanização brasileira por: