Questões de Concurso
Sobre planejamento, monitoramento e avaliação de planos, programas e projetos em serviço social
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Já no início dos tempos, o homem refletia sobre as questões que o desafiavam, estudava as diferentes alternativas para solucioná-las e organizava sua ação de maneira lógica. Enquanto assim fazia, estava efetivando uma prática de planejamento. Da observação dessa prática, de sua análise e sistematização racional, do domínio de alguns princípios que regem os processos naturais e da incorporação dos conhecimentos desenvolvidos em diferentes áreas do pensamento resultou, tal como encontramos hoje, o acervo de conhecimentos e de práticas de planejamento.
M. V. Baptista. Planejamento social: intencionalidade e instrumentação. São Paulo: Veras Editora, 2000, p.14 (com adaptações).
Plano e programa distinguem-se principalmente pelo nível de agregação de decisões e pelo detalhamento das operações de execução. Há maior nível de agregação de decisões no plano que no programa, e neste há mais detalhamento das operações a serem executadas que no plano.
Já no início dos tempos, o homem refletia sobre as questões que o desafiavam, estudava as diferentes alternativas para solucioná-las e organizava sua ação de maneira lógica. Enquanto assim fazia, estava efetivando uma prática de planejamento. Da observação dessa prática, de sua análise e sistematização racional, do domínio de alguns princípios que regem os processos naturais e da incorporação dos conhecimentos desenvolvidos em diferentes áreas do pensamento resultou, tal como encontramos hoje, o acervo de conhecimentos e de práticas de planejamento.
M. V. Baptista. Planejamento social: intencionalidade e instrumentação. São Paulo: Veras Editora, 2000, p.14 (com adaptações).
Para delinear os projetos e as ações no processo de planejamento, recomenda-se descrever o problema identificado, com a atenção centrada nos seus efeitos.
Já no início dos tempos, o homem refletia sobre as questões que o desafiavam, estudava as diferentes alternativas para solucioná-las e organizava sua ação de maneira lógica. Enquanto assim fazia, estava efetivando uma prática de planejamento. Da observação dessa prática, de sua análise e sistematização racional, do domínio de alguns princípios que regem os processos naturais e da incorporação dos conhecimentos desenvolvidos em diferentes áreas do pensamento resultou, tal como encontramos hoje, o acervo de conhecimentos e de práticas de planejamento.
M. V. Baptista. Planejamento social: intencionalidade e instrumentação. São Paulo: Veras Editora, 2000, p.14 (com adaptações).
Iniciar-se o planejamento de uma intervenção pela identificação de problemas apresenta vantagens metodológicas, e o valor político atribuído a eles é um dos critérios a ser utilizado para selecioná-los.
Já no início dos tempos, o homem refletia sobre as questões que o desafiavam, estudava as diferentes alternativas para solucioná-las e organizava sua ação de maneira lógica. Enquanto assim fazia, estava efetivando uma prática de planejamento. Da observação dessa prática, de sua análise e sistematização racional, do domínio de alguns princípios que regem os processos naturais e da incorporação dos conhecimentos desenvolvidos em diferentes áreas do pensamento resultou, tal como encontramos hoje, o acervo de conhecimentos e de práticas de planejamento.
M. V. Baptista. Planejamento social: intencionalidade e instrumentação. São Paulo: Veras Editora, 2000, p.14 (com adaptações).
Na avaliação de uma intervenção em que se proponha realizar mudanças no contexto geral, deve-se adotar o critério de efetividade, por ser o único que permite o questionamento dos objetivos e, principalmente, da capacidade de execução da ação planejada.
Já no início dos tempos, o homem refletia sobre as questões que o desafiavam, estudava as diferentes alternativas para solucioná-las e organizava sua ação de maneira lógica. Enquanto assim fazia, estava efetivando uma prática de planejamento. Da observação dessa prática, de sua análise e sistematização racional, do domínio de alguns princípios que regem os processos naturais e da incorporação dos conhecimentos desenvolvidos em diferentes áreas do pensamento resultou, tal como encontramos hoje, o acervo de conhecimentos e de práticas de planejamento.
M. V. Baptista. Planejamento social: intencionalidade e instrumentação. São Paulo: Veras Editora, 2000, p.14 (com adaptações).
Análises sobre a avaliação de programas sociais têm demonstrado que, quanto mais rigorosos e restritos forem os critérios de acesso e permanência dos usuários nesses programas, mais focados e seletivos tendem a ser tais programas. Portanto, é essencial associar os critérios de acesso e de permanência à abrangência do programa social, a fim de indicar a universalidade dele.
1. O objeto do planejamento da intervenção profissional é o segmento da realidade que lhe é posto como desafio, é o aspecto determinado de uma realidade total sobre o qual irá formular um conjunto de reflexões e de proposições para a intervenção.
2. À medida que a realidade social é dinâmica e, também, que o processo para apreendê-la se faz por sucessivas aproximações, não existe um momento no qual se possa dizer que se tenha perfeitamente delineado o objeto da intervenção: ele vai se construindo e reconstruindo permanentemente no decorrer de toda a ação planejada, em função de suas relações com o contexto que o produziu, sendo modificado e modificando-o permanentemente.
3. Na prática, a (re) construção do objeto da ação profissional é um processo que envolve operacionalização das demandas institucionais, das pressões dos usuários e das decisões profissionais. Uma vez que a intervenção e o planejamento da ação profissional se realizam primordialmente nas instituições, é a demanda institucional o ponto de partida e o ponto de referência para a construção e para o planejamento da intervenção.
4. O ponto de referência deve sempre ser as demandas da população; caso contrário o profissional estará fadado a reproduzir as relações de poder vigentes, se afastando do projeto ético-político defendido pela categoria. É preciso assumir essas demandas da população, entendendo-as como reveladoras de suas necessidades sociais mais essenciais.
5. O processo reconstrutivo do objeto se assenta sobre a percepção de que as questões tratadas na prática se colocam em níveis diferentes e de intervenção – do campo das microinterações ao das relações mais amplas – e que a ampliação desse âmbito interventivo não significa o abandono ou desqualificação da questão colocada pela instituição, mas a sua superação.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Neste sentido, pautando-se por Mattelart (1968) e sua equipe, mas ampliando o âmbito de exigência, a autora defende que podem ser considerados como objetivos do estudo de situação:
1. A configuração do marco de situações ou de antecedentes, acompanhada de análise compreensiva e explicativa de suas determinações.
2. A identificação sistemática e contínua de áreas críticas e de necessidades, a que se pode acrescentar, ainda, de oportunidades e de ameaças.
3. A determinação de elementos que permitam justificar a ação sobre o objeto; o estabelecimento de prioridades.
4. A análise dos instrumentos e das técnicas que podem ser operados na ação; a indicação de alternativas de intervenção.
5. A prevalência de conhecimentos específicos próprios das áreas do saber envolvidas nas etapas iniciais e interdisciplinares nas fases finais. Isso garante a autonomia dos profissionais em face das interpretações sobre a realidade de intervenção.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
I. processo de decisão essencialmente técnica que depende de informações precisas, de transparência, de diferentes visões e busca de soluções conjuntas.
II. processo dinâmico e contínuo com dimensão político-decisória que dá suporte ético-político à sua ação técnico-administrativa.
III. instrumento de decisão que exige a compreensão precisa entre a constituição desse campo tecnológico e a natureza de um espaço tomado como objeto de intervenção.
Está correto o que se afirma em
I. O ambiente político no qual os programas se desenvolvem e as forças políticas que se contrapõem ou se aliançam para apoiar ou sabotar o programa.
II. O ideário econômico-financeiro que preside a determinação sobre a alocação do gasto público e as concepções sobre a maior ou menor necessidade de democratização do Estado.
III. A visão sobre os princípios da eficiência, efetividade e eficácia das ações governamentais na área social.
Está correto o que se afirma em
I. Análise da situação que, a partir da escala de valores em presença, revelará as necessidades dos indivíduos e grupos.
II. A identificação de estratégias ou orientações de políticas e das linhas de ação necessárias para atingir os objetivos.
III. O confronto das linhas de ação com os meios disponíveis, os seus custos e vantagens e as opções ou escolhas necessárias.
Está correto o que se afirma em
I. Uma abordagem que trabalhe com dados quantitativos e qualitativos, pois ambos não são excludentes.
II. Que os dados devem representar conceitos e categorias, além de adotar abordagens que respondam à necessidade de compreensão do conteúdo.
III. A complexidade da vida em sociedade e o acelerado processo de transformação exigem atualmente a superação de posturas reducionistas em termos técnicos e operacionais.
Está correto o que se afirma em
I. A relação de desempenho deve estar relacionada aos objetivos estabelecidos e se fundamentar na adoção de índice de referência de dimensão quantitativa e qualitativa.
II. Os critérios a serem adotados na avaliação devem ser socializados com todos os envolvidos de modo a esclarecer o que se espera do trabalhador de forma individual e grupal.
III. Deve-se estabelecer indicadores de desempenho global, grupal e individual.
Está correto o que se afirma em
I. Eficiência é fazer as coisas de maneira adequada, resolver problemas, salvaguardar os recursos aplicados, cumprir o seu dever e reduzir os custos.
II. Eficácia é eleger as coisas prioritárias, evitar alternativas criativas e potencialmente onerosas, fomentar projetos consagrados e aumentar as receitas e fontes de financiamento em caso de aumento de despesas.
III. Efetividade é manter-se no ambiente e apresentar resultados globais positivos ao longo do tempo.
Está(ão) correta(s) a(s) alternativa(s)
I. Ela deve identificar o “terreno” ou o “cenário” em que se desenvolverá a ação.
II. Ela deve identificar o perfil, os recursos e as técnicas das forças sociais em confronto.
III. Ela deve avaliar os métodos usados na resolução dos problemas dos atores envolvidos.
Assinale:
I. A diferença entre plano, programa e projeto está no nível de agregação das decisões e no detalhamento das operações da execução.
II. A diferença entre plano, programa e projeto está no público alvo dos programas sociais para o qual os serviços sociais são estruturados.
III. A diferença entre plano, programa e projeto está no ente federativo responsável pela formulação, execução e avaliação da política social.
Assinale: